Be yourself; Everyone else is already taken.
— Oscar Wilde.
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Sua empresa já trabalha com um plano de sucessão para carreiras? Aliás, você sabe o quão importante é pensar na perenidade dos cargos em seu negócio — especialmente nos dias atuais?
Plano de sucessão é uma alternativa desenvolvida por empresas para mapear e desenvolver potenciais líderes corporativos, garantindo que a transição de cargos ocorra de forma fluida. No mercado de vendas, em especial, conseguir fazer transições de forma natural é essencial para assegurar o andamento dos processos e a continuidade dos resultados.
No chamado Mundo VUCA, a volatilidade é uma das palavras de ordem. Por isso, a tendência é que, a cada ano, o tempo de permanência em um mesmo cargo diminua em função do constante surgimento de novas oportunidades de trabalho e novas perspectivas de vida.
Para você ter uma ideia, este estudo, da Equilar, mostra que o tempo de permanência de CEOs em seus cargos caiu de 6 anos, em 2013, para 5 anos, em 2017. Além disso, o volume de chefes que ocupam o cargo há muitos anos vem diminuindo. A pesquisa aponta que apenas 6,3% dos CEOs ocupam seus cargos há mais de 20 anos. Em contrapartida, 38,1% estão na posição há um período entre 1 e 5 anos.
Entende como é importante pensar em um plano de sucessão gerencial? Continue lendo este artigo para compreender quais são as posições mais visadas pelo plano e quais as dicas de ouro para criar um planejamento efetivo para as transições de carreira no setor de vendas.
Um plano de sucessão é uma estratégia desenvolvida para garantir que as transições de cargos (em especial, de posições de comando) ocorram de forma fluida nas empresas. Para isso, é criado uma espécie de “banco de talentos” internos, formado por profissionais cujo potencial atenderia às demandas da posição em questão.
A partir do momento em que são elencados, os profissionais começam a ser preparados para uma eventual promoção. Essa preparação acontece por meio de treinamentos comportamentais e de um programa de desenvolvimento e avaliação de competências.
Cabe lembrar, é claro, que eventualmente o plano de sucessão não envolve apenas candidatos internos, mas também lideranças que estão no mercado e que possam ter potencial para assumir os cargos em questão. Porém, na maioria das vezes, essa seleção prioriza os talentos que já fazem parte da organização.
Você pode estar se perguntando: qual a semelhança entre plano de sucessão e plano de cargos e salários? Estamos falando da mesma coisa?
A resposta é: não. Apesar de tratarem sobre o desenvolvimento dos funcionários dentro de uma organização, as duas estratégias são voltadas para momentos diferentes das carreiras.
Enquanto o plano de carreira é um processo comum a todos os colaboradores da empresa, o plano de sucessão é específico e direcionado a um determinado tipo de funcionário: aquele com perfil de gestor. Na prática, funciona mais ou menos assim:
Você viu que, no tópico acima, citamos RH e lideranças como responsáveis pelo plano de sucessão? Pois é! Quando se trata de eleger potenciais líderes, a atuação dos atuais gestores é essencial no processo.
Além de terem uma visão privilegiada dos setores e da empresa, como um todo, são as melhores figuras para desenvolver, educar e transmitir experiência a seus potenciais sucessores.
Ter um plano de sucessão é benéfico para a empresa por diversas razões. Além da fluidez mencionada acima, uma organização que investe na formação de futuros líderes ganha em:
Na construção de um plano de sucessão para gestão de venddas focado no público interno, avaliar indicadores de performance é essencial. Veja mais abaixo!

De uma forma geral, um plano de sucessão de cargos se faz com a soma de três etapas fundamentais: identificação de expectativas, mapeamento de cargos críticos e potenciais sucessores e capacitação e decisão dos profissionais elencados.
Entretanto, é importante que cada uma das etapas seja cuidada com atenção, contando com o apoio do RH para gerir eventuais situações de evasão e rotatividade no processo de sucessão.
A seguir, você confere algumas dicas para fazer um plano de sucessão gerencial com excelência.
A primeira fase de construção do plano de sucessão é dedicada ao planejamento e ao mapeamento de expectativas. Neste momento, são realizadas reuniões com a diretoria, com o conselho administrativo da organização e com o time responsável pelo processo.
Esta é a hora de definições como:
Na segunda etapa de elaboração do plano de sucessão, são identificados os cargos críticos que devem ser priorizados pelo comitê de transição. Como cargos críticos, entendemos aqueles que passarão por mudanças em um curto período de tempo ou que exigem perfis profissionais muito específicos, o que os torna difíceis de serem preenchidos.
Além disso, nesta fase, líderes e RH começam a elencar potenciais sucessores para as vagas, atentos às habilidades que cada colaborador já possui (para isso, é importante que a empresa mantenha as avaliações de desempenho em dia) e aquelas que ele está apto a desenvolver.
Algumas dicas para elencar colaboradores-destaque para o plano de sucessão são:
A fase final do plano de sucessão pode ser subdividida em etapas menores. Seu objetivo é colocar em prática a capacitação e o desenvolvimento dos futuros líderes, deixando-os prontos para o momento da decisão.
Isso acontece da seguinte forma:
Antes de finalizar a leitura, assista a fala do filósofo e educador Mário Sérgio Cortella sobre a s 5 principais competências de um bom líder:
Saber como criar um plano de sucessão em vendas é uma oportunidade de ouro para manter o desempenho da equipe em alta e prevenir eventuais crises de transição. Além disso, ajuda a motivar e valorizar o time, que passa a trabalhar com foco na alta performance.
Sabe o que mais pode ajudar seu time a se tornar uma equipe de alta performance em vendas? Nosso e-book gratuito com dicas de ouro para um processo de vendas certeiro!
E as dicas não param por aí! Para auxiliar na construção de um plano de sucessão coerente e focado nas mais importantes habilidades de um líder de vendas, temos mais uma dica! Este e-book gratuito ensina tudo sobre ser um bom líder e gestor de equipe de vendas.
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Você faz uso de KPI para gestão de projetos na sua empresa?
Para monitorar o andamento dos projetos e promover as melhorias necessárias durante sua execução, o uso de indicadores de desempenho se faz necessário.
Sem o devido acompanhamento, você pode acabar se frustrando com os resultados. Na verdade, o uso de indicadores de desempenho é uma das técnicas mais eficazes para que as atividades sejam entregues no prazo, dentro do orçamento e atendendo às especificações técnicas de seu escopo.
Tendo isso em vista, elaboramos aqui um conteúdo para explicar a importância dos indicadores na gestão de projetos e mostrar 5 KPIs que você não pode deixar e acompanhar:
Continue a leitura e saiba quais métricas implementar nos projetos da sua empresa.
Leia também: Como gerenciar um projeto: 4 dicas para melhorar os processos da empresa
O uso de métricas de acompanhamento de projetos é muito importante, mas, da mesma forma, acompanhar os processos da empresa também é fundamental.
Veja como o Agendor pode ajudar você a acompanhar processos de vendas, de forma ágil e intuitiva:
O uso de KPI para gestão de projetos é uma prática indispensável. Essas ferramentas de gestão ajudam a identificar gargalos, atrasos e desperdícios. Assim, ficam claras as oportunidades de melhoria dos processos, para corrigir os desvios de produtividade que por ventura aconteçam.
Dessa forma, é possível implementar os ajustes necessários para que se consiga atingir os objetivos do projeto no prazo e com a qualidade desejada, sem estourar o orçamento.
Por meio dos KPIs, evitam-se atrasos, ruídos na comunicação entre as equipes envolvidas e falhas nas entregas. Além disso, esses instrumentos fornecem dados concretos que servirão como fundamento para tomadas de decisão mais assertivas sobre a condução do projeto.
Os indicadores para gestão de projetos também são importantes para redução de custos e para garantir que todas as etapas sejam concluídas dentro do prazo desejado.
Existem diversos indicadores de desempenho para gestão de projetos que você pode utilizar para acompanhar o andamento de iniciativas na sua empresa.
Confira a seguir os 5 principais KPIs que você não pode deixar de monitorar.
A nossa primeira dica de KPI para gestão de projetos é o Valor Agregado (VA). Esse indicador serve para acompanhar quanto daquilo que foi planejado a equipe responsável já conseguiu entregar.
O cálculo é bem simples. Divida o que já foi entregue pelo escopo planejado e depois multiplique por 100.
ROI, ou retorno sobre investimento, é um KPI financeiro, muito útil em projetos.
Este KPI faz a relação entre o montante investido na execução do projeto e o montante que se conseguiu recuperar.
A fórmula do ROI é a seguinte:
Existem outros KPIs financeiros que é interessante você conhecer para usar na gestão de sua empresa, por isso, confira este vídeo da Siteware:
Leia mais: Entenda o que é ROI, retorno sobre investimento, e como calculá-lo
Também, entre os indicadores de desempenho para gestão de projetos, temos o desvio de prazo.
Esse KPI faz a relação entre o prazo planejado e o prazo real do projeto a fim de verificar o quão adiantado ou atrasado o projeto está.
Existem duas fórmulas para calcular o desvio de prazo; uma para projetos concluídos e outra para projetos em andamento.
Projetos concluídos:
Projetos em andamento:
Os resultados devem ser interpretados da seguinte forma:
Outro indicador que vale a pena acompanhar é o desvio de custo. Seu objetivo é fazer a relação entre o custo real e o custo estimado para execução do projeto.
Ou seja, esse KPI mostra se o orçamento gasto durante o projeto está acima, abaixo ou conforme o esperado.
Também há duas fórmulas para calcular o desvio de custo; uma para projetos concluídos e outra para projetos em andamento.
Projetos concluídos:
Projetos em andamento:
Os resultados devem ser interpretados da seguinte forma:
Encerrando nossa lista com os principais indicadores para gestão de projetos, não poderíamos deixar de citar o indicador de desvio de esforço.
Ele também deve ser acompanhado pela gestão de projetos. Esse KPI mostra se o esforço empregado para execução do projeto está acima, abaixo ou dentro do planejado.
O cálculo do KPI de desvio de esforço é feito a partir da seguinte fórmula:
Resultados positivos significam que o esforço está além do planejado, o que pode gerar atrasos ou aumento de custos.
Agora que você conheceu todos esses KPIs de projetos, que tal conhecer alguns KPIs de performance de vendedores? Então, dê uma olhada nestes:

Bom, ficou claro quais indicadores de gestão de projetos você não pode deixar de acompanhar? Implemente esses KPIs nos seus projetos futuros e acompanhe o desempenho das suas estratégias de execução para garantir o alcance de bons resultados.
E se você quer conhecer outros KPIs importantes, principalmente para a área de vendas, baixe nossos materiais gratuitos:
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Artigo cedido pela Revista VendaMais. Todos os direitos reservados.
Não ter medo de errar, não desanimar com as falhas e os obstáculos, ter autoconfiança e proatividade e ser responsável por suas ações. Essas são algumas das principais habilidades do vendedor de sucesso da atualidade.
É comum ouvirmos histórias de profissionais de sucesso em suas áreas de atuação que narram o quanto eles tiveram que batalhar para alcançar seus objetivos e como falharam diversas vezes antes de acertar pra valer.
Apesar disso, as pessoas não perdem o hábito de associar sucesso à sorte ou ao destino. Mas o que a realidade mostra é que, mais do que o poder do acaso, o que faz os indivíduos terem êxito em suas carreiras é o que muitos chamam de “estamina”.
Entenda melhor o “Pacote Estamina” e entenda como ela pode estimular as melhores atitudes do vendedor de sucesso.
Pacote Estamina pode ser definido como um conjunto de forças físicas ou mentais que fazem com que uma pessoa tenha resistência, persista no que está fazendo e supere os obstáculos à sua frente. No cenário comercial, podemos entendê-lo como um pacote de habilidades e atitudes do vendedor de sucesso.
Quer um exemplo de estamina?
Elizabeth Gilbert, autora do livro Comer, rezar e amar, conta que, desde criança, sempre soube que queria ser escritora. Durante toda a sua infância e adolescência ela escreveu e, depois da faculdade, continuou a escrever, tentando ter suas histórias publicadas. Por seis anos, tudo o que recebeu foram cartas de rejeição.
Como ela conseguiu manter acesa sua criatividade e continuar tentando alcançar seu objetivo? Estamina! Ela sabia profundamente que sua paixão era escrever e que precisava continuar fazendo aquilo. Ela não se deixou abalar pelas críticas, não desistiu e usou as adversidades a seu favor, para alimentar sua vontade de vencer e de melhorar cada vez mais.
E isso vale para qualquer área – inclusive a área comercial de uma empresa. Então, para ser parte de uma equipe de alta performance, é preciso ter estamina. É preciso saber que errar e ser rejeitado faz parte do caminho. Além disso, é importante entender que as adversidades são oportunidades de evoluir.
A seguir, você conhece as quatro principais habilidades do pacote estamina que podem ajudar a criar um perfil de vendedor de sucesso.
Uma pesquisa realizada pela revista Inc com as 500 empresas que mais cresceram nos Estados Unidos identificou os principais atributos dos empreendedores de sucesso.
A lista é interessante para quem trabalha na área comercial porque, segundo Raul Candeloro e Marcelo Caetano, diretores da VendaMais, as habilidades citadas batem com o que eles defendem como uma metodologia de venda avançada. Isso é ideal para o cenário de mudança pelo qual nossa economia vem passando.
Entre as características identificadas, os especialistas apontam quatro como principais. Juntas, elas formam o “Pacote Estamina” completo — com habilidades-chave para o vendedor de sucesso. São elas:
Os vendedores de sucesso tomam decisões racionais e conscientes para a gestão do risco. Sabem que não existe risco zero, mas um gerenciamento de riscos. “Isso pode ser aplicado, por exemplo, à prospecção de clientes. A prospecção é um risco, a gente nunca sabe se vai dar certo, mas temos que enxergá-la como uma oportunidade. Risco é oportunidade”, destaca Candeloro.
Um vendedor de sucesso possui ética forte de trabalho para confrontar e superar obstáculos, não desanimando nem desistindo com fracassos ou contratempos. “Quando uma coisa que ele queria que desse certo não funciona, o vendedor de sucesso vê isso como uma oportunidade de aprendizagem, de melhoria, e isso o estimula a continuar”, explica Candeloro.
Ter confiança na sua capacidade de fazer as coisas acontecerem é outra qualidade dos profissionais de alta performance em vendas. “Aqui, tem muito a questão da proatividade e a iniciativa de não esperar que alguém mande fazer algo que você sabe que deveria ser feito”, frisa Candeloro.
Além disso, os vendedores de sucesso têm capacidade de tomar decisões sozinhos. Isso está muito ligado à questão da autoconfiança.
Esses profissionais lidam bem com várias tarefas ao mesmo tempo e têm alto senso de responsabilidade. “A pessoa não coloca a culpa no mercado, no cliente, nos processos etc. Ela chama para si a responsabilidade e pensa: o que eu posso fazer diferente?”, aponta Candeloro.
Além das quatro habilidades mencionadas anteriormente, um vendedor de sucesso precisa ter a capacidade de enxergar, no risco, uma oportunidade. “Só consegue trabalhar bem o risco quem consegue lidar com a chance de algo não dar resultado, com a chance de se frustrar ao longo do processo”, comenta Caetano.
Ele detalha que a ausência dessa característica pode se refletir nos resultados da empresa. “Na prospecção, por exemplo, se a cada falha o vendedor for reduzindo os riscos nas próximas atividades, ele vai parar de prospectar clientes que são realmente do perfil da empresa e começar a buscar clientes menores porque sua capacidade de lidar com o risco é cada vez menor”, reflete.
Caetano frisa que os líderes podem e devem identificar essas quatro habilidades – entusiasmo, determinação, autoconfiança e independência – já na hora da contratação do vendedor. “Se você recrutar errado, essas quatro qualidades raramente serão desenvolvidas, pois são características de personalidade”, ressalta.
Mas o especialista alerta que a falta dessas qualidades na equipe é, muitas vezes, ocasionada pelo próprio líder. Ele explica que muitos gestores gostam de pajear os vendedores, gostam de pensar que os profissionais precisam deles. “Eles se aceitam nessa posição e não fazem nada para sair dela”, reforça.
Caetano acrescenta, ainda, que os líderes podem gerenciar a equipe com meta e controle até certo ponto. Depois disso, é preciso haver confiança entre o gestor e a equipe. Assim, o líder pode deixar os profissionais agirem sozinhos. “Claramente, essas quatro habilidades fogem completamente da gestão por meta e controle. Não adianta só dar conhecimento para a pessoa e treiná-la quanto ao produto. Essas são características que ela traz consigo. Se você não buscar essas qualidades no processo de recrutamento, vai ter que continuar sendo a babá da equipe”, destaca.
Por fim, o diretor da VendaMais aconselha: se você não quer que sua vida como gestor de vendas seja assim, tem que ter pessoas na sua equipe que sejam diferentes, que tenham essas quatro características. “Quando a equipe tem essas habilidades, não temos mais um líder pajeando, mas, sim, um gestor orientando os profissionais. Ocorre, aí, uma mudança no perfil dos vendedores e também da liderança”, complementa.
As características fundamentais de um vendedor de sucesso, que está alinhado às necessidades do mercado atual, foi tema de um dos últimos episódios do VendaMais Responde, programa gravado mensalmente por Raul Candeloro e Marcelo Caetano e enviado com exclusividade aos nossos assinantes*.
Até o momento, este vídeo ainda está restrito para quem assina a VendaMais, mas os quatro primeiros episódios da série já podem ser assistidos por quem visita o nosso canal no YouTube São eles:
Assista e aprenda muito sobre como ser um vendedor de sucesso, ter sucesso em vendas, executar uma boa gestão de equipes comerciais, motivar equipes e muito mais!
E por falar em motivação de equipes e vendedores de sucesso, que tal baixar nosso conteúdo exclusivo com 12 técnicas de abordagem em vendas?
* Artigo otimizado pela equipe Agendor em novembro de 2020.
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O “Pacote Estamina” e o vendedor de sucesso publicado primeiro em https://www.agendor.com.br/
Apesar do impacto da pandemia de Covid-19 na economia brasileira como um todo, alguns setores já dão sinais de retomada e outros começam lentamente a dar os primeiros passos em direção à recuperação. O cenário atual é, portanto, melhor do que nos últimos dois trimestres. Mas, caso a segunda onda chegue ao Brasil, a sua empresa está preparada para enfrentá-la e tentar manter as vendas na pandemia?
Com o aumento recente dos casos na Europa, muitos países estão novamente adotando medidas restritivas de distanciamento social. Logo, embora a situação por aqui ainda esteja aparentemente controlada, a preocupação em relação a um novo crescimento das contaminações, infelizmente, permanece.
Contudo, pelo menos por enquanto, a segunda onda ainda não é uma realidade no Brasil e, se vier a acontecer, dessa vez não seremos pegos de surpresa como aconteceu inicialmente. Isso significa que agora é possível se preparar mais para reduzir os possíveis impactos negativos nos negócios.
Neste artigo, vamos entender um pouco os efeitos da primeira onda da crise e trazer algumas dicas para empresas do mercado B2B ajustarem as suas estratégias de vendas na pandemia para não serem surpreendidas por um novo agravamento do quadro no Brasil.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na segunda quinzena do mês de junho, no auge da primeira onda de Covid-19 no país, a queda nas vendas ou serviços comercializados foi sentida por metade das empresas nacionais (50,7%).
O IBGE vem acompanhando as consequências da pandemia nos negócios por meio do projeto Pulso Empresa, que divulga indicadores quinzenais. Passado o momento mais crítico, o estudo mostrou que a percepção de queda nas vendas na pandemia era sentida por 32,9% das empresas na segunda quinzena de agosto.
Além disso, como detalhamos neste outro artigo sobre retomada da economia, uma pesquisa realizada em outubro pelo Itaú Unibanco revelou que pouquíssimos setores já estão recuperados. Logo, o levantamento destaca que a retomada vem sendo bastante desigual: apenas quatro, dentre os 14 setores analisados, já superaram o impacto.
Os segmentos mais prejudicados e que se encontram mais distantes da recuperação certamente também são os que sofrerão maiores efeitos negativos caso haja uma segunda onda de Covid-19 no país. Portanto, empresas que vendem para bares e restaurantes, assim como aquelas que fornecem produtos ou serviços para os setores de turismo e entretenimento, devem estar ainda mais alertas e preparadas.
Sendo assim, diante da possibilidade de um novo agravamento da situação no Brasil, é importante que as empresas coloquem em prática as lições que puderam aprender nesse primeiro momento para minimizar os seus efeitos. Portanto, se ainda não fez isso, é hora de rever estratégias a fim de manter as vendas na pandemia.
Para tal, ao montar esse plano, é preciso priorizar alguns pontos que merecem mais atenção. Listamos aqui algumas dicas que podem ajudar. Confira!
Parece óbvio que, se o problema são as vendas na pandemia, elas devem ser o centro da sua estratégia, não é mesmo? Pois é, mas muitas organizações não estão colocando as vendas como prioridade de investimentos nesse momento – com treinamentos, ferramentas e recursos.
É evidente que, mais do que nunca, a sua equipe comercial deve estar munida com as ferramentas de vendas necessárias para ter uma boa performance. Além disso, também é essencial treiná-la e orientá-la para que ela possa colher informações valiosas para o negócio nesse contexto do “novo normal”.
Quais as novas necessidades dos clientes e como a sua empresa pode atendê-las? Priorizar as vendas é fundamental para que se tenha acesso a feedbacks que podem gerar ótimos insights sobre o novo comportamento dos consumidores. Lembre-se que os vendedores estão na linha de frente e podem ajudar a entender o que os clientes estão desejando.
Para acertar na abordagem de vendas, é fundamental entender quais são os tipos de clientes e o que esperar de cada um. Saiba mais no infográfico abaixo:

Nesse sentido, vale trazer um ponto específico para dizer que os gestores precisam prestar atenção aos sinais que o mercado e os consumidores estão dando. Ouvi-los pode significar uma mudança positiva de rumo, se a sua empresa tiver capacidade de se adaptar ao novo cenário.
Já pensou em oferecer novas combinações de produtos ou serviços, por exemplo? Em propor uma mudança na política de preços, em possibilitar novas formas de entrega ou em mudar a sua forma de produção? Esse, definitivamente, não é o momento de se apegar a velhos processos, pelo contrário: se sairá melhor quem conseguir analisar os insights e estiver aberto a inovar e transformar desafios em oportunidades.
Para entender as necessidades do seu cliente e visualizar possibilidades de adaptação, é crucial estar muito próximo dele. Dessa forma, o relacionamento com o cliente tem se tornado ainda mais importante nessa nova realidade e será um diferencial, caso a segunda onda chegue com tudo.
Um dos segredos para manter as vendas na pandemia é, portanto, oferecer uma experiência de compra satisfatória e humanizada, de forma a estabelecer uma conexão mais profunda, ainda que à distância. Por isso, vale pensar em como melhorar a comunicação e investir em ferramentas que irão auxiliar nesse processo. Webinars, vídeos, fóruns interativo e outras estratégias já vêm sendo utilizadas com sucesso nesse sentido.
Com o grande aumento das vendas no modelo de inside sales , não há dúvidas de que o marketing digital — que já vinha ganhando cada vez mais espaço — é absolutamente essencial no novo normal. Portanto, apesar das reduções de orçamento necessárias, será preciso reservar uma parte da sua verba para investir nesses canais.
Oferecer conteúdo de qualidade é, hoje, a principal forma de se manter próximo do seu cliente e de atrair novos leads. Assim, essa estratégia também será fundamental para sobreviver, ainda mais diante de uma segunda onda.
Marketing Digital é uma das principais frentes para impulsionar os resultados de vendas neste momento. Veja mais dicas no vídeo:
Em uma pesquisa realizada pelo Agendor durante a primeira onda de Covid-19, foi constatado que as empresas que tiveram impactos menores nas vendas na pandemia foram aquelas que já estavam em um nível avançado da transformação digital.
Os negócios B2B que já adotam a tecnologia como parte fundamental do seu processo de vendas sofreram menos impactos negativos diante da crise. Isso demonstra o quanto a maturidade digital, que já era importante, passou a ter uma relevância ainda maior.
A tecnologia não afeta positivamente apenas o crescimento das organizações, mas também a capacidade de lidar com situações adversas. Logo, esse será um fator decisivo para enfrentar os desafios de uma possível segunda! Sua operação comercial está pronta?
Quer ter mais recursos para enfrentar os desafios trazidos pela pandemia? Acesse nossa Planilha: Materiais para lidar com os impactos da crise da Covid-19 nos negócios!
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Vendas na pandemia: como se preparar para uma possível segunda onda de Covid-19? publicado primeiro em https://www.agendor.com.br/
Os fornecedores são os pilares da maioria das indústrias. Sem bons fornecedores uma fábrica terá grandes dificuldades para se manter competitiva, com produtos de qualidade e que geram lucro.
Por isso, montamos uma coletânea com os melhores artigos do blog que falam sobre a gestão de fornecedores em um só ebook.
A ideia é montar um verdadeiro guia de fornecedores que é capaz de auxiliar gestores a encontrarem, avaliarem e manterem uma boa relação com seus fornecedores.
Para fazer o download, basta clicar no link ou imagem abaixo:

Os tópicos abordados no eBook são:
Como encontrar fornecedores ideais para sua indústria (e manter
uma boa relação com eles)
Esperamos que com esse material a sua indústria consiga gerenciar melhor os seus fornecedores e assim consiga resultados melhores em toda linha de produção.
Fique a vontade para entrar em contato conosco caso tenha alguma dúvida ou sugestão.
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Guia de fornecedores: como encontrar, avaliar e manter os fornecedores da sua indústria publicado primeiro em https://www.nomus.com.br/
O Just in Time, ou “no momento certo”, é uma filosofia de manufatura onde a empresa busca produzir na quantidade exata para atender a demanda, comprando matéria prima no momento correto e entregando o produto no prazo estipulado. Evitando estoques em todo o processo produtivo.
A ideia é que a empresa que aplica o Just in Time consiga fazer com que a matéria prima chegue no momento exato em que é necessária. Dessa forma a empresa não fica com estoque parado entre as etapas do processo produtivo e também faz com que os pedido sejam entregues dentro prazo.
O Just in Time faz parte da melhoria contínua e é visada pelas empresas que produzem sob encomenda, onde primeiro o produto é vendido para depois comprar o material necessário para fabricá-lo.
Neste artigo vamos ver mais sobre o Just in Time e como aplicá-lo na sua empresa, vamos lá:

Após a crise de 1929 ter afetado o sistema de produção fordista, os gestores da Toyota precisavam de um modelo de gestão que reduzisse os estoques e os custos em geral.
Assim surgiu o modelo de fabricar apenas o que o mercado demandava e logo foi utilizado por outras empresas do setor. Dessa forma o Just in Time virou uma filosofia para organizar os materiais, a qualidade, o produto e a equipe da fábrica.
Com isso as fábricas que aplicavam a filosofia poderiam produzir apenas o necessário, na quantidade certa e no momento correto.
O Just in Time, como falei anteriormente, é uma filosofia de gestão onde a empresa compra e produz apenas a quantidade exata e no momento certo para atender a demanda dos seus clientes dentro do prazo.
Cada etapa do processo produtivo produz o necessário para que a próxima fase consiga avançar no momento certo.
Ela pode ser aplicada em todas as etapas do processo produtivo para assim diminuir os estoques de toda a linha de produção.
Os elementos básicos que apoiam a filosofia JIT são:

Como dito pelo engenheiro Celso Monteiro, no artigo Como reduzir custos e aumentar o lucro de uma indústria usando conceitos do just in time, alguns autores relacionam os estoques da fábrica com o nível de água de um rio. Nesse caso as pedras que fazem o nível da agua aumentar são os problemas de produção.
O JIT serve para baixar o nível da água do rio e isso revela as pedras, ou problemas, existentes na fábrica.
Os objetivos primários e principais do JIT são a redução de desperdícios e a redução de custos da empresa.
Ele faz isso forçando a empresa a buscar pela melhoria contínua, reduzindo estoques e identificando problemas na linha de produção.
Segundo o guru do Just in Time, Shigeo Shingo, uma fábrica pode conter 7 tipos de desperdícios, sendo eles:
Com isso o gestor deve buscar a melhoria continua para alcançar:
Como essas metas são basicamente utópicas, o JIT é aplicado como filosofia, já que por mais que a perfeição seja praticamente impossível de se atingir, a empresa deve buscar a melhoria continua para se aproximar cada vez mais.
Os principais benefícios de trabalhar utilizando a filosofia JIT, são:
A fábrica trabalha com os produtos na quantidade certa e no momento certo. Os fornecedores entregam em menores quantias, apenas o necessário, mas com uma frequência exata para manter a produção funcionando, otimizando assim o espaço de armazenagem.
Além disso, existem também as melhorias dos problemas encontrados enquanto a sua empresa tenta aplicar o JIT. Ou seja, ao tentar aplicar o JIT é possível identificar e corrigir diversos problemas e melhorias na produção, sendo as pedras no fundo do rio da analogia anterior.
Vale a pena ressaltar que o gestor que está analisando a filosofia do Just in Time deve levar em consideração que ela não deve ser aplicada em indústrias com pouca previsibilidade de demanda ou que tenha muitas oscilações.
Isso porque existem certos tipos de indústrias que de fato precisam de um estoque disponível e a filosofia JIT pode atrapalhar.
Além disso, é preciso se certificar que os seus fornecedores serão capazes de atender a sua demanda no momento e quantidade certa, para que assim a sua produção não seja paralisada por falta de material.
Para buscar a melhoria contínua e aplicar a filosofia do JIT, a indústria precisa de um sistema de gestão para indústria capaz de organizar a produção de forma profissional e confiável.
É preciso de um sistema de gestão que seja capaz de planejar as etapas do processo produtivo, gerenciar os materiais e os estoques da produção.
Além disso, é preciso monitorar os resultados em painéis de desempenho para identificar problemas na produção e evitar que eles atrapalhem o desempenho da empresa.
Para isso, recomendo que assista uma demonstração do sistema Nomus ERP Industrial. Trata-se de uma ferramenta capaz de auxiliar a sua empresa a aplicar todos os conceitos do JIT e assim aplicar a melhoria contínua no seu negócio.
Agora que você já sabe como o Just in Time funciona e como aplicá-lo, recomendo que se inscreva gratuitamente no blog industrial para receber dicas como essa semanalmente no seu email.
Para se inscrever, acesse:
Além disso, fique a vontade para entrar em contato caso tenha alguma dúvida ou sugestão. Até a próxima! 
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Just in time: significado, conceito e exemplo nas empresas publicado primeiro em https://www.nomus.com.br/
Acompanhar a jornada de trabalho de vendedores externos pode ser um grande desafio para as empresas que ainda utilizam um sistema arcaico de marcação de ponto, como as formas de registro manual ou mecânica.
Nos últimos anos, entretanto, diversos sistemas foram criados visando otimizar os processos de uma empresa, especificamente os que envolvem o setor de Recursos Humanos (RH).
Se antigamente as organizações que possuíam colaboradores atuando fora da empresa tinham grande dificuldade em monitorar a produtividade e jornada de trabalho destes funcionários, hoje o cenário, felizmente é outro.
Atualmente, já existem plataformas de ponto online que oferecem até mesmo relatórios com indicadores de desempenho dos colaboradores da empresa.
Neste texto, você vai ter acesso a um conteúdo completo sobre esse assunto, incluindo o que diz a legislação e quais são os benefícios de acompanhar a jornada dos seus vendedores externos. Veja os tópicos que iremos abordar:
Boa leitura!
Um vendedor externo é um profissional que se desloca para reuniões com os clientes e prospects da empresa. Como o nome mesmo diz, são os profissionais que exercem suas funções mais fora do que dentro do escritório da empresa.
Atualizar o sistema de CRM de qualquer hora e qualquer lugar é essencial para a performance dos vendedores externos. Saiba como o app Agendor permite o cadastro de informações mesmo offline.
Em vista desse trabalho remoto, a jornada de trabalho destes colaboradores pode variar bastante e, portanto, muitas empresas têm dificuldade em realizar esse monitoramento.
No entanto, existem algumas regras previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que a empresa deve seguir em relação a esses funcionários. Vamos falar sobre isso no próximo tópico. Confira!
A CLT não aborda diretamente algum tópico sobre os trabalhadores externos. Entretanto, ela fala sobre a jornada de trabalho dos funcionários celetista e estipula algumas normas sobre isso.
Dessa forma, esses colaboradores devem possuir uma jornada diária de 8 horas, com 2 horas extras no máximo.
Entretanto, de acordo com o artigo 62 da CLT, os empregadores não necessitam fazer um controle de jornada quando os horários desses funcionários forem incompatíveis com a fixação de horário de trabalho. Veja:
“Art. 62 – Não são abrangidos pelo regime previsto neste capítulo: (Redação dada pela Lei nº 8.966, de 27.12.1994)
I – os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho, devendo tal condição ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no registro de empregados; (Incluído pela Lei nº 8.966, de 27.12.1994)”
Mas, vale ressaltar que a falta de controle em relação a jornada de trabalho dos funcionários pode ocasionar em diversos riscos para a organização.
Devido a esses colaboradores externos não participarem do dia a dia da empresa, a equipe de gestão de pessoas ou RH pode encontrar obstáculos ao avaliar o desempenho desses profissionais.
De fato, ainda é comum que muitas empresas ainda não encontrem soluções para garantir a satisfação desses colaboradores e monitorar seus horários, pela falta de contato presencial.
Afinal, como a empresa vai saber se esse colaborar está de fato cumprindo suas tarefas diárias? Como fazer uma boa gestão de pessoas se você não tem acesso às principais dores desse funcionário em relação às suas atividades?
Uma empresa que não acompanha a jornada de trabalho de seus funcionários não tem, por exemplo, controle de horários de almoço, pausa, saída ou banco de horas.
Como você viu no último tópico, existem diversas desvantagens em não acompanhar a jornada dos vendedores externos.
Porém, quando atrelado a um bom sistema de ponto, como citamos logo no início deste texto, a empresa e seus colaboradores podem se beneficiar. A seguir, veja algumas vantagens do controle de jornada:
Cabe lembrar que, até alguns anos atrás, não havia uma forma eficaz de acompanhar a jornada destes funcionários. Com o tempo, algumas soluções foram criadas pelo RH, como monitoramento a partir de e-mails, ligações ou planilhas.
Com os avanços tecnológicos, essa mentalidade foi mudando e existem soluções inteligentes no mercado.
Campanhas de incentivos são uma ferramenta importante para a motivação de vendedores externos. Veja como fazer a sua!

Como você percebeu ao longo deste texto, a melhor forma para controlar a jornada de um vendedor externo é por meio de um sistema de ponto alternativo ou ponto online.
Independente do tamanho da empresa, essa forma de marcação atende a qualquer segmento do mercado que busca acompanhar a jornada de todos os seus colaboradores.
Sistemas que não atendem às diferentes formas de trabalho atual, como o trabalho externo ou home office, são ineficazes para as empresas que buscam sempre inovar e garantir a satisfação de seus colaboradores.
E, quando falamos em vendas externas, proporcionar soluções simples e que possam fazer parte da rotina do profissional sem desviar o foco do mais importante, é essencial para manter a produtividade em vendas.
Existem diversas opções de ponto online no mercado, mas você já sabe qual é a melhor opção para o seu negócio? O melhor controle de ponto online no mercado sem dúvidas é por aplicativo.
O aplicativo PontoTel, por exemplo, permite que o RH visualize em tempo real o registro de ponto dos funcionários, podendo verificar atrasos ou faltas. Além disso, possui diferentes formas de marcação para atender funcionários internos, externos ou de home office. Elas variam entre:
Em vista de auxiliar a gestão de pessoas, também oferece mais de 30 tipos de relatórios indicadores de desempenho dos seus funcionários.
Dessa forma, um vendedor externo pode realizar a sua marcação de ponto, sem se preocupar em ter que entrar em contato com ninguém. Basta abrir o aplicativo no celular ou computador e fazer sua marcação!
Este conteúdo foi produzido em parceria com o time da PontoTel.
Quer mais dicas para fazer a gestão do seu time comercial? Veja agora nosso Guia: Gestão Eficaz da Equipe de Vendas!
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Para que o seu modelo de negócio possa permanecer rentável ao longo do tempo, é necessário fazer alguns ajustes nos preços repassados aos clientes. Isso acontece, mais cedo ou mais tarde, mesmo em um cenário de inflação sob controle.
Na hora de precificar, o aumento no valor cobrado pelos seus produtos e serviços pode acontecer por diferentes motivos, como:
Mas como falar para clientes que o preço subiu sem arriscar perdê-los para a concorrência?
Para responder a essa pergunta bastante comum para quem trabalha com vendas, elaboramos este conteúdo com algumas dicas sobre o que você pode fazer quando for necessário ajustar os preços das suas soluções:
Continue a leitura e saiba que boas práticas adotar e não perder clientes por causa disso.
Leia também: Como definir o preço de um serviço em 3 passos
Antes de conferir nossas dicas, dê uma olhada neste vídeo do Thiago Concer, ele também vai ser bastante útil para você:
Como falar para clientes que o preço subiu é um dos maiores desafios de quem trabalha com vendas, pois é comum que eles ofereçam algum tipo de resistência, pelo menos em um primeiro momento.
Confira a seguir 6 dicas fundamentais sobre o que fazer nesse tipo de situação e convencer seus clientes de que o ajuste no valor do produto ou serviço é necessário.
A primeira dica de como avisar o cliente sobre aumento de preço é fazer isso com antecedência.
Convenhamos que ninguém gosta de ter que pagar mais por qualquer coisa que seja. Essa resistência pode ser agravada se o ajuste for feito de uma hora para outra, sem dar tempo para que o cliente possa se preparar para esse aumento.
Essa falta de consideração tende a deixar os clientes mais insatisfeitos, o que acaba por estremecer o relacionamento cultivado até então.
Portanto, dê um prazo razoável antes de efetivar o aumento no preço das suas soluções.
É de extrema importância que o aumento feito no preço cobrado pelos seus produtos e serviços esteja de acordo com a realidade do mercado em que a sua empresa está inserida.
Preços muito deslocados do que é comumente cobrado pelos concorrentes pode desagradar os clientes e fazer com que eles optem por deixar de comprar suas soluções.
Portanto, faça uma pesquisa e chegue a um valor razoável.
Nesta dica de como avisar o cliente sobre aumento de preço, é necessário apresentar para ele argumentos sólidos e convincentes para justificar o reajuste no valor cobrado pelos produtos e serviços.
Você pode, por exemplo, utilizar como base o aumento nos custos de operacionais e a inflação do ano anterior.
Seja coerente e honesto na sua justificativa. Isso favorece a compreensão e aceitação dos clientes sobre os novos preços.
Nessa hora, conhecer algumas técnicas de persuasão pode ajudar, por isso, vale conferir estas dicas:

Outra estratégia argumentativa de como falar para clientes que o preço subiu sem perdê-los é reforçar os benefícios que o seu produto ou serviço proporciona a eles.
Assim, eles enxergaram todo potencial dessa solução para a empresa deles.
Mostre para os seus clientes os diferenciais da suas soluções e o convença de que ainda vale a pena continuar com a sua empresa, mesmo após o ajuste nos preços.
Veja mais: Conheça a equação que ensina como criar valor para o cliente
Conforme já mencionamos, é bem provável que os clientes apresentem certa resistência perante o aumento dos preços.
Tendo isso em vista, procure oferecer opções que favoreçam a adesão aos novos preços.
Você pode, por exemplo, estender o tempo de contrato para garantir uma fonte de receita por mais tempo. Assim, o cliente não sente tanto o “peso” do reajuste.
Encerrando nossas dicas de como avisar o cliente sobre aumento de preço, procure oferecer alguns benefícios exclusivos para aqueles que aderirem aos novos valores cobrados.
Se o reajuste é de 10%, para clientes de longa data esse reajuste pode ser de 8%. Ou, então, faça promoções associadas ao valor de cada compra.
Será que aumentar preços é mesmo um dos maiores motivos de perda de vendas? Você pode descobrir isso com a ajuda do Agendor, porque ele tem uma funcionalidade especialmente criada para você catalogar o motivo da perda de vendas, confira:
Bom, ficou claro como avisar o cliente sobre aumento de preço? Se você considera necessário subir os seus preços, não tenha receio de perder seus clientes por isso. Afinal, manter um fluxo de caixa positivo é essencial para a sustentabilidade do negócio ao longo do tempo.
Saiba mais: Como lidar com objeção de preço: confira algumas objeções e repostas para elas
Avisar sobre o aumento de preços é realmente um desafio para qualquer vendedor. Mas existem diversas outras situações que podem complicar uma venda, por isso, criamos este kit gratuito para ajudar você: Kit para o fechamento de vendas complexas – como fechar uma venda difícil: 6 materiais para você antecipar o fechamento de vendas complexas
Baixe agora mesmo!
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Vários segmentos da sociedade sentem os estragos econômicos provocados pelo Coronavírus. E as empresas, nesse caso, não escaparam dos abalos que o Covid-19 provocou na economia. As vendas sofreram quedas e o alerta de perigo soou alto nos meses recentes.
É nesse contexto, de crise e incertezas, que a solução para aumentar as vendas passa pela transformação digital. Essa transformação vai além de ter um site, um registro de domínio e uma hospedagem de sites como muitos imaginam.
Toda essa transformação, na verdade, envolve o uso de ferramentas digitais que facilitam vários processos do seu negócio, especialmente o atendimento aos clientes, possibilitando com isso o aumento das vendas.
Para saber mais a respeito de como a digitalização ajuda no aumento das vendas, confira os tópicos apresentados nesse artigo:
Digitalizar é adaptar a sua empresa para essa nova realidade, onde vemos um cenário cada vez mais caracterizado por clientes que utilizam as redes sociais e dispositivos móveis para comprar produtos e serviços.
Na atual era, em que com um smartphone é possível efetuar compras no supermercado, pedir comida e solicitar serviços de transporte, qualquer empresa deve adotar tecnologias que visam facilitar o atendimento ao público.
Pegue como exemplo esse cenário de pandemia, em que a regra é evitar aglomerações para impedir o avanço do vírus. Um gestor que queira driblar essa dificuldade deve investir em ferramentas que viabilizem as compras online.
A lógica é simples: se o público não pode ir até ao seu empreendimento, permita que os produtos possam ir até ao público. É nesse sentido que marketplaces e sistemas de delivery podem ser grandes ferramentas de vendas para contornar a crise e vender mais. Aplicativos próprios também podem ser grandes ferramentas para auxiliar nas suas vendas.
A realidade de uma crise nos força a pensar em soluções que antes não estavam no escopo do seu negócio e com o passar do tempo, até podem ajudar a inovar a sua operação e se tornarem parte das estratégias.

Quando o assunto é aumentar as vendas, são vários os benefícios que a transformação digital traz para o seu negócio.
Ter um site (e um bom serviço de hospedagem de sites) para garantir a sua presença online já é uma iniciativa importante, pois traz mais visibilidade e alcance para a sua empresa.
Outro exemplo disso é otimizar a comunicação com os clientes por meio dos canais digitais. Utilizar ferramentas de e-mail marketing, nesse caso, é uma das alternativas. Elas são importantes para captar leads, divulgar promoções e, consequentemente, vender mais.
Além disse, vale também destacar outros benefícios que a transformação digital traz e que viabilizam o aumento das vendas. Confira!
Graças a ferramentas de atendimento online, qualquer cliente, a qualquer instante, poderá acessar a loja virtual do seu negócio e efetuar uma compra. De certa forma, vendas poderão ser efetuadas aos domingos e também feriados.
Em tempos de crise e de pandemia, é importante estar disponível 24h por dia para os consumidores.
Isso é consequência de uma gestão das redes sociais. Ao efetuar postagens com conteúdos que informam e auxiliam os seus clientes em relação aos serviços que você disponibiliza, você tem a possibilidade de melhorar muito o relacionamento com eles.
Isso é muito importante para fortalecer a imagem da sua marca, fazendo com que o cliente se lembre do seu negócio e escolha por comprar os seus produtos ou até mesmo recomendar a sua empresa para outros clientes em potencial.
Ferramentas digitais também auxiliam o gestor a obter números sobre o comportamento do seu cliente.
Por meio de tais tecnologias é possível obter uma quantidade precisa das pessoas que acessaram o seu site, quantas efetuaram alguma compra, o local de origem dessas pessoas, informações demográficas e várias outras informações relevantes.
A vantagem disso é auxiliar na segmentação do público e facilitar na compreensão do que está surtindo resultados positivos em sua estratégia. Desse modo você terá condições de estabelecer estratégias capazes de aumentar o número de vendas.
Se a transformação digital é fundamental para promover o aumento das vendas, então é importante que você saiba como digitalizar o seu negócio, ou seja, como utilizar as ferramentas adequadas para aumentar as vendas.
Para isso, o ideal é seguir alguns passos básicos. Vamos ver algumas ideias sobre isso a seguir?
Lembra quando falamos que transformação digital não é apenas ter um site e administrar a página da sua loja nas redes sociais?
Pois bem, digitalizar a sua empresa é utilizar a tecnologia em todos os setores dela, desde o controle do estoque até o atendimento aos clientes. É por essa razão que a digitalização envolve também muito planejamento.
Para isso é necessário estabelecer metas plausíveis e mensuráveis. Um exemplo de um objetivo a ser alcançado pode ser “aumentar as vendas em 50% dentro de 6 meses”.
Além disso, uma estratégia de digitalização também envolve avaliar quais setores do seu negócio necessitam mais dos recursos digitais.
Da mesma forma, também é necessário estar ciente de que uma nova cultura precisa ser adotada pelos colaboradores. Uma cultura que enxerga todos os processos do seu negócio – inclusive o atendimento – sob o prisma da tecnologia.
Vale lembrar que tudo isso deve ser estendido a área de vendas, pois o comportamento do consumidor mudou e atualmente, com o e-commerce, muitos clientes só vão até a loja para ter alguma experiência sensorial com o produto para depois comprar pela internet.
Nesse ponto, a sua empresa ou marca deve estar atendo para criar estratégias omnichannel, onde as vendas podem acontecer por todos os canais da empresa, inclusive até mesmo pelo WhatsApp.
Visto que a transformação digital implica em uma mudança de cultura dentro de uma empresa, então é de extrema importância promover o treinamento do seu time, preparando o terreno para a utilização adequada das ferramentas digitais.
É diante dessa preparação que a equipe irá ter uma ampla compreensão de como utilizar as tecnologias novas para atender os seus clientes e assim aumentar as vendas.
Um exemplo disso é saber utilizar ferramentas de Big Data. Por meio delas se torna possível conhecer e até compreender antecipadamente comportamentos de seus potenciais clientes.
Isso viabiliza a possibilidade do seu negócio adaptar ou antecipar de forma rápida as necessidades do mercado para melhorar a experiência dos seus clientes na hora de adquirir os produtos e os serviços que eles procuram.
Ao digitalizar os processos da sua empresa, leve em conta que muitos desses processos terão que ser realizados por profissionais que dominam as atuais ferramentas de estratégias e gestão.
Por essa razão, na hora de recrutar novos colaboradores, é importante levar em consideração esses novos conhecimentos. Atualmente muito se fala nos profissionais do futuro e em como as empresas já devem ir contando com eles.
Nesse contexto, gestor de e-commerce e analista de Big Data são alguns exemplos de profissionais que serão engrenagens importantes para entender a jornada de compra dos seus clientes e assim facilitar as vendas.
Na era digital, os principais canais que os clientes utilizarão para entrar em contato com você serão os meios digitais. Diante disso, proporcione para eles uma boa experiência de navegação nesses canais.
Lembre-se de facilitar a eles o acesso aos aplicativos do seu negócio, de utilizar ferramentas de e-mail marketing para não tornar as suas estratégias invasivas e de, inclusive, priorizar a responsividade do seu site. O layout responsivo é fundamental para viabilizar o acesso e a navegação por meio de dispositivos móveis.
Contudo, é importante também, nesse aspecto, contar com um serviço de hospedagem de sites. Graças a ele é possível obter recursos que aceleram o carregamento das páginas do seu e-commerce, bem como permite garantir mais segurança para a sua loja virtual.
Sobretudo, se a sua operação é totalmente baseada em um e-commerce, fatores como segurança digital e boa experiência de navegação se tornam mais do que fundamentais para ter sucesso em vendas.
Não custa lembrar que sites e e-commerces com boa velocidade de carregamento possuem mais facilidade para serem bem posicionados nas páginas de resultado do Google. Já a segurança no seu e-commerce traz mais credibilidade, facilitando as vendas.
Das várias maneiras que existem para melhorar a sua presença online, uma das mais eficientes é utilizar o Google Meu Negócio. Ele é uma ferramenta gratuita do Google que traz mais visibilidade para o seu empreendimento.
Por meio dele você torna o seu negócio mais visível na internet e com informações importantes, como, por exemplo, endereço, contato, horários de funcionamento e até a localização no Google Maps.
Para quem deseja aumentar as vendas, vale a pena apostar na otimização de produtos e divulga-los no Google Shopping e em outros marketplaces.
Hoje em dia, quando se fala em melhorar o atendimento e, consequentemente, as vendas, entra no assunto o conceito de “omnichannel”.
Omnichannel consiste em uma estratégia que visa utilizar, de forma integrada, canais online e offline para as empresas atenderem os consumidores.
Essa abordagem melhora bastante a experiência do cliente, oferece mais alternativas de atendimento e, consequentemente, permite aumentar as vendas.
Um exemplo disso é uma loja que permite a compra de produtos pelo aplicativo, loja física, marketplaces, pontos de vendas, televendas e todos os canais possíveis, mantendo a convergência entre eles.
Não é novidade para ninguém o fato de que os tempos de crise são razões para empreendedores se reinventarem. Hoje em dia, diante das ferramentas digitais, alternativas de inovação não faltam.
Para aumentar as vendas, é preciso pensar “fora da caixa’ e entender o que o atual consumidor está buscando, em termos de satisfação, necessidade e facilidades. Lembre-se que tudo isso é visto com uma extensão do seu produto.
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Artigo cedido pela Revista VendaMais. Todos os direitos reservados.
Seja qual for o porte da empresa e seu posicionamento competitivo, entender a importância da logística pode incrementar o desempenho comercial, via satisfação e fidelização dos clientes.
Por isso, os gestores, em geral, empreendem um esforço considerável para gerar vendas, o que deve continuar sendo feito.
Porém, com uma frequência maior do que gostariam, acontecem falhas no processo comercial. Tais falhas provocam a insatisfação de clientes e, em casos extremos, a mudança de fornecedores. Sendo assim, nesse contexto, a logística constitui um útil instrumento para melhorar o desempenho comercial, seja qual for o modelo de negócio adotado pela empresa.
Para você ter uma ideia, de acordo com a pesquisa Pesquisa Logística no E-commerce 2019, da Abcomm, o conhecimento da importância da logística tem impacto direto no sucesso dos negócios.
Em 2019, mais de 60% das lojas virtuais entrevistadas apresentaram taxas de devolução abaixo de 3%!
Sua empresa está em busca de caminhos para aplicar uma estratégia logística de qualidade no processo comercial? Então continue lendo este artigo!
Logística é a área da administração que cuida da movimentação e da armazenagem de materiais (insumos e produtos acabados) entre os pontos de produção e de consumo.
Ela também cuida do fluxo de informações que provoca e viabiliza o fluxo de materiais. Sua base de sustentação é formada por três pilares:
Suas atividades são dirigidas por uma meta: o nível de serviço logístico (NSL), que, em resumo, estabelece quais serviços são prestados e para quais praças (mercados). Logo, é o NSL que define como o sistema logístico deve funcionar.
A logística é considerada o “braço operacional” do marketing e vendas (M&V).
Enquanto ao M&V cabe gerar a demanda, à logística cabe atender tal demanda. Em outras palavras, a logística, alinhada com o marketing, concretiza os processos comerciais. Além disso, é por meio dela, no chamado pós-venda, que a empresa dá suporte ao produto comercializado.
Por sua vez, a missão da logística é freqüentemente descrita como o produto certo, no lugar certo, na hora certa e ao menor custo possível, para um nível de serviço especificado.
É orientada por essa missão que a logística realiza as atividades de processamento de pedidos, compras, estocagem, transporte, armazenagem e pós-venda.
A demanda (prevista ou confirmada) é a principal informação de entrada para a logística. Como o ambiente de negócio é dinâmico, a demanda pelos produtos apresenta variações, o que também acontece com o lado do fornecimento (insumos).
Com base na demanda, define-se a necessidade de compra de materiais, que deve considerar o tempo de entrega de cada item, bem como a confiabilidade dos fornecedores. Quando ocorre a falta de insumos, diminui a disponibilidade dos produtos acabados, perdem-se vendas, o cliente fica insatisfeito e é levado a experimentar o produto da concorrência.
Quando ocorre excesso, o estoque fica sobrecarregado, o dinheiro da empresa fica parado e perde-se competitividade. Por isso as empresas esforçam-se tanto para diminuir seus estoques. Tudo isso vale para empresas de manufatura e comerciais.
Venda confirmada, o transporte entra em ação para colocar o produto no lugar certo e na hora certa. Por isso e por, geralmente, representar a maior parte dos custos logísticos o transporte é considerado a principal atividade logística.
Com o produto nas mãos do consumidor ou nas instalações do cliente, é a vez do pós-venda, quando, então, a empresa presta serviços de instalação, treinamento, garantia, entre outros. Nessa etapa, também é realizada a recuperação de serviços, destinada a reparar falhas que tenham ocorrido.
Permeando as atividades logísticas, existe uma série de decisões estratégicas que precisam ser bem resolvidas. Para tanto, é necessário que aquelas atividades sejam gerenciadas de modo integrado, o que pode ocorrer em dois níveis:
A cadeia de suprimentos é o conjunto de empresas que se forma para fabricar e comercializar os produtos, sendo formada por fornecedores, fabricante, distribuidores e varejistas.
Conhecendo a importância da logística, as grandes empresas descobriram:
Hoje, a logística constitui uma fonte estratégica de vantagem competitiva. Tal vantagem pode ser alcançada, basicamente, por dois meios. Um deles é operar com o menor custo e o outro, atuar no mercado de modo diferenciado.
Que tal entender como cada uma das técnicas funciona?
Em relação ao custo, a logística bem planejada e coordenada pode identificar e gerenciar trade- offs (compensações). Em conjunto, essas compensações proporcionam menor custo total às operações das empresas.
Isso é possível porque o aumento dos custos de uma determinada atividade pode ser compensado satisfatoriamente com a redução dos custos em outra. Uma ilustração clássica disso, embora não aplicável a qualquer negócio, é o uso de um meio de transporte mais rápido (e caro) que permite substancial redução do nível de estoque.
Outra técnica bastante utilizada é o adiamento da finalização do produto para o mais próximo possível da confirmação da demanda. Onde e quando aplicável, ele aumenta a disponibilidade de produtos sem sobrecarregar os estoques, gerando economias.
Sabendo disso, os fabricantes de tintas disponibilizam, nos principais pontos-de-venda, as máquinas de mistura. Assim, eles fornecem uma pequena variedade de tintas nas cores básicas e deixam que o varejista adicione os pigmentos de acordo com a demanda específica de cada cliente. É uma estratégia popular e muito eficaz para a gestão de vendas.
Em relação à diferenciação, entender a importância da logística pode ajudar a agregar valor adicional para o cliente, ao melhorar seu desempenho, participando diretamente de algumas das atividades da sua cadeia de valor e/ou prestando um SL adequado às suas necessidades.
Naturalmente, isso implica em maiores custos para o fornecedor, que passa a cobrar um preço maior que os demais. Mesmo assim, alguns clientes reconhecem que, embora mais caro, o produto desse fornecedor vale o preço cobrado, pois facilita suas operações e/ou proporciona qualidade superior, impactando diretamente na customer experience oferecida pelo produto.
Seja qual for o porte da empresa e seu posicionamento competitivo, reconhecer a importância da logística e fazer sua adequada gestão pode incrementar o desempenho comercial, via satisfação e fidelização dos clientes. Porém, é preciso gerenciar a logística. Por um lado, deve ser vista como uma função de apoio ao marketing e vendas. Em contrapartida, por outro lado, deve fazer parte da rotina como uma área de importantes decisões estratégicas.
Se investir em fidelização dos clientes é um dos objetivos da sua empresa, temos uma lista de leituras perfeita para te ajudar a mergulhar no assunto e traçar as melhores estratégias de venda e pós-venda!
O artigo acima foi escrito pelos alunos Daniel Farage e Rodrigo Zeitune, orientados pelo professor Alexandre Marques. Otimizado pela equipe Agendor em novembro de 2020.
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