Ferramentas de Inside Sales: 5 dicas para otimizar as vendas internas e alavancar seus resultados

O Inside Sales é uma modalidade de vendas que vem ganhando cada vez mais adeptos, principalmente nas negociações B2B.

Sabe o porquê?

Porque essa estratégia de vendas apresenta diversas vantagens, como a otimização de tempo, de esforços e de custos.

Para aproveitar ao máximo o alto potencial de retorno que esse tipo de operação oferece, existem algumas ferramentas capazes de auxiliar os vendedores internos, tornando-os mais produtivos.

Assim, neste artigo, você vai conhecer quais ferramentas de Inside Sales utilizar para promover uma eficiente gestão de equipes de vendas internas e impulsionar as conversões.

Saiba mais: Inside Sales ou Field Sales: conheça as diferenças entre vendas internas e externas

O que é inside sales?

Mas você sabe o que é Inside Sales? Antes de listarmos as principais ferramentas de Inside Sales, vale a pena revisitarmos o conceito de Inside Sales.

Em tradução livre, Inside Sales significa Vendas Internas. Conforme mencionamos em nossa introdução, trata-se de uma modalidade comercial na qual o vendedor entra em contato com o cliente de maneira remota e promove a “evangelização” do mesmo.

Por meio do telefone, e-mails e videochamadas, o vendedor busca convencer o potencial cliente a fechar negócio. Portanto, as visitas presenciais são deixadas de lado.

Dessa forma, a etapa de fechamento, quando o prospect já está bastante inclinado a adquirir a solução que lhe foi oferecida, é feita por meio de videoconferência ou ligação.

Como o vendedor permanece dentro da empresa e utiliza recursos tecnológicos para se comunicar com o futuro cliente e explicar os benefícios do produto ou serviço, evita-se perder tempo e dinheiro com deslocamentos desnecessários.

Veja mais: Inside Sales: o que é e como implementar?

5 ferramentas de Inside Sales que você precisa conhecer

1. Software CRM

O Inside Sales, para ser bem executado e gerar os resultados que se almeja alcançar, depende de dados muito bem estruturados.  É por meio desses dados que os vendedores poderão personalizar o discurso de vendas, oferecendo, assim, a solução certa, para o cliente certo e na hora certa.

Nesse sentido, um software de CRM pode ser muito útil. Por meio dessa plataforma, que funciona como um banco de dados dos clientes e dos prospects, é possível desenvolver um relacionamento sólido com os clientes, otimizar tarefas repetitivas e, além disso, integrar melhor as equipes de vendas, de marketing e de atendimento.

Confira, neste vídeo, tudo que um CRM de qualidade pode fazer por suas vendas internas:

Saiba mais: O que é CRM

2. Videoconferência

Como o Inside Sales acontece à distância, uma maneira eficaz de se reunir com os clientes é fazendo videochamadas.

O Skype é uma ótima ferramenta para atender a essa necessidade. Além das chamadas de vídeo (com até 250 convidados na versão Business), o Skype também oferece outros recursos, como:

  • compartilhamento de tela;
  • bate-papo para troca de mensagens instantâneas;
  • edição colaborativa de documentos;
  • agendamento de reuniões direto no Outlook.

Aliás, nas videochamadas do Skype não é necessário que todos os convidados estejam cadastrados na plataforma; basta acessar um link da chamada pelo navegador.

Leia também: Como fazer videoconferência sem perda de tempo (nem de contato)

3. Gestão de equipes

A correta gestão de equipes também é essencial para o sucesso do Inside Sales. E uma ferramenta muito utilizada para gerenciar equipes de vendas é o Trello.

Simples de operar e com visual bastante intuitivo, o Trello é inspirado na metodologia Kanban.

Um quadro é dividido em listas de tarefas. Cada lista contém cartões que descrevem em detalhes uma tarefa específica. À medida que as tarefas presentes nos cartões são concluídas, eles são movidos de uma lista para outra.

O Trello é uma ferramenta que parte do princípio de que grandes tarefas, divididas em pequenos blocos são mais fáceis de concluir, além de manter a equipe motivada.

O Trello possui várias integrações com outras plataformas que você possa vir a usar no Inside Sales. Assim, evita-se ter que ficar abrindo diferentes ferramentas.

Veja mais sobre o Trello, neste vídeo:

Leia também: Como organizar suas tarefas com o Agendor e o Trello

4. Comunicação interna

No Inside Sales, gestores e vendedores precisam se comunicar com clareza e agilidade. Para isso, é preciso adotar uma boa ferramenta de comunicação interna.

O Slack, por exemplo, é uma alternativa aos infinitos e-mails. Por meio dele, os colaboradores podem trocar mensagens instantâneas, criar grupos de conversa, compartilhar arquivos e muito mais.

Isso gera maior integração entre as equipes e evitam-se ruídos comunicacionais que podem comprometer os resultados das vendas.

Este vídeo da Pluga traz mais algumas dicas legais sobre o Slack:

Confira em nosso blog: 3 ferramentas de comunicação interna online para vendas

5. Mídias sociais

As mídias sociais também podem ser usadas como ferramentas de Inside Sales. Por meio de dados coletados sobre clientes (e até mesmo concorrentes!) no Facebook, no LinkedIn e no Instagram, por exemplo, é possível ajustar as estratégias de venda, tornando-as mais assertivas.

Os dados coletados nas mídias sociais podem ser compilados em um relatório com vários insights sobre como conduzir as vendas.

O LinkedIn é uma das mais efetivas mídias sociais para quem trabalha no mercado B2B, por isso, trouxemos esta apresentação de slides para você:

Leia também: Saiba como usar LinkedIn para vender e descubra um ótimo caminho para chegar a seus clientes

Essas foram as nossas 5 dicas de ferramentas de Inside Sales que você pode implementar na sua empresa. Coloque-as em prática para impulsionar os resultados das suas vendas internas.

Independentemente de você usar inside sales ou vendas externas, ou ainda as duas juntas, você precisará medir seu desempenho. Por isso, baixe nosso e-book gratuito: Indicadores de Vendas e Marketing – O guia para acompanhar e evoluir seus resultados

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Gestão online: como funciona, quais as vantagens e como colocar em prática

A gestão online de uma empresa é quando os gestores conseguem acompanhar o andamento dos processos e podem tomar decisões pela internet, da onde estiverem.

Os sistemas de gestão online estão ficando cada vez mais presentes na realidade das indústrias brasileiras.

Isso porque o acesso a rede tem ficado cada vez melhor no território nacional e o avanço tecnológico diminuiu o preço de computadores, celulares e servidores.

No momento em que escrevo esse artigo, estamos passando pela quarentena do Coronavírus Covid-19 e isso obrigou muitas empresas a adotarem o sistema de home office.

As indústrias que já possuem um sistema de gestão online com certeza saíram na frente, como foi o caso da Engematex.

Com isso a importância do conhecimento sobre gestão online está ainda mais em evidência. Nesse artigo vamos listar como funciona um sistema desse tipo, quais são suas vantagens e como colocar em prática na sua empresa.

Vamos lá:

Como funciona

Como falei anteriormente, a gestão online funciona de forma conectada na internet e os gestores podem acompanhar o progresso da empresa a qualquer momento.

Primeiro é necessário um servidor principal, onde ficarão salvos os dados da empresa e manterá o sistema funcionando nos horários que a empresa desejar (normalmente 24hrs).

Depois os colaboradores que precisam estar presentes na indústria, irão reportar suas atividades no sistema de gestão online conforme vão realizando as tarefas.

Já os gestores podem acessar esse sistema diretamente na fábrica ou em qualquer outro local que possua um acesso a internet, como um celular 4G ou um notebook/tablet com acesso wifi.

A partir daí os gestores podem acompanhar o andamento do trabalho, adicionar ou remover pedidos, além de tomar decisões como aprovar orçamentos, assinar documentos e etc.

Algumas dicas de gestão online

Mais na frente do artigo iremos ver como implantar um sistema desses na sua indústria, mas já gostaria de deixar algumas dicas para você não acabar caindo em uma furada:

  • Utilize um sistema confiável, com profissionais por trás dele e bons fornecedores. Isso porque todos os dados da sua empresa estarão nesse sistema e você não quer que esses dados sejam perdidos ou roubados;
  • Existem sistemas de gestão online que continuam funcionando na fábrica mesmo que a conexão caia;
  • Para ter mais segurança que a internet funcionará de forma ininterrupta na sua empresa, considere contratar dois pontos de internet de empresas diferentes. Assim se um cair, haverá o link backup

Benefícios da gestão online

Como você deve imaginar, a gestão online trás diversos benefícios para as empresas que adotam esse modelo.

Na verdade, esse provavelmente será o modelo único no futuro, já que o mundo está cada vez mais conectado e a tecnologia avança sem parar.

Então para ter uma ideia mais prática dos benefícios diretos proporcionados por um sistema de gestão online, irei listar os principais, confira:

Dados na nuvem com mais proteção

Uma das vantagens do sistema de gestão online é que os seus dados ficam salvos em um servidor na nuvem que possui backup em diversas máquinas diferentes.

Dessa forma, é praticamente impossível que os seus dados sejam perdidos devido a uma falha técnica de um computador ou por algum desastre no local de arquivamento, como um incêndio ou coisa similar.

Se você fizer a gestão em planilhas ou em folhas de papel, existe um risco enorme do computador que está salvando esses documentos pifar ou dos papeis serem perdidos.

Interface mais fácil e compatível com diversos dispositivos

Os sistemas de gestão online normalmente possuem uma interface muito amigável e de fácil utilização.

Isso é importante para acelerar o treinamento da sua equipe e assim garantir que todos os colaboradores estarão utilizando a ferramenta o quanto antes.

Além disso, essa interface é dinâmica e se adapta a qualquer aparelho que você estiver usando, como celular, tablet e notebook.

Caso você faça a gestão offline em planilhas, isso não seria possível e a sua equipe precisaria acessar um computador específico para trabalhar.

Agilidade nos processos e tomada de decisão

Com o gestores da sua empresa conectados ao sistema online, é possível acompanhar o progresso da produção em tempo real e assim acelerar a tomada de decisão.

Isso porque não é necessário esperar um diretor voltar de viagem ou um gestor chegar na empresa para assinar um documento ou autorizar uma compra.

Tudo é feito pela internet e em tempo real, conectado a uma base de dados única que unifica todos os setores da empresa no sistema ERP.

Controle financeiro em tempo real

Com o sistema de gestão online a sua empresa pode montar relatórios completos do fluxo financeiro da fábrica. Isso permite que os gestores acompanhem diversos pontos desse setor, como entradas e saídas.

É possível também controlar o comissionamento dos vendedores da sua equipe, identificar os clientes inadimplentes e assim realizar a cobrança online caso necessário.

Acompanhamento de metas

Através da gestão online, é possível acompanhar o progresso e o desempenho de cada colaborador e equipamento da empresa.

Dessa forma, é fácil determinar metas, premiações, ranks e assim colocar em prática a meritocracia.

O objetivo é criar uma competição saudável entre a equipe para motivá-los a entregarem o melhor resultado que conseguirem. É claro que serão recompensados por isso.

No Nomus ERP Industrial por exemplo, é possível acompanhar todos esses dados em painéis visuais e customizáveis no Dashboard.

Permite o home office caso haja necessidade

Como vimos durante a epidemia do Coronavírus, algumas vezes as empresas precisam designar pelo menos parte da equipe para o trabalho de forma remota.

Com um sistema de gestão online isso é possível, já que o mesmo sistema acessado dentro da fábrica pode ser acessado em outros dispositivos em qualquer lugar do mundo com acesso a internet.

Isso é importante por exemplo para permitir que diretores mais idosos possam trabalhar de home office enquanto aprovam pedidos e tomam decisões sem deixar que a empresa pare.

Outros benefícios

É claro que a lista não acaba por aqui e poderíamos nos esticar bastante. Meu objetivo foi apenas mostrar alguns dos principais benefícios, se não o artigo ficaria muito grande.

Existem ainda diversos outros benefícios mais práticos e específicos como:

  • Facilidade para gerar NF-es
  • Facilidade para gerar boletos
  • Agilidade para montar databooks
  • Acompanhamento do chão de fábrica a distância
  • Geração de pedidos de venda e compra
  • Entre outros

O importante é que a sua empresa está se mantendo atualizada e pode acompanhar a velocidade do mundo digital que está cobrando uma produtividade cada vez mais alta.

Como colocar a gestão online em prática

Agora chegou a hora de colocar em prática o sistema de gestão online na sua fábrica. Para isso você precisará seguir alguns passos:

  • 1- Escolher a ferramenta
  • 2- Se empenhar ao máximo na implantação

Para você entender melhor, irei detalhar cada passo:

1. Escolher a ferramenta de gestão online

O primeiro passo é escolher qual ferramenta de gestão online você irá implementar na sua empresa.

Existem diversas opções no mercado, mas essa não é uma decisão simples, como escolher um item em um supermercado.

É preciso determinar primeiro o que sua empresa precisa e então questionar os possíveis fornecedores se eles atendem essas necessidades.

Para ajudar, recomendo que leia esses artigos:

2. Se empenhar ao máximo na implantação

Depois de escolher o seu fornecedor, é preciso tirar a ideia do papel e aplicar de fato na sua empresa.

É justamente nessa etapa que alguns gestores acabam pecando e por isso seus investimentos acabam sendo desperdiçados.

Isso porque se você relaxar e esperar que a empresa fornecedora do sistema resolva tudo e coloque todo o seu pessoal para usar o sistema, as chances de dar errado são muito altas.

Ao invés disso, você precisa tomar a frente e participar ativamente da implantação do sistema de gestão online.

Ou seja, você precisa ser um líder e treinar a equipe para que a ferramenta se torne parte do dia a dia de todos.

Para isso, recomendo que leia:

Conte com a ajuda da Nomus

Para fechar, gostaria de deixar as portas abertas para ajudá-lo caso precise.

Aqui na Nomus já trabalhamos com o nosso sistema de gestão online desde 2005, quando esse assunto ainda era tabu em boa parte do mercado.

Além disso, nosso sistema Nomus ERP Industrial, foi projetado por engenheiros de produção com o objetivo de atender as demandas da indústria brasileira.

Para ver como a ferramenta funciona, assista uma demonstração e gere uma proposta em nossa página de preços.

Nomus ERP Industrial

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Unboxing do MI 9T

Unboxing do MI 9T

Olá, vamos hoje vamos falar sobre o Xiaomi Mi 9T e também fazer o unboxing do produto, então vamos dar uma olhada, vamos tirar o telefone primeiro, então aqui temos o Mi 9T e sua ficha de dicas com as especificações para mim, então vamos analisar isso em mais detalhes, mas temos uma configuração de câmera traseira tripla familiar para o MI 9, tela AMOLED de 6.3 polegadas, bateria de nove mil e quatro miliamperes por hora, o que é bom e um chip de médio alcance, de modo que isso não inclui o snapdragon 855 esse tipo de especificação principal e podemos ver a parte de trás.

 

Vamos percorrer tudo o que temos aqui, então isso parece muito com um case, se eu puder chegar ao case, sim, muito bom, na verdade, é nesse case que você sabe muito bem, como acabamento preto liso, mas tem um toque suave e fosco, eu sempre desconfio de cases um pouco cortados lá fora, mas de qualquer maneira sim para um tipo de case inicial isso é bom, obviamente, é opaco, então você não vai mostrar a parte de trás do telefone. Eu não sei se eles fornecem capas claras com as outras cores, temos aqui em preto, mas também existem versões em azul e vermelho, que eu acho que vai ser um pouco estranho dar um telefone azul brilhante e uma capa preta para encobrir.

 

Cabo de carregamento USB C, como seria de esperar, não há fones de ouvido, apesar do fato de que, como veremos, o telefone realmente possui uma entrada para fone de ouvido, então vamos ao hardware, então nós temos essa tela de seis polegadas e quatro polegadas bem bonita, nós temos aqui o Mi 9T este é o modelo preto-carbono para que você possa ver que ele tem esse tipo de fibra de carbono com acabamento pontilhado na linha na maior parte das costas e, em seguida, é um bom efeito, quando esse tipo de contorno percorre as bordas menos, no meio, meio que lentamente se torna um preto mais profundo no meio do corpo, o que na verdade adiciona uma boa maneira de fazer um telefone preto, você sabe que eu acho os telefones pretos um pouco chatos, mas esse é um legal, mas você também pode usá-lo em chamas vermelhas e azul glaciar, eles são vermelho e azul brilhantes mas eles têm um pouco de final de acabamento para que captem a luz de maneiras interessantes, da mesma forma que outras marcas tem feito com muitos de seus telefones, que termina sob a superfície do vidro, então sim, eu acho que acho o preto é provavelmente a menos interessante das três cores, mas sim, esse parece muito legal.

 

Então temos a câmera tripla de 48 megapixels configurada na parte traseira, entrada para fone de ouvido principal, carregamento USB C, obviamente, SIM duplo como você esperaria e, em seguida, um belo detalhe vermelho no botão liga / desliga, que é sempre uma espécie de toque agradável, caso contrário, sim, é um telefone muito simples de frente, obviamente, mas você sabe, sim, esse é um kit atraente, especialmente pelo preço em questão, veremos um tipo de especificações intermediárias razoavelmente boas provavelmente o que é bastante competitivo.

 

Eu não uso muitos em telefones Xiaomi há muito tempo, por isso estou curioso para ver como é usar. Não usei o Mi 9. Então a grande coisa que vamos notar eu acho que já mencionei, algo no topo que seja diferente da outra média, no Mi 9 e o Mi 9 SE, ambos tem o pequeno entalhe em formato de gota bem na direita central no centro do topo da tela, em vez disso, o que temos com o o 9T é uma câmera pop-up aqui, então é uma câmera selfie de 20 megapixels que deslizará para fora do telefone, o que não é o primeiro Xiaomi a ter isso, eu acho que o mi mix 3.

 

A tela é AMOLED, se você olhar para as especificações, você pode pensar que é exatamente o mesmo que eu comum sabendo seis pontos três nove polegadas AMOLED eles são realmente um pouco diferentes do regular. Suporta HDR. O Mi 9 suporta HDR 10, este possui Gorilla Glass 5 na frente, o Mi 9 normal possui Gorilla Glass 6. Então estamos vendo um painel um pouco diferente e há um nível de proteção um pouco diferente e a qualidade talvez não seja tão boa assim, mas ainda assim é uma tela muito boa e, na verdade, pelo preço do qual você não terá muito o que reclamar basicamente. Eu nunca vi isso antes, eu não sei se o mi mix antes fez isso, espero que você possa desligar o barulho. brilhar então sim, essa é uma das grandes diferenças es você está entrando nisso, você está obtendo o efeito de tela cheia, que de novo não é o primeiro telefone a fazer isso, tem sido principalmente coisas com preços mais altos que eu tive até agora não exclusivamente, mas é sempre bom veja algo abaixo desse tipo de faixa de preço que permite que você tenha essa experiência total em tela cheia sem muito compromisso em outros lugares. 

Voltaremos ao resto do material da câmera enquanto estivermos nela, como podemos ver 48 modo megapixel lá, de modo que está tirando vantagem do que o atirador principal completo de 48 megapixels, as outras coisas que temos é que temos uma grande angular, para entrar e sair da grande angular e também temos é um zoom de duas vezes, é uma lente de zoom telefoto óptico duas vezes. Uma câmera de lente tripla com zoom e telefoto em torno desse preço realmente muito sólida, que é realmente impressionante.

 

Em termos de especificações, é um Snapdragon 730, então esse é um chip de gama média, não o 855 se o mi 9t pro sempre aparecer que roda em 855, o chip Snapdragon de primeira linha e você obtém seis gigabytes de RAM em comparação com oito no mi 9 e uma opção de 64 gigabytes ou 128 gigabytes de armazenamento, o que será suficiente para a maioria das pessoas caso contrário, existem outras diferenças pequenas entre os nove médios que quero dizer, o  conector para fones de ouvido, este é o único telefone no intervalo médio que vem com um conector para fones de ouvido.

 

A outra coisa está sendo o carregamento. Não há carregamento sem fio nisso, é 18  watts  carregamento rápido, então sim, e esse não é o carregamento mais rápido do mundo, mas é rápido. Não tenho certeza de quais números a Xiaomi está citando em termos de qual tipo de velocidade de carregamento você obterá, eu esperaria que você conseguisse algo como metade da capacidade da bateria e meia hora, algo assim. Sim, é um carregamento rápido e sólido, mas não o melhor a linha, mas boa para esse preço, oh e o outra vantagem é na a bateria em si, é uma bateria de quatro mil miliamperes-hora que é realmente boa e também muito melhor do que a linha principal ou o mi 9 se, portanto, essa é a maior bateria da faixa mi 9, você perde o carregamento sem fio, mas se você apenas quer a duração da bateria essa é uma oferta muito sólida por não muito menos do que um MI 9, de uma maneira que não é uma diversão super emocionante, não há como um recurso realmente excitante que você encontrará neste que não está em mais nada, mas o que é um dispositivo de gama média realmente agradável que oferece especificações muito sérias para esse preço que é realmente onde a Xiaomi meio que costurou o mercado recentemente ou eles estão tentando lá fazer algumas entradas muito competitivas neste momento, sabendo que pensávamos que era uma ótima oferta pelo seu preço, com um preço bem menor. 

 

Seriamente convincente e, a menos que você precise desse desempenho superior do Snapdragon 805, que os nove médios têm, você ainda obtém a câmera tripla e ainda tem especificações decentes em termos de processamento e de armazenamento em RAM, o fato de você ter essa exibição em tela cheia na câmera pop-up, quero dizer que para mim isso é um pro, sei que algumas pessoas estão nervosas com as câmeras pop-up, uma idéia de que quebrar e não duraria o suficiente, especialmente se você é alguém que você quer um aparelho para durar três anos. Eu entendo a preocupação de ter um mecanismo físico lá que possa quebrar, mas é tão bom ter essa linha no topo, é apenas um tela completamente ininterrupta e, com seis pontos e dez polegadas como este, é um tamanho agradável, ele preenche a mão, mas não é nada demais. 

Estou usando o MI 9T e eu amo esse telefone que estou acostumado a fazer muito os cantos para tentar fazer qualquer coisa, então sim, eu acho que sou fã, vale a pena comprar!

Aqui na Mi Curitiba você consegue comprar seu Mi 9T, ligue agora ou nos mande uma mensagem que levamos até você.

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Qual é o impacto do COVID-19 nas vendas B2B e como reduzi-lo no seu negócio

À medida que a pandemia do COVID-19 avança pelo Brasil e pelo mundo, já sentimos também a força do impacto econômico que as medidas de isolamento social irão trazer. E sabemos que, para evitar uma crise de saúde e humanitária, essas políticas de fechamento de estabelecimentos comerciais e de trabalho home office são essenciais.

Mais do que lamentar os efeitos para a economia, é hora de repensar modelos de negócio e processos internos para que as empresas possam se reinventar durante essa crise.

O impacto do COVID-19 nas vendas B2B já é percebido em muitos setores, agora precisamos agir para que as perspectivas a médio e longo prazo sejam melhores!

Quais impactos nas vendas já foram percebidos com a pandemia do novo coronavírus?

Em um primeiro momento, pensamos que precisaríamos adotar as medidas de isolamento social apenas por algumas semanas.

Com o passar dos dias, porém, vimos que teremos mais tempo neste cenário para evitar a sobrecarga do sistema de saúde, tanto público quanto privado.

Diante disso, fica difícil mensurar qual será o real impacto do COVID-19 nas vendas ao final dessa situação. Afinal, não sabemos exatamente quando voltaremos ao normal – e como será esse “novo normal”.

O que temos são alguns cenários para o PIB e perspectivas para alguns setores.

Toda segunda-feira, o Banco Central divulga o Boletim de Mercado Focus, com projeções de indicadores. Na data de publicação deste artigo, a previsão era de queda no PIB de -1,18% em 2020. Na semana anterior, era de -0,48%. Ou seja, os números vêm mudando rapidamente e fica mais difícil tomar decisões com base neles.

A crise é para todos, mas afeta alguns setores mais do que os demais

Sabemos, porém, que existem setores que estão sendo mais afetados do que outros.

Segundo boletim divulgado pelo Sebrae, em 3 de abril de 2020, já é possível mensurar quedas bastante significativas para economia criativa (86%), turismo (88%) e serviços educacionais (67%). O que eles têm em comum? Na maioria das vezes, as empresas dependem diretamente do contato humano para concretizar as vendas.

Por outro lado, áreas como telecomunicações e indústria farmacêutica sofrem menor exposição à crise. Existem, inclusive, empresas crescendo durante este período, como é o caso da ferramenta de videoconferências Zoom.

No gráfico abaixo, a agência Moodys detalha melhor quais setores possuem alta, moderada e baixa exposição aos efeitos da crise.

infográfico sobre o impacto do covid-19 moodys

Desafios impostos pelo COVID-19 ao mercado B2B

Falamos que os setores mais impactados pelo avanço do novo coronavírus são aqueles que dependem da interação direta com o consumidor.

Mas isso não significa que os negócios com foco B2B não estejam encarando efeitos negativos nesse momento. Principalmente porque muitas das soluções são oferecidas a esses setores já fortemente afetados.

Com isso, temos alguns desafios importantes para lidar nesse momento:

  • Dificuldade de falar com prospects;
  • Congelamento de budget dos clientes;
  • Dificuldade em fazer follow-up de rotina;
  • Paralisação das negociações em andamento;
  • Aumento das taxas de cancelamento;
  • Dificuldade de gerir a equipe de vendas à distância;
  • Cancelamento de eventos que são fontes de leads.

Os caminhos para reduzir o impacto nos negócios

De forma geral, precisamos entender que toda a economia sofrerá com a crise, em nível global.

Mas não podemos ficar parados!

É preciso ter flexibilidade e muito foco no planejamento para que os próximos meses sejam melhores para todos. Abaixo, listamos algumas boas práticas para adotar neste período, a partir do que estamos estudando e conversando com o mercado.

Adaptar para o modelo de vendas remotas

Mais do que nunca, é preciso avançar para um modelo de vendas remotas, mesmo que o objetivo seja voltar às vendas de campo depois.

Para isso, é necessário adaptar processos e ferramentas e focar em uma gestão de vendas baseada em produtividade, não em micro-gestão do time. O apoio de um sistema de CRM é fundamental para isso!

Encontrar novos canais de comunicação com o cliente

Se as vendas migraram para o home office (e a maioria dos clientes também), vale a pena investir em novas e boas ferramentas de comunicação online com o cliente. Aplicativos de videoconferência com boa qualidade, mesmo em conexões ruins, serão a principal forma de contato para reuniões e negociações.

Da mesma forma, e-mail e LinkedIn devem ser bons aliados para prospecção. Por isso, considere rever todos seus textos e modelos de abordagem comercial para este período.

Repensar entrega de produtos e serviços

Em um nível mais aprofundado, é interessante também repensar a entrega de produtos e serviços durante estas semanas. Pode ser que sua empresa precise fazer uma revisão de produto pontual ou até lançar um novo no mercado.

Neste sentido, uma recomendação é apostar nas soluções as a service (caso seja possível), que funcionam em modelo de assinatura e representam um aporte inicial menor para o cliente. Assim como uma receita recorrente para o seu negócio!

Ajudar o cliente nos seus desafios

Outra lição importante desse momento é estar disposto a ajudar o cliente em seus desafios, tendo a empatia como comportamento essencial.

Como falamos, a maioria das empresas está diante de desafios muito grandes neste período, então, como fornecedor, tente ajudar seu cliente a superar a crise no que for possível. Isso significa desde desenhar soluções em conjunto até ter flexibilidade para negociar valores.

Desenhar cenários para planejamento e fluxo de caixa

Um fato, infelizmente, já devemos encarar como realidade: dificilmente o que foi planejado como meta para 2020 será alcançado. Ou seja, é hora de rever o planejamento, mas ainda considerando que não temos certeza do cenário que iremos encontrar nos próximos meses.

O recomendado, então, é desenhar diferentes cenários (otimista, realista, pessimista), considerando sempre os indicadores mais recentes para a economia e para seu setor específico de atuação. E, é claro, atualizar esses cenários semanalmente conforme as últimas movimentações.

Negociar com fornecedores

Da mesma forma que a sua empresa precisa ter flexibilidade para negociar valores com os clientes, seus fornecedores precisam estar abertos a isso.

Junto ao setor financeiro, entenda o que pode ser reduzido para que não seja necessário dispensar vendedores ou lidar com um cenário mais drástico no futuro. E faça isso logo, mesmo que o impacto ainda não tenha chegado ao seu fluxo de caixa.

Não antecipar a oferta

Essa atenção ao fluxo de caixa deve considerar também as novas contratações ou a dedicação do time a negócios que ainda vão acontecer.

Geralmente, é preciso se preparar antecipadamente para atender um novo pedido ou cliente. Agora, o momento é de ampliar o prazo de entrega e se proteger de investimentos que podem se tornar pesados para o bolso mais para frente.

Realizar campanhas de marketing e vendas que mostrem empatia com o momento

Citamos a empatia no relacionamento com os clientes e isso deve transparecer também nas comunicações com o mercado, especialmente as voltadas para as vendas. Nesses últimos tempos, vimos marcas serem “canceladas” por abordagens muito comerciais.

O fato é que, agora, ninguém está querendo ser abordado para uma venda. Mas sim para receber qualquer ajuda para o seu negócio! Como sua empresa pode se posicionar nesse sentido?

Cuidar da reputação

Falando em campanhas de marketing e vendas, os especialistas em marcas recomendam cuidar fortemente da reputação. Todas as ações que uma organização tomar nesse momento, serão avaliadas. E poderão trazer prejuízos muito maiores do que essa crise econômica!

Prepare-se para um novo mercado

Nós sabemos que o momento é bastante desafiador e marcado por incertezas. Apesar disso, existem caminhos para encontrarmos juntos melhores perspectivas para o Brasil.

Precisamos ter como foco otimização de processos e de recursos e, acima de tudo, ficar de olho para as mudanças no comportamento que essa crise pode trazer – e já está trazendo.

Sem dúvidas, teremos um novo mercado para atuar nos próximos meses. E desejamos que ele seja melhor para todos!

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Bate-papo com gestor industrial: o Nomus ERP industrial vale a pena?

Hoje trago uma conversa que tive com o Fabrício Ramos, gestor do setor de qualidade da Engematex, com o objetivo de responder a pergunta: o Nomus ERP Industrial vale a pena?

Fabrício da uma visão geral do que a Engematex faz e conta como foi a experiência com seu antigo fornecedor de ERP. Explica os problemas enfrentados e por que resolveram mudar para o ERP Industrial.

Para fechar, ele lista as funcionalidades do sistema que mais ajudam a empresa e responde a pergunta: você recomendaria o ERP Industrial para um amigo ou familiar?

Para assistir a entrevista e saber as respostas, basta conferir o vídeo:

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Para ficar bem explicado, irei fazer um resumo em texto para registro. Confira:

Sobre a Engematex

A Engematex é uma empresa de caldeiraria pesada e foi fundada em 1991.

O foco principal da empresa atualmente é a área de troca de térmica, montando trocadores de calor, resfriadores de ar, vasos de pressão, tanques de estocagem e etc.

Os seus clientes são principalmente empresas químicas e petroquímicas.

Além disso a empresa também presta serviços de manutenção em campo e manutenção na própria empresa. Eles recolhem os equipamentos e fazem o recuperamento.

O cargo chefe da empresa é em manutenção de fecho tubular na Petrobras e são reconhecidos por isso.

Quais desafios a Engematex estava enfrentando?

A Engematex possuia um ERP de grande nome no mercado mundial. Entretanto, eles tiveram um problema crítico de implantação.

Para preservar a empresa fornecedora, não revelaremos o nome do antigo ERP utilizado pela Engematex.

Eles contrataram esse sistema em 2015 e em 2019 ainda não havia sido implantado. Sim, 4 anos e a ferramenta não tinha sido implantada no dia a dia da empresa.

Então o Fabrício pegou o documento de entrada do sistema ERP anterior e percebeu que estava repleto de falhas de implantação, além de não explicar bem os processos da Engematex.

Para completar, o investimento que a empresa havia feito nessa ferramenta tinha sido por volta de R$450.000 e mesmo assim não conseguiram implantar a ferramenta de forma apropriada.

Então com um cenário onde precisavam melhorar os processos e o sistema atual não estava funcionando corretamente, era preciso fazer alguma mudança para conseguir melhores resultados.

Foi nesse momento que decidiram que era preciso trocar o sistema ERP.

Por que escolheram o ERP Industrial?

A Engematex já conhecia a Nomus e percebeu que os benefícios oferecidos pelo Nomus ERP Industrial poderiam ser justamente o que a empresa precisava. Um ERP que entende da indústria e tem um valor muito mais acessível.

Segundo o Fabrício, a Nomus entende os processos da Engematex e o sistema da Nomus tem um fator crucial que a outra ferramenta não tinha. Ele já atendida todas as necessidades sem precisar contratar add-ons ou ferramentas terceiras.

Em uma analogia, o sistema antigo era como windows, ou seja, uma ferramenta crua e que se você quisesse fazer algo nela era preciso contratar uma terceira empresa para instalar um novo módulo na ferramenta.

Por exemplo, se você quiser emitir uma nota fiscal, era necessário contratar um add-on de uma terceira empresa para instalar o módulo no sistema. Com isso, a Engematex precisava de suporte das duas empresas para realizar essa atividade.

Já o Nomus ERP Industrial entrega um sistema único e completo, ou seja, todos os módulos já estão inclusos na ferramenta, sem a necessidade de instalar módulos adicionais. Dessa forma a ferramenta atendia muito melhor a Engematex.

Além disso, o ERP da Nomus é um software muito mais moldável, ou seja, é possível contratar customizações do sistema para atender ainda melhor a demanda da empresa.

Para fechar, havia também a vantagem dos custos.

A Engematex fez um levantamento de custos e percebeu que de 10 a 14 anos eles conseguiriam recuperar todo o investimento feito na outra ferramenta apenas com a diferença da mensalidade dos dois sistemas.

Isso porque o Nomus ERP Industrial além de atender melhor a Engematex, é 60% mais barato do que o sistema anterior.

Quais os benefícios que a ferramenta proporcionou?

Agora irei listar os principais benefícios diretos que a Engematex conquistou ao escolher o Nomus ERP Industrial:

  • Redução de 60% de custo em mensalidade;
  • Redução de 80 a 90% de custo em implantação;
  • Implantação realizada em 2 meses ao invés de 4 anos do sistema anterior;
  • Equipe muito técnica, ou seja, não são simples analistas, mas sim engenheiros que entendem bem da indústria e propõem soluções inteligentes para os problemas que aparecem;
  • A Nomus oferece uma comunidade de empresas na qual se uma empresa contrata uma customização do sistema, todas as outras recebem a atualização de forma gratuita. Assim o sistema fica cada vez mais robusto para toda a base de clientes;
  • Atendimento é feito online e por isso é muito mais focado. O analista de implantação entra na reunião e durante o tempo contratado o foco é total no treinamento.

Quais as funcionalidades que mais ajudam a Engematex

A Engematex está utilizando cada vez mais funcionalidades do Nomus ERP Industrial. O Fabrício deu a sua opinião sobre os principais módulos que eles utilizam, confira:

  • Compras – Gostam muito das notas fiscais destinadas que você não acha facilmente em outros sistemas e facilita muito a entrada de material. Isso da um ganho de tempo muito grande;
  • Aprovação de contas a pagar – É fácil de usar e pode ser feito remotamente pelo navegador;
  • Documentos – Você consegue guardar os backups para auditoria;
  • Dashboard – A Nomus já disponibiliza os gráficos já inclusos no sistema. Normalmente os outros fornecedores cobram muito caro por isso;
  • Projetos – A Engematex está desenvolvendo junto com a Nomus melhorias para o módulo de projetos e ele está ficando cada vez mais robusto. Atualmente o Fabrício já usa para fazer a gestão de toda a sua área;
  • Produção – Automatizar o apontamento na fábrica, pode usar um tablet na fábrica e o controle pode ser feito remotamente.

Afinal, o Nomus ERP Industrial vale a pena?

Perguntei para o Fabrício: você indicaria a Nomus para um amigo ou parente diante do cenário atual e com a sua experiência com a Nomus?

A resposta foi: Sim.

Segundo o Fabrício, inclusive já indicaram para empresas concorrentes mas que são amigas, avisaram que com o Nomus poderiam reduzir custos e melhorar o controle da produção.

De acordo com ele as principais vantagens é a facilidade do uso e a possibilidade de customizar o sistema para atender as demandas específicas da empresa.

No cenário da crise do coronavírus a Nomus também traz a vantagem de permitir o home office sem instalar software nenhum, basta acessar o sistema por um navegador normal.

Com isso eles conseguem colocar os diretores com mais idade em casa, acompanhando a produção e aprovando o que tiver que aprovar. Dessa forma a Nomus ajuda a Engematex a não parar mesmo durante esse período.

“De sistema ERP Industrial eu acho que é um dos melhores do Brasil”

E a sua indústria, o sistema de gestão está aderente e o valor de manutenção é justo?

Agora a pergunta é para você. Como está a gestão da sua indústria?

O seu sistema ERP está:

Bem implantado e aderente com o seu negócio? Ou seja, ele atende bem a sua indústria e a sua operação?

O valor de manutenção mensal é justo e acessível para a sua realidade atual?

É possível trabalhar remotamente com ele caso necessário?

Se a resposta for não para alguma dessas, fique a vontade para entrar em contato comigo e posso entender melhor sobre o seu caso específico.

Além disso, assista uma demonstração do Nomus ERP Industrial e veja na prática como a ferramenta funciona.

Software ERP Para controle da producao

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Cold calling 2.0: como otimizar os resultados das suas “ligações frias”

Tem coisa mais chata do que receber uma ligação de um vendedor sem ter solicitado esse contato?

Desculpe, a gente também trabalha com vendas e sabe do valor das técnicas de cold calling, mas não dá para negar: é chato!

Mas e se você pudesse usufruir de todas as vantagens do cold calling, sendo mais assertivo no seu target e personalizando melhor sua mensagem para ele?

Os recentes avanços tecnológicos provocaram transformações em diferentes estratégias de venda, como é o caso das cold calls, ou “ligações frias”.

Se antes o vendedor fazia a prospecção de clientes a partir de ligações telefônicas para quem, a princípio, não havia demonstrado nenhum interesse pelo produto ou serviço oferecido, hoje esse processo é otimizado com o uso de novas tecnologias.

Assim, o chamado cold calling 2.0 vem sendo utilizado por empresas em todo o mundo com o objetivo de conquistar novos clientes de maneira mais previsível, escalável e eficiente.

Neste artigo, vamos explicar o que é cold calling 2.0 e, além disso, como essa estratégia funciona. Por isso, continue a leitura para conferir também 5 dicas essenciais de como fazer cold call 2.0 e exemplos práticos para se inspirar.

Antes de conhecer o cold calling 2.0, que tal umas dicas de cold mail?

Leia também: Conquistando clientes por email – Tudo o que você precisa saber sobre cold email

O que é cold calling 2.0?

A cold call é uma estratégia de prospecção de vendas na qual o vendedor liga para um cliente em potencial a fim de oferecer um produto ou um serviço. Mas esse prospect, até então, não havia demonstrado interesse na solução que está sendo oferecida.

Com os avanços tecnológicos e a transformação digital nas empresas, abriu-se espaço para o surgimento de uma nova versão dessas “ligações frias”: o cold calling 2.0.

Podemos definir o que é cold calling 2.0 como uma forma de prospectar clientes sem utilizar somente o telefone, mas sim outras ferramentas, que auxiliam no processo.

No cold calling 2.0, as ligações são simples e personalizados, indo direto ao ponto.

Os resultados do cold calling 2.0 são mensurados com mais precisão. Assim, nessa estratégia, contabilizam-se facilmente os leads qualificados que foram encaminhados para o departamento de vendas. E, dessa forma, a aferição dos resultados se torna bastante ágil e objetiva.

O foco do cold calling 2.0 está nos processos. Com processos bem definidos, é possível gerar novos leads e fechar novos negócios.

Outra característica que vale a pena ser mencionada é a figura do especialista. Quando existe alguém que realmente entende do assunto tratado no cold calling 2.0, potencializa-se a chance de concretizar a venda.

Com base na segmentação estratégica, a intenção do cold calling 2.0 é identificar, atrair e reter clientes em potencial, estabelecendo um relacionamento mais próximo e de confiança e oferecendo soluções que realmente façam sentido para o prospect.

Veja mais: GUIA – como criar e-mail de prospecção de clientes

Diferenças entre cold call e cold calling 2.0

Fonte: Outbound Marketing

5 dicas de como fazer cold call 2.0?

1. Tenha um especialista para cada etapa do processo de venda

O cold calling 2.0 é uma estratégia de prospecção e de qualificação de leads. Logo, é importante contar com um profissional especialista nesta etapa e que se dedique exclusivamente a ela.

Nas etapas de negociação e pós-venda, outros profissionais especializados ficarão responsáveis. Não deixe tudo em cima de apenas um profissional.

2. Estabeleça um perfil de cliente ideal

Lembra quando falamos que a segmentação é uma das principais características do cold calling 2.0?

Tendo isso em vista, é extremamente importante que você estabeleça um perfil de cliente ideal para a solução que você está oferecendo.

Assim, evita-se perder tempo tentando prospectar um cliente que não tem nada a ver com o produto ou serviço que você quer vender.

3. Faça uma lista de contatos

Após definir o perfil de cliente ideal para a sua solução, crie uma lista de contato com base nos critérios que você estabeleceu.

Coloque apenas os contatos que sejam, de fato, relevantes e que tenham potencial para fechar negócio.

4. Venda mais a solução do que o produto em si

No cold calling 2.0, é interessante focar nas soluções e benefícios que o produto ou serviço pode trazer para o futuro cliente, nas dores a serem sanadas.

Em vez de focar no software de ERP em si, por exemplo, fale sobre as vantagens que ele oferece, como redução de custos, agilidade dos processos, aumento da produtividade, etc.

5. Aposte na automatização

Gerenciar inúmeros contatos manualmente por meio de e-mails e planilhas pode ser algo bastante trabalhoso. Além de consumir muito tempo do profissional, está método está mais suscetível a falhas.

Por isso, invista em um software de gestão. Com um recurso tecnológico dessa natureza, você consegue eliminar tarefas repetitivas e de pouco valor e se dedicar mais à prospecção.

Exemplos de cold calling 2.0

Não sabe como criar um bom script para sua prospecção? Então, confira estes modelos prontos para você se inspirar na hora de começar sua cold calling 2.0:

1. Apresentação da empresa e de sua solução

Olá, [Nome do contato],

Meu nome é [nome do vendedor] e represento a [nome da sua empresa]. Somos especialistas em oferecer soluções de [descrição rápida de sua solução] para empresas com o mesmo perfil da [nome da empresa do contato].

Temos convicção de que a solução que oferecemos será de grande valia para seu negócio.

Você é a pessoa mais indicada para tratar desse assunto? Se não, poderia nos encaminhar esse contato?

2 – Mostrar a dor que sua solução resolve

[Nome do contato], tudo bem?

Fizemos uma pesquisa de mercado e descobrimos que a maioria das empresas do mesmo setor de atuação da  [nome da empresa do contato] têm apresentado [dor que sua solução resolve].

Com isso, muitas dessas empresas têm sofrido com [consequências negativas geradas pela dor que sua solução resolve].

Quem seria a pessoa mais indicada para tratarmos desse assunto? Temos certeza de que podemos ajudá-lo de forma efetiva!

Posso falar com ele?

Depois desses exemplos, ficou mais claro o que é e como fazer cold call 2.0? Agora que você já sabe como essa estratégia funciona, que tal implementá-la na sua empresa?

Uma planilha de planejamento pode ajudar? Então, dê uma olhada neste vídeo do Eduardo Corrêa:

Além do cold calling 2.0, existem diversas outras formas de captar clientes. Saiba mais baixando nosso e-book gratuito: Como usar o Agendor para alcançar seus melhores clientes

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Como criar rapport por telefone? Descubra em 6 dicas essenciais

Entrar rapidamente em sintonia com seu cliente é fundamental para começar uma conversa de vendas com o pé direito.

Você já ouviu falar em técnicas de rapport por telefone?

De origem francesa, o termo rapport deriva de “rapporter” e pode ser traduzido como “trazer de volta”. Na área comercial, a palavra é utilizada para se referir à prática de criar uma conexão e empatia com o cliente em potencial.

O rapport pode ser um importante facilitador em uma negociação, pois é a partir dele que se cria uma relação de confiança e respeito com o prospect.

Mas como criar rapport por telefone? É possível manter uma sintonia com quem está do outro lado da linha e se relacionar de maneira harmoniosa e agradável?

Nas próximas linhas, vamos apresentar 6 dicas essenciais de como criar rapport por telefone e desenvolver um bom relacionamento com seu futuro cliente.

Leia também: Técnicas de rapport em vendas que trazem excelentes resultados

6 dicas de como criar rapport por telefone

Rapport é muito mais que ser simpático. Existem diversas técnicas que podem ajudar você a criar um rapport rapidamente. Mas nem todas elas acontecem durante a conversa em si.

Por isso, conheça algumas delas e aplique em seu dia a dia de trabalho.

1. Conheça seu potencial cliente

A primeira dica de como criar rapport por telefone consiste em, antes de tudo, estudar e conhecer bem o seu potencial cliente.

Se o rapport tem a ver com criar uma conexão e uma sintonia com o outro, é impossível que você consiga fazer isso sem entender profundamente quem é a pessoa que está do outro lado da linha.

No caso das vendas no mercado B2B, é imprescindível pesquisar sobre a empresa para a qual você deseja vender uma solução. E, é claro, estudar também o perfil da pessoa com quem vai falar.

Entenda o mercado em que ela atua, identifique possíveis necessidades e limitações e saiba como o seu produto ou serviço pode ajudá-la.

Dessa forma, será possível adotar uma abordagem mais personalizada, o que é essencial para um rapport bem sucedido.

Veja mais: Cada cliente tem uma maneira de ser atendido: veja como traçar perfil de cliente

2. Monte um roteiro para o seu rapport

Uma das técnicas de rapport por telefone mais eficientes se refere à elaboração de um roteiro para a ligação.

Após coletar as informações mais relevantes sobre seu prospect, monte um script e o tenha como um guia para direcionar a conversa.

Coloque no seu roteiro possíveis respostas para objeções e dúvidas sobre a sua solução. Assim, você terá mais segurança durante a ligação e evitará ser pego de surpresa com alguma pergunta.

Este post pode ajudar você: Roteiro de vendas: dicas para estruturar um script que converte!

3. Mantenha a fluidez da conversa

É extremamente importante que a conversa por telefone com seu cliente em potencial flua com naturalidade. Se não houver fluidez, dificilmente a pessoa do outro lado da linha vai aceitar ficar engajada na conversa por muito tempo.

Lembra do roteiro que mencionamos na dica anterior? Pois bem. Utilize-o apenas como um material de apoio; evite segui-lo à risca, reproduzindo tudo o que está escrito. Isso só vai engessar o diálogo e torná-lo desinteressante.

Seja o mais natural possível, dê vida ao seu discurso, faça comentários pertinentes, traga o interlocutor para a conversa.

Leia mais: Usando conversas significativas para favorecer o fluxo de vendas

4. Faça uso de um vocabulário que o interlocutor entenda

Esta dica tem muito a ver com o que falamos anteriormente. Faz parte de uma conversa fluida e agradável utilizar palavras que façam parte do vocabulário de quem está do outro lado da ligação.

Portanto, as palavras escolhidas precisam fazer parte do dia a dia do seu cliente. Caso contrário, a tendência é que ele se distancie daquilo que você está falando e se interesse cada vez menos pela conversa.

Outra dica é ouvir e seus clientes. Entenda isso melhor neste vídeo:

5. Adote um tom amigável na conversa

Cordialidade é fundamental durante um rapport por telefone. Por isso, fique atento ao tom que você adota durante a conversa.

Evite falar muito alto ou muito baixo. Procure manter o famoso “sorriso na voz”. Seja amigável durante todo o diálogo, mantendo sempre o profissionalismo. Assim, a ligação fluirá com mais facilidade.

Leia também: Como causar uma boa impressão em poucos minutos: 14 dicas práticas

6. Demonstre empatia durante a ligação

Por fim, não há como falar de técnicas de rapport por telefone sem mencionarmos a empatia. Ou seja, a habilidade de se colocar no lugar do outro, de demonstrar plena compreensão sobre o que o outro pensa ou sente.

A empatia é extremamente importante para se desenvolver um relacionamento com o cliente e conseguir fechar um negócio.

Dessa forma, procure demonstrar empatia por meio de colocações como:

  • “Eu entendo o quanto isso é importante para você”;
  • “É compreensível que você pense dessa forma”.

Ao fazer isso, cria-se um sentimento de confiança e mutualidade, o que é indispensável para conquistar um cliente.

Saiba mais: 6 hábitos das pessoas altamente empáticas

Essas foram as nossas dicas essenciais de como criar rapport por telefone. Coloque-as em prática e obtenha mais sucesso em suas ligações.

Quer mais algumas? Então, dê uma olhada nesta apresentação de slides:

Além do rapport, existem diversas maneiras de potencializar suas conversas com clientes. Uma delas e ouvindo feedbacks.

Veja mais sobre isso baixando nosso e-book gratuito: [GUIA PRÁTICO] Como transformar o feedback dos clientes em vendas

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Treinamentos para liderança: 5 tipos de capacitação para desenvolver líderes e equipes

Se a sua empresa deseja criar uma equipe de alta performance, ela precisa primeiro ter um líder de alta performance que vai desafiar seus colaboradores e alcançar os objetivos da organização. Como fazer isso? Por meio do treinamentos para liderança

Não importa se o líder é o dono da empresa ou um colaborador que se destacou entre os demais e foi promovido. Ao contrário do que muita gente pensa, a habilidade de liderança pode ser desenvolvida em todas as pessoas, basta treinamento e dedicação.

Líderes chamados de natos são, em geral, pessoas que conseguem captar a atenção de quem está ao redor e “fazer a coisa toda acontecer”. Tudo isso pode ser treinado durante programas de desenvolvimento de liderança

Mas, então, quais os treinamentos para liderança? 

A seguir, listamos alguns exemplos que podem ajudar a desenvolver características e técnicas de liderança

Atenção: os tais líderes natos também devem estar constantemente se capacitando, tanto tecnicamente como nas chamadas soft skills

5 tipos de treinamentos para liderança

Antes de listarmos os tipos de treinamentos para liderança para empresas é importante que a gente recorde o papel de um bom líder:

  • Inspirar seus colaboradores;
  • Incentivar a inovação e a melhoria contínua de processos;
  • Colocar a equipe em sintonia com os objetivos da empresa;
  • Resolver conflitos internos;
  • Manter a equipe motivada;
  • Garantir as ferramentas necessárias para a boa execução de todas as atividades;
  • Auxiliar a equipe na resolução de problemas;
  • Dar autonomia para seus liderados;
  • Disseminar boas práticas e mais.

Com tudo isso em mente, vamos partir para as opções de treinamento para liderança. 

1. Treinamentos técnicos

Você já ouviu a frase “pra mandar é preciso saber fazer”? Um líder não manda, entretanto, um líder precisa ter conhecimento para guiar seus colaboradores e analisar as propostas apresentadas por sua equipe. 

Por exemplo, um líder de vendas precisa analisar uma ação de vendas e identificar se ela está sendo efetiva ou não. 

Um bom gestor deve ser capaz de identificar lacunas e propor melhorias. Um líder de vendas precisa conhecer um script e ter informações sobre comportamento do consumidor, bem como conhecer um pouco sobre o funcionamento da mente humana e o que faz alguém desejar algo. 

Enfim, manter um programa de treinamento sobre questões técnicas do dia a dia do departamento é fundamental. 

Um gestor de vendas que não sabe o que é funil de vendas ou inside sales precisa de reciclagem imediatamente!

O mundo está mudando muito rápido e as técnicas que funcionaram ontem não funcionam hoje. 

A empresa pode criar um programa de capacitação técnica para líderes, investindo em cursos online ou presenciais, enviando esses líderes a eventos e mais. 

Atenção: você, como líder, não precisa saber realmente fazer tudo o que todos os profissionais que trabalham com você sabem, mas é preciso ter uma visão crítica sobre cada área, a fim de contribuir para as melhorias diárias de cada processo.

2. Gestão de Pessoas

Um líder lida fundamentalmente com pessoas, por isso, capacitações relacionados a gestão de profissionais é fundamental para manter a equipe engajada, unida, motivada e em sintonia. 

Um curso de gestão de pessoas vai auxiliar o líder a criar uma política de feedbacks que seja efetiva, bem como estabelecer ferramentas de comunicação para manter o diálogo transparente e aberto. 

Além disso, aprender como cobrar seus colaboradores, de maneira que eles se sintam motivados a cumprir as metas, bem como aprender as melhores técnicas de avaliação de desempenho, é fundamental para o líder criar uma equipe de alto desempenho.

A gestão de pessoas não deve ser feita apenas pelos profissionais de RH, mas principalmente pelos gestores que atuam diretamente com esses colaboradores.

3. Treinamentos para evitar a microgestão

A microgestão acontece quando o líder não dá autonomia para seus liderados. Ele distribui as tarefas, mas diz quando, como e o que deve ser realizado, tudo isso nos mínimos detalhes. 

Além disso, esse chefe (que não é o mesmo que líder) fica acompanhando cada passo de seus colaboradores para garantir que estudo está indo como ele deseja. 

Isso não é bom! 

Um líder deve deixar sua equipe tomar decisões e realizar tarefas, porque confia que essa equipe está fazendo bem feito seu trabalho. 

Se você não confia na sua equipe, então deve propor a realização de alguns treinamentos que capacitem o seu time para que ele possa andar por conta própria.

A microgestão desmotiva o profissional e ainda ocupa um tempo preciso do chefe, que deveria estar realizando outras tarefas. 

Em suma, treinamentos para liderança não realizar a microgestão são fundamentais para criar uma equipe que seja autônoma e que alcance bons resultados.

No vídeo abaixo uma palaestra organizada pela Endeavor com o tema “Gestão e liderança de pessoas na prática”, vale conferir para complementar o conhecimento que você adquiriu até aqui.

4. Gestão de Metas

Entre os treinamentos para liderança que sua empresa deve se preocupar está o treinamento em gestão de metas. 

Sua empresa deve ter um planejamento estratégico com objetivos bem definidos e, a partir disso, os líderes devem entender como sua equipe participa para o alcance desses objetivos e acompanhar como estão se saindo. 

Além disso, alguns departamentos podem te metas internas, então é importante que o gestor saiba controlar, cobrar e medir os resultados alcançados.

5. Mentoria

O líder é muitas vezes visto como um mentor para seus liderados. Entretanto, é interessante criar um programa de mentoria para que os próprios líderes possam se desenvolver com a ajuda de profissionais ainda mais experientes, tanto de dentro como de fora da empresa.

A mentoria pode desenvolver seus líderes mais rapidamente, de maneira focada e exponencial.

Considere adotar um programa como esse para otimizar os treinamentos para liderança.

É hora de praticar!

Entre as vantagens de adotar uma política de treinamentos para liderança estão: 

  • Aumento da produtividade;
  • Retenção de talentos com a redução da taxa de rotatividade de colaboradores;
  • Foco na gestão e alcance de metas;
  • Melhoria de performance individual e coletiva e mais.

Com o dia a dia corrido dentro das empresas, contratar uma empresa que irá colocar em prática seu programa de treinamento empresarial pode ser a melhor solução para elevar a qualidade de seus líderes.

Você pode encontrar fornecedores para todos os serviços que sua empresa precisa em um único lugar com o oHub. Acesse agora uma lista com empresas que oferecem cursos e treinamentos para liderança, faça um único pedido de orçamento e receba diversas propostas. Economize tempo e dinheiro e receba diversos orçamentos com um só pedido.

Este artigo foi escrito pela OHub, plataforma que conecta empresas que estão precisando de um prestador de serviço com aquelas que buscam novos clientes.

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Revisão de planejamento estratégico: por que esse processo é fundamental agora?

Alguns cenários inesperados, infelizmente, às vezes nos exigem mudanças de planos.

Esse “desvio de direção” pode ser temporário ou permanente, tudo dependerá dos efeitos que o acontecimento imprevisto irá gerar a médio e longo prazo. No entanto, quando se trata de gestão, diante de situações desse tipo, se faz necessária uma urgente revisão de planejamento estratégico.

Em momentos de turbulência desencadeada por fatores externos (como o surto do coronavírus, que afetou a economia no mundo todo), em relação aos quais não é possível agir diretamente, todos os negócios acabam sendo, de alguma forma, impactados.

Tomar medidas de forma rápida garante que as consequências não sejam tão negativas ou que o quadro não se agrave a ponto de comprometer a empresa.

Muito se fala em gerenciamento de crise e, realmente, saber administrar circunstâncias adversas com agilidade, tomando as providências necessárias, é um grande diferencial de um gestor. Entre essas ações, a revisão de planejamento estratégico merece atenção especial.

Sendo assim, neste artigo vamos falar especificamente sobre como fazer isso de modo que as coisas não saiam do controle e as consequências negativas sejam minimizadas.

Acompanhe e entenda por que a revisão de planejamento estratégico é tão importante!

O que é planejamento estratégico?

O conceito de planejamento estratégico remete ao desenvolvimento de um processo de criação e execução de uma estratégia, com as melhores práticas direcionadas a atingir objetivos pré-estabelecidos.

Trata-se de um plano no qual são previstas táticas específicas que devem ser executadas para que os fins desejados (relacionados, é claro, diretamente com o sucesso do negócio) sejam alcançados.

Um bom planejamento estratégico inclui: a avaliação do cenário, a definição de metas, as tomadas de decisão, as mobilizações e as ações efetivas que devem ser realizadas.

Para começar a elaborar esse plano, o gestor deve fazer alguns questionamentos: “onde a minha empresa está?”, “onde queremos chegar?”, “como podemos chegar lá?”. Esses são os três pilares nos quais ele irá se basear para traçar o percurso a seguir.

Por que ele se tornou fundamental para as empresas

Cabe dizer que não é à toa que o planejamento estratégico se tornou um instrumento de gestão tão importante para organizações de diferentes setores e portes. A palavra “estratégia” remete a “operações militares” e à maneira como, em outros tempos, comandantes coordenavam suas ações para derrotar os inimigos.

A mesma lógica passou a ser aplicada ao mercado, diante do crescimento da competitividade, com o objetivo de alcançar o sucesso nos negócios.

Nesse sentido, a sua importância está em servir como guia para os movimentos que serão realizados em um determinado período. Além disso, o plano de ações também evita o desvio do foco principal da empresa e garante que os esforços irão gerar resultados.

Qual é a importância da revisão de planejamento estratégico?

Em primeiro lugar, é indispensável lembrar que a revisão de planejamento estratégico, independentemente das circunstâncias externas, deve ser feita regularmente.

A sua periodicidade, contudo, costuma variar e depende muito do ritmo da empresa, podendo ser trimestral, semestral ou anual.

Fazer esse exercício com uma determinada frequência é necessário por vários motivos.

A revisão de planejamento estratégico ajuda a assegurar, por exemplo, que ele não esteja esquecido em uma gaveta qualquer. Revisitá-lo periodicamente também relembra e reafirma para os envolvidos no projeto os valores e as prioridades estipulados. Isso possibilita que todos estejam alinhados (novos e antigos colaboradores) com a missão e os objetivos da corporação.

Além disso, revisar o planejado também é essencial para fazer, caso necessário, possíveis atualizações. Muitas vezes, para realizar algumas adequações de percurso é preciso fazer ajustes e rever alguns pontos do planejamento.

Essas alterações podem ser, por exemplo, relacionadas a dificuldades de concretizar alguma tarefa que na teoria havia sido pensada de uma determinada forma, mas que, na prática, não funcionou. Isso também evita a repetição de erros no futuro e serve para “ensinar algumas lições”.

Outro ponto crucial da revisão de planejamento estratégico é a possibilidade que os líderes têm de, através dela, avaliar e medir o progresso em direção ao escopo estabelecido.

E em momentos de crise?

Como você deve ter percebido, a revisão de planejamento estratégico é quase tão importante quanto a sua elaboração. E, além de ser feita com regularidade, ela se faz necessária também em momentos de crise.

Evidentemente, situações excepcionais de força maior, como uma pandemia que atinge o modo de vida e a economia de diversos países, impactam em maior ou menor grau as organizações.

Consequentemente, estas precisam rever as suas estratégias e metas, mudar a sua forma de trabalho e, em alguns casos, até repensar o seu modelo de negócio.

Em cenários como esse, os gestores precisam parar para uma reflexão e focar na revisão de planejamento estratégico.

Se, por um lado, esse instrumento serve para definir as diretrizes de atuação e deve ser seguido para que as metas sejam atingidas, por outro é necessário saber flexibilizá-lo diante de imprevistos. E isso deve significar agir para se adequar ao novo cenário.

Além de, por meio de ajustes, redirecionar o negócio ao rumo certo, revisar os planos e atualizá-los conforme necessário também ajuda a manter os funcionários comprometidos em tempos difíceis.

Como fazer uma revisão de planejamento estratégico eficiente

Como vimos, o ponto de partida do planejamento estratégico é a análise do cenário no qual se encontra a empresa. Da mesma forma, a sua revisão também deve começar por um novo reconhecimento da conjuntura na qual se está inserido.

A partir daí, é possível identificar novas necessidades e mudanças essenciais a serem feitas. Talvez seja o momento de investir em uma nova pesquisa de mercado, por exemplo, para entender as reações que o contexto está provocando no comportamento dos clientes.

A revisão de planejamento estratégico também pode exigir alterações em relação às estratégias que definem o modo como o caminho até as metas será percorrido. A imposição do trabalho remoto, por exemplo, exige adaptação no aspecto estratégico.

No caso de uma equipe da área comercial, é provável que novas táticas de venda tenham que ser formuladas e utilizadas. Pode ser o momento de adotar novas ferramentas e novos processos e implantar o Inside Sales na empresa.

É essencial também refazer um levantamento para avaliar a disponibilidade de recursos – que possivelmente será reduzida em um cenário de crise. Diante disso, a atualização também exigirá que se elabore um novo orçamento para a área.

Redefinição de prazos e metas

Se for necessário, ao fazer a revisão de planejamento estratégico, o gestor terá ainda que redefinir as metas – adequando-as ao atual quadro e às atuais possibilidades. Além disso, provavelmente terá que propor novos prazos para execução do plano de ação.

Um dos grandes desafios dessa parte do processo é tentar manter as projeções de modo a não ter surpresas no futuro – como grandes perdas nos resultados alcançados.

Nesse momento, é fundamental ainda revisitar pontos básicos do planejamento estratégico, como a missão, os valores e a relevância do negócio para o mercado. Assim como na sua elaboração, esses itens devem guiar a sua atualização em uma nova realidade.

Ferramentas auxiliam na revisão de planejamento estratégico

Atualmente, existe uma série de ferramentas indicadas para facilitar a estruturação do planejamento estratégico e que servem, da mesma forma, para auxiliar na sua revisão.

A análise SWOT é uma metodologia que costuma ser muito utilizada nas organizações. Ela possibilita que sejam avaliados os fatores dos ambientes interno e externo que podem impactar positiva ou negativamente o negócio.

Por outro lado, o Balanced Scorecard (BSC) é um método voltado ao gerenciamento estratégico e à definição e implementação de indicadores para o acompanhamento de desempenho.

Aliás, nesse processo de revisão de planejamento estratégico, é um papel fundamental do gestor acompanhar de perto o andamento da sua equipe e a execução do plano. Para isso, ele pode contar com plataformas que ajudam a estruturar o plano e a monitorar os resultados.

Na área comercial, os sistemas de CRM fazem a gestão do relacionamento com o cliente e se mostram muito úteis ao registrar interações e mostrar indicadores como taxa de conversão, efetividade de campanhas e performance por vendedor.

Independentemente das ferramentas que utilizar para revisar o plano de ação, o gestor deve ter em mente que, partindo do reconhecimento do ambiente atual, ele precisa fazer uma projeção de futuro e definir como a equipe deverá caminhar em sua direção.

Em momentos que pedem revisão de planejamento, é importante pensar em caminhos para acelerar as vendas. E Marketing desempenha um papel fundamental! Leia no ebook gratuito “Como Marketing pode acelerar Vendas” para saber mais!

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Canvas: significado, como fazer e download de exemplo

Gestão financeira

Canvas, ou business model canvas, é uma ferramenta visual para ajudar a organizar ideias sobre um negócio. Assim é possível criar um modelo de negócio fácil de ser consultado e atualizado.

O método mais tradicional de planejar um novo negócio é através do plano de negócios. Nele, o gestor detalha tudo sobre o futuro do negócio e como devem trabalhar para alcançar o sucesso desejado.

O problema é que por ser um documento complexo, na maioria das vezes o plano de negócios acaba parando na gaveta e raramente é consultado.

Então desenvolveram uma ferramenta muito mais simples e visual, na qual é possível desenhar o seu modelo de negócios respondendo a algumas perguntas importantes, o Canvas.

A palavra canvas significa tela e é exatamente isso que a ferramenta é: um quadro em que você descreve a essência do negócio e todos os pontos necessários para o seu funcionamento.

Ele pode ser usado tanto para quem quer iniciar uma nova empresa, quanto para os que desejam abrir um novo setor em uma empresa já existente.

Esse é o quadro canvas:

Como é a estrutura do canvas business model?

O canvas é composto por 9 blocos que se relacionam entre si e precisam estar bem relacionados.

o canvas é divido em duas partes:

  • O lado direito corresponde aos aspectos mais emocionais e subjetivos do negócio, como a proposta de valor e o relacionamento com os clientes.
  • O lado esquerdo é focado no racional do negócio, ou seja, com a operacionalização do negócio.

Para garantir que todas as informações funcionem em conjunto, é recomendado preencher usando uma ordem lógica.

1º Bloco: Segmento de clientes

O primeiro bloco que você deve preencher é o segmento de clientes.

Nesse bloco é preciso definir qual ou quais são os públicos que o negócio deseja atender. Lembre-se apenas que quem quer atender a todos, acaba não atendendo ninguém.

Faça uma segmentação do público e personas que o seu negócio deve atingir.

Busque responder as perguntas:

  • Para quem isso irá criar valor?
  • Quem serão os meus principais clientes?
  • É possível segmentá-los e agrupá-los?

2º Bloco: Proposta de valor

O segundo bloco que deve ser preenchido no seu canvas é a proposta de valor.

A proposta de valor nada mais é do que você deseja entregar a esses clientes.

Lembre-se que aqui devemos ir muio além de definir produtos ou serviços. É preciso definir a razão pela qual esse cliente irá adquirir seus produtos ou serviços.

Pense em qual é a verdadeira necessidade dessas pessoas ou empresas e quais os problemas que você pode resolver com o seu produto ou serviço.

Busque responder as seguintes perguntas:

  • Que valores entregarei para os meus clientes?
  • Quais problemas ajudarei a resolver?
  • Que necessidades dos clientes estão sendo entregues?

3º Bloco: Canais

Nessa etapa você precisa definir de que forma seus produtos e serviços chegarão até seus clientes.

Por exemplo, seu produto será entregue via:

  • Distribuidores
  • Atacados
  • Venda direta
  • Internet
  • Revendedores

Vale lembrar que quanto mais fácil for encontrar o seu produto ou serviço, melhor ele será para seus clientes.

4º Bloco: Relacionamento com clientes

Nesse ponto você precisa definir as estratégias para aumentar as suas vendas, conquistar clientes e mantê-los fieis ao seu negócio.

É importante que entenda quais são os hábitos e as necessidades dos seus clientes para assim conseguir se comunicar com eles de uma forma eficaz.

Por exemplo, você irá desperdiçar dinheiro se colocar um anúncio na internet para um público que normalmente não acessa a rede. Nesse caso seria melhor buscar onde eles estão e que tipo de canal seria capaz de alcançá-los.

5º Bloco: Fluxo de receita

Aqui você define Tcomo será a entrada do dinheiro no negócio, ou seja, como e quanto os seus clientes irão pagar pelo produto ou serviço que está oferecendo.

Busque responder as perguntas:

  • Qual é o valor que os meus clientes estariam dispostos a pagar pelos serviços e produtos que irei oferecer?
  • Pelo que e quanto eles pagam atualmente?
  • Qual a forma de pagamento favorita deles?

Com isso terminamos o lado direito do canvas. Ou seja, o aspecto mais emocional e subjetivo do seu negócio.

Agora é hora de partir para as questões racionais e práticas.

6ºBloco: Recursos principais

Aqui é preciso definir quais são os recursos necessários para que seu negócio possa entregar ao seu cliente a sua proposta de valor.

De forma resumida, os recursos principais são tudo que você precisa para fazer o negócio funcionar.

É necessário listar 4 tipos de recursos:

  • Recursos físicos – como local, equipamentos, ferramentas, móveis;
  • Recursos intelectuais – conhecimentos e habilidades que a sua equipe precisa dominar;
  • Recursos humanos – qual equipe você precisa para o negócio funcionar;
  • Recursos financeiros – o valor em dinheiro necessário para o negócio entrar em operação.

7º Bloco: Atividades principais

No sétimo bloco você deve listar as ações mais importantes e necessárias para o funcionamento do seu negócio.

Aqui são listadas desde as atividades relacionadas diretamente a produção do produto até as tarefas administrativas.

Para preencher esse bloco, não esqueça de consultar os blocos preenchidos anteriormente:

  • proposta de valor
  • canais
  • Relacionamento com clientes
  • fontes de receita

8º Bloco: Parcerias principais

Aqui você deve listar os principais parceiros que irão ajudar o seu negócio a tirar as ideias do papel e transformá-lo em realidade.

É preciso listar fornecedores e outras empresas que podem ajudá-lo a executar todas as tarefas com sucesso.

9º Bloco: Estrutura de custos

Neste bloco você identifica todos os custos necessários para entregar a proposta de valor aos seus clientes.

Ou seja, é preciso determinar qual é o custo da operação do negócio, sejam diretos ou indiretos.

Revise o seu canvas

Quando terminar de preencher seu canvas, é preciso de passar por uma etapa muito importante do processo, a revisão.

Verifique se está tudo fazendo sentido e se é necessário acrescentar algum detalhe que pode ter esquecido.

Busque responder as perguntas:

  • A proposta de valor que defini atende as dores do segmento de clientes que escolhi?
  • Os canais selecionados conseguem de fato entregar essa proposta de valor a eles?
  • Eu tenho parceiros e fornecedores que podem me entregar os recursos necessários para o negócio funcionar?
  • Os custos serão cobertos pela receita planejada?

Caso algo não esteja se encaixando corretamente, aproveite para pensar em soluções criativas para o seu negócio. Muitas vezes nesse momento em que as ideias mais criativas aparecem.

Dicas para ter um bom Canvas business model

Aqui estão algumas dicas práticas para montar o Canvas perfeito para o seu negócio:

Dica canvas 1

Muitos gestores imprimem um grande quadro canvas e usam adesivos post-it para preencher os blocos.

Isso dá mais flexibilidade na hora de fazer mudanças e mantém o canvas sempre atualizado.

Dica canvas 2

Aplique o canvas mesmo se você ainda não pensou totalmente no seu novo negócio.

Essa ferramenta pode ajudá-lo a montar as ideias e preencher as informações que ainda faltam.

Lembre-se que não é necessário preenche-lo de uma única vez.

Dica canvas 3

Todo negócio muda ao longo do tempo. Por isso, mantenha o seu canvas atualizado para garantir que todos estão trabalhando com os objetivos alinhados.

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