BDR e SDR: desvende essa sopa de letrinhas!

Você sabe o que é BDR e SDR? Conhece a diferença entre ambos? Sabe no que esses profissionais podem ajudar a sua empresa para subir o seu número de vendas?

Aqui nós explicamos para você.

Muitas empresas têm dificuldades em saber a diferença entre BDR e SDR. Embora pareçam ser profissionais iguais, garantimos que a diferença entre eles é gritante.

Ambos os profissionais são responsáveis pela pré-venda do produto da sua empresa, ou seja, são eles que encontrarão e qualificarão potenciais compradores para o seu produto.

Mas, a forma de trabalhar de cada um desses profissionais é diferente.

Abaixo explicaremos o que fazem e qual a diferença entre BDR e SDR.

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O que é SDR?

SDR significa “Sales Development Representative”. Então o que é  Sales Development Representative?

Esse é o profissional responsável pela pré-venda por meio de uma lista de leads já criada.

Ou seja, o SDR recebe uma lista de leads que já foi capturado por algum meio (como uma newsletter) e faz o trabalho de pesquisa em cima dessa lista já estabelecida.

Ele é responsável por identificar e fazer o primeiro contato da empresa com esses potenciais interessados para ver se eles realmente tem interesse no produto que a empresa fornece.

Em outras palavras, ele faz a filtragem da lista de leads, e entrega para os seus vendedores somente os prospects mais qualificados que essa lista conseguiu fornecer.

Com essa lista “filtrada” pelo SDR, o vendedor pode fazer um serviço muito mais assertivo para a concretização da venda, otimizando o tempo da empresa como um todo e também otimizando a mão de obra dos profissionais.

Agora que você já sabe o que é  Sales Development Representative, vamos passar para o próximo tópico.

O marketing digital é uma das melhores fontes de leads para um SDR. Saiba mais sobre ele:

Veja mais: 5 formas de melhorar seus resultados com marketing digital para vendas

O que é BDR?

O BDR (Business Development Representative) tem uma função semelhante ao SDR, mas que se difere muito quando analisada mais de perto.

A função do BDR é também entregar uma lista de leads com clientes realmente interessados no produto oferecido pela empresa. Mas a diferença é que o BDR precisa produzir essa lista a partir do “nada”.

Em outras palavras, o BDR busca uma lista de leads para “lapidar” em locais onde que a prospecção dessa lista não costuma chegar.

Por exemplo, é esse profissional que entrará em contato com potenciais clientes que nem conhecem a sua empresa, que nunca entraram no seu blog, site ou em suas redes sociais. Isto é: que não foram encontrados por sua estratégia de marketing digital.

Esse profissional tem um trabalho bem mais complexo, pois precisa buscar pessoas e empresas que têm interesse no seu produto, mas que ainda não sabem da existência do seu negócio.

A partir da lista que o BDR cria inicialmente, ele desenvolve um trabalho igual ao do SDR posteriormente. Ou seja, entra em contato com esse lead para identificar os reais potenciais compradores e direciona a lista “filtrada” para os vendedores da empresa.

Veja algumas dicas de prospecção do Eduardo Muller que podem ajudar um BDR:

Leia também: Os 7 segredos da prospecção de clientes

BDR e SDR

Caso tenha ficado alguma dúvida sobre o que é SDR e o que é BDR, vamos realizar uma análise um pouco diferente.

Imagine que os seus clientes são o “ouro” da sua empresa (o que não deixam de ser, na verdade).

O SDR é o responsável por garimpar a mina (lista de Leads) e encontrar todo o ouro que ela pode oferecer, ou seja, os clientes que realmente desejam comprar o seu produto.

Por outro lado, o BDR é a pessoa que precisa procurar e identificar as minas de ouro em potencial. Após fazer toda essa pesquisa e busca prospectiva, é que ele vai garimpar a mina de ouro.

Ou seja, o SDR já recebe a mina de ouro da empresa para garimpar, enquanto que o BDR precisa procurar essa mina em locais que a empresa não costuma procurar (e onde quase ninguém conhece a empresa), localizá-las e só depois começar o processo de garimpar.

Seja um BDR ou um SDR, ambos precisam fazer a qualificação de leads. Para isso, existem algumas técnicas. Confira neste infográfico:

Vendas_consultivas

Leia mais: Como qualificar os leads para fechar os melhores negócios?

O que eles têm em comum?

Alguns pontos que BDR e SDR tem em comum, são:

  • Transformar uma lista de leads em potenciais clientes;
  • Conhecer profundamente os produtos da empresa;
  • Saber sanar as dúvidas e desafios propostos por esses leads;
  • Agilizar o processo de venda da empresa (só chega no vendedor o cliente realmente disposto a comprar o produto);
  • Realizar a pré-venda do produto.

Outra forma de descrever os dois profissionais é a seguinte:

SDRs costumam trabalhar com leads Inbound, fazendo a abordagem ser mais “suave” e dinâmica pois parte do ponto que o potencial cliente já demonstrou interesse no produto.

Já os BDRs trabalham somente com ligações e e-mails frios, o chamado outbound marketing, fazendo com que seja necessária uma persistência maior para que o potencial cliente demonstre algum tipo de interesse.

Saiba mais: SDR: o que é e qual a importância para a área de vendas?

Gostou da explicação sobre a diferença entre esses profissionais? Se ficou com alguma dúvida, deixe lá nos comentários, que logo responderemos.

Tanto SDR como BDR precisam ficar de olho em suas metas de vendas. Baixe nosso e-book gratuito e conheça alguns KPIs para medir o desempenho dessas e de outros profissionais: Indicadores de Vendas e Marketing

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Dicas de como ter um crescimento sustentável na sua empesa

Guia de adequação ao Bloco K

“A sobrevivência da empresa depende da obtenção de lucro, da geração de caixa e da preservação da liquidez – John A. Tracy”

Tenho observado ao longo do tempo que venho trabalhando como Contador, que a maioria dos pequenos e médios empresários têm enorme dificuldades na manutenção de suas empresas.

Boa parte desses problemas devemos creditar a instabilidade econômica sempre crônica que se instalou e se mantém neste país. Entretanto o maior entrave é o desconhecimento geral do funcionamento econômico-financeiro a que se submete. 

O primeiro passo é a contratação de um Contador que lhe todo o respaldo necessário para a empresa. Isto é o fornecimento mensal, semestral ou anual de relatório financeiros que possibilitem o entendimento.

Se a empresa for uma indústria, grande ou pequena, os relatórios contábeis e financeiros têm que ser bem mais elaborados e elucidativos. É preciso contratar um contador com amplo conhecimento de Custos Industriais, algo difícil no atual contexto.

Como obter lucros

Todo e qualquer empresa só obtém lucros se estiver trabalhando muito bem ajustada. Grande atenção deve ser dada às vendas e principalmente aos custos.

Se for uma empresa comercial não se exige ou não se encontra grande dificuldade em se chegar aos valores de custos. É relativamente fácil, mas depende de relatórios bem elaborados.

Se for uma empresa industrial, a exigência aí é bem maior. Tem que ter um planejamento e um acompanhamento de custos de maneira clara, objetiva e consistente.

O ideal é que se tenha um sistema como o ERP Nomus, que lhe proporcione detalhamento ideal e assertivo dos custos de seus produtos.

Como ter geração de caixa

A geração de caixa só se materializa se a empresa obtiver lucro em suas transações. Além disso tem que haver uma iteração sistemática entre prazos de compras e prazos de vendas.

Os prazos de vendas têm que ser condizentes com os desembolsos assumidos.

Ter lucro numa transação, não significa que você gerará um fluxo de caixa necessário a empresa.

Exemplo: a empresa vende 80% de sua produção com o lucro alto, mas com um prazo de 150 dias. Esse é um caso típico de lucro alto sem geração de caixa. Irá dificultar o cumprimento do orçamento.

Há de se compreender que há uma diferença muito grande entre o Lucro apurado na Demonstração de Resultados do exercício e o fluxo de caixa gerado ou disponível.

Como ter preservação da liquidez:

A preservação da liquidez é a parte em que a empresa sempre tem que ter dinheiro em caixa para suprir eventuais necessidades próprias ou geradas por terceiros, como crises geradas pelo governo ou terceiros.

É comum entre as empresas, como tenho observado, a distribuição de lucros, mesmos estes sendo gerados em parte pelo valor da depreciação que foi lançada pela contabilidade. A depreciação é custo, mas não representa saída de dinheiro. Daí a sobra.

Faça um planejamento financeiro

Outro ponto importante que as empresas industriais, mesmo que pequenas, tem que começar a trabalhar com um orçamento. Neste país é difícil fazer qualquer projeção, sim, mas é de grande importância que isso seja pelo menos iniciado. 

Outra coisa não menos importante é geração de um planejamento financeiro de investimentos de horizonte de médio e longo prazos, definindo assim o que deve ser feito.

A geração do orçamento bem como do planejamento financeiro ocasiona uma maior iteração entre diretoria, gerência e outros dentro da empresa, proporcionando um ambiente  mais participativo.

Busque contadores com conhecimento adequado

Outro fato importante  diz respeito as Faculdades, elas têm formado contadores com um conhecimento extremamente escasso no campo de custos em qualquer tipo.

Há a necessidade de se adaptar com urgência os currículos. Os novos contadores têm que chegar a empresas com habilidade e capacitados para assumir os cargos na indústria.

Software ERP Para controle da producao

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Xiaomi Redmi AirDots – Resenha

Xiaomi Redmi AirDots – Resenha

Diferente da maioria dos consumidores que tem reclamado dos smartphones mais recentes sem tomada de áudio de 3,5 mm , só tenho isso a dizer: se você pode gastar bastante em um smartphone, tenho certeza de que você pode desembolsar dinheiro para um par de bons fones de ouvido sem fio ou um adaptador USB-C para 3,5 mm, no mínimo.

 

No entanto, se você é uma pessoa econômica e não deseja gastar em fones de ouvido sem fio caros, como os AirPods da Apple, Sony WF-1000XM3, JBL UA Project Rock, Samsung Galaxy Buds ou marcas desconhecidas mais baratas, você pode olhar para a sempre confiável Xiaomi . Eles têm os AirDots da Redmi , que ficam no meio do caminho por serem acessíveis; de uma marca com um histórico decente no que diz respeito a equipamentos de áudio. 

 

Depois de passar um longo tempo com eles, aqui estão meus pensamentos sobre os Xiaomi Redmi AirDots.

Construção de design

Os AirDots Redmi não são realmente o primeiro par de fones de ouvido sem fio da Xiaomi. Essa honra vai para os Xiaomi Mi AirDots . Semelhante aos seus smartphones, esse par de fones de ouvido Redmi são versões reduzidas do Mi AirDots. Portanto, em termos de aparência, eles parecem quase idênticos aos Mi AirDots, apenas que são menores em tamanho. Além disso, os AirDots Redmi estão disponíveis apenas em preto, enquanto os Mi AirDots vêm em branco.

Os AirDots Redmi são feitos inteiramente de policarbonato, tornando-os incrivelmente leves e, embora não se sintam muito robustos, também não se sentem baratos. Esses fones de ouvido têm um design arredondado que os assenta confortavelmente na maioria dos ouvidos; no entanto, o design in-ear pode ser um sucesso e um fracasso para alguns. Por exemplo, ele fica bem na minha orelha direita, mas é um pouco frouxo para a minha orelha esquerda. Talvez a Xiaomi deva adicionar alguns ganchos ou aletas para um melhor ajuste na próxima versão desses fones de ouvido.

Fora isso, os dois lados dos AirDots também vêm com pequenos indicadores LED que alternam entre vermelho e branco.

 Quanto ao estojo de carregamento, ele vem no mesmo material de policarbonato preto fosco e, mais uma vez, não é a sensação mais robusta existente no mercado. No entanto, é muito pequeno e não deve causar muito desconforto quando você o coloca no bolso e não ocupa muito espaço em uma mochila. Há também uma porta micro-USB na parte traseira e, quando conectado, um pequeno indicador LED vermelho na frente acende e apaga quando está totalmente carregado.

Por último, mas não menos importante, os AirDots devem ter classificação IPX4, o que significa que são resistentes ao suor e à água. 

Recursos extras

Nos dois AirDots, toda a parte superior dos fones de ouvido são botões físicos. Eles são extremamente clicáveis e podem ser usados para fazer algumas coisas simples. Um simples toque ao tocar música ou ao receber uma ligação serve como um recurso de Reproduzir e Pausar ou para atender chamadas. Se você pressionar o botão duas vezes, ele ativará os comandos Siri ou Google Assistant. 
 
 
Emparelhar com os AirDots também é um caso muito simples. Semelhante à maioria dos fones de ouvido True Wireless, quando emparelhado com o dispositivo de sua escolha, tudo o que você precisa fazer na próxima vez é ligar o Bluetooth e tirar os AirDots do estojo. Outro toque interessante é que você também pode emparelhar com apenas um lado dos AirDots, isso é ótimo, especialmente quando você está dirigindo, para não precisar usar os dois lados.

Qualidade de áudio

Agora, vamos ao aspecto mais importante de um par de fones de ouvido, qualidade de áudio. Os AirDots têm drivers de 7,2 mm e, no geral, achei o áudio que ele produz bastante bem equilibrado, embora seja um pouco mais baixo. A clareza, por outro lado, é boa apenas se você mantiver o volume entre 75 – 80%. Quanto mais alto, você terá uma distorção bastante razoável e o áudio se torna minúsculo.
 
Embora não tenha o cancelamento ativo de ruído, o isolamento de som é realmente muito bom, pois abafa facilmente o ruído circundante de um aeroporto ou estação de ônibus movimentada. Foi derrotado apenas por um bebê chorando em um avião muito lotado.
Por outro lado, o suporte ao Bluetooth 5.0 brilha em termos de alcance. Oficialmente, o alcance é de até 10 metros, no entanto, acho que posso ter ido um pouco mais longe e ainda ter recebido conexão.

Duração da bateria

A Xiaomi observa que o Redmi AirDots tem uma duração de bateria de quatro horas, mas no que diz respeito ao meu uso, as baterias de 40mAh duraram cerca de 3 horas e 30 minutos. Normalmente, eu os uso com o volume definido entre 75 e 80%; portanto, se você aumentar, provavelmente obterá menos milhas deles. Então, como fica a cerca de 30 minutos da classificação oficial, eu diria que é muito bom.
O bom é que você tem o estojo que também funciona como carregador e possui uma bateria de 300 mAh; o que significa que você pode obter de 14 a 15 horas de reprodução de áudio. Geralmente, leva cerca de 1 hora e 30 minutos para que os AirDots carreguem totalmente os AirDots, o que não é tão ruim. Quanto ao estojo de carregamento, levará cerca de 2 horas para carregá-lo totalmente. Não é o mais rápido, mas é o que você obtém com o micro-USB.

Veredito

Embora os Xiaomi Redmi AirDots sejam um par sólido de fones de ouvido sem fio na minha lista, pode não ser para todos, especialmente para os usuários mais exigentes que levam a sério a qualidade do áudio, e se você está em dúvida sobre realmente usar a tecnologia sem fio quando se trata de acessórios de áudio, os Redmi AirDots podem ser um bom ponto de entrada antes de passar para algo um pouco mais sofisticado.  Ou você pode ser como eu que quer um par de fones de ouvido sem fio, baratos, com qualidade de som e incrivelmente portáteis. E a cereja em cima do bolo é que você não precisa lidar com cabos bagunçados.

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Tempo de resposta ao cliente: saiba como reduzi-lo e aumentar muito a satisfação dos seus clientes

Qual a média do tempo de resposta ao cliente na sua empresa?

Responder com agilidade as solicitações dos clientes é fundamental para um atendimento de qualidade. Porque, quanto mais ágil, melhor será a percepção deles sobre a marca.

No entanto, muitas empresas ainda subestimam esse importante aspecto do atendimento aos clientes.

Pesquisas divulgadas pela Super Office revelaram que o tempo médio de resposta dessas companhias é de 12 horas e 10 minutos. Aliás, vale dizer que a resposta mais lenta entre as empresas pesquisadas demorou mais de 8 dias para ser dada.

Tempo de resposta ao cliente

E mais: 62% dessas empresas simplesmente não respondem os e-mails dos clientes.

Além disso, segundo os próprios clientes, o atributo mais importante da experiência do cliente é, exatamente, um tempo de resposta rápido! 75% das respostas continham esse item.

Tempo de resposta ao cliente

Já, outra pesquisa, divulgada pelo site Customer Think, traz dados igualmente interessantes. Segundo apurado, o que os consumidores acreditam que mais torna sua experiência de atendimento melhor é a velocidade no tempo de resposta. Pois nada menos que 40% deles apontam isso.

Tempo de resposta ao cliente

Tendo isso em vista, elaboramos este artigo para explicar o que é o tempo de resposta ao cliente e sua importância para o sucesso de uma organização.

Por isso, continue a leitura e confira também como calcular a média do seu tempo de resposta e o quais boas práticas seguir para agilizar o atendimento às solicitações do seu público.

Este post também pode interessar a você: Como calcular SLA de atendimento em 7 passos

O que é tempo de resposta ao cliente?

O tempo de resposta ao cliente se refere às horas que uma empresa leva para responder as solicitações de seus clientes em seus diferentes canais de atendimento.

Trata-se de um aspecto que exerce impacto direto no índice de satisfação daqueles que fecharam ou que estão inclinados a fechar negócio com você.

Quanto mais a sua empresa demora para responder seus clientes ou clientes em potencial, mais insatisfeitos eles tendem a ficar com a marca. A percepção deles passa a ser moldada na desconfiança.

Sendo assim, para que uma empresa consiga alcançar o sucesso, é de extrema importância que ele se preocupe em responder seus clientes com informações realmente úteis. E, é claro, no menor tempo tempo possível.

Isso contribui para que o cliente tenha uma experiência positiva. O que reflete nos resultados das vendas e na reputação da marca.

Leia também: As 10 dicas de atendimento ao cliente por telefone que funcionam de verdade

Como calcular a média do tempo de resposta ao cliente?

Não tem muito segredo para calcular o tempo médio que a empresa demora para responder as solicitações de seus clientes.

Trata-se de uma média simples.

Primeiro, é preciso somar o tempo de resposta de cada solicitação durante um período específico. Em seguida, basta dividir essa soma pelo total de solicitações para chegar ao resultado.

Suponhamos que, durante um mês, sua empresa recebeu 3 solicitações de clientes:

  • uma demorou cinco horas para ser respondida;
  • a segunda, duas horas;
  • a terceira, sete horas.

O cálculo então é o seguinte:

  • Tempo de Resposta = (5 + 3 + 7) / 3 = 5 horas.

Você pode, então, estabelecer uma meta razoável para esse tempo, a qual deverá servir como um parâmetro para os colaboradores do setor de atendimento.

Conheça mais KPIs importantes em vendas: Métricas de satisfação do cliente para ficar de olho em 2020

4 dicas para agilizar o tempo de resposta ao cliente

Tendo em vista a importância de um atendimento ágil, separamos aqui 4 essenciais de como garantir que as respostas aos seus clientes sejam mais rápidas.

1 – Mantenha as informações organizadas

Quando o cliente entra em contato com a empresa para esclarecer alguma dúvida, é fundamental que as informações estejam devidamente organizadas para facilitar o acesso às mesmas.

Assim, evita-se perder tempo procurando os dados necessários para dar uma resposta adequada.

2 – Não abra mão de um histórico de atendimento

É bastante comum que solicitações semelhantes se repitam no decorrer do tempo com diferentes clientes.

Portanto, quando você mantém um histórico sobre os atendimentos, é possível ser mais ágil na hora de responder.

3 – Promova uma comunicação eficiente com os colaboradores

A comunicação é a chave para reduzir o tempo de resposta ao cliente. Quando todos os colaboradores de atendimento se comunicam com clareza e estão cientes sobre as principais dúvidas e solicitações, fica mais fácil agilizar o feedback para o cliente.

4 – Invista em um software de gestão do atendimento

A tecnologia pode ser uma forte aliada na busca por maior agilidade das respostas aos clientes.

Com um bom software é possível armazenar o histórico de solicitações, enviar respostas automáticas e elaborar relatórios sobre os principais interações entre seus clientes e seus canais de atendimento.

Dessa forma, você consegue traçar melhores estratégias para um atender às solicitações de seus clientes de maneira mais eficiente.

Veja mais: 10 dicas de como implantar o atendimento ao cliente via WhatsApp

Quer mais dicas para tornar a experiência de atendimento ao cliente ainda melhor? Então, confira este vídeo do Thiago Concer:

Como você pôde perceber neste artigo, reduzir o tempo de resposta ao cliente é essencial para o sucesso de um negócio.

Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, coloque em prática as dicas que citamos aqui. E, assim, deixe seus clientes mais satisfeitos com seu atendimento.

E se você acha que precisa de mais algumas dicas para isso, então, baixe nosso kit completo gratuito: Kit de atendimento ao cliente

Contendo:

  • 1 e-book: CRM: atraia, fidelize e satisfaça mais clientes
  • 5 documentos para implantação de CRM
  • 1 Websérie: O Jeito Disney de Encantar Clientes
  • 1 palestra online sobre atendimento
  • 1 estudo de caso sobre a Zappos

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Fluxograma de vendas: o que é e como acelera seu processo comercial?

Há tempos vendas deixou de ser sinônimo de improvisação para se tornar uma verdadeira ciência, baseada em dados e processos.

Não é por acaso, uma área tão importante para as organizações, com impacto direto no fluxo de caixa, precisa ser organizada e ter etapas de vendas muito bem detalhadas.

A partir de um processo comercial claro, é possível garantir que nenhum lead fique sem a resposta adequada e que a empresa consiga ter uma previsibilidade mais apurada sobre a sua receita. Afinal, dentro de um mesmo contexto, seguir sempre os mesmos passos permite que se alcance, em média, os mesmos resultados. 

E, para colocar em ordem as etapas comerciais, um fluxograma de vendas é uma excelente ferramenta.

Neste artigo, vamos explicar porque e como você pode criar o seu, confira!

O que é fluxograma de vendas?

Fluxograma é um sistema que organiza as etapas de um processo. Provavelmente você já tenha visto e até trabalhado com um, como o do exemplo abaixo:

Fonte: Mais Consultoria Jr.

O fluxograma de vendas, portanto, é uma adaptação deste modelo para que possamos enxergar graficamente todas as etapas comerciais de uma empresa, visualizando tarefas, responsáveis e correlação entre atividades. 

É importante que esse processo seja desenvolvido de forma que possa ser utilizado a cada oportunidade de vendas, desde a geração do lead até o suporte ao cliente realizado por Customer Success. 

4 razões para detalhar as etapas de vendas no processo comercial

Uma organização que conta com um fluxograma de vendas bem elaborado, e consegue implementá-lo dentro da rotina dos vendedores, ganha em eficiência e em gestão de processos.

Além disso, separamos mais quatro benefícios pelos quais vale a pena criar o da sua empresa:

1. Colocar o processo de vendas em etapas que precisam ser seguidas

Mesmo seguindo um funil de vendas e tendo uma equipe qualificada e com responsabilidades claras, é comum que haja falhas em seu processo de vendas.

A proposta que fica parada por dias na mão do financeiro, o contrato que é esquecido pelo vendedor, o follow up que não acontece. Ou vai dizer que nunca passou por isso em sua gestão?

Com um fluxograma, todas as etapas estão claras e condicionadas por passos anteriores ou posteriores. Ou seja, não há como seguir com a negociação se uma etapa anterior não foi cumprida.

Da mesma forma, todos os envolvidos na venda sabem muito bem seu papel e sua responsabilidade para que o fechamento de fato aconteça!

2. Reduzir os riscos 

Uma vez que os processos são claros e o início de uma atividade está condicionado à finalização de outra, são menores também os riscos para a organização.

Isso acontece principalmente na fase final do fluxograma de vendas, quando inicia o onboarding e a fidelização do cliente – momento crucial para a manutenção dele na carteira.

Outros riscos que são diluídos são:

  • Perda de oportunidades devido a timing
  • “Abandono” de prospect por causa de falta de follow up
  • Esquecimento de alguma fase contratual que garanta segurança jurídica

3. Colocar o cliente no centro do processo

Apesar de quando falamos em processos tudo possa parecer mais “engessado” e menos pessoal do ponto de vista de relacionamento com o cliente, o fluxograma de vendas pode possibilitar justamente o contrário.

Isso porque ele estabelece etapas de vendas com base na jornada do cliente ao longo do funil.

Logo, todas as ações serão baseadas em sua experiência de compra! Basta que você e sua equipe saibam personalizar cada atividade e será possível construir uma experiência inesquecível para o potencial cliente. 

4. Garante melhor previsibilidade de resultados

Como falamos no início deste artigo, quando há um cenário semelhante, seguir um processo bem estruturado em todas oportunidades, permite prever quais serão os resultados alcançados.

É claro, existem muitas variáveis que podem impactar o atingimento das vendas, como momento econômico, movimentações do setor, entre outros. Mas, ainda assim, é possível trabalhar com uma assertividade maior na previsibilidade de vendas.

E o que isso significa para um negócio?

Fazer investimentos de forma mais bem planejada, prever contratações, realizar campanhas comerciais e muitas outras ações que ajudem a impulsionar ainda mais as vendas!

Como criar um fluxograma de vendas?

Agora você já sabe qual é a função de um fluxograma de vendas e como ele auxilia na gestão do processo comercial, certo?

Então é hora de colocar a mão na massa para criar o seu!

Em primeiro lugar, busque ferramentas que permitam a construção de um fluxograma visualmente claro para todos – e que permita o acompanhamento de forma simplificada.

Os sistemas de CRM geralmente possuem essa função! Há ainda ferramentas online para criação desses modelos, como o Lucidchart.

A seguir, comece a “colocar no papel” todo seu processo de vendas. Se ainda não possui ele documentado, esta é uma boa oportunidade para fazer isso!

Informações mais importantes do fluxograma de vendas

Ao desenhar seu fluxograma, lembre-se de detalhar cada atividade a ser realizada, incluindo os seguintes detalhes:

  • Responsável 
  • Tipo de ação
  • Próximo passo ou ação em si

Partindo dessa premissa, é hora de abastecer seu fluxograma com as informações.

E, para fazer isso, saiba que elas nada mais são do que suas etapas de vendas. Mesmo que possam ter especificidades de acordo com o tipo de comercialização de seu produto ou serviço, elas geralmente serão as mesmas presentes no funil de vendas:

  • prospecção;
  • identificação do lead;
  • qualificação do lead;
  • proposta e negociação;
  • fechamento;
  • onboarding; e
  • fidelização.

Veja mais detalhes sobre cada uma delas e como podem ser inseridas no fluxograma de vendas:

0. Prospecção e atração

A prospecção está aqui como “fase zero” e explicamos o porquê: por ser um processo complexo, por vezes longo e com múltiplas atividades, ela merece um fluxograma próprio, preferencialmente em conjunto com o departamento de Marketing.

Aqui devem constar ações relacionadas a branding, campanhas de leads, levantamento de listas, cold calls, social selling, entre outros. Dá para entender a necessidade de um processo próprio e específico, não?

1. Identificação do lead

Seu fluxograma de vendas, portanto, deve começar na identificação do lead!

Essa etapa envolve todas as atividades relacionadas ao recebimento do lead pela equipe comercial (seja sua origem Inbound ou Outbound), identificação de sua origem e detalhamento das informações disponíveis para os próximos passos. 

Dica: para otimizar esta etapa, sistemas de CRM e plataformas de automação de marketing são excelentes ferramentas com as quais se contar!

2. Qualificação do lead

Em seguida, está a etapa de qualificação do lead.

Você pode incluir no fluxograma de vendas as perguntas necessárias para qualificar ou não este contato, de acordo com a metodologia escolhida (como BANT, por exemplo).

É importante detalhar, ainda, os responsáveis e os pontos de contato para que a qualificação aconteça, inclusive a atualização do CRM com todos os detalhes para a negociação. 

3. Proposta e negociação

Estando o lead qualificado, é momento de seguir para uma proposta e negociação. Nesta etapa de venda, é comum o envolvimento de outras áreas ou lideranças da empresa, como Financeiro ou Produto, quando houver alguma solução específica a ser desenvolvida. 

Desta forma, aumenta também a complexidade desta fase do processo: atividades simultâneas, realizadas por pessoas diferentes, mas que precisam ser entregues no melhor prazo para garantir o timing da negociação. 

4. Fechamento

Quando a proposta é aceita, o lead se torna um cliente na etapa de fechamento. Em muitas empresas há aqui a passagem do bastão da área comercial para a área de relacionamento, ao mesmo tempo em que Financeiro e Jurídico seguem com a assinatura do contrato.

Por mais que estejamos falando de processo, é importante incluir etapas nesta fase que assegurem que as informações obtidas durante a negociação sejam transmitidas para os novos responsáveis pelo contato direto com o cliente. 

5. Onboarding

Cliente dentro de casa, é hora de seguir para a fase de onboarding, que pode ser pontual ou bastante longa, dependendo do tipo de produto ou serviço comercializado.

Não esqueça, então, de customizar ao máximo as atividades desta etapa de vendas para a sua realidade de negócio.

Aqui, podem estar desde o envio de um tutorial em vídeo até treinamentos presenciais com longa duração. 

6. Retenção e Expansão

Por fim, nada de esquecer Customer Success em seu fluxograma de vendas!

É essa área que conseguirá incentivar a expansão do contrato, a manutenção da conta na carteira e até mesmo a indicação de novos clientes.

Mas, para que isso aconteça de fato, ter atividades claras para esse relacionamento é o que irá garantir o sucesso! Aqui podem estar ações como reuniões por vídeo, visitas presenciais, envio de novos materiais ou presentes em datas especiais.

Crie e acompanhe o seu fluxograma de vendas!

O fluxograma de vendas é uma ferramenta excelente para organizar os processos de vendas e torná-los claros para todos os envolvidos. Entretanto, como qualquer outra metodologia, ele só será útil se for realmente um instrumento para sua gestão diária da equipe.

Uma boa prática é, em seu próprio fluxograma de atividades, incluir alguma ação relacionada a revisitar e avaliar como o fluxograma vem sendo cumprido, além de utilizá-lo como base para configuração do seu sistema de CRM e para a agenda de suas reuniões com o time.

Que tal começar logo a implementação dessa ferramenta para alcançar melhores resultados?

Precisa organizar o processo comercial de sua empresa? Descubra como um sistema de CRM pode ajudar a definir as suas etapas de vendas!

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Como aprender a vender com 14 dicas e 4 técnicas de persuasão que funcionam

Você é daqueles que acredita que bons vendedores nascem com esse dom? O mito dos “vendedores natos” não é totalmente absurdo, mas, na verdade, é possível sim aprender a vender!

É claro que pessoas que já tem alguma competências inatas podem ter mais facilidade para vendas. No entanto, qualquer um pode aprender a vender.

Além disso, mesmo quem se considera o bam-bam-bam das vendas precisa estudar e se reciclar continuamente, para manter o seu alto nível de desempenho.

Assim, para quem deseja trabalhar com vendas e se tornar um vendedor de sucesso, é necessário desenvolver algumas habilidades específicas. Além, é claro, de ter um conhecimento sólido sobre as principais técnicas de vendas e estratégias que envolvem essa profissão.

Quer saber como aprender a vender? Então você está no artigo certo!

Nas próximas linhas, listaremos as principais dicas de como ser um bom vendedor. Além disso, você vai conferir também quais habilidades de vendas são necessárias para atingir melhores resultados e que estratégias de persuasão você pode adotar para convencer o cliente a comprar a solução que você tem a oferecer.

Mas antes de conferir nossas dicas, que tal conferir este vídeo do Thiago Concer? Assim, você vai aprender a vender mais rapidamente!

Saiba mais: 8 dicas de como vender mais de maneira eficaz

7 dicas de como aprender a vender

Aprender a vender cada vez melhor é a obrigação de todo profissional de vendas.

Por isso, seja você um veterano ou um iniciante na arte de vender, confira nossas dicas de como ser um bom vendedor.

1. Conheça bem o produto ou serviço que você quer vender

A primeira dica de como ser um bom vendedor consiste em conhecer a fundo a solução que você vai oferecer para seus futuros clientes.

Essa pode parecer uma dica óbvia, no entanto, o nível de conhecimento que os cliente têm hoje dos produtos e serviços – inclusive dos seus concorrentes – é muito grande.

Isso acontece porque a internet deu acesso fácil para que todos se informem muito bem antes de entrar em contato com um vendedor. Dessa forma, hoje você está lidando com um novo tipo de cliente, o chamado consumidor 3.0.

Portanto, não há como trabalhar com vendas se você não tiver pleno conhecimento sobre as funcionalidades, as vantagens, os valores agregados e até mesmo as limitações do seu produto ou serviço.

O vendedor que entende tudo sobre a solução que ele comercializa tende a transmitir maior segurança e confiança para o cliente em potencial, o qual ficará mais inclinado a fechar negócio.

2. Conheça o seu potencial cliente

Tão importante quanto conhecer o produto ou serviço que está sendo vendido é entender quem é o seu potencial cliente.

No caso de vendas no mercado B2B, é fundamental levantar dados sobre a empresa para a qual você está oferecendo suas soluções. Ou seja:

  • Qual o porte da empresa?
  • Em mercado ela está inserida?
  • Quem é o público para o qual essa empresa se destina?
  • Quais as principais necessidades dessa empresa?
  • Qual é o perfil dos tomadores de decisão?

Responder essas e outras perguntas te deixará mais preparado para argumentar e convencer seu cliente de que a sua solução é a mais vantajosa.

Além disso, mostrar que entende do negócio do cliente, e até do ramo de atividade dele em geral, deixa claro que você é um especialista na área. Assim, além da solução de sua empresa, você deve oferecer uma verdadeira consultoria para o cliente vender mais.

Entenda isso melhor lendo estes dois posts de nosso blog:

3. Use ferramentas online

Quem deseja trabalhar com vendas hoje em dia precisa saber como utilizar softwares de gestão de tarefas e outros que facilitem o seu dia a dia profissional. Isso porque essas ferramentas tecnológicas otimizam o trabalho do vendedor e contribuem para que ele alcance resultados mais satisfatórios.

Um sistema de Customer Relationship Management (CRM), por exemplo, pode te ajudar a gerenciar melhor seus contatos e a desenvolver um relacionamento mais duradouro e personalizado com seu clientes.

Veja mais: 25 ferramentas de vendas: uma lista completa para otimizar sua rotina comercial

4. Faça uso inteligente das redes sociais

Quem quer aprender a vender precisa utilizar as redes sociais com sabedoria. Elas podem ser um valioso instrumento de vendas, desde que sejam utilizadas de maneira inteligente para divulgar os produtos e serviços e cultivar um relacionamento com clientes e prospects.

Para isso, é importante entender a linguagem de cada rede social, a maneira com que os algoritmos funcionam, as opções de posts patrocinados, a frequência e o conteúdo das publicações etc.

Além disso, são uma excelente fonte de informações sobre os clientes, seus hábitos e costumes, e mesmo o perfil e os valores de uma empresa.

Você sabe como usar o LinkedIn para vender mais? Então, dê uma olhada nestas dicas do Thiago Reis:

Saiba mais: Monitoramento de Mídias Sociais em números [Infográfico]

5. Domine os programas de apresentação

Nesta quinta dica de como ser um bom vendedor, é de extrema importância que esse profissional tenha domínio sobre os principais programas de apresentação, como Power Point, o Prezi e o Keynote.

Essas ferramentas são muito úteis durante uma negociação, pois elas ajudarão o vendedor a ilustrar melhor seus argumentos e convencer o cliente a fechar negócio.

Você também, pode acrescentar gráficos e infográficos, tornando a leitura mais agradável e fácil de se compreender.

6.  Supere as expectativas do cliente

Para saber como aprender a vender, é preciso entender a importância de superar as expectativas do cliente.

Ofereça benefícios e vantagens exclusivas para o cliente durante a negociação, como brindes, condições especiais de pagamento, período de free trial, etc. Faça com que ele se sinta especial.

Veja mais: Como superar as expectativas de seus clientes

7. Não subestime o pós-venda e o customer success

O trabalho de um vendedor não termina quando a venda é finalizada. O pós-venda também é importante para a construção de um bom relacionamento com o cliente e para garantir que ele volte a comprar.

Por isso, para saber como ser um bom vendedor, é imprescindível entrar em contato com o cliente para saber como tem sido a experiência dele com seu produto ou serviço, se ele tem alguma dúvida a ser esclarecida ou alguma sugestão a fazer.

Assim, ele vai perceber que você se importa com ele; e isso fará toda a diferença na escolha dele quando for preciso fazer uma nova compra.

Hoje o pós venda evolui para o que se chama de customer success, ou sucesso do cliente. Trata-se da prática de fazer tudo ao alcance da empresa para que seus clientes tenham o sucesso que esperam ao usar as soluções que compraram.

Saiba mais aqui: O que é Customer Success e seus 4 principais desafios

7 habilidades de vendas que todo vendedor precisa desenvolver

O que achou das nossas 7 dicas de como aprender a vender?

Para que você entenda melhor o que é preciso para ser um vendedor de sucesso e com resultados acima da média, separamos aqui 7 habilidades de vendas consideradas essenciais.

1. Capacidade de prospectar clientes

A primeira habilidade que quem deseja aprender a vender deve desenvolver é a capacidade de prospectar clientes.

Ou seja, um bom profissional de vendas precisa ser capaz de atrair clientes, despertar o interesse por suas soluções, identificar necessidades não atendidas e oportunidades de fechar negócio.

2. Relacionamento interpessoal

Em vendas B2B, o vendedor muitas vezes precisa ir até o cliente para apresentar sua solução pessoalmente, o que exige desse profissional a habilidade de desenvolver um relacionamento interpessoal.

Se o profissional de vendas não souber interagir cara a cara com o cliente de maneira natural e fluida, dificilmente ele conseguirá fechar algum negócio. É preciso deixar a timidez de lado e ter mais desenvoltura.

3. Preparar-se para uma reunião

Quem quer aprender a vender precisa aprender também a se preparar para uma reunião de venda. Essa é uma habilidade determinante para o fechamento de um negócio.

O vendedor que chega despreparado para uma reunião, sem um portfólio em mãos, sem uma apresentação da empresa e das soluções oferecidas ou sem nem mesmo conhecer o cliente, está fadado ao fracasso.

DICA: O passo a passo para uma reunião de vendas vencedora

Aproveite e confira também este vídeo da Siteware:

4. Criar rapport

Rapport é um conceito que significa, basicamente, criar uma ligação de empatia com o outro.

O vendedor que tem essa habilidade consegue se colocar no lugar do cliente e entender com mais clareza suas necessidades. Isso permite que ele seja mais certeiro na sua argumentação e apresente as soluções ideais, o que aumenta as chances de conversão.

Confira: Técnicas de rapport em vendas que trazem excelentes resultados

5. Storytelling

O storytelling é uma habilidade que faz toda a diferença no desempenho de um vendedor.

Saber criar uma narrativa em que o produto ou serviço oferecido é a solução para os problemas do cliente impacta positivamente os resultados de um profissional de vendas.

6. Personalizar suas vendas

A habilidade de personalizar uma venda pode ser o diferencial entre você e seus concorrentes.

Ora, se eles oferecem produtos semelhantes ao seu, como se destacar para conquistar a preferência do cliente? A personalização pode ser uma boa alternativa.

O cliente gosta de se sentir único e especial. Portanto, um atendimento sob medida, pensado única e exclusivamente nele pode ser decisivo na escolha do cliente.

7. Ser consistente nas vendas

Um bom vendedor precisa ter consistência em suas vendas. Para atingir as metas estabelecidas, esta é uma habilidade essencial.

Ser consistente nas vendas é não deixar se abater pelas adversidades, é conseguir manter bons resultados mesmo em épocas mais difíceis e saber superar desafios.

Essas são algumas características de bons vendedores, mas existem outras. Veja:

Como aprender a vender

4 técnicas de persuasão para vendas

Já falamos de dicas essenciais e de habilidades-chave para quem quer aprender a vender.

Para encerrar o nosso artigo, separamos aqui 4 técnicas de persuasão que você pode adotar para conseguir vender melhor.

Tratam-se das regras de Cialdini, definidas em seu famoso livro “As Armas da Persuasão”.

aprender a vender.

Nesse livro ele aborda gatilhos mentais, que são espécies de atalhos usados por nosso cérebro para ganhar tempo na hora de tomar decisões.

Confira alguns desses atalhos e como usá-los em vendas!

1. Regra da escassez

“É pra acabar! É pra acabar!”. Você com certeza já deve ter ouvido essa expressão em algum comercial de TV. Trata-se de um discurso persuasivo com base na regra da escassez, que gera certo imediatismo no interlocutor para que ele adquira o produto antes que ele acabe.

Nas vendas B2B, a regra da escassez geralmente é colocada em prática quando o vendedor diz para o cliente que aquele produto ou serviço não foi desenvolvido para qualquer cliente. A intenção é passar para o cliente a sensação de exclusividade, de ser um dos poucos escolhidos para adquirir determinada solução.

Quer conhecer mais atalhos como esses? Então, confira este vídeo do Canal IlustradaMnete:

2. Regra do comprometimento

É na natureza humana evitar se contradizer e mudar de ideia em relação a decisões já tomadas.

Nesse sentido, uma técnica de persuasão muito eficiente é fazer com que o futuro cliente concorde com pontos específicos da sua argumentação.

Assim, ao se comprometer com suas decisões, a tendência é que ele encaminhe para o fechamento do negócio.

3. Regra da prova social

Outra técnica de persuasão que você pode adotar nas suas vendas parte da tendência que as pessoas costumam ter de seguir o que as outras estão fazendo.

É o famoso “Não fique de fora dessa! Todo mundo já está usando e só falta você” que a gente vê muito nos anúncios publicitários.

Só que nas vendas B2B, essa regra da prova social pode vir a partir de depoimentos, dados estatísticos e cases de empresas que já adquiriram sua solução e estão bastante satisfeitas.

Veja este exemplo:

4. Regra da autoridade

A regra da autoridade pode convencer muitos clientes a fecharem negócio com você. Isso porque essa técnica de persuasão garante maior credibilidade ao seu discurso.

Ao se posicionar como um especialista na solução que está sendo oferecida, seus argumentos ganharão mais força e autoridade. Assim, os clientes vão sentir maior confiança no que você está dizendo e fecharão negócio com você.

Leia também em nosso blog: 23 técnicas de persuasão em vendas para ajudar a fechar mais negócios

Como você pôde perceber, aprender a vender não é algo que acontece da noite para o dia. Há uma série de habilidades e conhecimentos que ajudam a compor um bom vendedor. Mas, se você seguir tudo o que dissemos aqui neste artigo, já é um bom começo para ser um profissional de vendas de sucesso.

E se você que mais um aprendizado de vendas poderoso, baixe nosso e-book gratuito: Guia: como ganhar tempo vendendo aos clientes ideais

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Como fazer o inventário físico para escrituração do Bloco H?

Guia de adequação ao Bloco K

O Bloco H apresenta o inventário físico da empresa incluindo o código do produto, a quantidade em estoque, o valor do estoque, o indicador de propriedade/posse do estoque, e o código do participante nos indicadores de propriedades/posse de estoque 1 e 2.

Geralmente o Bloco H deve ser escriturado 1 vez por ano, no SPED Fiscal da competência fevereiro, informando o inventário físico da empresa em 31 de dezembro do ano anterior.

Por exemplo, no SPED Fiscal da competência fevereiro de 2019, que normalmente deve ser entregue até 20/03/2019, é preciso apresentar o Bloco H com o inventário físico de seus produtos em 31/12/2018.

Neste artigo vamos aprender como fazer o inventário físico dos produtos na empresa para escrituração do Bloco H usando o sistema Nomus ERP Industrial.

Como fazer o inventário físico de seus produtos para entrega do Bloco H?

Em 31 de dezembro você deve fazer a contagem física de seus produtos no estoque, e após fazer essa contagem física, criar o inventário no sistema.

Para criar um novo inventário acesse a tela “Estoque > Inventários” e clique no botão “Criar inventário’.

Informações gerais do inventário

Na tela de criação de inventário, preencha as informações gerais do inventário seguindo as orientações apresentadas a seguir:

Campo Explicações
Empresa Selecionar a empresa do inventário
Setor Selecione o setor que será inventariado. Idealmente você deve inventariar todos os setores de estoque.
Atenção, só é possível inventariar setores de estoque com as características a seguir:
>>> Controle de poder de terceiros: Materiais nossos em nosso poder
>>> Setor de estoque em processo: Desmarcado
Data Digitar o dia 31/12 do ano do inventário. Por exemplo, 31/12/2018.
Hora Digitar 23:59 que é o último horário do dia 31/12.
Tipo de movimentação para entradas no estoque Selecionar o tipo de movimentação “Entrada por inventário”.
Esse tipo de movimentação deve ter sido cadastrado previamente no sistema com as seguintes configurações:
>>> Natureza: Entrada
>>> Função no estoque: Inventário
>>> Função na produção: Nenhuma
>>> Controle de poder de terceiros: Selecione
>>> Gera movimentações de estoque?: Marcado
Tipo de movimentação para saídas no estoque Selecionar o tipo de movimentação “Saída por inventário”.
Esse tipo de movimentação deve ter sido cadastrado previamente no sistema com as seguintes configurações:
>>> Natureza: Saída
>>> Função no estoque: Inventário
>>> Função na produção: Nenhuma
>>> Controle de poder de terceiros: Selecione
>>> Gera movimentações de estoque?: Marcado

Apresentamos a seguir uma imagem da tela do sistema Nomus com as informações gerais do inventário:

Após preencher as informações gerais, clique no botão “Salvar” para salvar o inventário.

Aqui é importante destacar que o inventário é feito por setor de estoque.

Logo para inventariar o estoque de uma empresa é necessário fazer a contagem física de todos os produtos em todos os setores de estoque da empresa com as configurações:

  • Controle de poder de terceiros: Materiais nossos em nosso poder
  • Setor de estoque em processo: Desmarcado

Adição de produtos ao inventário

Após salvar o inventário, você deve adicionar os produtos ao inventário.

Nesse momento você pode optar por adicionar todos os produtos inventariados ou apenas os produtos que você encontrou divergência entre o saldo em estoque físico e o saldo em estoque no sistema.

Para adicionar produtos em lote ao inventário utilize o botão “Adicionar produtos em lote ao inventário” e selecione as famílias de produto, grupos de produto e(ou) tipos de produto que deseja adicionar em lote ao inventário.

Para adicionar um único produto ao inventário clique no botão “Adicionar produto ao inventário”.

Na tela de adição de um único produto ao inventário, selecione o produto que deseja inventariar, veja o saldo em estoque no setor na data/hora do inventário, e digite a quantidade inventariada, como na tela abaixo:

Ao clicar no botão “Salvar” você adiciona o produto ao inventário e retorna para a tela inicial do inventário.

Ao clicar no botão “Salvar e permanecer na tela” você adicione o produto ao inventário e continua na tela para adicionar um novo produto ao inventário.

Inventário de produtos com controle de lote ou série

Se o produto inventariado controla lote ou série você deverá informar a quantidade inventariada de cada lote ou série.

Nesse caso, ao selecionar o produto, o sistema já apresenta todos os lotes ou séries do produto no setor com saldo maior que zero para serem inventariados, como na tela abaixo:

Se necessário você pode clicar no botão “Adicionar lote/série” para criar um novo lote ou série para o produto diretamente no inventário.

Além disso, você pode utilizar a função especial “Adicionar lotes/série com saldo igual à zero” para o sistema adicionar todos os lotes ou séries do produto que estejam com saldo igual à zero no setor na data/hora do inventário.

Para excluir lotes ou séries do inventário basta selecioná-los na tabela e depois clicar no botão “Excluir”.

Processamento do inventário

Após adicionar todos os produtos ao inventário, você verá todos os produtos inventariados em uma tabela na tela inicial do seu inventário, como na imagem a seguir:

Nessa tabela você ainda tem a opção de modificar a quantidade inventariada e adicionar novos lotes ou séries para os produtos com controle de lote ou série.

Após finalizar o inventário clique no botão “Salvar”, e após salvar, você retornará para a tela “Estoque >Inventários”.

Na tela “Estoque > Inventários” clique no inventário que você salvou e selecione o submenu “Processar inventário”.

Esse submenu está destacado na imagem abaixo:

Após processar o inventário você é levado para uma tela aonde vê todas as movimentações de estoque de entrada ou saída realizadas.

Quando o saldo em estoque inventariado é maior do que o saldo em estoque do sistema, o sistema gera uma movimentação de entrada por inventário.

Quando o saldo em estoque inventariado é menor do que o saldo em estoque do sistema, o sistema gera uma movimentação de saída por inventário.

Por fim, quando o saldo em estoque inventariado é igual ao saldo em estoque do sistema, o sistema não gera movimentação de estoque.

Apresentamos a seguir uma imagem da tela do sistema com as movimentações geradas no inventário:


Como avaliar o saldo em estoque dos produtos por empresa para entrega do Bloco H?

Após fazer o inventário físico de todos os seus produtos em todos os setores de estoque da empresa, você pode utilizar o relatório “Posição de estoque por empresa” para avaliar o saldo em estoque dos produtos por empresa.

Esse relatório é interessante pois permite consultar o saldo em estoque de todos os produtos da empresa em uma única tela e em uma data no passado, por exemplo, em 31/12/2018, como na imagem a seguir:

Ao gerar o relatório você vê o saldo em estoque de todos os produtos na empresa selecionada na “Data da posição de estoque” informada e separado por:

  • Materiais nossos em nosso poder    
  • Materiais nossos em poder de terceiros    
  • Materiais de terceiros em nosso poder    
  • Total

Apresentamos a seguir uma imagem do relatório gerado no sistema:

O saldo em estoque apresentado nesse relatório é o saldo em estoque que será escriturado no Bloco H.

Materiais nossos e em nosso poder – Detalhamento de saldo em estoque por setor

Ao clicar em um produto é possível detalhar o saldo em estoque por setor.

Por exemplo, ao clicar no produto “MP 00001 – Polietileno de alta densidade” é possível ver o saldo em estoque da empresa subdividido por setor de estoque, como na imagem a seguir:

Materiais nossos em poder de terceiros – Detalhamento de saldo em estoque por setor e pessoa

Ao clicar em um produto de propriedade da sua empresa e que esteja em poder de terceiros é possível ver o saldo em estoque por setor e pessoa.

Por exemplo, ao clicar no produto “MP 00031 – Parafuso XP 001”, podemos ver o saldo em estoque da empresa subdividido por setor e pessoa, como na imagem a seguir:

Materiais de terceiros em nosso poder – Detalhamento de saldo em estoque por setor e pessoa

Ao clicar em um produto de propriedade de terceiros e que esteja em poder da sua empresa é possível ver o saldo em estoque por setor e pessoa.

Por exemplo, ao clicar no produto “MP 00034 – Portão de ferro 1077 sem pintura”, podemos ver o saldo em estoque da empresa subdividido por setor e pessoa, como na imagem a seguir:

Filtro de produtos com saldo em estoque negativo

O relatório de posição de estoque por empresa ainda apresenta a possibilidade de se filtrar somente os produtos com saldo em estoque negativo na empresa.

Essa análise é muito interessante pois permite identificar facilmente todos os produtos que devem ter seu estoque avaliado antes da geração do Bloco H e também do Bloco K.

Produtos com saldo em estoque negativo não são escriturados nos Blocos H e K.

O procedimento ideal e recomendado pela Nomus é que você sempre avalie todos os produtos com saldo em estoque negativo antes de gerar o Blocos H e K.

Nessa avaliação o ideal é que você consiga identificar as causas do saldo em estoque negativo, por exemplo uma movimentação de entrada que não foi registrada no sistema, ou que foi registrada com a data/hora da movimentação errada, e após identificar as causas, corrigir as movimentações de estoque na origem, idealmente sem precisar fazer inventários.

Na imagem abaixo apresentamos o relatório de posição de estoque por empresa com a aplicação do filtro por posição de saldo em estoque da empresa = 4) Exibir somente produtos com saldo em estoque negativo.


Casos especiais de inventário

Materiais nossos em poder de terceiros

Setores de estoque de materiais nossos em poder de terceiros não podem ser inventariados.

Esses setores tem a configuração “Controle de poder de terceiros” = “1) Materiais nossos em poder de terceiros”.

Se você encontrar alguma divergência no saldo em estoque em um setor de materiais nossos em poder de terceiros, você precisará analisar o histórico de movimentações nesse setor e localizar a origem da divergência.

Para fazer essa análise recomendamos que avalie os documentos de saída de remessa de materiais para terceiros e os documentos de entrada de retorno de materiais de terceiros, dando especial atenção ao preenchimento dos campos:

  • Quantidade
  • Unidade de medida
  • Data/hora da movimentação

Ao localizar as falhas no registro dos documentos de saída ou entrada no sistema, edite esses documentos, corrija as informações necessárias, e depois utilize o submenu “Atualizar movimentações de estoque” para gerar as movimentações de estoque novamente.

Materiais de terceiros em nosso poder

Setores de estoque de materiais de terceiros em nosso poder não podem ser inventariados.

Esses setores tem a configuração “Controle de poder de terceiros” = “2) Materiais de terceiros em nosso poder”.

Se você encontrar alguma divergência no saldo em estoque em um setor de materiais de terceiros em nosso poder, você precisará analisar o histórico de movimentações nesse setor e localizar a origem da divergência.

Para fazer essa análise recomendamos que avalie os documentos de entrada de materiais de terceiros, movimentações de requisição pela produção de materiais de terceiros, e documentos de saída de retorno de materiais de terceiros, dando especial atenção ao preenchimento dos campos:

  • Quantidade
  • Unidade de medida
  • Data/hora da movimentação

Ao localizar as falhas no registro dos documentos de entrada ou saída no sistema, edite esses documentos, corrija as informações necessárias, e depois utilize o submenu “Atualizar movimentações de estoque” para gerar as movimentações de estoque novamente.

Se localizar falhas no registro de movimentações de requisição pela produção de materiais de terceiros, recomendamos que estorne a movimentação com a mesma data/hora da movimentação origem, e depois faça a requisição pela produção novamente.

Setores de estoque em processo

Setores de estoque em processo não podem ser inventariados e o saldo em estoque nesses setores não deve ser somado ao saldo em estoque na empresa para escrituração dos Blocos H e K.

Esses setores tem a configuração “Setor de estoque em processo” marcada.

Se você encontrar alguma divergência no saldo em estoque em um setor de estoque em processo, você precisará analisar o histórico de movimentações nesse setor e localizar a origem da divergência.

Para fazer essa análise recomendamos que avalie as movimentações de requisição pela produção e devolução de requisição pela produção, dando especial atenção ao preenchimento dos campos:

  • Quantidade
  • Data/hora da movimentação

Coloque em prática na sua indústria

Se você também precisa fazer o inventário físico para entregar o Bloco H, recomendo que assista uma demonstração do Nomus ERP Industrial e veja na prática como o sistema funciona.

Fique a vontade para entrar em contato caso precise de alguma ajuda da nossa equipe.

Software ERP Para controle da producao

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Vai negociar? Preocupe-se com a preparação pré-negociação!

Vejo com frequência muita gente pedindo materiais, dicas, cursos, ensinamentos sobre a parte mais tática/operacional das negociações. Geralmente, essas pessoas estão tentando consertar erros de situações criadas justamente pela falta de visão estratégica.

Este, aliás, é um problema sobre o qual falamos muito: tratar do sintoma é diferente de tratar das causas do sintoma.

Meu objetivo, então, é agir na causa. Falar sobre estratégia. Para isso, resolvi contar com a ajuda de Sun Tzu.

Sun Tzu, um militar que falava sobre inimigos, escreveu seus tratados séculos atrás e é autor de A arte da guerra, tem várias frases interessantes que acredito estarem muito ligadas à parte estratégica da negociação.

Na VendaMais, acreditamos em negociações ganha-ganha, em relacionamentos de longo prazo… então, entenda que vamos usar a lógica dele, mantendo as palavras que usou, mas adaptando para nossa realidade de hoje em vendas.

Como ele disse certa vez, “a suprema arte da guerra é vencer o inimigo sem lutar”.

Para isso, você precisa se preparar muito bem! E as frases que apresento a seguir, associadas às lições que deixam, podem ajudá-lo a se preparar para aproveitar melhor as oportunidades (e vencer sem lutar).

17 frases de Sun Tzu que vão ajudá-lo a se preparar melhor para suas negociações

1) “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de 100 batalhas. Se conhece a si mesmo, mas não ao inimigo, para cada vitória existirá outra derrota. Se você não conhece nem a si mesmo nem ao inimigo, você sucumbirá em todas as batalhas.”

Lição: Defina claramente quais informações precisa antes de começar a negociar – suas, do cliente e da venda.

A quantidade de vendedores que entra numa negociação despreparado é incrível. Isso, porém, raramente acontece do outro lado. Normalmente, clientes/prospects estão muito bem preparados, têm dados sobre o mercado, a concorrência… enfim, têm acesso a muitas informações.

Portanto, antes de entrar em qualquer negociação, faça estas perguntas:

  • Estou realmente preparado?
  • Imaginei cenários diferentes?
  • Tenho as informações necessárias para lidar de maneira proativa e eficiente com estes cenários?
  • Quais são exatamente as informações que eu preciso conhecer antes de ligar, falar, escrever ou sentar na frente de um cliente para negociar?

Nunca entre despreparado numa negociação!

2) “Batalhas são vencidas antes da batalha. A questão não é se o inimigo vai atacar. A questão é se você estará preparado quando isso acontecer.”

Lição: Prepare-se mentalmente para cada negociação.

A postura mental durante uma negociação é outra questão que vejo abalar negociações com certa frequência.

Cada negociação é uma nova negociação.

Se você entra numa negociação sem estar realmente 100% presente e focado naquele momento – seja porque acabou de sair de outra negociação dura, seja porque está cansado, seja porque estão acontecendo outras coisas em outras áreas da sua vida –, vai perder performance ao negociar.

Na VendaMais trabalhamos o CHA das vendas (conhecimentos, habilidades e atitudes), e o A, de Atitudes, serve como um checklist excelente para revisar sua atitude antes e durante negociações. Estas são algumas atitudes para você revisar quando estiver aquecendo-se e preparando-se para uma negociação:

  • Criatividade
  • Persistência
  • Inteligência Emocional
  • Iniciativa
  • Ética
  • Foco
  • Comprometimento.

Ao juntar o ponto 1 (informações que precisa) com o ponto 2 (atitude correta), você vai melhorar muito as chances de já começar da forma correta suas negociações, aumentando sensivelmente sua taxa de sucesso.

3) “Não ataque o inimigo, ataque a estratégia do inimigo.”

Lição: Clarifique motivadores de compra do cliente.

Na VendaMais trabalhamos com cinco grandes motivadores de compra:

  1. Busca do ganho, lucro ou benefício.
  2. Medo da perda ou prejuízo.
  3. Medo/desejo de evitar desconforto ou incômodo.
  4. Status, destaque, reconhecimento, sentir-se importante/valorizado.
  5. Busca de melhoria, crescimento e desenvolvimento pessoal/profissional.

Cada cliente tem um motivador de compra por trás de toda sua argumentação. Entenda o que o cliente realmente está buscando na negociação e use sua criatividade e iniciativa para fazer propostas (e contrapropostas) que façam a negociação evoluir ao mesmo tempo que respondem aos anseios e motivações por trás de possíveis objeções e questionamentos dos clientes.

4) “Guerreiros vitoriosos primeiro vencem depois vão para a batalha. Guerreiros derrotados vão para o campo de batalha primeiro e depois tentam descobrir um jeito de vencer.”

Lição: Defina perfil psicológico do cliente e adeque sua apresentação.

Usando a metodologia VendaMais de Negociação, trabalhamos geralmente com quatro grandes perfis psicológicos de clientes:

  1. Afável – lento e emocional.
  2. Analítico – lento e racional.
  3. Expressivo – rápido e emocional.
  4. Pragmático – rápido e racional.

Um dos exercícios mais interessantes que faço em dinâmicas e treinamentos de Negociação é

quando uso essa matriz e fazemos duas listas:

  • Como cada um destes perfis gosta de receber informação?
  • O que irrita cada um destes perfis durante uma negociação?

Imediatamente ficam evidentes alguns erros básicos que os vendedores estavam cometendo em negociações. O erro mais comum (e mais fácil de evitar) é o mais básico de todos: ignorar o perfil psicológico do cliente e tratar todos exatamente da mesma forma.

Geralmente o que acontece é que o vendedor usa como referência seu próprio perfil. Vendedor afável trata todo mundo de maneira afável, vendedora pragmática trata todo mundo de forma pragmática, e assim por diante.

Lembre: a informação correta, passada da forma errada, acaba criando objeções nos clientes. Não por causa da informação, mas porque a forma que ela foi passada, desalinhada com o perfil do cliente.

Ou seja, não é só que está sendo dito que importa, mas também como está sendo dito.

O verdadeiro bom negociador é um camaleão – vai entender primeiro o perfil psicológico do cliente e se adaptar a ele, e não forçar o contrário.

Ao fazer pequenas adaptações em propostas (por escrito ou verbalmente), você consegue uma conexão muito mais forte com clientes e aumenta sua chance de bons resultados em negociações.

5) “Se você quer conhecer melhor seu inimigo, seja o inimigo. Quando você conhece o inimigo melhor do que ele mesmo, a batalha já está ganha.”

Lição: Em grandes negociações, faça SWOT seu e do cliente.

Existe muito material disponível sobre a Matriz SWOT, mas raramente vejo a ferramenta ser utilizada fora do ambiente acadêmico ou de nossos workshops na VM.

Uma Matriz SWOT permite fazer uma das melhores preparações que existe para qualquer negociação grande. Obviamente não precisa ser feita de maneira aprofundada para pequenas negociações, mas em grandes negócios com certeza absoluta vale a pena tirar uma manhã ou tarde só para fazer isso.

  • Strengths (Forças): Quais são nossos pontos fortes nessa negociação? O que o cliente tem e pode usar como ponto forte?
  • Weaknesses (Fraquezas): Quais são nossos pontos fracos nessa negociação e como podemos ser atacados neles? Quais pontos fracos o cliente tem e como podemos usá-los a nosso favor?
  • Opportunities (Oportunidades): Que vantagens e benefícios teremos ao fechar este negócio com o cliente? O que ganhamos? Que vantagens e benefícios o cliente terá ao fechar conosco? O que ele ganha?
  • Threats (Ameaças): O que acontece para nós se não fecharmos esta venda? O que acontece para o cliente?

6) “O guerreiro que sabe quando lutar e quando evadir terá sempre bons resultados. Se tiver que engajar com o inimigo, que seja nos seus termos e não nos dele.”

Lição: Tente você escolher o melhor local e horário para uma negociação acontecer.

Existem dezenas de estudos nos esportes mostrando as vantagens de “jogar em casa”. Você vai ter resultados muito melhores quando conseguir controlar o ambiente da negociação: horários e locais são os principais (pode notar como bons compradores vão já começar a exercitar seu poder usando essas duas variáveis).

Aprenda a entrar neste jogo de maneira proativa e não passiva/receptiva. Negocie horários, locais, duração da reunião… com clientes mais agressivos, isso já começa a definir se você entra enfraquecido e desrespeitado na negociação ou se já se posiciona de maneira mais profissional, assertiva e com postura/atitude correta.

Lembre: negociação começa antes da negociação. Posicione-se corretamente e assuma o máximo possível do controle. Não se deixe intimidar e não acredite em tudo que o cliente falar. 99.9% de tudo é negociável. Quando o cliente endurece dizendo que só pode falar com você na terça-feira às 11h45, e que só tem cinco minutos para você… como vai reagir? Posicione-se!

7) “O general vitorioso faz muitos cálculos no seu templo antes da batalha. O general perdedor faz poucos cálculos ou nenhum.”

Lição: Defina claramente qual seu objetivo e o MINIMAX (mínimo que aceita, máximo que acha que consegue).

Um dos pontos mais poderosos para definir antes de qualquer negociação:

  • Qual é o máximo que acho que posso pedir?
  • Qual é o mínimo que posso aceitar?

Vendedores de baixa performance tendem a só definir o segundo item e, quando você tira um relatório no final do mês sobre suas vendas, nota que quase 100% das suas vendas estão justamente nesse patamar: no mínimo do preço possível praticado, com o máximo possível de prazos, descontos e parcelamentos que a empresa permite.

Isso acontece justamente por falta de planejamento (e por questões internas como liderança fraca/desalinhada, sistema de remuneração fraco/desalinhado e outras coisas que ajudamos a resolver nas consultorias).

Quando você só define o “chão” de uma negociação, o mínimo, isso vira âncora mental, uma grande referência para o vendedor, já pressionado por resultados. Não é surpresa que tantas negociações terminem então no mínimo (até porque é para lá que o cliente inteligente vai querer levar a negociação).

Para contrabalançar isso, lembre-se sempre de pensar e definir também o máximo que pode extrair de valor do cliente.

Cobre bem, tenha lucro, seja bem remunerado – você merece e a empresa também.


Recado/lembrete do Raul: para vender pelo preço mais baixo não precisamos de vendedores. Pelo contrário: em empresas de custo baixo, em que o preço mais baixo é sempre praticado, vendedores passam a ser custo, e são rapidamente substituídos por outros canais de venda mais eficientes.

Função do vendedor é AGREGAR VALOR e COBRAR POR ISSO.

Defina MiniMax antes de qualquer negociação e procure ir para cima nas suas médias, tentando chegar ao máximo possível, e não no mínimo!


8) “No meio do caos sempre surgem oportunidades.”

Lição: Tenha sempre um “plano B” para impasses.

Uma das principais características que separa vendedores de alta performance da baixa performance é como eles lidam com os impasses, quando fica claro que a meta talvez não seja alcançada.

Para um vendedor de alta performance, a meta se mantém, mas muda-se o que está sendo feito. Numa negociação, isso significa que procuramos novas alternativas e soluções, usando a criatividade, o foco correto (evoluir a negociação) e a iniciativa para resolver possíveis impasses.

Para vendedores de baixa performance, o plano B é baixar a meta. Ou seja, eles basicamente querem continuar repetindo o que estão fazendo, sem mudar ou se adaptar. Como isso não está funcionando e eles não querem se adaptar/mudar, mudam a meta. Aceitam os impasses, terceirizam a responsabilidade, jogam a culpa no cliente… e perdem a venda (mas não é culpa deles!).

Claro que existem situações em que o cliente é intransigente, demanda algo absurdo ou descabido, faz exigências impossíveis etc. Entretanto, pela minha experiência, essas situações são minoria – existem, mas são muito mais raras do que vendedores de baixa performance querem fazer acreditar (a si mesmos e aos gestores).

O que vejo é muito mais um bloqueio mental, psicológico, emocional dos vendedores de serem mais leves e criativos ao lidar com objeções, questionamentos e exigências. Geralmente porque levam as negociações para o lado pessoal, deixam-se afetar emocionalmente e perdem chances de exercitar soluções criativas.

Se você tiver motivadores de compra, perfil do cliente, souber fazer perguntas e estiver aberto a pensar fora da caixa e apresentar novas opções (ou versões) de propostas, verá com surpresa que clientes também estarão bem mais dispostos e abertos a fechar do que você imaginava antes.

9) “Estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.”

Lição: Seja muito firme com concessões e exigências unilaterais.

Para toda exigência que o cliente fizer, apresente imediatamente uma contraproposta. Negociar e conceder são coisas bem diferentes, e o que mais vemos por aí são vendedores que falam que estão negociando quando na verdade estão concedendo lentamente. É o que eu chamo de “concessão conta-gotas”.

O cliente bate o pé e o vendedor dá um desconto maior. Aí o cliente bate o pé novamente e o vendedor dá prazo. Aí o cliente bate o pé e o vendedor dá um parcelamento. E por aí vai.

Para cada batida de pé do cliente, uma concessão do vendedor.

Isso não é negociar. Use outro nome, porque negociar não é.

Negociar seria assim: cliente pede desconto de 10%.

Vendedor: “10% não posso fazer. Posso fazer 2,5%, se… (pagar antes, aumentar o pedido, comprar outros produtos etc.)”.

Entendeu a diferença? Então vamos parar com essa história de fazer concessões e chamar isso de negociação.

Cliente pediu algo? Exija algo de volta e já se acostume a fazer isso automaticamente. Vai ver como seus resultados vão melhorar muito.

10) “Quando abro mão do que sou, torno-me o que poderia ser.”

11) “A oportunidade de não ser vencido está em nossas próprias mãos. A oportunidade de derrotar o inimigo é oferecida pelo próprio inimigo.”

Lição: Nunca diga “sim” muito rapidamente – podem existir alternativas melhores.

Os melhores vendedores de alta performance exercitam o não constantemente.

Em cursos de compras, uma das principais lições que os compradores profissionais aprendem é sempre dizer não para a primeira proposta, seja qual for.

Não tem muito o que pensar, nem avaliar: é “NÃO” automático. E nem explica muito – simplesmente fala não, “achei caro”, “veja se você pode melhorar isso”, “assim não dá” etc.

E o vendedor sai se batendo tentando melhorar sua proposta. Ou seja: funciona.

Se funciona para um lado, que tal tentarmos usar a mesma lógica para o outro lado (o nosso)?

Quando um cliente fizer alguma proposta grande, tenha calma, respire fundo, peça um tempo, ofereça algo diferente, melhor.

Tem tudo a ver com postura: uma pessoa desesperada aceita imediatamente qualquer proposta. Como você não é uma pessoa desesperada (certo?), então pode escolher as melhores alternativas.

E se está desesperado, provavelmente é porque não está exercitando corretamente os pontos anteriores. Volte lá, reveja a lista, pratique! E saia do desespero, que negociar desesperadamente só vai trazer resultados fracos.


Resuminho deste ponto: sim, queremos fechar o negócio. Sim, estamos felizes que o cliente apresentou uma proposta. Saímos correndo para fechar? Esta é realmente a postura mais profissional? A que vai trazer melhores resultados para você e para o cliente?

Pare, pense, reflita, peça um tempo. Pode ser que existam opções melhores (para os dois, você e cliente, inclusive!).


12) “Ordem e desordem dependem de organização. Coragem e covardia dependem das circunstâncias. Força e fraqueza da sua disposição.”

Lição: Evite ser o primeiro a fazer uma concessão.

Toda negociação é, no fundo, um jogo de forças. E se dar a impressão de que uma das partes é mais forte aumenta as chances de fechar um negócio favorável para essa parte, pode ter certeza absoluta de que é isso o que vai acontecer.

Então leve isso sempre em consideração ao negociar. O cliente vai fazer o jogo dele e forçar concessões da sua parte.

Faça a sua parte e lembre que conceder conta-gotas não é negociar.

Se o cliente pedir uma concessão, peça algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

Cliente pediu algo, você pede algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

Ok? Estamos claros em relação a isso? Vou repetir, para que não tenhamos mais dúvidas: cliente pediu algo, você pede algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

13) “Seus planos devem ser negros como a noite e, quando for agir, aja como um raio.”

Lição: Use o poder do silêncio, aprenda a ficar calado.

Frase do Victor Frankl que adoro: “Entre o momento em que algo acontece e sua reação existe um espaço. Neste espaço tem uma escolha. Na sua escolha reside sua liberdade e seu crescimento”.

Segundo estudos da Gong, app de inteligência artificial que analisa interações entre vendedores e clientes para tentar descobrir o que os melhores profissionais falam e fazem diferente dos piores vendedores, vendedores de alta performance fazem pausas cinco vezes mais longas do que vendedores de baixa performance.

Use o silêncio a seu favor. Silêncio com segurança é muito poderoso. Transmite competência, solidez, caráter, profissionalismo.

Pense nisso na próxima vez que estiver negociando e veja se sua ansiedade não está fazendo com que fale demais.

Seja mais profissional. Faça pausas, negocie melhor, feche mais vendas.

14) “Invencibilidade está na sua defesa, a probabilidade de vitória no ataque.”

Lição: Questione sempre o outro lado, pois ele pode estar blefando, omitindo ou até mesmo mentindo.

Seria alguma novidade para você se eu contasse que alguns clientes blefam, omitem ou até mesmo mentem para tentar levar algum tipo de vantagem em negociações?

Provavelmente não, certo?

Então, melhor estar preparado, pois pode acontecer (em alguns mercados, inclusive, com muita frequência).

Não leve para o lado pessoal. Mantenha a calma e simplesmente continue conversando e questionando. 99% das vezes o próprio cliente se entrega se você pressionar e questionar de maneira segura, firme e profissional. (Já vi situações dessas em que o vendedor respondeu e brincou com bom humor… e até o cliente riu e abriu o jogo).

15) “Planeje para o difícil enquanto for fácil e faça o que é grande enquanto for pequeno.”

Lição: Otimismo não é substituto para técnica, atitude correta e preparação numa negociação.

Todos os grandes líderes reforçam muito isso, desde tempos antigos. Em Esparta, por exemplo, se dizia que o soldado que treina e se prepara mais sangra menos na batalha.

Aqui é a mesma coisa.

Uma vez vi uma entrevista de um comandante de forças de elite norte-americanas falando sobre preparação. Ele disse uma coisa que é muito verdadeira: “Amadores treinam mal e pouco e têm essa ideia na sua imaginação de que na hora da verdade vão subir de nível, fazer algo incrível, serem super-heróis de filme e salvar o mundo. A verdade é a seguinte: na hora da batalha você não sobe para o nível da sua imaginação. Você cai para o nível da sua preparação”.

Palavras fortes essas: você não sobre para o nível da sua imaginação, você cai para o nível da sua preparação.

Se você se preparou muito, fantástico. Já sabemos o que vai acontecer. 😊

Se você não se preparou… não adianta ser otimista. Já sabemos o que vai acontecer.

16) “Às vezes é necessário perder pequenas batalhas para vencer a guerra.”

Lição: Aprenda quando ceder e conceder para seu benefício.

Uma coisa que o Marcelo Caetano fala muito nas palestras dele exemplifica muito bem este ponto: desconto faz parte do jogo, mas não pode ser o jogo.

Negociar, trocar, conceder – tudo faz parte do jogo. Enquanto for benéfico para você, para a empresa e para o cliente… é jogo.

A questão que eu vejo e que me incomoda muito, é que muitos vendedores dão TUDO que podem muito rapidamente e até fecham o negócio, mas com margens de rentabilidade muito ruim. Poderiam ter fechado muito mais negócios se tivessem concedido/negociado melhor.

No ano passado, um aluno meu do GEC descobriu que 100% de todas as vendas, de todas as lojas, com todos os vendedores, tinham sido fechadas com o máximo possível de desconto permitido.

Ou seja: o máximo de desconto permitido vira a média.

Quando isso acontece vemos claramente um erro (que envolve muito da liderança, fique claro aqui também).

Conceder é importante, ajuda a fechar vendas, mas as concessões precisam ser vistas sempre sob a ótica da rentabilidade também. Ou seja, precisam ser benefícios de verdade para você, e não apenas para o cliente ou para acelerar o fechamento de uma venda.

Tem sido cada vez mais comum as empresas incluírem rentabilidade nos seus sistemas de remuneração – isso modifica completamente o comportamento e a atitude de vendedores em relação a concessões (como descontos, por exemplo). Algo que o pessoal da consultoria tem ajudado muitas empresas a revisar com sucesso.

17) “É fácil amar seus amigos, mas às vezes a lição mais dura é aprender a amar o inimigo. O verdadeiro objetivo da guerra é a paz.”

Lição: Procure sempre a melhor alternativa, de forma criativa, para melhorar o negócio para ambos os lados.

No final das contas, por trás de toda negociação, por mais dura que seja, tem um ser humano com anseios, medos, aspirações, sonhos, frustrações, pontos fortes, limitações.

Essa é uma das melhores partes de vender, um dos sete grandes motivos que apareceram quando anos atrás fizemos uma pesquisa sobre por que amamos trabalhar com vendas.

Trabalhar com outros seres humanos, exercitar nosso intelecto, conhecer mais de psicologia, desenvolver nosso lado emocional para lidar com o emocional dos outros… tudo isso faz parte desta grande jornada.

Não trocaria por nada neste mundo.

Negociar bem é algo que faz uma diferença imensa não só em vendas, mas na vida.

Espero que os pontos acima lhe ajudem a se preparar melhor para as próximas negociações. E que todas as outras reportagens que fizemos com muito amor, carinho e profissionalismo ajudem você e sua equipe, por anos e anos, a conseguir mais do que quer, ajudando ao mesmo tempo os outros conseguirem o que querem, com muito mais segurança, competência e profissionalismo.

Tudo que aprender e exercitar aqui vai valer para o resto da sua vida, em todas as áreas onde quiser negociar melhor.

Como disse o outro dia Jay Setty, no Instagram: “lembre que negociar não é você contra o outro. São os dois juntos contra um problema”.

Abraço, boas negociações e boas vendas,

Raul Candeloro

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Vai negociar? Preocupe-se com a preparação pré-negociação! publicado primeiro em https://www.agendor.com.br/

Vai negociar? Preocupe-se com a preparação pré-negociação!

Vejo com frequência muita gente pedindo materiais, dicas, cursos, ensinamentos sobre a parte mais tática/operacional das negociações. Geralmente, essas pessoas estão tentando consertar erros de situações criadas justamente pela falta de visão estratégica.

Este, aliás, é um problema sobre o qual falamos muito: tratar do sintoma é diferente de tratar das causas do sintoma.

Meu objetivo, então, é agir na causa. Falar sobre estratégia. Para isso, resolvi contar com a ajuda de Sun Tzu.

Sun Tzu, um militar que falava sobre inimigos, escreveu seus tratados séculos atrás e é autor de A arte da guerra, tem várias frases interessantes que acredito estarem muito ligadas à parte estratégica da negociação.

Na VendaMais, acreditamos em negociações ganha-ganha, em relacionamentos de longo prazo… então, entenda que vamos usar a lógica dele, mantendo as palavras que usou, mas adaptando para nossa realidade de hoje em vendas.

Como ele disse certa vez, “a suprema arte da guerra é vencer o inimigo sem lutar”.

Para isso, você precisa se preparar muito bem! E as frases que apresento a seguir, associadas às lições que deixam, podem ajudá-lo a se preparar para aproveitar melhor as oportunidades (e vencer sem lutar).

17 frases de Sun Tzu que vão ajudá-lo a se preparar melhor para suas negociações

1) “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de 100 batalhas. Se conhece a si mesmo, mas não ao inimigo, para cada vitória existirá outra derrota. Se você não conhece nem a si mesmo nem ao inimigo, você sucumbirá em todas as batalhas.”

Lição: Defina claramente quais informações precisa antes de começar a negociar – suas, do cliente e da venda.

A quantidade de vendedores que entra numa negociação despreparado é incrível. Isso, porém, raramente acontece do outro lado. Normalmente, clientes/prospects estão muito bem preparados, têm dados sobre o mercado, a concorrência… enfim, têm acesso a muitas informações.

Portanto, antes de entrar em qualquer negociação, faça estas perguntas:

  • Estou realmente preparado?
  • Imaginei cenários diferentes?
  • Tenho as informações necessárias para lidar de maneira proativa e eficiente com estes cenários?
  • Quais são exatamente as informações que eu preciso conhecer antes de ligar, falar, escrever ou sentar na frente de um cliente para negociar?

Nunca entre despreparado numa negociação!

2) “Batalhas são vencidas antes da batalha. A questão não é se o inimigo vai atacar. A questão é se você estará preparado quando isso acontecer.”

Lição: Prepare-se mentalmente para cada negociação.

A postura mental durante uma negociação é outra questão que vejo abalar negociações com certa frequência.

Cada negociação é uma nova negociação.

Se você entra numa negociação sem estar realmente 100% presente e focado naquele momento – seja porque acabou de sair de outra negociação dura, seja porque está cansado, seja porque estão acontecendo outras coisas em outras áreas da sua vida –, vai perder performance ao negociar.

Na VendaMais trabalhamos o CHA das vendas (conhecimentos, habilidades e atitudes), e o A, de Atitudes, serve como um checklist excelente para revisar sua atitude antes e durante negociações. Estas são algumas atitudes para você revisar quando estiver aquecendo-se e preparando-se para uma negociação:

  • Criatividade
  • Persistência
  • Inteligência Emocional
  • Iniciativa
  • Ética
  • Foco
  • Comprometimento.

Ao juntar o ponto 1 (informações que precisa) com o ponto 2 (atitude correta), você vai melhorar muito as chances de já começar da forma correta suas negociações, aumentando sensivelmente sua taxa de sucesso.

3) “Não ataque o inimigo, ataque a estratégia do inimigo.”

Lição: Clarifique motivadores de compra do cliente.

Na VendaMais trabalhamos com cinco grandes motivadores de compra:

  1. Busca do ganho, lucro ou benefício.
  2. Medo da perda ou prejuízo.
  3. Medo/desejo de evitar desconforto ou incômodo.
  4. Status, destaque, reconhecimento, sentir-se importante/valorizado.
  5. Busca de melhoria, crescimento e desenvolvimento pessoal/profissional.

Cada cliente tem um motivador de compra por trás de toda sua argumentação. Entenda o que o cliente realmente está buscando na negociação e use sua criatividade e iniciativa para fazer propostas (e contrapropostas) que façam a negociação evoluir ao mesmo tempo que respondem aos anseios e motivações por trás de possíveis objeções e questionamentos dos clientes.

4) “Guerreiros vitoriosos primeiro vencem depois vão para a batalha. Guerreiros derrotados vão para o campo de batalha primeiro e depois tentam descobrir um jeito de vencer.”

Lição: Defina perfil psicológico do cliente e adeque sua apresentação.

Usando a metodologia VendaMais de Negociação, trabalhamos geralmente com quatro grandes perfis psicológicos de clientes:

  1. Afável – lento e emocional.
  2. Analítico – lento e racional.
  3. Expressivo – rápido e emocional.
  4. Pragmático – rápido e racional.

Um dos exercícios mais interessantes que faço em dinâmicas e treinamentos de Negociação é

quando uso essa matriz e fazemos duas listas:

  • Como cada um destes perfis gosta de receber informação?
  • O que irrita cada um destes perfis durante uma negociação?

Imediatamente ficam evidentes alguns erros básicos que os vendedores estavam cometendo em negociações. O erro mais comum (e mais fácil de evitar) é o mais básico de todos: ignorar o perfil psicológico do cliente e tratar todos exatamente da mesma forma.

Geralmente o que acontece é que o vendedor usa como referência seu próprio perfil. Vendedor afável trata todo mundo de maneira afável, vendedora pragmática trata todo mundo de forma pragmática, e assim por diante.

Lembre: a informação correta, passada da forma errada, acaba criando objeções nos clientes. Não por causa da informação, mas porque a forma que ela foi passada, desalinhada com o perfil do cliente.

Ou seja, não é só que está sendo dito que importa, mas também como está sendo dito.

O verdadeiro bom negociador é um camaleão – vai entender primeiro o perfil psicológico do cliente e se adaptar a ele, e não forçar o contrário.

Ao fazer pequenas adaptações em propostas (por escrito ou verbalmente), você consegue uma conexão muito mais forte com clientes e aumenta sua chance de bons resultados em negociações.

5) “Se você quer conhecer melhor seu inimigo, seja o inimigo. Quando você conhece o inimigo melhor do que ele mesmo, a batalha já está ganha.”

Lição: Em grandes negociações, faça SWOT seu e do cliente.

Existe muito material disponível sobre a Matriz SWOT, mas raramente vejo a ferramenta ser utilizada fora do ambiente acadêmico ou de nossos workshops na VM.

Uma Matriz SWOT permite fazer uma das melhores preparações que existe para qualquer negociação grande. Obviamente não precisa ser feita de maneira aprofundada para pequenas negociações, mas em grandes negócios com certeza absoluta vale a pena tirar uma manhã ou tarde só para fazer isso.

  • Strengths (Forças): Quais são nossos pontos fortes nessa negociação? O que o cliente tem e pode usar como ponto forte?
  • Weaknesses (Fraquezas): Quais são nossos pontos fracos nessa negociação e como podemos ser atacados neles? Quais pontos fracos o cliente tem e como podemos usá-los a nosso favor?
  • Opportunities (Oportunidades): Que vantagens e benefícios teremos ao fechar este negócio com o cliente? O que ganhamos? Que vantagens e benefícios o cliente terá ao fechar conosco? O que ele ganha?
  • Threats (Ameaças): O que acontece para nós se não fecharmos esta venda? O que acontece para o cliente?

6) “O guerreiro que sabe quando lutar e quando evadir terá sempre bons resultados. Se tiver que engajar com o inimigo, que seja nos seus termos e não nos dele.”

Lição: Tente você escolher o melhor local e horário para uma negociação acontecer.

Existem dezenas de estudos nos esportes mostrando as vantagens de “jogar em casa”. Você vai ter resultados muito melhores quando conseguir controlar o ambiente da negociação: horários e locais são os principais (pode notar como bons compradores vão já começar a exercitar seu poder usando essas duas variáveis).

Aprenda a entrar neste jogo de maneira proativa e não passiva/receptiva. Negocie horários, locais, duração da reunião… com clientes mais agressivos, isso já começa a definir se você entra enfraquecido e desrespeitado na negociação ou se já se posiciona de maneira mais profissional, assertiva e com postura/atitude correta.

Lembre: negociação começa antes da negociação. Posicione-se corretamente e assuma o máximo possível do controle. Não se deixe intimidar e não acredite em tudo que o cliente falar. 99.9% de tudo é negociável. Quando o cliente endurece dizendo que só pode falar com você na terça-feira às 11h45, e que só tem cinco minutos para você… como vai reagir? Posicione-se!

7) “O general vitorioso faz muitos cálculos no seu templo antes da batalha. O general perdedor faz poucos cálculos ou nenhum.”

Lição: Defina claramente qual seu objetivo e o MINIMAX (mínimo que aceita, máximo que acha que consegue).

Um dos pontos mais poderosos para definir antes de qualquer negociação:

  • Qual é o máximo que acho que posso pedir?
  • Qual é o mínimo que posso aceitar?

Vendedores de baixa performance tendem a só definir o segundo item e, quando você tira um relatório no final do mês sobre suas vendas, nota que quase 100% das suas vendas estão justamente nesse patamar: no mínimo do preço possível praticado, com o máximo possível de prazos, descontos e parcelamentos que a empresa permite.

Isso acontece justamente por falta de planejamento (e por questões internas como liderança fraca/desalinhada, sistema de remuneração fraco/desalinhado e outras coisas que ajudamos a resolver nas consultorias).

Quando você só define o “chão” de uma negociação, o mínimo, isso vira âncora mental, uma grande referência para o vendedor, já pressionado por resultados. Não é surpresa que tantas negociações terminem então no mínimo (até porque é para lá que o cliente inteligente vai querer levar a negociação).

Para contrabalançar isso, lembre-se sempre de pensar e definir também o máximo que pode extrair de valor do cliente.

Cobre bem, tenha lucro, seja bem remunerado – você merece e a empresa também.


Recado/lembrete do Raul: para vender pelo preço mais baixo não precisamos de vendedores. Pelo contrário: em empresas de custo baixo, em que o preço mais baixo é sempre praticado, vendedores passam a ser custo, e são rapidamente substituídos por outros canais de venda mais eficientes.

Função do vendedor é AGREGAR VALOR e COBRAR POR ISSO.

Defina MiniMax antes de qualquer negociação e procure ir para cima nas suas médias, tentando chegar ao máximo possível, e não no mínimo!


8) “No meio do caos sempre surgem oportunidades.”

Lição: Tenha sempre um “plano B” para impasses.

Uma das principais características que separa vendedores de alta performance da baixa performance é como eles lidam com os impasses, quando fica claro que a meta talvez não seja alcançada.

Para um vendedor de alta performance, a meta se mantém, mas muda-se o que está sendo feito. Numa negociação, isso significa que procuramos novas alternativas e soluções, usando a criatividade, o foco correto (evoluir a negociação) e a iniciativa para resolver possíveis impasses.

Para vendedores de baixa performance, o plano B é baixar a meta. Ou seja, eles basicamente querem continuar repetindo o que estão fazendo, sem mudar ou se adaptar. Como isso não está funcionando e eles não querem se adaptar/mudar, mudam a meta. Aceitam os impasses, terceirizam a responsabilidade, jogam a culpa no cliente… e perdem a venda (mas não é culpa deles!).

Claro que existem situações em que o cliente é intransigente, demanda algo absurdo ou descabido, faz exigências impossíveis etc. Entretanto, pela minha experiência, essas situações são minoria – existem, mas são muito mais raras do que vendedores de baixa performance querem fazer acreditar (a si mesmos e aos gestores).

O que vejo é muito mais um bloqueio mental, psicológico, emocional dos vendedores de serem mais leves e criativos ao lidar com objeções, questionamentos e exigências. Geralmente porque levam as negociações para o lado pessoal, deixam-se afetar emocionalmente e perdem chances de exercitar soluções criativas.

Se você tiver motivadores de compra, perfil do cliente, souber fazer perguntas e estiver aberto a pensar fora da caixa e apresentar novas opções (ou versões) de propostas, verá com surpresa que clientes também estarão bem mais dispostos e abertos a fechar do que você imaginava antes.

 

9) “Estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.”

Lição: Seja muito firme com concessões e exigências unilaterais.

Para toda exigência que o cliente fizer, apresente imediatamente uma contraproposta. Negociar e conceder são coisas bem diferentes, e o que mais vemos por aí são vendedores que falam que estão negociando quando na verdade estão concedendo lentamente. É o que eu chamo de “concessão conta-gotas”.

O cliente bate o pé e o vendedor dá um desconto maior. Aí o cliente bate o pé novamente e o vendedor dá prazo. Aí o cliente bate o pé e o vendedor dá um parcelamento. E por aí vai.

Para cada batida de pé do cliente, uma concessão do vendedor.

Isso não é negociar. Use outro nome, porque negociar não é.

Negociar seria assim: cliente pede desconto de 10%.

Vendedor: “10% não posso fazer. Posso fazer 2,5%, se… (pagar antes, aumentar o pedido, comprar outros produtos etc.)”.

Entendeu a diferença? Então vamos parar com essa história de fazer concessões e chamar isso de negociação.

Cliente pediu algo? Exija algo de volta e já se acostume a fazer isso automaticamente. Vai ver como seus resultados vão melhorar muito.

10) “Quando abro mão do que sou, torno-me o que poderia ser.”

11) “A oportunidade de não ser vencido está em nossas próprias mãos. A oportunidade de derrotar o inimigo é oferecida pelo próprio inimigo.”

Lição: Nunca diga “sim” muito rapidamente – podem existir alternativas melhores.

Os melhores vendedores de alta performance exercitam o não constantemente.

Em cursos de compras, uma das principais lições que os compradores profissionais aprendem é sempre dizer não para a primeira proposta, seja qual for.

Não tem muito o que pensar, nem avaliar: é “NÃO” automático. E nem explica muito – simplesmente fala não, “achei caro”, “veja se você pode melhorar isso”, “assim não dá” etc.

E o vendedor sai se batendo tentando melhorar sua proposta. Ou seja: funciona.

Se funciona para um lado, que tal tentarmos usar a mesma lógica para o outro lado (o nosso)?

Quando um cliente fizer alguma proposta grande, tenha calma, respire fundo, peça um tempo, ofereça algo diferente, melhor.

Tem tudo a ver com postura: uma pessoa desesperada aceita imediatamente qualquer proposta. Como você não é uma pessoa desesperada (certo?), então pode escolher as melhores alternativas.

E se está desesperado, provavelmente é porque não está exercitando corretamente os pontos anteriores. Volte lá, reveja a lista, pratique! E saia do desespero, que negociar desesperadamente só vai trazer resultados fracos.


Resuminho deste ponto: sim, queremos fechar o negócio. Sim, estamos felizes que o cliente apresentou uma proposta. Saímos correndo para fechar? Esta é realmente a postura mais profissional? A que vai trazer melhores resultados para você e para o cliente?

Pare, pense, reflita, peça um tempo. Pode ser que existam opções melhores (para os dois, você e cliente, inclusive!).


12) “Ordem e desordem dependem de organização. Coragem e covardia dependem das circunstâncias. Força e fraqueza da sua disposição.”

Lição: Evite ser o primeiro a fazer uma concessão.

Toda negociação é, no fundo, um jogo de forças. E se dar a impressão de que uma das partes é mais forte aumenta as chances de fechar um negócio favorável para essa parte, pode ter certeza absoluta de que é isso o que vai acontecer.

Então leve isso sempre em consideração ao negociar. O cliente vai fazer o jogo dele e forçar concessões da sua parte.

Faça a sua parte e lembre que conceder conta-gotas não é negociar.

Se o cliente pedir uma concessão, peça algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

Cliente pediu algo, você pede algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

Ok? Estamos claros em relação a isso? Vou repetir, para que não tenhamos mais dúvidas: cliente pediu algo, você pede algo em troca. Automaticamente. Imediatamente. Sem pensar.

13) “Seus planos devem ser negros como a noite e, quando for agir, aja como um raio.”

Lição: Use o poder do silêncio, aprenda a ficar calado.

Frase do Victor Frankl que adoro: “Entre o momento em que algo acontece e sua reação existe um espaço. Neste espaço tem uma escolha. Na sua escolha reside sua liberdade e seu crescimento”.

Segundo estudos da Gong, app de inteligência artificial que analisa interações entre vendedores e clientes para tentar descobrir o que os melhores profissionais falam e fazem diferente dos piores vendedores, vendedores de alta performance fazem pausas cinco vezes mais longas do que vendedores de baixa performance.

Use o silêncio a seu favor. Silêncio com segurança é muito poderoso. Transmite competência, solidez, caráter, profissionalismo.

Pense nisso na próxima vez que estiver negociando e veja se sua ansiedade não está fazendo com que fale demais.

Seja mais profissional. Faça pausas, negocie melhor, feche mais vendas.

14) “Invencibilidade está na sua defesa, a probabilidade de vitória no ataque.”

Lição: Questione sempre o outro lado, pois ele pode estar blefando, omitindo ou até mesmo mentindo.

Seria alguma novidade para você se eu contasse que alguns clientes blefam, omitem ou até mesmo mentem para tentar levar algum tipo de vantagem em negociações?

Provavelmente não, certo?

Então, melhor estar preparado, pois pode acontecer (em alguns mercados, inclusive, com muita frequência).

Não leve para o lado pessoal. Mantenha a calma e simplesmente continue conversando e questionando. 99% das vezes o próprio cliente se entrega se você pressionar e questionar de maneira segura, firme e profissional. (Já vi situações dessas em que o vendedor respondeu e brincou com bom humor… e até o cliente riu e abriu o jogo).

15) “Planeje para o difícil enquanto for fácil e faça o que é grande enquanto for pequeno.”

Lição: Otimismo não é substituto para técnica, atitude correta e preparação numa negociação.

Todos os grandes líderes reforçam muito isso, desde tempos antigos. Em Esparta, por exemplo, se dizia que o soldado que treina e se prepara mais sangra menos na batalha.

Aqui é a mesma coisa.

Uma vez vi uma entrevista de um comandante de forças de elite norte-americanas falando sobre preparação. Ele disse uma coisa que é muito verdadeira: “Amadores treinam mal e pouco e têm essa ideia na sua imaginação de que na hora da verdade vão subir de nível, fazer algo incrível, serem super-heróis de filme e salvar o mundo. A verdade é a seguinte: na hora da batalha você não sobe para o nível da sua imaginação. Você cai para o nível da sua preparação”.

Palavras fortes essas: você não sobre para o nível da sua imaginação, você cai para o nível da sua preparação.

Se você se preparou muito, fantástico. Já sabemos o que vai acontecer. 😊

Se você não se preparou… não adianta ser otimista. Já sabemos o que vai acontecer.

16) “Às vezes é necessário perder pequenas batalhas para vencer a guerra.”

Lição: Aprenda quando ceder e conceder para seu benefício.

Uma coisa que o Marcelo Caetano fala muito nas palestras dele exemplifica muito bem este ponto: desconto faz parte do jogo, mas não pode ser o jogo.

Negociar, trocar, conceder – tudo faz parte do jogo. Enquanto for benéfico para você, para a empresa e para o cliente… é jogo.

A questão que eu vejo e que me incomoda muito, é que muitos vendedores dão TUDO que podem muito rapidamente e até fecham o negócio, mas com margens de rentabilidade muito ruim. Poderiam ter fechado muito mais negócios se tivessem concedido/negociado melhor.

No ano passado, um aluno meu descobriu que 100% de todas as vendas, de todas as lojas, com todos os vendedores, tinham sido fechadas com o máximo possível de desconto permitido.

Ou seja: o máximo de desconto permitido vira a média.

Quando isso acontece vemos claramente um erro (que envolve muito da liderança, fique claro aqui também).

Conceder é importante, ajuda a fechar vendas, mas as concessões precisam ser vistas sempre sob a ótica da rentabilidade também. Ou seja, precisam ser benefícios de verdade para você, e não apenas para o cliente ou para acelerar o fechamento de uma venda.

Tem sido cada vez mais comum as empresas incluírem rentabilidade nos seus sistemas de remuneração – isso modifica completamente o comportamento e a atitude de vendedores em relação a concessões (como descontos, por exemplo). Algo que o pessoal da consultoria tem ajudado muitas empresas a revisar com sucesso.

17) “É fácil amar seus amigos, mas às vezes a lição mais dura é aprender a amar o inimigo. O verdadeiro objetivo da guerra é a paz.”

Lição: Procure sempre a melhor alternativa, de forma criativa, para melhorar o negócio para ambos os lados.

No final das contas, por trás de toda negociação, por mais dura que seja, tem um ser humano com anseios, medos, aspirações, sonhos, frustrações, pontos fortes, limitações.

Essa é uma das melhores partes de vender, um dos sete grandes motivos que apareceram quando anos atrás fizemos uma pesquisa sobre por que amamos trabalhar com vendas.

Trabalhar com outros seres humanos, exercitar nosso intelecto, conhecer mais de psicologia, desenvolver nosso lado emocional para lidar com o emocional dos outros… tudo isso faz parte desta grande jornada.

Não trocaria por nada neste mundo.

Negociar bem é algo que faz uma diferença imensa não só em vendas, mas na vida.

Espero que os pontos acima lhe ajudem a se preparar melhor para as próximas negociações. E que todas as outras reportagens que fizemos com muito amor, carinho e profissionalismo ajudem você e sua equipe, por anos e anos, a conseguir mais do que quer, ajudando ao mesmo tempo os outros conseguirem o que querem, com muito mais segurança, competência e profissionalismo.

Tudo que aprender e exercitar aqui vai valer para o resto da sua vida, em todas as áreas onde quiser negociar melhor.

Como disse o outro dia Jay Setty, no Instagram: “lembre que negociar não é você contra o outro. São os dois juntos contra um problema”.

Abraço, boas negociações e boas vendas,

Raul Candeloro.

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Estratégias de negociação: 7 técnicas para usar nas vendas B2B e aumentar as conversões

Quais estratégias de negociação você costuma utilizar durante uma venda?

Contornar objeções ou mostrar ao ciente que algumas de suas exigências vão tornar o negócio inviável não é uma tarefa fácil.

E nas vendas B2B, em que o processo costuma ser mais longo e complexo do que nas vendas B2C, é provável que você precise usar diferentes estratégias de negociação.

Isso porque o perfil de cada cliente pode ser diferente.

E mais: é comum a presença de mais de um tomador de decisão no processo de compra. Isso faz com que o profissional de vendas precise adotar diferentes técnicas que se adequem ao perfil de cada decisor.

Mas, afinal, que técnicas de negociação e venda são essas?

Neste artigo, separamos as 7 estratégias mais utilizadas no mercado B2B. Continue a leitura para descobrir quais são elas e entender como cada uma funciona.

Veja também: As 5 regras da arte da negociação que você precisa conhecer

Você sabe a diferença entre venda e negociação? Então, dê uma olhada neste vídeo do Guilherme Machado:

Leia mais: Dicas de negociação em vendas: 8 táticas que funcionam

7 estratégias de negociação para usar nas vendas B2B

Além das várias técnicas de negociação que você precisa conhecer para usar em diferentes ocasiões, há outro ponto importante: as etapas da negociação.

Conheças quais são elas neste infográfico:

Fases-processo-de-negociacao-01

Agora que você conhece o passo a passo da negociação, veja quais técnicas usar ao seguir esse roteiro.

1. Objetividade

Iniciando nossa lista com as estratégias de negociação mais utilizadas em um processo de vendas, temos a que é baseada na objetividade.

Nesta estratégia, o vendedor estudou seu cliente e o próprio produto e levantou dados concretos para embasar sua argumentação. A intenção aqui é apresentar, com racionalidade e objetividade, como a solução oferecida pode sanar as dores do cliente.

Números, estatísticas, gráficos e depoimentos são exemplos de ferramentas que podem ajudar o vendedor que optar por esta técnica de negociação.

  • DICA: quando ainda não se conhece muito bem o perfil do cliente, esta é a foma mais segura de se iniciar uma negociação. Já se você conhece a personalidade do cliente, esta técnica é mais indicada para indivíduos racionais e pragmáticos.

2. Subjetividade

Dependendo do cliente, pode ser que a estratégia anterior, baseada em dados concretos e objetivos, não seja suficiente para persuadi-lo a fechar negócio.

Nesse caso, talvez seja mais adequado investir em uma abordagem focada em aspectos subjetivos.

A estratégia da subjetividade busca inspirar o cliente com a solução que o vendedor está oferecendo. Ou seja, busque ser menos pragmático na argumentação e mais focado em construir cenários mentais de sucesso.

Se, por exemplo, o cliente demonstra apreço por inovação, mostre como seu produto ou serviço o colocará na vanguarda do mercado. Identifique questões subjetivas que o cliente valoriza e as explore durante a negociação.

  • DICA: para buscar pistas de que temas subjetivos podem agradar seu cliente, pesquise seu perfil no Facebook e Instagram, mídias sociais que mostram o lado mais subjetivo das pessoas.

3. Coalizão

Uma das técnicas de negociação e venda que também costuma dar muito certo é a de coalizão.

Quando apenas os seus argumentos não estão sendo suficientes para convencer o cliente, que tal chamar colegas de empresas que vendem produtos e serviços complementares para unir forças e montar um grande suite de soluções?

Na estratégia de coalizão, o objetivo é unir forças. No entanto, vale lembrar que as soluções complementares precisam ser relevantes para o cliente.

  • DICA: mantenha parcerias com empresas que vendem produtos complementares aos seus e com o mesmo público-alvo. Além da coalizão, vocês também podem trocar indicações de leads.

4. Legitimação

A legitimação é uma das estratégias de negociação utilizadas para validar sua solução, torná-la legítima.

Ou seja, os argumentos utilizados nesta estratégia buscam mostrar para o cliente que seus produtos e serviços:

  • estão de acordo com a legislação vigente;
  • seguem as normas técnicas;
  • já possuem um tempo considerável de mercado;
  • são utilizados por empresas reconhecidas;
  • tem uma grande quantidade de clientes satisfeitos etc.

 

  • DICA: cases de sucesso, depoimentos de clientes, premiações e certificações são materiais que podem ajudar muito ao usar essa técnica de negociação.

5. Troca de concessões

Em uma negociação, ambas as partes possuem condições das quais, a princípio, não abrem mão.

No entanto, a troca de concessões pode favorecer o processo de venda. A intenção é que tanto o vendedor como o comprador ceda em alguns aspectos para que o acordo seja vantajoso para os dois (o famoso ganha-ganha).

É importante que você estabeleça um limite de concessões para que não saia em desvantagem.

  • DICA: A troca de concessões pode acontecer em todos os tipos de negociação, mas, você pode partir focar nessa técnica, trazendo um grande leque de opções “na manga do colete”. Assim, estará preparado para fazer muitas trocas. Apenas lembre-se de não mostrar todas as opções para a outra parte, selecione e apresente apenas as necessárias para conduzir a negociação passo a passo e nunca faça uma concessão sem receber a devida contrapartida.

6. Consulta

Na estratégia de consulta, a solução é montada em conjunto com o cliente.

Ele participa na construção dos arranjos, dando sugestões sobre como seria a solução ideal para seus problemas e necessidades.

Dessa forma, fica mais fácil concluir a venda, pois o produto ou serviço oferecido foi desenvolvido praticamente sob medida pelo cliente e para o cliente.

  • DICA: faça o cliente se sentir parte da solução e também o responsável pelas grandes ideias que solucionaram seu problema. As pessoas tendem a aceitar melhor aquilo que ajudaram a construir, principalmente se se orgulharem disso.

7. Pressão

Esta última dica da nossa lista de técnicas de negociação e venda é bastante arriscada e deve ser utilizada como último recurso.

Isso porque, quando o cliente em potencial se sente pressionado, ele pode desistir da compra e procurar outro fornecedor.

  • DICA: Na estratégia de pressão, o objetivo é criar um senso de urgência no cliente. Mostre que o problema que ele enfrenta precisa ser resolvido o quanto antes e que você tem a solução para isso.

Dicas de negociação nunca são demais, veja mais algumas:

O que achou das nossas 7 dicas de estratégias de negociação em vendas? Coloque-as em prática e veja seus resultados melhorarem de maneira significativa.

Quer dominar mais algumas técnicas de negocião? Então, baixe nosso e-book gratuito: Guia – Negociações de Sucesso

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