eBook – Planejamento da Produção

Acabamos de lançar um ebook intitulado Planejamento da Produção: um guia do MRP, Plano de Produção e previsão de vendas para indústrias.

O objetivo desse material é entregar dicas práticas para auxiliar gestores de indústrias a planejarem melhor suas produções.

O conteúdo foi escrito por engenheiros de produção que trabalham na Nomus e auxiliam centenas de gestores industriais diariamente.

Para baixar, basta clicar na imagem ou botão a seguir:



O que encontrar no Ebook Planejamento da Produção

Caso você queira saber mais sobre que tipo de conteúdo está disponível no eBook, irei fazer um breve resumo de cada capítulo, confira:

Lista de conteúdos inclusos no eBook:

  • 5 benefícios do planejamento de produção para uma indústria
  • Plano Mestre de Produção: o que é, para que serve e como montar
  • O que é o MRP, para que serve e quais os seus segredos
  • Como saber o que, quando e quanto comprar na sua indústria com PCP e MRP
  • Saiba como um modelo de previsão de vendas pode ajudar toda a estratégia e produção da sua indústria
  • Como alinhar a previsão de vendas com o plano mestre de produção
  • Como funciona o módulo de planejamento e MRP do Nomus ERP Industrial

Acima estão os tópicos abordados no eBook. Para você ter uma ideia melhor, irei detalhar um pouco de cada.

5 benefícios do planejamento de produção para uma indústria

O planejamento de produção é muito importante para que uma indústria mantenha sua produção sem paradas e de forma ideal.

Com um bom planejamento de produção sua indústria consegue responder:

  • o que produzir?
  • quando produzir?
  • quanto produzir?
  • onde produzir?
  • como produzir?
  • para quem produzir?

Nesse capitulo listamos quais são os principais benefícios do planejamento da produção.

Plano Mestre de Produção: o que é, para que serve e como montar

O Plano Mestre de Produção (PMP) é um documento em que a empresa lista tudo que será produzido, a quantia e quando será feita a produção.

No PMP é definido as datas de entrega dos produtos e então o cálculo de quantas unidades podem ser fabricadas em determinado tempo.

Nesse capitulo entendemos melhor como o plano mestre de produção funciona e como colocá-lo em prática.

O que é o MRP, para que serve e quais os seus segredos

A ideia central do conceito do MRP, ou seja, o que é MRP e como funciona o MRP, é conseguir calcular a necessidade de materiais em quantidade e em qual momento para um horizonte futuro pré-determinado, desde que se possua informações básicas da estrutura do produto (ou listas de materiais) e o leadtime (tempo de fabricação ou compra) de cada um dos itens na estrutura desses produtos.

Podemos dividir o MRP em dois momentos principais. O cálculo do plano mestre de produção (ou MPS – Master Production Schedule) e a explosão de necessidade das matérias prima e produtos semi-acabados (para listas com ‘n’ níveis). O sistema de planejamento das necessidades de materiais exigem certos registos de dados para funcionamento.

Como saber o que, quando e quanto comprar na sua indústria com PCP e MRP

O pedido de venda foi registrado na sua indústria, as compras foram realizadas com base na lista de materiais dos seus produtos, porém, no meio do processo produtivo, o material não está na quantidade correta no seu estoque.

E agora, o que fazer?Se você se identificou com este problema, saiba que ele atinge grande parte das indústrias brasileiras.

Leia esse capitulo para saber exatamente o que, quando e quanto comprar para sua indústria, utilizando o PCP e MRP.

Saiba como um modelo de previsão de vendas pode ajudar toda a estratégia e produção da sua indústria

Qual gestor não gostaria de ter uma bola de cristal para lhe informar quais produtos e, principalmente, a quantidade vendida de cada um para montar toda a estratégia e produção da empresa? Bem, se você ainda não possui poderes paranormais saiba que o uso de um modelo de previsão de vendas pode lhe ajudar (e muito) a encontrar uma solução para esse dilema.

A previsão de vendas surgiu para atender a constante necessidade dos gestores a planejarem o futuro com assertividade.

Como as vendas movem toda a engrenagem da empresa, modelos que pretendem  prever a demanda de cada produto foram desenvolvidos e aperfeiçoados durante anos, para que cada vez mais os gestores pudessem confiar nas previsões e assim organizarem a produção para atender a necessidade de seus clientes.

Como alinhar a previsão de vendas com o plano mestre de produção

Nesse capitulo falamos sobre como adequar o plano mestre de produção a previsão de vendas e assim organizar sua produção de forma eficiente e sem excesso de estoque.

Todas as indústrias que trabalham com estoque podem se beneficiar dessas dicas e a leitura é altamente recomendada.

Como funciona o módulo de planejamento e MRP do Nomus ERP Industrial

Aqui falamos dos módulos do Nomus ERP Industrial que ajudam o planejamento da produção.

Você pode entender exatamente como um sistema de gestão pode ajudar a sua empresa a alcançar resultados melhores.

Baixe o ebook e acesse o conteúdo completo

Para acessar todas as dicas na integra você precisa baixar o eBook clicando na imagem abaixo:

Fique a vontade para entrar em contato conosco caso tenha alguma dúvida ou sugestão.

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Xiaomi Redmi 8 – Resenha Mi Curitiba

Xiaomi Redmi 8 – Resenha Mi Curitiba

 

A Xiaomi faz muitos smartphones e os faz com frequência. No ano passado, por exemplo, tivemos duas gerações das populares linhas Redmi e Redmi Note com uma diferença de pouco mais de seis meses. Hoje vou falar sobre o novo Redmi 8 , lançado  recentemente. Também veremos como ele difere do Redmi 7. E o spoiler – o Redmi 8 pode parecer um pouco simplificado em comparação ao seu antecessor. 

 

O que está na caixa

A caixa inclui: um adaptador de energia (5V / 2A), um cabo USB / Tipo C, uma ferramenta de ejeção de cartão SIM, uma capa de silicone transparente (ou colorida) e um conjunto de documentação . O Redmi 8 está disponível para compra em duas configurações de memória: 3/32 GB e 4/64 GB.

 

Design, materiais e qualidade de construção

Na frente, o Redmi 8 se parece com… qualquer outro telefone. Se você compará-lo com o Redmi 7, poderá observar um entalhe em forma de gota mais preciso e simplificado – isso é uma vantagem. No entanto, o logotipo Redmi apareceu no campo inferior.
Por design, com uma unidade de exibição projetando-se levemente em uma fina borda de plástico.
Agora vamos virar o smartphone e dizer mais uma vez que não há nada novo e mais uma vez observar como é cansativo ver outro bloco vertical no canto superior esquerdo. Mas felizmente a Xiaomi fez algo diferente.
O bloco ainda é vertical, mas centralizado. Além disso, há uma faixa preta alongada com bordas arredondadas, na qual há câmeras, um scanner de impressões digitais e um logotipo vertical Redmi. Nada de especial, mas a sensação do smartphone é completamente diferente. 
A cor do corpo da nossa amostra é um maravilhoso azul safira com transbordamentos ondulatórios. Parece interessante, embora não único. Nas extremidades, é azul sólido.
Além do azul, o fabricante oferece mais duas cores: preto Onyx Black sem nenhum efeito e vermelho Ruby Red, com o mesmo efeito.
Os materiais são comuns. A parte traseira tem bordas – é de plástico, o Corning Gorilla Glass 5 com um revestimento oleofóbico. O estojo pode facilmente ficar sujo.
É resistente à água, mas mergulhar com o seu smartphone não vale a pena, é claro.
 

 

Configuração de elementos

Acima da frente, há a câmera selfie, sensores de luz e proximidade e um alto-falante. Abaixo está o logotipo Redmi. E tudo parece estar bem, mas eles removeram o LED de notificação. Eu também considero isso uma omissão, porque no Redmi 6/7 está presente e não incomoda ninguém. Pelo contrário, ajuda. Na borda à direita, há um botão liga / desliga e uma tecla de controle de volume; à esquerda, um slot para dois cartões nanoSIM e microSD.
Abaixo estão: um alto-falante para multimídia, uma porta Tipo C, um microfone e uma porta de áudio de 3,5 mm. Aqui você pode elogiar o Redmi 8 por uma tomada de áudio, mas ainda mais pelo Tipo-C. Temos um microfone adicional e um transmissor de infravermelho na parte superior.
Atrás temos: um flash, um par de câmeras, um scanner de impressões digitais, a inscrição vertical do Redmi. Logo abaixo, temos um texto fino – desenvolvido pela Xiaomi. Mas há uma suspeita de que nas amostras comerciais que são vendidas em nossas lojas, haverá marcas de serviço no lugar desta citação concisa.

 

Configuração de elementos

O telefone é um pouco menor em altura e largura que o Redmi 7, mas ganhou cerca de 1 mm de espessura. As dimensões do smartphone são agora as seguintes: 156,5 × 75,4 × 9,4 mm e a massa é de 188 gramas.
Na prática, não há muita diferença, mas devido ao design diferente, o Redmi 8 é menos confiante na mão. As transições suaves parecem mais agradáveis, mas o case é escorregadio. O quadro é fosco.
Não há perguntas sobre a localização dos botões. O scanner está localizado diretamente sob as câmeras, e alguns usuários não gostam. No entanto, durante o período de uso, não me lembro de casos em que acidentalmente tocava no vidro da câmera, em vez do scanner.

 

Redmi 8 ergonomia

O telefone é um pouco menor em altura e largura que o Redmi 7, mas ganhou cerca de 1 mm de espessura. As dimensões do smartphone são agora as seguintes: 156,5 × 75,4 × 9,4 mm e a massa é de 188 gramas.
Na prática, não há muita diferença, mas devido ao design diferente, o Redmi 8 é menos confiante na mão. As transições suaves parecem mais agradáveis, mas o case é escorregadio. O quadro é fosco.
Não há perguntas sobre a localização dos botões. O scanner está localizado diretamente sob as câmeras, e alguns usuários não gostam. No entanto, durante o período de uso, não me lembro de casos em que acidentalmente tocava no vidro da câmera, em vez do scanner.
 

 

Tela Redmi 8

O smartphone possui uma tela diagonal de 6,22 ″ com uma proporção de 19: 9. A tecnologia IPS LCD, a resolução HD + (1520 × 720 pixels) e a densidade de pixels de 270 ppi são usadas na matriz.
A tela ainda não possui alta definição e, acima de tudo, é impressionante ao exibir ícones de aplicativos. Mas para todos os outros pontos-chave – geralmente não é ruim. Se o compararmos novamente com 7, e com as mesmas configurações de tela, o Redmi 8 terá uma reprodução de cores mais natural – não tão saturada, mas não pode ser chamada de desbotada.
O brilho é relativamente alto, para um telefone econômico, e de acordo com o fabricante está em 400 nit. Os ângulos de visão do novo smartphone também são um pouco melhores, mas os tons escuros ainda perdem o contraste sob determinado ângulo.
Não há toneladas de configurações, mas o suficiente. Modo de leitura, escolha do tom da cor e um dos três perfis de contraste. Um tema sombrio também está em vigor. Você pode ativar a tela com um duplo toque e simplesmente pegando o dispositivo. O brilho automático funciona relativamente bem.

 

Redmi 8 desempenho

Agora vamos para a parte mais controversa do Redmi 8. Aqui temos o chipset Qualcomm Snapdragon 439, que tem oito núcleos Cortex-A53 à sua disposição: dois núcleos de alto desempenho com uma velocidade máxima de clock de até 1,95 GHz e seis núcleos com uma freqüência de clock de até 1,45 GHz. O acelerador gráfico é o Adreno 505.
Surpreendentemente, a plataforma é menos produtiva aqui do que no Redmi 7 com o Qualcomm Snapdragon 632. É o mesmo que o Redmi 7A – um dispositivo de orçamento ainda mais simples da geração anterior. Por que o fabricante deu esse passo não está muito claro para mim.
No teste, eu tenho um modelo com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. RAM para um smartphone desse nível é suficiente. Você pode usar alguns aplicativos ao mesmo tempo. Não sei dizer como estão as coisas em outra versão, mas uma coisa é certa – não há muita RAM e, se é possível pagar mais por uma versão avançada, vale a pena.
Dos 64 GB na unidade, 48,96 GB estão disponíveis para o usuário. Você pode colocar um cartão de memória de até 512 GB e ainda não se negar a um segundo cartão SIM. Isso é definitivamente bom.
O sistema Snapdragon 439 nos é familiar do Nokia 4.2 , onde se estabeleceu, embora não da melhor maneira. E exatamente a mesma situação ocorre com o Redmi 8: na maioria dos casos, o smartphone funciona rapidamente, sem congelamentos, mas alguns pequenos atrasos podem ocorrer naturalmente.

 

Métodos de desbloqueio

O Redmi 8 possui um scanner de impressão digital tradicional na parte traseira e funciona tão bem quanto no Redmi 7. É provavelmente o mesmo. É muito rápido, estável e simplesmente ótimo em todos os aspectos. Não tenho queixas.
O desbloqueio de rosto está presente, mas ele precisa de muita luz para funcionar corretamente. Se houver menos fontes de luz, o método levará dois segundos para funcionar. Mas na escuridão total, não há escolha – um scanner ou uma senha manual.

 

Bateria Redmi 8

Com o aumento da espessura do smartphone, deve-se esperar um aumento na capacidade da bateria. Em vez de 4000 mAh, como antes, temos 5000 mAh. Na verdade, são ótimas notícias e o smartphone funcionará por dois dias sem problemas, sem recarregar. Talvez ele possa suportar todos os três, se você o não usar muito ativamente.
Infelizmente, mesmo o tempo aproximado de atividade da tela no meu caso não importará muito, já que eu não podia usar comunicações móveis (não há slot SIM na amostra). E o teste PCMark Work 2.0 também falhou. Mas o Redmi 8 funcionará por um longo tempo, não tenha dúvida.
Além disso, ele pode ser carregado através de uma porta moderna Tipo C, e a unidade é suportada com energia de até 18 watts. Embora no kit você tenha um carregador de 10 watts, ainda assim.

 

Som e comunicação

O alto-falante na extremidade inferior é capaz de reproduzir alto o áudio. Fiquei surpreso ao descobrir que também é muito bom. Sim, está longe do nível de flagships caros, mas para um telefone econômico, o som é adequado com distorção mínima, mesmo em alto volume.
Nos fones de ouvido sem fio, tudo está bem, mas não há volume suficiente. Em uma rua barulhenta ou no metrô, pode não ser suficiente. Para fones de ouvido com fio, você pode aplicar as configurações do equalizador interno e uma das predefinições prontas. O som não está ruim, a margem do volume está boa.
O Redmi 8 possui um módulo Wi-Fi 4 de banda única (802.11 b / g / n) instalado – é uma pena que não haja suporte a 5 GHz, mas funciona corretamente. Há Bluetooth, não a versão mais recente – 4.2 (A2DP, LE) e o GPS usual (A-GPS, GLONASS, BDS, GALILEO). A porta de infravermelho já é um elemento clássico dos smartphones Xiaomi. Pagamentos sem contato com este smartphone não são possíveis devido à falta de um módulo NFC.

 

Câmeras Redmi 8

A câmera principal é representada por dois módulos: o principal com uma resolução de 12 megapixels, abertura f / 1,8, tamanho do sensor de 1 / 2,55 ″ e pixels de 1,4µm com foco automático PDAF e um típico sensor de profundidade auxiliar de 2 megapixels.
O telefone faz fotos decentes ao ar livre. Em uma sala com iluminação média, a redução de ruído não é muito agressiva, porque há detalhes e o ruído digital é minimizado. Quando não há luz suficiente, a situação é oposta – há muito menos detalhes. À noite, a câmera do smartphone não é nada impressionante, mas essa é uma situação padrão e não há nada para se surpreender.
Há um modo retrato, além de separar uma pessoa do fundo, ele pode trabalhar com objetos. Como resultado, fotos adequadas são exibidas com um fundo desfocado e pequenos erros em cenas especialmente complexas (por exemplo, quando o fundo atrás do objeto é irregular).
A gravação de vídeo está disponível em Full HD e 30 FPS. Não há estabilização e, como sempre, a qualidade dos clipes é média.
O módulo da câmera frontal possui 8 megapixels (f / 2.0, 1.12µm). Ele não possui um ângulo de captura muito amplo, a qualidade é medíocre e, na minha opinião, até um pouco pior do que no Redmi 7. Mas é possível que o software seja corrigido no futuro.
O aplicativo da câmera é tradicional para o shell MIUI. Existe um modo manual, mas não há modo noturno, como nos modelos mais caros.

 

Firmware e software

O smartphone possui o Android 9.0 Pie OS instalado com o habitual shell Xiaomi – MIUI 10. Muito foi dito sobre isso, então, novamente, não o descreverei em detalhes. Observarei a opção “Limpeza do alto-falante” nas configurações, que ativa um certo sinal sonoro que supostamente “expulsa” um pouco de umidade. Se você quiser saber mais sobre o shell MIUI, consulte e leia outros comentários dos smartphones Xiaomi.

Veredito

O Redmi 8 é um smartphone trabalhador, no qual a ênfase principal não está no poder, mas na duração do trabalho. O design não é tão monótono como nos acostumamos e a tela melhorou, embora a resolução não tenha mudado. A duração da bateria aumentou claramente e a porta Type-C atual agora é usada para carregar.
 

E se você gostou das características do Redmi 8, não precisa esperar mais, compre o seu agora mesmo!

Mi Curitiba, sua loja Xiaomi em Curiitba!

 
 

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Inteligência de Mercado e Vendas: uma combinação para melhores resultados!

Foi-se o tempo em que apenas ter um bom produto ou serviço e um amplo mercado potencial era suficiente para ter sucesso em vendas.

Hoje, a equação para fechar negócios se tornou bastante mais complexa: 

  • grande volume de concorrentes diretos e indiretos;
  • diferentes modelos de negócios;
  • economia em rápida movimentação; e
  • avanços tecnológicos puxando a inovação diariamente. 

Em um cenário tão complexo, as empresas precisam constantemente identificar oportunidades para seu crescimento ou, até mesmo, riscos para a sua atuação. E não há melhor caminho para isso do que investir na estratégia de Inteligência de Mercado em vendas e marketing.

Você sabe qual é o papel desta área ou função? Esse é o assunto que vamos abordar neste artigo!

O que é Inteligência de Mercado?

A Inteligência de Mercado ou Inteligência Competitiva é uma estratégia de Marketing que utiliza a coleta e a análise de dados para a tomada de decisão.

Na prática, é uma área ou função geralmente conectada às equipes de Marketing ou Vendas e que desempenha um papel fundamental para guiar o foco comercial de uma empresa. 

Isso porque as entregáveis relacionadas à Inteligência de Mercado têm alto impacto nas operações de vendas:

  • Acompanhar o mercado e a economia;
  • Identificar tendências;
  • Ajudar a definir focos de prospecção;
  • Dar suporte ao planejamento comercial;
  • Entender mais profundamente clientes e potenciais clientes.

E por que Inteligência de Mercado ganhou força nos últimos anos, se essas atividades já existem há tempos? A razão principal é a tecnologia!

Atualmente, uma área de Inteligência de Mercado é capaz de analisar um volume muito maior de informações e de forma muito mais rápida, garantindo velocidade também para a tomada de decisão.

Tudo isso graças a ferramentas relacionadas a Big Data, Machine Learning e Inteligência Artificial, que levantam, classificam e interpretam um grande volume de dados em pouco tempo.

Assim, ficou mais fácil entender com quem  a empresa compete, quais são os diferenciais que oferece e os melhores modelos de vendas em que pode apostar!

Por que investir em Inteligência de Mercado em vendas?

Cada vez mais, Inteligência de Mercado se torna uma estratégia obrigatória para as empresas – mesmo as de pequeno porte. Para entender a razão, basta conhecer as principais vantagens em realizar um trabalho estruturado neste campo:

Eficiência nas abordagens

Empresas que apostam em Inteligência de Mercado em vendas otimizam suas abordagens com foco em Outbound Sales.

Ao identificar oportunidades mais quentes, setores mais receptivos ao contato e perfis de negócio com demanda mais urgente para a solução, é possível aumentar significativamente o aproveitamento dos contatos frios.

E você já sabe o que isso significa, não é? Otimização do tempo da equipe, economia em recursos, maiores taxas de conversão e, é claro… mais vendas! 

Redução de riscos corporativos

Um trabalho bem elaborado de Inteligência Competitiva também reduz os riscos para a empresa.

Afinal, ao olhar para as tendências, para as movimentações da economia e para a concorrência, esta área é capaz de alertar antecipadamente para possíveis perdas, permitindo, em muitos casos, a adaptação para a sobrevivência.

Inteligência de Mercado é o que leva empresas a transformarem seus produtos e serviços e a inovar rumo a novos mercados para permanecerem relevantes.

Quer um exemplo?

A Brastemp identificou um modelo de consumo “as a service” e passou não apenas a vender purificadores de água, mas também a alugá-los em um modelo por assinatura. 

Competitividade

É papel da Inteligência de Mercado, ainda, manter a competitividade da empresa ao longo do tempo, olhando para si mesma e para a sua concorrência. Assim, é possível acompanhar mudanças e manter serviços e produtos atrativos para o público-alvo.

Inovação

E, já que falamos em acompanhar mudanças, a inovação precisa estar totalmente relacionada ao trabalho de Inteligência de Mercado.

Caso contrário, são grandes as chances de se tornar um risco para a organização. A inovação baseada em dados garante segurança e assertividade!

O que Inteligência de Mercado faz?

Agora que já sabe o que é Inteligência de Mercado em Vendas e quais são seus principais benefícios para uma empresa, vale a pena detalhar quais são suas principais atividades. 

Confira abaixo:

1. Estudos de mercado

Inteligência Competitiva tem como uma de suas principais funções monitorar o mercado, a partir de indicadores internos e externos, e realizar estudos a partir disso.

Os estudos podem ser sobre a economia, um mercado específico, alguma solução da empresa, determinada praça de atuação, entre outros.

É comum que áreas de Vendas, Marketing e Produto demandem essas análises para Inteligência de Mercado, com o objetivo de auxiliar na tomada de decisão.

2. Estudos da concorrência

Toda empresa possui concorrentes diretos e indiretos, sobre os quais Inteligência Competitiva deve manter olhar atento.

Esta área deve monitorar os concorrentes, tanto a partir de ferramentas, quanto a partir de pesquisas, para entender o quanto eles podem ser um risco para a organização. 

3. Avaliação do modelo comercial

Da mesma forma, é papel de Inteligência de Mercado entender o quanto o modelo comercial da empresa se mantém atrativo, auxiliando diretamente nas políticas de preços e promoções. Ou, até mesmo, identificando a necessidade de disponibilizar novas formas de pagamento ou parcelamento aos clientes. 

4. Estudos com clientes e potenciais clientes

Por fim, outra macrofunção de Inteligência Competitiva é se aprofundar no perfil de clientes e potenciais clientes. Conhecer seus desafios e motivadores para a compra é o passo inicial, mas dá para tornar a venda ainda mais estratégica ao entender interesses e comportamentos.

Melhores práticas de Inteligência de Mercado

Agora, queremos compartilhar com você algumas dicas para colocar em prática essa estratégia na sua empresa, baseadas na nossa experiência e na experiência dos clientes que acompanhamos ao longo da nossa história!

1. Ter funcionários que conciliam análise de dados com visão de mercado

O perfil das pessoas que atuam em Inteligência de Mercado é bastante específico, por isso, muito cuidado na hora da contratação!

Ao mesmo tempo em que é necessário encontrar profissionais capazes de analisar dados rapidamente, com afinidade com matemática e estatística e habilidade em ferramentas de Analytics e Big Data, é preciso que eles tenham também uma boa visão de negócio. Ou seja, um perfil ao mesmo tempo com excelente visão analítica e sistêmica.

2. Conciliar atividades que dão resultado do curto ao longo prazo

Um erro ao iniciar as atividades nessa área é esperar resultados de curtíssimo prazo, o que não costuma acontecer.

Por isso, ao definir as atividades chave, inclua aquelas capazes de impactar do curto ao longo prazo. Do levantamento de listas às análises de oportunidades para novos produtos, por exemplo. 

3. Tenha análises regulares e com objetivos claros

Saber quais informações deseja obter e para qual fim é uma peça chave para o sucesso em Inteligência de Mercado. Já vimos muitas empresas levantando dados para depois colocar a análise em uma gaveta. Certifique-se de que isso não vá acontecer!

Além disso, mantenha a recorrência dos estudos. Se o objetivo é acompanhar as movimentações do mercado e as tendências, é essencial que isso seja medido ao longo do tempo. 

4. Ter fontes de coletas de dados internas e externas

Dados são a base do trabalho de Inteligência de Mercado.

Para tanto, é preciso ter uma forte cultura de dados na empresa para garantir que as fontes internas (como sistema de CRM, por exemplo), estejam corretamente abastecidas.

Além disso, as fontes externas também são fundamentais. Muitas delas são abertas ao público (como dados do Governo), mas existem muitos estudos ou bases de dados que podem requerer algum investimento.

5. Investir em tecnologia

E, se o assunto é colocar a mão no bolso, é preciso investir também em tecnologias adequadas para viabilizar o trabalho de Inteligência de Mercado – especialmente para a automação de processos relacionados à interpretação de dados.

Sistemas de CRM, ferramentas de Big Data e Analytics e dashboards automatizados estão entre os recursos mais importantes!

6. Capacitar equipe de vendas

É comum utilizar os dados para a tomada de decisão e, posteriormente, esquecer que eles existem. Poucas são as empresas que aproveitam as informações para acelerar as vendas na ponta, por meio de Sales Enablement.

A capacitação dos vendedores sobre tendências, mercado e perfil do público ajuda a ter um discurso mais objetivo e vendedor, além de aplicação dos gatilhos de vendas mais adequados. 

Inteligência de Mercado é um dos melhores caminhos para vender mais!

Inteligência de Mercado é uma estratégia que traz muitos benefícios para uma organização, especialmente para a área de vendas. É também capaz de desempenhar diferentes atividades, dependendo do perfil do negócio, seu porte e seu posicionamento no mercado.

O que há em comum para todas as empresas, entretanto, é contar com a análise de dados para guiar suas decisões rumo a um futuro de mais sucesso e menos riscos.

Mesmo que não seja possível estruturar uma área com este foco, vale a pena investigar prestadores de serviço que possam iniciar o trabalho. A partir disso, acreditamos que sua empresa conseguirá trilhar um caminho de melhores resultados!

Para ter sucesso em vendas, acompanhar indicadores é essencial. Confira nosso Kit Indicadores de Vendas para aprender sobre esse tema!

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Utilizar um ERP e um CRM em conjunto: Como fazer, porque fazer e vantagens

Toda empresa precisa de uma administração, isso é um fato. E, existem diversas maneiras de fazer esse gerenciamento, devido às mais variadas formas de controle necessárias para manter os processos sempre funcionando de maneira efetiva.

Por exemplo, uma empresa que precisa de controle de estoque deve implantar uma forma de controlar o mesmo. Já uma empresa que precisa gerenciar o tempo e os processos dos funcionários, precisa de outro tipo de controle.

Uma dificuldade encontrada é que, muitas vezes, várias ferramentas de gerenciamento devem ser utilizados em conjunto.

Mas como fazer isso? Que tipo de controle escolher? Confira aqui como utilizar um ERP e um CRM em conjunto!

O que é um ERP

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, ou seja, é um sistema integrado de gestão empresarial. Sua principal função é automatizar os processos de gestão de uma empresa. Um software desse tipo integra diversos setores. São eles:

  • Financeiro;
  • Fluxo de caixa;
  • Estoque;
  • Produção;
  • Vendas;
  • Emissão de notas fiscais;
  • Emissão de boletos;
  • Relatórios fiscais.

Vantagens de um ERP

Os benefícios que um ERP trazem para uma empresa são vários. Por possuir todos esses setores integrados, ele facilita a visualização mais ampla de tudo o que acontece em diversos setores desta empresa. 

Mas o principal motivo para contratar um ERP é que ele diminui o retrabalho, o que significa que o tempo normalmente gasto em atividades operacionais é reduzido. Isso acontece porque todos os processos são automatizados e integrados. 

Por exemplo, quando alguém insere uma venda no sistema, ele automaticamente reconhece que um produto foi retirado do estoque. Assim, calcula e mensura essa informação nos relatórios dados do produto, da venda e outros. 

Também, no fluxo de caixa, há a entrada do valor do produto vendido, e se, por exemplo, ele for pago a prazo, o sistema calcula quando o valor de cada prestação entrará, entre outros dados.

Dessa forma, tanto a produtividade é aumentada, como a comunicação entre os setore fica otimizada. 

O que é um CRM

CRM é uma sigla que corresponde a Customer Relationship Management. Em outras palavras, um CRM é um gestor de relacionamento com clientes. Isso significa que, utilizando esse tipo de sistema, é possível gerenciar e ter conhecimento sobre diversas informações sobre leads, prospects e contatos que já fecharam vendas com sua equipe. 

Nesses softwares ficam salvos dados como nome, e-mail, telefone, além de tamanho da empresa, redes sociais ou o que for necessário saber desse cliente.

A partir do seu cadastro no CRM é possível entender o seu perfil de comportamento. Ou seja: data da última compra, produtos adquiridos, como foi a negociação etc.

Com base nesse conhecimento, o CRM pode filtrar quais desses cadastros estão mais propensos a se tornarem clientes. E, caso isso aconteça, também é possível gerenciá-los por lá e obter insights sobre as vendas realizadas por eles. 

Vantagens de um CRM

Assim como um ERP, um CRM traz diversas vantagens para uma empresa. Entre elas:

  • O relacionamento com o cliente se torna mais ágil e simples
  • É possível entender melhor o seu comportamento de compra
  • Há maior controle sobre o processo comercial, com relatórios e painéis de indicadores
  • É possível entender o que deve ser feito no momento certo de cada etapa do processo de venda

Como utilizar um ERP e um CRM em conjunto

O principal problema que utilizar um ERP e um CRM em conjunto resolve é a falta de comunicação entre setores.

E não estamos falando de pessoas que não conversam. Mas sim, de setores que precisam de uma integralização maior. E, a partir dessa integração entre os sistemas, alguns recursos podem ser aproveitados por completo. 

Para fazer isso, é necessário que ambos estejam totalmente atualizados. Dessa forma, é necessário a importação e a exportação de dados de um para o outro, ou adotar ferramentas de integração que já façam esse processo de forma automatizada.

Assim, tendo em mãos tanto as informações a respeito do potencial cliente com ele (obtidas através do CRM) quanto dados de estoque, fluxo de caixa e tendo mais facilidade na emissão de notas e boletos, o setor comercial pode fechar vendas de uma maneira mais ágil. 

Vantagens de utilizar um ERP e um CRM em conjunto

Quando pensamos em utilizar um ERP e um CRM em conjunto, o primeiro pensamento pode ser as adversidades que o processo de integração e inserção deles na empresa pode trazer. 

Entretanto, esse processo é muito mais simples do que parece. Além, é claro, de trazer as seguintes vantagens:

  • Aumenta a organização de processos: Essa parte mostra bastante como o marketing e o comercial devem estar alinhados. Com um processo estruturado, a atuação se torna padrão e linear, trazendo mais eficiência à operação.
  • Maior produtividade: A utilização de sistemas para esse tipo de controle faz com que o tempo perdido com atualização de planilhas seja recuperado. Isso pode trazer ainda mais benefícios para a empresa e para o colaborador, que pode utilizar esse tempo para outras atividades mais estratégicas.
  • Aumenta a compreensão da jornada do cliente: Sabendo as etapas que o cliente passou faz com que seja possível desenvolver campanhas e promoções baseadas nessa trajetória. Além de saber o que funciona melhor com seu cliente, também é possível aprender mais sobre seu público-alvo e persona.
  • Aprimora o conhecimento organizacional: Juntamente com a otimização do tempo, utilizar um ERP e um CRM em conjunto faz com que os setores e as equipes melhorem o relacionamento. Isso pode acontecer porque processos burocráticos e erros não acontecem com frequência. 
  • Redução de custos: Planilhas e cadernos são gastos que sua empresa não precisa ter. E não estamos falando que os preços pagos por eles são caros, mas sim, do preço que se paga ao longo do tempo pela falta de eficiência que trazem. Com o retrabalho necessário e uma grande taxa de erros que pode ocorrer, sua empresa perde dinheiro.

Considerações finais

Utilizar um ERP e um CRM em conjunto faz com que você consiga resolver problemas da sua empresa, que, antes da implementação de ambos, seria difícil.

Entre eles, o tempo gasto em processos maçantes, e a integração de todos os setores da empresa, que se torna mais fácil, além de outros. Essa integração também faz com que o seu cliente possa ter uma experiência melhor e facilitada, não esperando muito tempo para realizar uma compra, por exemplo.

Ou seja, quanto mais formas de resolver os problemas que ainda existem na sua empresa, mais rápido as necessidades dos seus clientes serão atendidas, melhorando o processo de compra e o relacionamento com eles.

Esse texto foi escrito pela equipe eGestor, o ERP que ajuda a sua empresa a controlar financeiro, estoque, produção, notas fiscais e até na emissão de boletos!

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Checklist para implantação do Bloco H

O Checklist para implantação do Bloco H foi criada para facilitar a implantação do Bloco H na sua fábrica.

A ideia é centralizar em um artigo todos os passos que nós recomendamos que você siga para implantar o Bloco H na sua empresa. Dessa forma você pode preparar o seu sistema para estruturar o bloco H corretamente.

Vamos a lista:

1. Entenda o que é Bloco H

O primeiro passo é o mais básico, você e sua equipe precisam entender bem o que é o Bloco H antes de começar a estruturá-lo.

É preciso conhecer conceitos como:

  • Quais são as informações que devem ser estruturadas
  • Quando deve ser apresentado
  • Quais são os critérios para definir o valor dos estoques?
  • Qual a diferença entre o Bloco H e o Registro K200?
  • Como tratar as discrepâncias de estoque evidenciadas no inventário?
  • Os materiais de uso e consumo devem ser escriturados no Bloco H?
  • Os estoques em trânsito devem ser escriturados no Bloco H?
  • Como informar transferências de materiais no Bloco H?

Para entender bem, recomendo que leia o artigo: O que é o Bloco H – Inventário físico? (Manual completo)

2. Avalie o check list para implantação do Bloco K

A escrituração do Bloco H deve acontecer em sintonia com a escrituração do Bloco K, em especial com o Registro K200 – Estoque escriturado.

Por isso, para implantar o Bloco H, é importante avaliar com muita atenção o checklist para implantação do Bloco K.

Acesse este artigo para ver o Checklist para implantação do Bloco K.

3. Entenda como fazer o inventário físico dos produtos

Agora é preciso saber como fazer o inventário físico dos produtos da sua fábrica.

Neste artigo você pode ver como fazer o inventário físico dos produtos no sistema Nomus ERP Industrial.

É possível aprender também como avaliar o saldo em estoque dos produtos por empresa antes de entregar o Bloco H.

4. Avalie se é necessário fazer ajuste de custo médio nos produtos

Antes de gerar o Bloco H, caso a sua empresa não mantenha um sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com a escrituração do Bloco H, conforme os Critérios para Avaliação de Estoques do DECRETO Nº 9.580, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2018, pode ser necessário fazer o ajuste de custo médio dos produtos no estoque.

Leia este artigo para entender como fazer o ajuste de custo médio dos produtos na empresa para escrituração do Bloco H.

Aprenda também como avaliar o valor do estoque dos produtos por empresa antes de entregar o Bloco H.

5. Saiba como gerar o Bloco H no seu sistema de gestão

Agora que as informações estão preparadas, chegou a hora de gerar o seu Bloco H.

Verifique se o seu sistema de gestão possui essa funcionalidade e como colocá-la em prática.

Caso você utilize o Nomus ERP Industrial, leia este artigo para entender como gerar o Bloco H no sistema Nomus, e para ver exemplos de escrituração do Bloco H de:

  • Materiais nossos em nosso poder
  • Materiais nossos em poder de terceiros
  • Materiais de terceiros em nosso poder

6. Veja como informar o código da conta contábil no Bloco H

O código da conta contábil para escrituração do Bloco H é informado por tipo de produto.

No cadastro de tipos de produto temos o campo:

Código da conta contábil para escrituração do Bloco H do SPED Fiscal (string)

Esse campo está destacado na imagem a seguir:

Esse campo deve ser preenchido com o código da conta contábil correspondente ao tipo de produto.

Na tela acima preenchemos o tipo de produto “Matéria prima” com o código da conta contábil “10203040”.

Ao preencher esse campo no cadastro de tipos de produto, essa informação é escriturada na geração do Bloco H.

Apresentamos a seguir alguns exemplos de escrituração do Bloco H de produtos com o tipo de produto “Matéria prima”.

Veja que em todos os produtos escriturados no Bloco H acima, o código da conta contábil foi preenchido com o valor “10203040”.

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O que é lead generation: definição, 5 técnicas e como usá-las em conjunto para maiores resultados

Você sabe o que é lead generation? Em outras palavras: como você consegue o contato de possíveis clientes para sua equipe de vendas abordar?

Com mercados cada vez mais competitivos, a busca por novos clientes se tornou uma tarefa mais difícil. Além disso, o maior acesso à internet permite que as pessoas pesquisem diferentes opções para o produto ou serviço que elas precisam antes de fechar qualquer negócio.

Nesse sentido, a geração de leads se mostra uma importante estratégia para empresas que querem obter sucessos nas vendas.

Nas próximas linhas, você vai entender melhor o que é lead generation e sua importância para os negócios. Continue a leitura e veja também 5 dicas de geração de leads que você pode usar na sua empresa.

Leia também: Saiba o que são leads e conheça 8 dicas para conquistá-los

O que é lead generation?

Lead generation, ou geração de leads, é o processo pelo qual uma empresa captura o contato de clientes em potencial, que em algum momento demonstraram interesse pelas soluções que a empresa oferece.

Ou seja, a geração de leads é uma estratégia praticada pelas empresas para atrair clientes em potencial e desenvolver um relacionamento duradouro com eles.

Para que o prospect se torne, de fato, um lead, é necessário que ele forneça de maneira voluntária algum meio de contato, como telefone ou endereço de e-mail. A partir disso, a empresa poderá nutrir esse lead a fim de conduzi-lo até a base do Funil de Vendas e convertê-lo em cliente.

Saiba mais: Captação de leads: o que é e como por em prática em sua empresa agora mesmo!

Depois de gerar seus leads, você precisará qualificá-los. Isto é: descobrir se realmente são interessantes para o seu negócio.

Para isso, existem diversas técnicas, selecionamos as principais neste infográfico:

geração de leads

Qual a importância da geração de leads?

A geração de leads é um processo muito importante para empresas que desejam atrair novas oportunidades de negócio. Ela é o primeiro passo para uma série de outras estratégias que serão adotadas ou o intuito de aumentar o interesse do prospect por seus produtos ou serviços e convencê-lo a comprar a solução que você está oferecendo.

Quando um lead é gerado, a empresa pode nutri-lo com conteúdo relevante e de acordo com o estágio do Funil de Vendas em que ele se encontra. Isso tende a aumentar a taxa de conversão.

Vale lembrar também que o processo de lead generation acaba sendo uma oportunidade para que a empresa desenvolva um relacionamento de longo prazo com esse cliente em potencial.

Além disso, a geração de leads serve também como um indicador de desempenho das campanhas de marketing digital da empresa.

Leia mais: Como fazer a geração de leads B2B e manter seu funil de vendas funcionando

Lembre-se que toda técnica de prospecção gera leads. Veja uma dica do Eduardo Muller sobre isso:

5 técnicas de lead generation para usar na sua empresa e como combiná-las para ter melhores resultados

1 – Landing pages

As landing pages são páginas da web nas quais o visitante fornece alguns dados em um formulário em troca de algum conteúdo rico, como e-books, vídeo-aula, infográficos, relatórios de pesquisas, etc.

É fundamental que o conteúdo oferecido em troca dos dados do visitante seja relevante para ele e supere suas expectativas.

Assim, além de continuar interessado na sua marca, há grandes chances de ele recomendar seu conteúdo e compartilhar nas redes sociais. Isso tende a fazer com que a sua base de leads aumente.

2 – Newsletter

A newsletter não é um recurso novo. Ela ainda é muito eficiente quando o assunto é geração de leads.

É bastante comum ver em sites e blogs de empresas um espaço com os dizeres “Assine nossa newsletter”. Quando o visitante opta por assinar, ele preenche alguns dados, como nome e endereço de e-mail.

A empresa, então, passará a enviar conteúdos para esse e-mail que sejam de interesse do lead. O ideal é que esses conteúdos sejam exclusivos para assinantes.

3 – Eventos online e offline

Outra maneira de conseguir lead é através de eventos, sejam eles online ou offline.

Nos eventos online, você pode promover palestras, webinars ou transmissões ao vivo de congressos, por exemplo. Mas, para que o visitante possa participar, ele precisa preencher um formulário com os dados para contato.

Já nos eventos offline, como feiras e exposições, você pode pedir para que os visitantes preencham um pequeno formulário de presença, por exemplo, deixando nome, e-mail e telefone.

Outra possibilidade é a sua empresa promover algum evento presencial e fornecer certificados mediante o fornecimento de dados para contato.

4 – Search Engine Optimization (SEO)

Não há como falar de geração de leads sem mencionar as técnicas de SEO.

Elas é que vão otimizar a busca pelo seu conteúdo nos sites de pesquisa. Assim, você consegue atrair mais visitantes ao seu blog ou site, o que aumenta a possibilidade de transformá-los em leads.

5- Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo se refere a prática de gerar conteúdos relevantes para seu público-alvo e o perfil do seu consumidor.

Isso normalmente é feito em blogs, mas as mídias sociais também podem ser utilizadas.

Assim, o público começa a perceber sua empresa como especialista nas soluções que oferece. Além disso, passa a  atrair mais visitantes para suas páginas. E, consequentemente, uma maior oportunidade de geração de leads.

Como integrar essas 5 estratégias de lead generation por meio da automação?

Na verdade, o ideal é combinar as técnicas de SEO com marketing de conteúdo e eventos online para atrair seu público-alvo para sua páginas.

Em seguida, esses visitantes são estimulados a acessar as landing pages que você criou e deixam ali dados, como telefone e-mail (tornando-se leads). Assim, passa a receber sua newsletter e outras trilhas de e-mails segmentados por interesses específicos de cada perfil de cliente.

Dessa forma, são gradativamente “nutridos” com informações sobre como resolverem suas necessidades até estarem suficientemente interessados por seus produtos ou serviços e poderem ser contatados pela equipe de vendas.

Para fazer isso, o ideal é usar um software de CRM integrado a um de automação de marketing.

Entenda isso melhor neste post: Por que integrar seu CRM com automação de marketing?

Para finalizar o conteúdo, aproveite e confira esta apresentação de slides:

E aí? Gostou de saber mais sobre lead generation?

Se você ainda não pratica a geração de leads na sua empresa, saiba que pode estar perdendo grandes oportunidades negócio. Por isso, coloque em prática as técnicas que citamos aqui e atraia mais leads para a sua empresa.

Para conhecer mais técnicas de prospecção e captação de leads, baixe nosso e-book gratuito: Como usar o Agendor para alcançar seus melhores clientes

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Inativos também são ativos. Como você tem cuidado deles?

Comecei a escrever este artigo com o objetivo de falar sobre excelência como posicionamento e diferencial. Melhor ainda: excelência como postura e filosofia de vida. Era um bom tema. Afinal, acredito profundamente nisso – que buscar ser melhor é um caminho que vai além do profissional e que faz com que você tenha uma visão diferente da sua missão de vida, dentro e/ou fora da empresa.

Mas depois de uma série de dúvidas que surgiram recentemente nos encontros de mentoria que tenho com grupos de empresários, resolvi abordar algo que talvez seja mais premente. Especificamente, sobre uma lenda urbana que se propagou por aí como história de assombração e acabou virando uma pseudoverdade altamente questionável e que influencia muita gente.

Você se lembra de uma propaganda antiga, de uma bebida chamada Drury’s, em que o seu você de amanhã vinha visitar você hoje, para avisar e recomendar que se comportasse e escolhesse direito?

É mais ou menos a mesma coisa. Vendedores e empresas estão tomando decisões ruins, que parecem boas agora, mas atrapalham seu futuro. Aí o futuro chega.27

Vou começar pelo começo, para você entender bem a lógica e minha linha de raciocínio.

Há alguns dias, uma empresária me escreveu dizendo algo mais ou menos nestas linhas:

“Raul, eu presto serviços de organização de eventos – casamentos, formaturas, batizados e assim por diante. Também fazemos eventos para empresas, mas a maior parte é mesmo para pessoas em momentos importantes das suas vidas. Quando um cliente me contrata, está vivendo um momento único. Provavelmente ele nunca mais me contrate. Então, fazendo seu módulo de reativação de clientes, fiquei pensando se realmente é algo que se aplique a mim. Não seria melhor eu colocar meu foco, tempo, energia e dinheiro em prospecção, por exemplo? Não vejo grandes oportunidades na reativação de inativos.”

Esta é uma dúvida que aparece com muita frequência, principalmente em empresas que têm ciclos de recompra longos – imóveis, colchões, alguns tipos de seguro, carros, motos, aviões, barcos, alguns tipos de viagem. Todo mundo diz a mesma coisa: “Esse cliente não vai comprar mais de mim – logo, esqueço-o”.

De onde surge essa postura?

Do foco no produto/serviço e não do foco no cliente.

É fácil de diferenciar os dois:

  1. Um vendedor focado no produto/serviço procura clientes que comprem aquele produto/serviço. Se existir possibilidade de aquele produto/serviço ser recomprado rapidamente, com frequência, aí o vendedor cria um relacionamento com o cliente. Se não, depois de vender o cliente é literalmente abandonado, pois o vendedor não vê mais validade ou valor no relacionamento – seu foco passa a estar em buscar novos clientes para o produto/serviço que precisa vender.
  2. Um vendedor focado no cliente acompanha o cliente na sua jornada de vida. Não apenas de compra. Ou seja, continua-se investindo no relacionamento, pois em algum momento futuro pode existir uma outra recompra.

Neste segundo caso, o profissional entende as necessidades do cliente e ajuda-o a comprar o que ele precisa. O relacionamento está baseado numa possível compra futura e não na compra imediata, que precisa necessariamente existir no primeiro cenário.

Na primeira opção o vendedor está sentado de frente para o cliente. “Eu tenho o que ele precisa, ele tem o que eu preciso, fazemos uma troca. Eu dou um produto/serviço, ele me dá dinheiro e pronto. Negócio fechado, bola pra frente. Próximo!” Esta é a visão.

Na segunda opção vendedor e cliente estão sentados lado a lado. Basicamente, o vendedor passa a ser o cliente. Conforme o cliente vai passando por momentos diferentes, ele pode oferecer novos produtos/serviços, os mesmos, pode não oferecer… enfim, o relacionamento continua.

Num deles o vendedor tem uma postura de caçador (hunter). Sai para caçar e come o que caçar hoje. No outro, planta agora para colher mais à frente.

Pegue por exemplo um corretor de imóveis. Hoje um corretor no Brasil não representa um cliente. Se você se aprofundar e entender um pouco como funciona, verá que o corretor representa o imóvel que está tentando vender.

Um corretor vende um imóvel e provavelmente nunca mais vai falar com o comprador na vida. Sei porque tenho vários clientes na área, alunos em cursos, faço mentoria direto com duas empresas da área etc. É a realidade.

Por que isso? Porque o cliente já comprou o imóvel. O corretor fica pensando: “quando vai comprar de novo? Daqui a cinco, sete, dez anos? Até lá, já morri. Tenho contas para pagar, tem um plantão novo que estão me mandando passar o fim de semana, tem uma campanha de vendas do novo lançamento…”.

Não dá – quando o futuro compete com o curto prazo, é complicado mesmo. O problema é que o futuro sempre chega.

Se uma empresa acabou de começar e não tem carteira de clientes, é óbvio que o foco dela vai ser 100% em prospecção. Se você não tem água ou comida, é melhor garantir isso rápido, ou vai morrer. Mas depois que consegue o básico, se não começa a pensar no futuro, cai numa roda imediatista triste.

Voltando aos exemplos citados anteriormente:

– Pergunto ao diretor de uma grande imobiliária com qual frequência as pessoas se mudam e compram um apartamento novo. Ele responde que, pelas pesquisas que fizeram, em média entre sete e oito anos as pessoas se mudam e/ou compram um imóvel novo (filho/filha casando, saindo de casa, indo para faculdade etc.). A imobiliária tem 15 anos. Quantos dos clientes que compraram seu primeiro imóvel com ela compraram o segundo? Ninguém sabe responder. Quanto tempo, energia, dinheiro foi colocado nisso? Zero (ao mesmo tempo, investe-se mais de um milhão de reais por ano em anúncios).

  • Pergunto para a empresária organizadora de eventos se uma pessoa que fez sua formatura com eles pode se casar, ter filhos, organizar batizados, outras comemorações. A resposta é “sim”, certo? Quantas dessas ocasiões ela aproveitou como oportunidade de negócio? Zero. O foco está todo em quê? Em prospecção.
  • Pergunto para o empresário da loja de colchões a cada quantos anos uma pessoa troca de colchão. Ele me responde que o certo seria entre cinco e sete anos, dependendo do colchão, mas que a média é de dez. A loja tem 12 anos. Pergunto quantas pessoas que compraram colchões cinco anos atrás, sete anos atrás e dez anos atrás voltaram para trocar seu colchão com eles, na mesma loja. Silêncio absoluto como resposta.

Essas pessoas são todas inteligentes, razoavelmente bem-sucedidas. Não chegaram até aqui por acaso. Mas todas me procuram pois têm vendas estagnadas ou caindo, e querem que eu ajude com ideias que, no fundo, são sempre promocionais e focadas em prospecção.

Quando falo: “Calma, vamos repensar”, consigo até sentir a frustração e a ansiedade.

Entendo que fluxo de caixa é importante e justamente por isso reforço que a melhor estratégia é fidelizar clientes e reativar inativos. Mas todo mundo tem foco em prospecção.

Uma vez, estava visitando um empresário em Salvador (BA) e ele me levou ao depósito onde tinha seu estoque. Abriu a porta e falou, todo orgulhoso: “tudo isso aqui é dinheiro!”.

Lembro que eu respondi: “Não, isso é estoque”.

Não é um debate semântico. É bem fácil de entender. Dinheiro você tem na conta, o cliente dá para você em troca de alguma coisa. Quando algo de valor sai de você e vai para o cliente, o cliente responde com o valor dele (dinheiro, no caso).

Quando olho para uma lista de clientes inativos, eu vejo mais do que estoque. Vejo uma possibilidade muito concreta de transformar aquela lista em $$$.

Mesmo que simples, sem fazer propostas malucas, nunca vi uma campanha de reativação de clientes inativos que fosse deficitária.

Aliás, nunca vi uma campanha de reativação de inativos que tivesse resultados menores do que uma campanha de prospecção.

Aí você olha o que temos hoje no mercado e é só um blábláblá de outbound, funil de prospecção, cadência e aquecimento de leads. E os inativos lá, esperando. Gente/empresas que já compraram de você, mas que, pela lenda urbana vigente atualmente, acabam desvalorizados a ponto de serem considerados “lixão” (termo real, que ouvi numa das empresas – assim chamavam a lista de inativos).

Mesmo que o processo de recompra demore, uma linha inteligente e consistente de comunicação vai ter outros benefícios além da ativação futura desses clientes:

  • Reforço de marca (se vai trabalhar branding, há lista melhor do que esta?)
  • Indicações e boca a boca (quer influenciador melhor do que um cliente satisfeito?)
  • Ideias/sugestões de melhoria, novos produtos/serviços, inteligência de mercado (listagem perfeita para fazer pesquisas, por exemplo)

Note que tudo gira em torno do foco:

  • Se eu foco no produto/serviço e vou buscar clientes (melhor termo seria “compradores”, que é a única coisa que realmente interessa nesta situação).
  • Se eu foco no cliente e aí vou buscar produtos/serviços que possam lhe interessar/ajudar.

Muita gente está fazendo o primeiro achando (ou só falando mesmo) que está fazendo o segundo.

A melhor saída desta lenda urbana e minha grande recomendação tem sido o marketing de cabeça para baixo. Ao invés de colocar 95% de esforço, tempo e dinheiro na prospecção de clientes, baseando sua lógica num paradigma ultrapassado de lenda urbano, faça um Pareto correto e coloque 80% em clientes (incluindo inativos) e 20% em prospecção. Talvez os números não sejam exatamente esses, mas a lógica é.

Quando fizer uma venda para um cliente, mesmo que uma possível recompra seja só lá no futuro, tenha certeza de que vai continuar presente na vida desse cliente, para que ele se lembre de você na próxima recompra, para que ele te indique, para que ele saiba quem você é. Isso se chama relacionamento.

E quem tem que decidir isso é a empresa, não o vendedor. Tem que ser uma estratégia da empresa, tem que ter processo, tem que ser algo formalizado, com indicadores, rotinas, reuniões sobre isso.

Cliente ativo é um ativo financeiro. Cliente inativo também é um ativo financeiro. Tome uma decisão financeiramente inteligente e invista nesses ativos. Seu futuro você agradece. E lembre que amanhã chega rápido. Então não use como desculpa a urgência para definir suas prioridades de forma míope. Justamente porque precisamos vender com urgência é que precisamos fazer tudo certo hoje para garantir a venda amanhã.

Abraço e boas vendas,

Raul Candeloro

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Playbook de vendas: o que é e 8 dicas de como fazer um para sua equipe de vendedores

Você sabe o que é playbook de vendas?

Alinhar os colaboradores aos objetivos estratégicos da empresa, aos valores por ela cultivados e ao método que ela opera configura um dos maiores desafios para quem gerencia uma equipe de vendas.

Nesse sentido, a fim de assegurar que o trabalho seja executado com qualidade, um material de apoio pode ser muito útil. E é aí que entram os playbooks.

Nas próximas linhas, vamos explicar o que é playbook de vendas e como ele pode ajudar seus vendedores a trilhar os caminhos em busca de resultados mais satisfatórios.

Continue a leitura e confira 8 dicas de como criar um playbook para a sua equipe de vendas.

Leia também: As 7 etapas do processo de vendas: siga esse passo a passo!

O playbook é uma maneira de organizar equipes de vendas, mas existem outras providências necessárias.

Confira nesta apresentação de slides:

O que é playbook de vendas?

Você já ouviu a expressão “play by the book”? Traduzindo para o português, ela significaria algo como “seguir as regras”, “fazer de acordo com o combinado”.

É esse o princípio do playbook de vendas. Podemos definir o que é playbook de vendas como um guia com todas as orientações que os vendedores deverão seguir durante suas rotinas de trabalho.

Trata-se de um material que contém informações como os métodos para abordar os clientes, os principais argumentos de venda, a maneira de se comportar em uma reunião, o perfil dos principais clientes, a forma de agir em cada etapa do funil de vendas, etc.

O playbook é uma ferramenta que serve também para padronizar o processo de vendas, tornando-o mais eficaz e eficiente.

Com o conjunto de boas práticas presentes no playbook de vendas, os vendedores saberão o que fazer em diferentes situações. Esse material é extremamente benéfico para colaboradores novatos, que estão ingressando agora na sua equipe de vendas e vão passar por um processo de ramp up de vendas (saiba mais aqui: O que é Ramp up de Vendas? Entenda o conceito e como aplicá-lo na sua equipe!).

O playbook é um documento que dá embasamento para a argumentação dos vendedores. Ele possibilita ao vendedor avaliar se o produto ou serviço em questão é, de fato, a solução que o prospect precisa. Assim, garante-se maior assertividade nas tentativas de conversão.

Além disso, os profissionais de venda ficam mais bem preparados para lidar com as objeções que seus futuros clientes podem apresentar à solução oferecida.

11 vantagens de criar um playbook de vendas

Mas será que vale a pena mesmo usar um playbook de vendas? Confira porque você deve usar:

  1. Padronização dos processos de vendas;
  2. Possibilidade de escalar as vendas;
  3. Maior engajamento dos colaboradores;
  4. Aumento da taxa de conversão;
  5. Diminuição no Custo de Aquisição de Clientes (CAC);
  6. Fácil adesão e divulgação entre a equipe;
  7. Otimização de esforços;
  8. Tentativas de persuasão mais acertadas;
  9. Adaptação do discurso de venda para o tipo de cliente;
  10. Maior alinhamento entre o discurso dos vendedores e o posicionamento da empresa.

Quer conhecer uma maneira de fixar seu processo de vendas no dia a dia dos vendedores? Use o fluxo inteligente de vendas do app do Agendor:

Leia também: O que seu app de vendas precisa ter? Confira 7 recursos essenciais!

8 dicas de como fazer um playbook de vendas

1 – Escolha o formato para o seu playbook

Como o seu playbook será apresentado? Qual plataforma é a mais adequada para hospedar esse tipo de conteúdo?

Geralmente, um playbook é feito em formato PDF ou em apresentação de slides. Você pode também optar por um formato físico, mas isso vai impedir que você coloque conteúdos ricos, como áudios, vídeos, links para o site dos clientes, etc.

Escolha o formato que você achar mais conveniente para os seus vendedores e que caiba no seu orçamento.

2 – Reserve um espaço para falar sobre a sua empresa

Após escolher o formato, é hora de começar a redigir o conteúdo.

É imprescindível que você separe um espaço introdutório para apresentar a empresa ao leitor. Coloque no playbook informações sobre a história da companhia, a missão, a visão e os valores. Não deixe também de escrever um breve perfil sobre os diretores.

A intenção é fazer com que o vendedor tenha plena consciência sobre a empresa para a qual ele está trabalhando.

3 – Faça um apanhado geral sobre o mercado

O vendedor precisa também entender o mercado em que a sua empresa está inserida. Por isso, faça um apanhado geral o mercado, sem deixar de falar sobre os principais concorrentes.

4 – Descreva as personas dos clientes ideais

Buyer personas são representações ficcionais dos clientes ideais da empresa.

Assim, os vendedores saberão exatamente que características procurar durante a prospecção de clientes.  Além disso, durante o processo de qualificação, serão muito mais assertivos. aumentando a a de conversão.

Veja mais detalhes neste post: O que é uma buyer persona e como irá ajudar no seu processo de vendas

5- Materiais de apoio a vendas

Outro ponto importante que deve estar destacado no playbook de vendas é: quais materiais os vendedores têm a sua disposição e onde encontrá-los.

Assim, apresentação, modelos de contatos e de propostas, cases de sucesso, depoimentos de clientes satisfeitos, e-books, infográficos tudo mais que a empresa usa para auxiliar seus vendedores a fechar mais negócios deve estar listado no playbook, com indicações de onde obtê-los.

6 – Deixe clara a função de cada um na empresa

É fundamental que cada vendedor entenda qual a sua tarefa na empresa.

Afinal, em uma equipe de vendas, diferentes funções são ocupadas. E é preciso que cada colaborador saiba onde terminam as suas responsabilidades e onde começam as dos seus colegas.

Os gestores de vendas têm um papel, vendedores de campo outro, vendedores internos, SDRs e BDRs desenvolvem outras tarefas.

Isso sem falar da interação com a equipe de marketing.

Veja, a seguir, alguns posts de nosso blog que podem ajudar você a definir melhor esses cargos e funções:

7 – Descreva todos os processos de vendas detalhadamente

Chegamos à parte central do seu playbook. Nesta dica, você deverá descrever com o máximo de detalhes possível o funcionamento dos processos de vendas.

O vendedor precisa ter plena compreensão sobre cada etapa, desde a atração até o pós-venda. É necessário que ele entenda não somente o seu papel nesse processo, mas também o de seus colegas e como o trabalho de cada um interfere nos resultados da empresa.

Desenhar um fluxograma pode ser muito útil para que o vendedor visualize com clareza como tudo funciona.

Além disso, reserve um tópico para falar sobre as principais ferramentas utilizadas, como um software de CRM.

É importante também que o seu playbook de vendas contenha simulações para que o vendedor possa saber como reagir a possíveis objeções dos futuros clientes.

Assim, ele estará mais bem preparado para lidar com diferentes situações.

8 – Explicite os mecanismos de mensuração de resultados

No seu playbook de vendas não pode faltar as ferramentas e mecanismos utilizados para monitorar e mensurar os resultados dos vendedores.

É importante que eles saibam como o trabalho deles será avaliado. Assim, torna-se possível avaliar também quais práticas têm sido mais eficazes.

Com os indicadores desempenho, os vendedores se sentirão mais motivados a perseguir melhores resultados.

Exemplos de playbook de vendas

Não é fácil encontrar exemplos de playbooks de vendas porque muitas empresas preferem “esconder o ouro”. Assim, evitam que a concorrência tenha acesso às suas técnicas de vendas.

Mesmo assim, o pessoal da Meetime sabe da importância de ajudar empresas a vender e, por isso, disponibilizou seu playbook de vendas neste link: Playbook Meetime

Outra alternativa é usar um playbook online. A Playbooker é especializada nisso, conheça neste link: Playbooker.

Pescamos mais um exemplo de playbook de vendas, ou, pelo menos, um descritivo em vídeo das operações de vendas da Reev, confira:

Agora que você já sabe mais sobre playbook de vendas, que tal produzir esse tipo de material para a sua empresa? Faça isso e obtenha resultados de vendas mais consistentes.

Uma parte importante do playbook é a definição de metas e indicadores. Aprenda mais sobre eles neste e-book gratuito: Indicadores de Vendas e Marketing

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Redmi 7 – Resenha

Redmi 7 – Resenha

A Xiaomi não é a única empresa que luta constantemente para melhorar especificações e recursos em telefones de baixo custo. O recém-anunciado Redmi 7 é um cavalo de batalha que deve agradar a todos. Parece oferecer quase tudo o que os compradores desejam, e o foco está no valor geral, e não em qualquer recurso importante. Nesta análise, estamos focados no Redmi 7 e veremos se a Xiaomi conseguiu oferecer o suficiente para ficar à frente das concorrentes.

Redmi 7 design

Muitos dos telefones anteriores da Xiaomi pareciam muito semelhantes, mas o Redmi 7 quebra o molde. A empresa abandonou completamente a aparência metálica do Redmi 6  e adotou o plástico brilhante multicolorido, como muitos de seus concorrentes. Existem três cores para escolher – a simples Eclipse Black – que temos para revisão – e as mais atraentes Comet Blue e Lunar Red.

Os dois últimos apresentam gradientes de cores nos painéis traseiros. A Xiaomi chama isso de sua aparência de ‘Aura Smoke’. A opção Comet Blue apresenta roxo escuro mesclado em azul brilhante, enquanto o Lunar Red é preto na parte superior, desbotando em vermelho na parte inferior. Embora nem todos gostem disso, o efeito geral é um pouco mais sutil do que alguns dos outros designs que vimos recentemente. Se você não gosta desses acabamentos, pode usar a tampa plástica translúcida escura que vem na caixa.

 

Os telefones estão crescendo e o Redmi 7 não é exceção. Sua tela de 6,26 polegadas é muito maior que a de 5,45 polegadas do Redmi 6, mas isso não é apenas por causa de bordas mais finas. O Redmi 7 é significativamente maior que o seu antecessor . Com esta geração, até o Redmi 7 de baixo custo obtém um entalhe moderno de “pontos”, embora tenhamos que dizer que, se você estiver procurando por uma tela sem bordas, este telefone não se encaixa nessa descrição. A boa notícia é que a Xiaomi usou o Gorilla Glass 5 para a tela, o que deve lhe dar um pouco de tranquilidade.

A parte de trás deste telefone é feita de plástico moldado, que a Xiaomi diz ter sido “finalizado com um nano-spray”. Nossa unidade de revisão em preto liso era brilhante e altamente reflexiva e não apresentava textura perceptível. Felizmente, o sensor de impressão digital na parte traseira e os botões de energia e volume à direita estão a fácil alcance.

Especificações e software do Redmi 7

No coração do novo Redmi 7 está o Qualcomm Snapdragon 632 SoC, que é uma melhoria considerável não apenas no MediaTek Helio P22 do Redmi 6, mas também no Snapdragon 625 no Redmi 6 Pro. Possui oito núcleos de CPU Kryo 250 próprios da Qualcomm, rodando a até 1,8 GHz, e gráficos Adreno 506 integrados.

A Xiaomi lançou duas variantes do Redmi 7 na Índia e ambas têm 32 GB de armazenamento eMMC. A única diferença é que a variante básica tem 2 GB de RAM e os Rs. A tela de 6,26 polegadas tem uma resolução de 720×1520 e uma proporção de 19: 9. A Xiaomi diz que você recebe 84% da gama de cores NTSC, o que é decente o suficiente para um telefone de baixo custo. Há uma bateria de 4000mAh, que é um grande aumento de 3000mAh no Redmi 6, e embora o Quick Charge da Qualcomm não seja explicitamente suportado, o carregador incluído é avaliado em 10W.

O Redmi 7 suporta 4G e VoLTE em ambos os SIMs, bem como Wi-Fi 802.11n de banda única, Bluetooth 4.2 e GPS. Há uma bússola eletrônica mais o acelerômetro usual e o sensor de luz ambiente, mas nenhum giroscópio. Nossos diagnósticos mostraram que este telefone suporta Widevine L3 DRM, não L1 para streaming de vídeo em HD total.

O MIUI não oferece a opção de gaveta de aplicativos, para que todos os ícones estejam nas telas iniciais. Se você deslizar o dedo diretamente da primeira tela inicial, chegará a uma página chamada App Vault que possui vários painéis, incluindo atalhos para tarefas específicas em determinados aplicativos. Também existem anúncios para “aplicativos recomendados”, concursos e integrações de aplicativos aqui. O alternador de tarefas MIUI possui um layout lado a lado, o que é realmente bastante útil.

O recurso Second Space é um perfil separado para aplicativos e dados particulares, que você pode excluir e redefinir a qualquer momento. O Dual Apps permite executar duas instâncias de praticamente qualquer aplicativo, não apenas mensageiros.

Observamos que, ao instalar qualquer aplicativo da Google Play Store, uma tela de “verificador de aplicativos” com um anúncio seria exibida. O teclado Facemoji padrão oferece muitos efeitos de texto ASCII, emojis, GIFs, adesivos e temas. Há uma loja Mi Apps e vários aplicativos de primeira linha e, como vimos anteriormente, existem anúncios em muitos deles.

O aplicativo Música permite transmitir músicas de Hungama sem nenhum processo de configuração da conta. Um aplicativo chamado Security possui um antivírus e algumas ferramentas de privacidade, mas também por algum motivo inclui um “acelerador de velocidade do jogo” e os controles de bateria e armazenamento que geralmente estão no aplicativo Configurações. É claro que existem anúncios em todos os lugares, incluindo intersticiais em tela cheia.

Desempenho do Redmi 7, duração da bateria e câmeras

Recebemos a versão de 3 GB de RAM do Redmi 7 para revisão. Portanto, nossas experiências podem ser melhores do que as das pessoas que compram a variante de base, que é obviamente mais acessível. Além dos anúncios em todo o MIUI, achamos o Redmi 7 fácil de usar, mas um pouco problemático. Às vezes, havia um atraso muito menor ao acessar e rolar pelo alternador de aplicativos, provavelmente devido às miniaturas de todos os aplicativos em execução que precisam ser armazenados em cache.  As cores e os ângulos de visão são bons, mas a legibilidade da luz solar não era muito boa.

Ficamos impressionados com o alto-falante, que pode emitir um som alto sem distorção. É ótimo para vozes em vídeo e música, mas é claro que não há muito baixo ou riqueza no som. Como é padrão para Xiaomi, nenhum fone de ouvido está incluído.

Nossos benchmarks mostraram grandes melhorias de desempenho em comparação com a série Redmi 6. O AnTuTu nos deu 103.574 pontos e as pontuações de um e vários núcleos do Geekbench foram 1.247 e 4.333, respectivamente. O Redmi 7 conseguiu 511 pontos no teste Sling Shot Extreme do 3DMark e 14.458 no Ice Storm Unlimited. Os testes T-rex e Manhattan 3.1 do GFXBench foram executados em 36fps e 14fps, respectivamente.

A bateria de 4000 mAh neste telefone durou 17 horas e 9 minutos muito impressionantes em nosso teste de loop de vídeo HD. Com o uso casual, incluindo muita navegação na Web e um pouco de fotografia, jogos e streaming de vídeo, conseguimos passar o dia inteiro e ainda tínhamos cerca de 30% da noite.

O Redmi 7 possui uma câmera traseira primária de 12 megapixels f / 2.2 com um sensor de profundidade de 2 megapixels. Ele não possui zoom extra ou lente grande angular, mas o aplicativo possui AI para detectar cenas e ajustar as configurações da câmera automaticamente.

Além dos modos Pro e Portrait habituais, existem menus nos modos de foto e vídeo com opções adicionais, incluindo deslocamento de inclinação, embelezamento, selfie em grupo, lapso de tempo e lente do Google. Você pode fazer rajadas tocando e mantendo pressionado o botão do obturador, e há até uma configuração para escolher entre a medição média, central ponderada e pontual.

Gostamos do resultado de nossas amostras fotográficas. As fotos que tiramos sob a luz do sol tinham foco nítido e detalhes sutis dentro da área focalizada, embora qualquer coisa a mais de alguns metros de distância parecesse muito pior. O Redmi 7 lidou bem com exposições em cenas com luz brilhante e sombra, mas teria gostado um pouco mais de vibração e soco nas cores.

Ficamos agradavelmente surpreendidos com a maneira como as fotos com pouca luz saíram e até as cores foram relativamente bem preservadas. No entanto, havia muito barulho e essas fotos realmente não pareciam boas quando aumentamos o zoom. Também há muito desfoque de movimento e você pode esperar que as áreas claras sejam superexpostas graças ao obturador lento.

Os vídeos podem ser gravados a 1080p 60fps e você pode escolher entre os codecs H.264 mais amplamente compatíveis e H.265 mais eficientes. Os clipes que gravamos pareciam um pouco maçantes e havia muita sacudidela. Os detalhes eram ruins nos vídeos em full HD gravados à noite. O embelezamento é aplicado automaticamente ao usar a câmera frontal de 8 megapixels f / 2.0, e é muito agressivo.

 

Veredito

A Xiaomi fez muito para melhorar a série Redmi, e o novo Redmi 7 oferece melhores recursos e especificações, além de uma aparência mais atualizada do que o Redmi 6. Existem alguns passos para trás – embora não gostemos do redução de RAM no modelo básico e falta de uma variante de armazenamento de 64 GB. 

 

E se você gostou das características do Redmi 7, não precisa esperar mais, compre o seu agora mesmo!

 

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O que é B2B: Tudo o que você precisa saber sobre o modelo de negócio business to business

Você sabe o que é uma empresa B2B? Tem ideia de como anda o mercado B2B atualmente? E o que difere, na prática, o modelo B2B do B2C?

Neste artigo, você vai saber tudo sobre o que significa B2B e as particularidades desse modelo de negócio. Além disso, para ilustrar nossa explicação sobre o que é B2B, trouxemos 7 exemplos de empresas do segmento reconhecidas no mercado.

E se você quer ter melhores resultados em suas vendas, aproveita para ler também: Os segredos profissionais para fazer vendas B2B

O que é B2B?

Business to business. Isso é o que significa B2B. Trata-se de uma expressão em inglês utilizada para se referir a empresas que vendem produtos e serviços para outras empresas.

Ou seja, podemos definir o que é B2B como um modelo de negócio de empresa para empresa, em que uma é o fornecedor e a outra é o cliente.

No mercado B2B geralmente não existe um ponto de venda. O que há é a construção de um relacionamento e de valor agregado ao produto ou serviço. As vendas costumam ser feitas pessoalmente por meio de um representante comercial.

Outra característica que ajuda a definir o que é uma empresa B2B reside na complexidade das vendas. Isso porque o produto ou serviço costuma ter um preço mais elevado, o que exige um processo de venda mais elaborado para tentar convencer o cliente de que o produto ou serviço vale a pena.

Além disso, no mercado B2B há diferentes tomadores de decisão, o que contribui também para o nível de complexidade das vendas.

Saiba mais: Mercado B2B: como conquistar esse segmento

O LinkedIn é uma excelente fonte de leads B2B. Veja uma dica de como usar essa rede social neste vídeo do Thiago Reis:

Veja mais: Como ser visto no LinkedIn gastando 5 minutos por dia

7 exemplos de empresas B2B

Ainda está na dúvida de que tipo de empresa é B2B? Então, veja alguns exemplos de empresas que fazem negócios com outras empresas:

  1. Agendor
  2. Printi
  3. VR Benefícios 
  4. Intelipost 
  5. Yatspet
  6. B2Brazil
  7. MindMiners

Principais diferenças entre B2B e B2C

O principal fator que difere o que é B2B do modelo B2C está em quem adquire o produto ou serviço.

No B2B, como bem dissemos, uma empresa compra de outra empresa. Já no B2C, o comprador é o consumidor final, uma pessoa física.

No entanto, há outros fatores que diferenciam esses dois modelos de negócio. São eles:

1 – Ciclo de venda mais longo

Nas vendas B2B, o tempo que o cliente leva para fechar negócio é mais longo do que nas vendas B2C.

Isso acontece porque a negociação nesse modelo é mais complexa, já que diferentes pessoas participam do processo decisório. Além disso, as condições do contrato de compra e venda também levam mais tempo para serem acertadas entre as partes.

Veja mais: Como diminuir o ciclo de vendas de sua empresa

2 – Diferentes tomadores de decisão

Quando uma empresa quer vender uma solução para outra empresa, ela precisa considerar que há diferentes pessoas envolvidas no processo de tomada de decisão.

Pode haver um comitê para aprovar certos investimentos, ou uma compra passar por vários níveis hierárquicos de decisão.

Nas vendas B2C isso geralmente não acontece. É o consumidor quem decide sobre a compra de determinado produto ou serviço.

Leia também: 6 etapas do processo de decisão de compra e o que sua empresa deve fazer em cada uma

3 – Volume de venda por cliente

Nas vendas B2B, o tamanho da venda por cliente costuma ser maior do que o observado nas vendas B2C.

Um atacadista vai vender um volume muito maior para cada varejista do que o volume que o varejista consegue vender para cada consumidor final.

Além disso, empresas costumam comprar também bens de capital – aqueles que geram riquezas – de alto valor, como máquinas e equipamentos. Dessa forma, o valor de cada venda, nesses casos, também é bem alto.

4 – Recorrência

O índice de recorrência nas vendas B2B é superior ao das vendas B2C. Isso porque é muito mais fácil para o consumidor final trocar de marca do que uma empresa fazer o mesmo com seus fornecedores.

Imagine que uma empresa de grande porte tenha adquirido recentemente um software de CRM. Ela, então, investiu em treinamento dos colaboradores e levou um tempo considerável para implementar esse sistema em toda a empresa.

Quando o período de contrato com o fornecedor desse software de CRM terminar, dificilmente essa empresa contratante trocará de fornecedor. Afinal, ia ser muito custoso para a empresa ter que treinar toda a equipe novamente para utilizar um novo sistema.

Sendo assim, a tendência é que essa empresa renove o contrato com o fornecedor, principalmente se ela estiver satisfeita com a performance do sistema.

Ou seja, no mercado B2B, as vendas costumam ser mais recorrente do que no B2C.

Vendas B2B, como você viu, são mais complexas. Por isso, selecionamos para você este vídeo do Thiago Concer em parceria com o Daniel Baunds sobre o assunto, assista:

Vantagens do modelo B2B

  • Maior escalabilidade;
  • Rentabilidade elevada;
  • Previsibilidade de receita;
  • Relacionamento de longo prazo com os clientes;
  • Maior chance de upsell;
  • Ticket médio superior;
  • Taxa de churn menor.

Ficou claro o que é B2B? Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, que tal arriscar nesse modelo de negócio?

Lembre-se de que no mercado B2B, a sua proposta de valor precisa ser bastante clara. Assim, os tomadores de decisão vão entender melhor as vantagens que o seu produto ou serviço tem a oferecer.

Confira em nosso blog: O atendimento B2B mudou: conheça as 5 etapas para garantir o sucesso do negócio do cliente

B2B é uma área em que as negociações ocorrem com mais frequência que no B2C, por isso, que tal baixar nosso e-book gratuito: Guia: Negociações de Sucesso – Como vencer as objeções de clientes e chegar ao SIM

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