25 ideias para aumentar a lealdade e fidelizar clientes

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Fidelização de clientes é sempre um assunto “quente” nos meus workshops e cursos, e uma coisa fica evidente logo de cara: fidelização (ou lealdade) de clientes é mais ou menos como sexo entre adolescentes – muita gente fala mais do que faz, poucos fazem de verdade e os que fazem ainda podem melhorar muito.

Todo mundo diz que fidelizar é importante, mas, na prática, o foco é todo em prospecção ou em vender mais para os atuais clientes.

As duas coisas são ótimas, necessárias, têm muito espaço para crescimento, porém não podem – nem devem – ser confundidas com a questão de preferência dos clientes por comprar de você ou dos concorrentes.

Visita de venda vs Visita de Fidelização

Se toda vez que você visita ou entra em contato com um cliente no fundo o que quer é fechar uma venda, então não está pensando em fidelizar. Não está investindo no relacionamento. Está simplesmente fazendo gestão de carteira. Esse tipo de visita é uma visita de venda, não uma visita de fidelização ou de relacionamento.

Fica fácil de separar as duas coisas analisando a intenção: espero vender algo? Ou espero aprender algo?

  • Visitas ou contatos de gestão de carteira têm intenção clara de revenda. Inclusive existem indicadores específicos para isso (taxa de positivação, por exemplo). Nesses momentos há um sinal de R$ claro sendo monitorado.
  • Visitas ou contatos de relacionamento têm a intenção de saber mais sobre o cliente e, principalmente, entender sobre como podemos atendê-lo melhor. Aqui não tem sinal de R$. É um investimento da empresa que pode e deve beneficiá-la no futuro, aumentando o lifetime value (o valor de um cliente para a empresa durante o período em que permanece ativo). Ao fazer esse tipo de visita, a empresa mostra que quer que o cliente permaneça por muito tempo comprando dela, em volumes estáveis ou crescentes.

Recentemente fiz dois workshops sobre o assunto e, depois do choque inicial de descobrir que 95% do que é feito não é de verdade fidelização, muitas empresas descobrem que têm, sim, algumas iniciativas em relação a isso, só que elas estão dispersas, sem foco, não são uma prioridade e, pior, não se mede como e nem se ajudam a aprofundar o relacionamento com clientes.

Fica fácil de reconhecer isso com três perguntas simples:

  • Existe uma pessoa responsável só por trabalhar a fidelização? Se fidelização de clientes é uma prioridade, quem é responsável por isso?
  • Como “fidelidade” é definida e como é mensurada? Existem indicadores específicos em relação à fidelização?
  • Existe verba/orçamento específico e exclusivo para isso?

Em muitas empresas as iniciativas existem, são bem-intencionadas, estão sendo executadas, mas como não tem foco nem prioridade, a força das ações acaba se perdendo.

Na correria do dia a dia comercial, ações de curto prazo, com retorno rápido, acabam soterrando qualquer iniciativa que demore mais para apresentar resultados, mesmo as mais estratégicas. Por isso as ações puramente de fidelização/relacionamento raramente avançam ou são consideradas prioritárias (mesmo que o discurso seja diferente, a realidade prática é essa).

Para ajudar a incentivar cada vez mais as melhores práticas, apresento a seguir algumas ideias que você poderia desenvolver na sua empresa com foco exclusivo em fidelização e lealdade de clientes (se precisar de ajuda com treinamentos e consultoria nessa área, é só avisar).

As sugestões são bem práticas. A questão passa a ser então priorizar qual delas funcionaria melhor na sua realidade atual e como fazer os ajustes necessários para implantar o projeto na sua empresa.

Vamos lá!

25 ideias que você pode implantar na sua empresa para aumentar a lealdade e fidelizar clientes

  1. Criar grupos de apoio para clientes. No IEV, por exemplo, temos coaches para os alunos das franquias. Na sua empresa, quando o cliente tem alguma dúvida, com quem fala? Outro ponto positivo dessa forma de pensar é que tira o monopólio do vendedor no relacionamento com o cliente, criando mais pontos de contato, outro item que aumenta fidelização e lealdade.
  2. Desenvolver um kit de boas-vindas para novas compras e recompras.
  3. Realizar pesquisas de satisfação, com a intenção de melhorar o processo de compra e o atendimento e diminuir/eliminar irritadores
  4. Coletar depoimentos. Só o fato de coletar depoimentos muitas vezes faz o próprio cliente sentir-se mais valorizado.
  5. Reconhecer e recompensar indicações/marketing boca a boca.
  6. Dar respostas rápidas a reclamações e resolver os problemas dos clientes (ênfase no resolver, sem enrolation).
  7. Dar respostas rápidas a sugestões de melhoria e/ou de inovação (novos produtos ou serviços, por exemplo).
  8. Fazer pesquisas de tendência na sua área/setor/região e compartilhar resultados com clientes.
  9. Promover visitas técnicas com clientes.
  10. Estabelecer um processo de onboarding de clientes, ou o processo de dar boas vindas aos clientes, ensinando-os como aproveitar melhor a oportunidade tanto do produto/serviço que compraram/adquiriram quanto sobre como aproveitar o relacionamento com você e sua empresa.
  11. Criar um onboarding para vendedores, assunto pouquíssimo trabalhado, mas muito importante. Qual o processo de “boas-vindas” de um novo vendedor dentro da sua equipe?
  12. Trabalhar para engajar a equipe. Fred Reichheld tem um capítulo só sobre isso no livro Estratégias da lealdade (Ed. Campus). Uma equipe desengajada não retém clientes. Parece básico, mas muitos gestores não prestam atenção nisso. Pesquisas de clima interno que tenho feito com alunos têm feito muitos gestores ficarem bem surpresos em relação aos seus números e ao posicionamento da equipe. A forma como um líder lidera a equipe impacta diretamente fidelização de clientes, pois clima interno faz uma diferença tremenda!
  13. Oferecer treinamentos adicionais aos clientes, quando for o caso (presencial e/ou online).
  14. Criar eventos exclusivos só para os clientes (presenciais e/ou online).
  15. Valorizar datas comemorativas com clientes.
  16. Dar brindes exclusivos para reconhecer e recompensar a fidelidade.
  17. Desenvolver planos de milhagem (tecnicamente, isso é mais gestão de carteira e de oportunidades do que fidelização, pois está relacionado diretamente a recompensar compras e é, no fundo, um plano mais evoluído de descontos. Porém, como pode alterar preferências, pode ser incluído nesta lista).
  18. Investir em branding/marca e relações públicas (incluindo trabalhar com formadores de opinião). Existem estudos que mostram que muitas vezes seus clientes prestam mais atenção nas propagandas do que potenciais clientes/prospects, e que, dependendo do posicionamento, isso reforça o pensamento de que tomaram a decisão certa ao escolher você como fornecedor. Por isso muita atenção a questões promocionais!
  19. Treinar a equipe de vendas. Vendedores competentes e mais bem preparados, além de mais engajados, atendem clientes de forma diferenciada.
  20. Criar um comitê de clientes. Muitas empresas estão começando a criar comitês de clientes, com um grupo de clientes reunindo-se regularmente para conversar, fazer sugestões, interagir com a equipe, ajudar a planejar, opinar sobre mudanças.
  21. Criar um comitê “Kaizen”. Esse é um comitê interno, multidepartamental, com o foco exclusivo de avaliar reclamações e sugestões de melhorias de clientes, implantar mudanças e fazer os ajustes necessários para melhorar esses indicadores.
  22. Ter uma PUV (Proposta Única de Valor) real, comunicada e reforçada de maneira clara, consistente e contínua.
  23. Segmentar suas iniciativas de prospecção de clientes (fidelização começa na escolha correta de quem você atende).
  24. Segmentar a carteira atual de clientes de forma mais completa (indo além da curva ABC, que é limitada a volume/rentabilidade), entender as prioridades específicas de cada um dos segmentos e trabalhar para criar/reforçar PUVs específicas por segmento de clientes.
  25. Demitir clientes desalinhados, vampiros, predadores.

Se quiser, considere a lista acima de forma diferente: como diminuir e lidar de maneira inteligente e proativa com a potencial promiscuidade comercial de clientes. Talvez colocar dessa forma seja mais interessante em alguns casos.

Perguntas coach, para terminar:

  1. De 0 a 10, que nota você daria para seus processos e iniciativas de fidelização de clientes (os puramente relacionados a aprofundar o relacionamento, e não apenas garantir uma compra imediata no contato sendo feito)?
  2. Existe uma pessoa responsável por fidelização de clientes na sua empresa? Ela é importante na hierarquia? (Dica: deveria ser o mais alto possível dentro da hierarquia, afinal, a empresa inteira gira em torno disso).
  3. Existem indicadores específicos para avaliar a evolução da fidelização de clientes? Há, por exemplo, uma pesquisa de satisfação não só em relação ao produto/serviço/solução, mas ao processo de vendas e ao atendimento como um todo?
  4. Há uma verba própria para fidelização de clientes?
  5. Há um comitê interdepartamental para avaliar e agir sobre os assuntos específicos ligados à melhoria de processos que aumentariam as avaliações sendo dadas por clientes?
  6. Como reclamações e sugestões de clientes são avaliadas?
  7. Como sugestões de clientes são implantadas?
  8. Como clientes são recompensados e reconhecidos pela lealdade?
  9. Como a equipe de vendas é recompensada e reconhecida pela lealdade dos clientes que atende?
  10. Como o resto da empresa é recompensado e reconhecido pela lealdade dos clientes?
  11. Quais das ideias acima fariam a maior diferença na fidelização e aumento de lealdade de clientes, se implantadas?

Meu último desafio e um pedido: vamos trabalhar juntos para mudar esse cenário, onde todo mundo fala sobre como fidelização é importante, mas na prática pouquíssima gente está fazendo algo de verdade em relação a isso?

A melhor forma de crescer de maneira sustentável (e de dormir tranquilo) é parar de falar sobre isso e começar a fazer algo de maneira séria, organizada, planejada. Com indicadores, comitê, reuniões periódicas, pessoa responsável.

Clientes fiéis são excelentes vendedores (via boca a boca), excelentes inovadores (via sugestões), excelentes críticos (via reclamações) e são a melhor blindagem que uma empresa pode ter para o futuro.

Assunto sério que merece ser tratado de forma séria. E não é via palestra motivacional que se consegue isso, é uma decisão bem mais profunda e estratégica.

Abraço e boas vendas,

Raul Candeloro
Diretor da VendaMais

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Livros sobre negociação: as 8 melhores obras para quem quer aprender a negociar melhores acordos

Negociar é algo que todo empreendedor e profissional de vendas precisa saber. Mas trata-se de uma habilidade que não se domina da noite para o dia e que requer muita experiência, jogo de cintura e capacidade argumentativa e de persuasão.

E, na verdade, negociar é algo que fazemos muito todos os dias, mesmo quando não estamos trabalhando.

  • Quem vai lavar os pratos?
  • Quem vai ser o motorista da vez?
  • Que sabores de pizza vamos escolher?

Por isso, saber negociar pode ser útil em todas as áreas.

Assim, se você deseja aprimorar suas técnicas de negociação, então você precisa continuar a leitura deste artigo.

Separamos aqui 8 dos melhores livros sobre negociação. Dessa forma, você você ampliar seus conhecimentos sobre esse assunto e obter sucesso nas suas negociações.

Seja no trabalho, seja em sua vida pessoal!

Leia também: As 5 regras da arte da negociação que você precisa conhecer

Você sabe a diferença entre vender e negociar? Então, dê uma olhada neste vídeo do Guilherme Machado:

Os 8 melhores livros sobre negociação

Um dos grandes segredos das negociações de sucesso é estar preparado. Por isso, quanto mais você souber sobre o assunto, maiores as chances de se dar bem em negociações.

Então, não perca tempo, escolha alguns destes títulos e comece a ler o quanto antes.

Faça um plano de leitura e reserve, ao menos, meia hora por dia para isso, assim, em pouco tempo, sua performance em negociações vai melhorar.

Saiba mais: Tipos de negociação: entenda a diferença entre ganha-ganha e ganha-perde

1 – Negociação – Como lidar com objeções utilizando soluções eficazes e realizar acordos personalizados

livros sobre negociação

De Raul Candeloro, Negociação é uma obra que ensina o leitor de que maneira ele pode contornar situações em que a outra parte apresenta objeções à oferta inicial.

Dessa forma, o autor mostra que é possível transformar um “Não” em “Sim” e dá dicas para isso através de técnicas de negociação.

2 – Como Chegar ao Sim

livros sobre negociação

Como Chegar ao Sim é um dos melhores livros sobre negociação e mostra o que fazer para negociar acordos sem fazer concessões.

Escrito por William Ury e Roger Fisher, o livro aborda os resultados de pesquisas feitas por ambos autores e traz um passo a passo que o leitor pode seguir para fazer uma negociação bem-sucedida.

3 – Inteligência Emocional

livros sobre negociação

O controle sobre as emoções pode ser um fator decisivo durante o processo de negociação. É partindo desse princípio que Daniel Goleman, psicólogo internacionalmente renomado, escreve o livro Inteligência Emocional.

O autor defende que controlar as emoções é uma das principais técnicas de negociação, pois contribui bastante para as tomadas de decisões e para o enfrentamento de situações conflituosas.

O autor ensina, também, como utilizar a inteligência emocional nas negociações.

4 – As Armas da Persuasão – Como influenciar e não se deixar influenciar

livros sobre negociação

Escrito por Robert Cialdini, As Armas da Persuasão é um livro que explica quais são os 6 princípios que regem as tomadas de decisões do ser humano.

São eles:

  1. Reciprocidade;
  2. Compromisso;
  3. Aprovação social;
  4. Afeição;
  5. Autoridade;
  6. Escassez.

O autor mostra para o leitor como é possível utilizar esses princípios a seu favor e realizar uma negociação de sucesso.

Se você se interessou pelo livro, então assista a este resumo animado. Ele foi criado pela Ilustradamente, neste vídeo:

5 – Everything Is Negotiable

livros sobre negociação

Em Everything Is Negotiable, Gavin Kennedy fala sobre as barreiras que os seres humanos costumam levantar quando colocados em uma situação de negociação e venda.

O autor usa o termo remedial training para se referir ao treinamento adequado para superar as dificuldades enfrentadas em uma negociação e, dessa forma, conseguir sempre os melhores acordos.

O livro está disponível apenas na versão em inglês.

6 – A Bíblia de Vendas

livros sobre negociação

A Bíblia de Vendas é um livro escrito por Jeffrey Gitomer, empresário e palestrante que já trabalhou para grandes empresas, como Microsoft, Coca-Cola e Apple.

O autor levanta diversas questões enfrentadas por vendedores em um processo de negociação e destaca os principais erros que esses profissionais costumam cometer ao tentar fechar um negócio.

Gitomer traz em sua obra os 10,5 Mandamentos do Sucesso em Vendas e algumas técnicas de negociação para impulsionar as vendas com persistência, flexibilidade e informação.

7 – Consiga o que Você Quer

Livros sobre negociação

Em Consiga o que Você Quer, Stuart Diamond mostra quais são as 12 estratégias que o leitor deve seguir para se tornar um negociador competente em qualquer situação.

O autor desta obra é considerado um dos principais especialistas quando o assunto é negociação. Aqui, ele compartilha algumas técnicas que ele ensina na Wharton Business School e destaca a importância da empatia e da ajuda mútua para se realizar uma negociação bem-sucedida.

8 – Refém na Mesa de Negociações

livros sobre negociação

De George Kohlrieser, Refém na Mesa de Negociações é o último item da nossa lista de livros sobre negociação.

A obra fala sobre como os líderes podem superar conflitos, exercer seu poder de influência e aumentar o desempenho em suas negociações.

O autor, que por muito tempo trabalhou como negociador de reféns, utiliza a sua experiência para falar sobre as técnicas que ele adotava e como elas podem ser adaptadas a transações comerciais.

Aproveite que está por aqui e confira estas dicas de negociação:

O que achou das nossas dicas de livros sobre negociação? Já sabe qual você vai ler primeiro? Conta pra gente nos comentários.

Lembre-se de que a leitura é uma das mais importantes formas de ampliar os seus conhecimentos e se tornar um profissional melhor.

Quer mais algumas dicas de livros? Então confira alguns posts de nosso blog:

E se você quer ainda mais conhecimento, baixe alguns de nossos e-books gratuitos. Assim você já pode começar a se capacitar sem gastar nada como isso, acesse aqui: Conhecimento e Educação

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Gestão integrada: o que é, como funciona e como colocar em prática

Nomus ERP Industrial

A gestão integrada é uma forma de gestão onde os diferentes setores de uma empresa são administrados de forma unificada. Isso facilita a administração dos dados e a tomada de decisão dos gestores.

Quando o assunto é uma indústria, a gestão integrada é ainda mais importante, já que a maioria dos sistemas de gestão disponíveis no mercado não atendem as demandas da produção e do chão de fábrica.

Neste artigo você vai entender:

  • O que é gestão integrada e como funciona um sistema de gestão integrado
  • Quais são os benefícios da gestão integrada
  • Como implantar a gestão integrada na sua empresa
  • Como escolher o sistema de gestão integrada certo para sua empresa

Com isso você pode:

  • Melhorar a gestão da sua empresa
  • Melhorar a tomada de decisão
  • Reduzir perdas e riscos
  • Aumentar o lucro e a produtividade

Parece vantajoso, certo? E realmente é. Então vamos comigo entender como funciona e como aplicar a gestão integrada na sua fábrica:

O que é gestão integrada?

Como falamos anteriormente, a gestão integrada é o ato de gerenciar os diferentes setores da sua empresa de forma conjunta e centralizada.

A ideia aqui é obter os dados de diferentes áreas da empresa e centralizá-los em um só local, onde é possível ter uma visão da empresa e seus processos de forma muito mais completa.

Dessa forma o gestor pode entender melhor como está o verdadeiro desempenho da sua empresa e assim tomar as decisões necessárias para melhorá-la.

O que é sistema de gestão integrada?

Para colocar em prática, o mais comum nos tempos de hoje é utilizar um chamado sistema de gestão integrada.

Trata-se de uma ferramenta capaz de fazer na prática o que definimos anteriormente.

Em um exemplo prático de uma indústria com um sistema de gestão integrada, o gestor teria acesso a:

  • Dados da negociação comercial
  • Que geram um pedido de venda
  • Que geram uma ordem de produção
  • Que geram requisições de materiais
  • Que geram um produto para o estoque
  • Que geram um pedido de expedição

Vale lembrar que este foi apenas um exemplo, mas dá para entender que o sistema seria capaz de acompanhar, mensurar e controlar as diferentes etapas do processo da empresa.

Isso é especialmente importante para indústrias, já que a maioria das empresas de comércio e serviço não possuem processos tão complexos e por isso a maioria dos sistemas não atendem essa demanda.

Se você gerencia uma indústria, recomendo que leia esse texto até o final para entender quais são os principais pontos na hora de escolher um sistema de gestão integrada para uma fábrica.

Principais benefícios da gestão integrada

O principal benefício da gestão integrada é um maior controle da empresa, que permite uma melhor tomada de decisão.

Entretanto, esse não é o único benefício de possuir esse tipo de gestão. Irei listar os principais benefícios diretos, confira:

Redução de retrabalho

O primeiro benefício sentido após implantar uma gestão integrada é a redução de retrabalho, já que as informações da empresa estão conectadas o tempo todo.

Ou seja, não é necessário ficar editando ou levando dados de um local para outro manualmente. Sendo assim, sua equipe pode focar em outras atividades mais importantes.

Confiabilidade das informações

Com menos edições e retrabalhos, os documentos da empresa serão mais confiáveis e seguros. 

Afinal os dados não precisarão ser copiados de um lugar para o outro e as chances de erros e perdas são bem menores.

Dependendo do sistema escolhido pela sua empresa, alguns dos dados não precisarão nem mesmo serem preenchidos por pessoas, mas sim automaticamente pelo software.

Com isso a confiabilidade aumenta para diversas tarefas importantes, como a tomada de decisão e para atender o Sped Fiscal, como o Bloco K.

Controle de estoque

Uma das áreas que mais demandam organização e integração é o estoque. E ele é justamente um dos mais beneficiados da gestão integrada.

Com um sistema integrado de estoque, vendas, compras e produção, a sua fábrica pode ter um controle muito maior de todos os itens que entram e saem do estoque.

Isso reduz perdas, organiza o estoque e aumenta a produtividade geral da empresa.

Redução de custos

A redução de perdas, retrabalho, erros, multas e atrasos geram uma redução de custos gerais para a empresa que utiliza a gestão integrada.

Isso porque o processo se torna muito mais simples e confiável, centralizado em um local onde o gestor pode identificar e melhorar seus gargalos.

Padronização e otimização de processos

Com a gestão integrada, as diferentes áreas da empresa trabalham de forma conectada, alimentando um sistema geral, capaz de controlar todas as etapas do processo.

Com isso cada pessoa pode focar em sua atividade e o gestor pode ter uma visão global do negócio.

Aumento da produtividade

Todos esses benefícios geram um aumento de produtividade natural para toda a empresa, já que todo o processo será mais simples, padronizado e eficaz.

Além disso, em um bom sistema de gestão integrada é possível medir a produtividade de máquinas e colaboradores, gerando um rank para ser usado na meritocracia da equipe.

Como implantar a gestão integrada

Para usufruir desses benefícios e colocar em prática a gestão integrada na sua empresa, é preciso escolher um sistema de gestão que atenda as principais áreas da sua operação.

Como o nosso foco é nas indústrias, o ideal é que a sua empresa conte com a ajuda de uma empresa especializada no setor.

Isso porque a indústria normalmente possui demandas de gestão e controle muito diferentes de uma empresa de serviços ou de comércio.

Como escolher um sistema de gestão integrada para sua indústria

Abaixo irei listar quais são as principais características que você deve buscar em um sistema de gestão integrada para sua empresa. 

1. Certifique-se que a ferramenta atende o setor industrial

Como falei anteriormente, é fundamental que o seu fornecedor de sistema entenda muito bem o setor industrial. Caso contrário, as chances de problema são muito grandes.

Muitos fornecedores de ERP e outros sistemas vendem soluções de baixo custo que no final não são capazes de atender as demandas de uma indústria.

Isso acaba saindo muito caro para o gestor, já que o processo de troca de sistema não é algo simples e nem barato.

O ideal é buscar uma solução como o Nomus ERP Industrial, que é especializado na gestão de indústrias.

2. Cheque a tecnologia utilizada pelo sistema

O mundo tecnológico está em constante evolução. Então é preciso se certificar que o seu fornecedor de sistema possui tecnologia de ponta e uma rotina de atualização frequente.

Como o mundo mobile está em ascensão, o ideal é um sistema com tecnologia Web em nuvem, capaz de ser acessado por computadores, mas também por dispositivos móveis, em qualquer lugar e a qualquer momento.

3. Funcionalidades importantes

Abaixo irei listar algumas das funcionalidades importantes para a maioria das indústrias:

  • Vendas e faturamento
  • Prestação de serviços
  • Gestão financeira
  • Compras e recebimentos
  • Importação de produtos
  • Controle da Produção
  • Produção em/para terceiros
  • Controle de estoque
  • Bloco K
  • Plano de produção e MRP
  • Controle do chão de fábrica
  • Programação da produção
  • Custeio Padrão/Real
  • Integração com a contabilidade
  • Controle da qualidade
  • Gestão de documentos
  • Databooks
  • Controle da expedição
  • Gestão de projetos
  • CRM

4. Avalie o suporte

Não espere até ter um problema para conhecer o suporte da empresa fornecedora de sistema. Busque conhecer como a empresa atende seus clientes quando problemas acontecem.

Alguns pontos a se checar é se a empresa oferece:

  • Atendimento via telefone
  • Atendimento via chat
  • Controle de atendimentos via ticket

Esses detalhes são fundamentais, já que problemas provavelmente acontecerão e o seu fornecedor deverá ser capaz de atender a sua empresa da melhor forma possível.

Conte com a ajuda da Nomus

Agora que você já sabe o que é, quais são os benefícios e como colocar a gestão integrada em prática, convido você a conhecer o Nomus ERP Industrial.

Esse é o sistema ERP completo e integrado, projetado pelos engenheiros de produção da Nomus, para atender a gestão de indústrias.

Assista uma demonstração prática da ferramenta e entenda como o sistema funciona hoje mesmo.

Fique a vontade para entrar em contato conosco caso tenha alguma dúvida ou sugestão.

Software ERP Para controle da producao

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Redmi 8A – Resenha

Redmi 8A – Resenha

Continuando com sua série Redmi A, a Xiaomi lançou o smartphone Redmi 8A com um preço justo, o smartphone atende claramente ao segmento de orçamento.
Pra você que está pesquisando para comprar seu novo celular, o Redmi 8A pode ser sua melhor aposta na categoria no momento.

Redmi 8A: 

A bateria do Redmi 8A dura para sempre!
Uma bateria de 5.000 mAh em um smartphone barato é absolutamente impressionante no papel, mas também pode decepcioná-lo por não oferecer tanto tempo de execução quanto o esperado. O Redmi 8A cumpre suas promessas.
Eu estava usando o telefone como meu dispositivo principal por algumas semanas e depois como meu telefone secundário por mais algumas. Como dispositivo principal, eu estava usando o telefone como de costume – alternando persistentemente entre aplicativos de mídia social o dia todo, assistindo a muitos vídeos no YouTube e transmitindo música no Spotify sempre que eu tinha tempo livre – e ele sobreviveu confortavelmente a dois dias. Como dispositivo secundário – eu tinha meu segundo SIM no telefone, com uma conta ativa do WhatsApp, ainda clicando em muitas fotos e vídeos do telefone, verificando meus e-mails de trabalho, recebendo algumas chamadas e também, a bateria do Redmi 8A durava além de três dias às vezes.
Bônus: O Redmi 8A vem com uma porta de carregamento USB tipo C com um adaptador de carregamento de 10 W incluído na caixa (algo que o iPhone 11 da Apple ainda não inclui). Com zero por cento da bateria, consegui carregá-lo em até 48% em uma hora. Se você deseja um carregamento ainda mais rápido, a Xiaomi também vende um carregador rápido de 18 W,seria um bom investimento para um telefone com uma bateria tão grande.

 

Tela brilhante e nítida

Para a categoria em que se enquadra, a tela do Redmi 8A é melhor do que eu esperava. O smartphone possui uma tela HD + de 6,22 polegadas com uma resolução de 720 x 1.250 pixels e uma proporção de 19: 9. A tela também possui o Corning Gorilla Glass 5 para proteção.
A tela do telefone possui ótimos ângulos de visão e mostra boa cor e contraste. A nitidez do texto também é boa. A legibilidade da luz solar é bastante agradável. O brilho automático é efetivo e você não fica tendo que forçar os olhos para a tela com a mudança da luz ambiente.

Eu não me importaria de chamar o design do Redmi 8A de adorável

O design é a primeira coisa que notei no telefone e gostei instantaneamente. Eu tenho a variante de cor azul comigo e faz o telefone parecer brilhante e atraente. A parte traseira do telefone tem essas listras texturizadas, possui a configuração da câmera e o flash LED em cima, o logotipo Redmi logo abaixo e a etiqueta ‘Design by Xiaomi’ no final da faixa. 
A ergonomia do Redmi 8A é bem pensada. Ele possui um tamanho de tela decente para visualização de vídeo e os desenhos curvos tornam o telefone muito confortável. A parte traseira texturizada também ajuda na aderência. A parte traseira não brilhante também mantém as manchas feias afastadas.
O telefone também parece bastante resistente e você não sentiria a necessidade de obter um case para o telefone. No entanto, sugiro que você compre uma proteção de tela para o telefone, que não vem na caixa. Enquanto sua tela é protegida pelo Gorilla Glass 5, a longo prazo, moedas e chaves podem deixar alguns arranhões ruins.
Na frente, o Redmi 8A possui um entalhe de gota que abriga a câmera selfie, é longo na base da tela, com o logotipo Redmi.

 

Perfeito para o uso diário

Embora o Redmi 8A não ofereça uma experiência totalmente livre de atrasos, para uso diário, incluindo atender chamadas, assistir vídeos no YouTube e alternar entre Instagram, Twitter e Facebook, o smartphone não irá decepcioná-lo.
O smartphone é equipado com um Snapdragon 439 com opções para 2 GB e 3 GB de RAM. A variante que tenho tem 2 GB de RAM.
Na maioria dos dias, o Redmi 8A funcionava muito bem, com transições rápidas entre aplicativos. O Redmi 8A vem com um modo de reforço de jogo adicional que ajuda a otimizar o desempenho geral dos jogos;  Dito isto, mantendo em mente o preço do telefone, eu ainda diria que o Redmi 8A oferece desempenho ótimo. Além disso, a qualidade do áudio do telefone é muito boa. Também oferece rádio FM sem fio, o que significa que você não precisa conectar fones de ouvido para sintonizar. E sim, possui um conector de áudio de 3,5 mm.

Câmera: É funcional

O Xiaomi Redmi 8A possui um sensor Sony IMX363 de 12 MP (também visto em modelos como Poco F1 e Google Pixel 3) com uma abertura f / 1.8 na traseira e um sensor de 8 MP na frente para selfies. Vamos falar primeiro sobre a câmera traseira. O Redmi 8A oferece um bom desempenho geral da câmera. Ao testar a câmera do Redmi 8A, percebi que durante o dia o Redmi 8A se saía muito bem e produzia cores agradáveis e quase reais nas imagens. 
Para fotos em close, o Redmi 8A possui uma ótima profundidade de campo natural. O Redmi 8A também permite gravar vídeos em 1080p, que saem muito bem em termos de cores e detalhes.

Veredito 

O Redmi 8A é um dos mais recentes e o melhor nesse segmento de preços e você pode culpar todos os outros fabricantes de smartphones por isso. Se você deseja comprar um telefone decente que permitirá que você continue o seu dia sem muito esforço e tenha um ótimo design, realmente não há muitas outras opções, exceto o Redmi 7A.
Se você tem um orçamento apertado e está procurando um smartphone com uma câmera legal e desempenho, uma bateria de longa duração, a variante de 2 GB de RAM do Redmi 8A, deve atender perfeitamente às suas necessidades. A variante de 3 GB de RAM seria para alguém que passa um pouco mais de tempo em vários aplicativos de mídia social e similares.
 
E se você gostou das características do Redmi 8A, não precisa esperar mais, compre o seu agora mesmo!
 
Mi Curitiba, sua loja Xiaomi em Curiitba!

Fonte: https://ift.tt/31CjsGI

 

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Redmi 8A – Resenha publicado primeiro em https://micuritibaxiaomi.wordpress.com

Especialista em atendimento ao cliente: o que faz e 5 dicas de como se tornar um

As empresas estão cada vez mais em busca de um especialista em atendimento ao cliente. Por quê?

Porque, hoje, está cada vez mais claro que o cliente deve ser o foco dos esforços das empresas. Fazer bons produtos e serviços por meios de processos eficientes é importantes, mas desde que atendam aos desejos dos cliente.

Mais do que isso: é preciso superar suas expectativas!

Assim, para compor o setor responsável por lidar diretamente com as necessidades e demandas dos clientes, esse especialista em atendimento é imprescindível.

Isso porque o atendimento vem se mostrando um aspecto fundamental para o sucesso das organizações, pois está diretamente relacionado à satisfação dos clientes.

Mas o que faz um especialista em atendimento ao cliente e como se tornar um?

Continue a leitura e confira a resposta para essas e outras perguntas.

O Agendor tem uma websérie com dicas de atendimento ao cliente.

Confira um de seus episódios:

Leia também: Como deve ser o atendimento ao cliente segundo especialistas

O que faz um especialista em atendimento ao cliente?

Conforme mencionado em nossa introdução, o atendimento é um dos principais responsáveis pela satisfação dos clientes.

É no atendimento que o cliente tem um contato direto com a marca e, dependendo de como for esse contato, o cliente pode optar por seu produto ou ir para a concorrência.

Tendo isso em vista, é de extrema importância que a sua empresa tenha um processo de atendimento muito bem estruturado a fim de manter seus clientes satisfeitos e impulsionar as vendas.

Para isso, a presença de um especialista em atendimento pode fazer toda a diferença. Isso porque este profissional será o responsável por montar toda a estratégia de atendimento, além de monitorar e coordenar esse departamento

Veja a seguir as principais tarefas atribuídas a um especialista em atendimento ao cliente:

  • Elaboração e implementação das estratégias de atendimento;
  • Coordenação e supervisão do trabalho das equipes de atendimento
  • Implementação de ferramentas;
  • Identificação de oportunidades de melhoria e implantação das mesmas
  • Otimização dos processos de atendimento;
  • Verificação dos indicadores de desempenho do setor;
  • Gerenciamento do fluxo de trabalho;
  • Promoção do engajamento da equipe de atendimento
  • Propor e analisar soluções para o departamento;
  • Análise dos chamados em aberto;
  • Identificação das necessidades dos clientes;
  • Elaboração de relatórios periódicos;
  • Gestão de dados dos clientes.

Para isso, o profissional também deverá dominar os principais softwares de atendimento ao cliente, assim como um bom CRM.

Saiba mais: Tipos de atendimento ao cliente: qual o melhor?

5 dicas de como se tornar um especialista em atendimento ao cliente

Agora que você já sabe o que faz um especialista em atendimento ao cliente, veja a seguir 5 dicas essenciais para quem deseja se tornar um especialista em atendimento.

1 – Invista na sua formação profissional

Para se tornar um especialista em atendimento ao cliente, é importante investir na sua formação profissional. Além da graduação, busque fazer cursos focados em gestão de relacionamento com o cliente, gestão de pessoas, estratégias de atendimento etc.

Participe de palestras e congressos direcionados a essa área. A intenção é manter-se em busca de conhecimento e estar intelectualmente preparado para lidar com o dia a dia do setor de atendimento.

Quer começar a se capacitar agora mesmo? Então, veja esta dicas: 11 cursos de técnica de vendas: do rápido e gratuito à pós-graduação paga

2 – Adquira experiência prática

Um especialista em atendimento precisa ter uma vasta experiência em rotinas e procedimentos que envolvem esse importante departamento.

Não basta dominar a teoria; é necessário ter pleno conhecimento sobre como tudo que foi aprendido funciona na prática.

3 – Desenvolva inteligência emocional

Quem ocupa a função de especialista em atendimento precisa saber lidar com situações diversas, o que exige uma inteligência emocional por parte do profissional.

Para atender a diferentes demandas e reclamações, é fundamental se manter calmo e centrado para organizar o pensamento e propor as melhores soluções.

Quer entender melhor o que é inteligência emocional? Então, dê uma olhada neste vídeo de Rodrigo Fonseca:

Diva: TESTE: Seu chefe tem inteligência emocional no trabalho?

4 – Atente-se às inovações

Um especialista em atendimento precisa estar sempre em busca das melhores soluções para o seu setor. Nesse sentido, é importante estar atento às inovações tecnológicas que podem ser adotadas para melhor o serviço de atendimento que é oferecido aos clientes.

Preste atenção também nos novos procedimentos, metodologias e tendências que estão utilizadas em outras empresas e que podem ser adaptadas à realidade da organização para a qual você trabalha.

Confira em nosso blog: 4 avanços tecnológicos que revolucionaram a gestão de vendas

5 – Saiba se comunicar com os clientes e com as equipes de atendimento

A habilidade para se comunicar é uma característica essencial para quem deseja ser um especialista em atendimento.

Portanto, busque sempre se comunicar com clareza com seus clientes e com os colaboradores que fazem parte das equipes de atendimento. Assim, evita-se informações desencontradas e todos podem trabalhar de maneira mais alinhada.

Veja também: Como melhorar o atendimento ao cliente e reter sua confiança

Como você pôde perceber, o especialista em atendimento atua de maneira bastante ativa durante todo o contato que o cliente tem com a empresa e é personagem fundamental principalmente para lidar com situações mais delicadas.

Agora que você já sabe mais sobre essa função, que tal se tornar um especialista em atendimento ao clientes?

Um dica? Leia nossos e-books gratuitos, temos dezenas deles a sua disposição. Por exemplo, você pode começar com alguns desses:

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Livro para vendas B2B: 7 excelentes obras para os vendedores que querem alcançar a alta performance

Quanto livros você seu nos últimos 12 meses?

Ler é uma excelente forma de investir em sua capacitação profissional. Por quê?

Porque além de bastante acessível, você pode estudar onde e quando quiser. Principalmente se usar livros online. Assim, você acessa os conteúdos de seu interesse, via internet, e pode aprender com grandes mestres em assuntos do seu interesse.

Por isso, o profissional de vendas que deseja alcançar a alta performance precisa estar em constante busca por conhecimento. E o aprimoramento de suas habilidades para a função que ocupa pode se dar por meio de bons livros.

Uma forma de se fazer isso é por meio da leitura. Atualmente, existem diversas obras que podem ajudar o vendedor, através da perspectiva de outros profissionais, a entender as melhores técnicas de venda para impulsionar seu desempenho.

Pensando nisso, garimpamos 7 ótimos livros sobre vendas B2B que vão te ajudar a ampliar o seu repertório intelectual. Dessa forma, você estará mais preparado e capacitado para perseguir melhores resultados.

Leia também: Os 20 melhores livros de vendas que você não pode deixar de ler!

7 dicas de livro para vendas B2B

Vender para pessoas físicas é um grande desafio, pois a razão tem mais peso que a emoção. Por isso, na hora de fechar vendas, é preciso estar muito bem preparado.

Para alcançar esse objetivo, escolha alguns dos livros abaixo e comece a ler agora mesmo. Que tal ler um livro por mês? Assim, depois desta lista, você já pode iniciar outra (incluímos vários links no texto) e tentar ler 12 livros por ano!

1 – Gestão de Vendas – 21 Segredos para Alcançar o Sucesso

Escrito por Marcos Cobra e José Luiz Tejon, a nossa primeira dica de livro para vendas B2B fala sobre a importância de se promover a integração entre a visão estratégica da empresa, o plano de vendas e a construção individual do papel do vendedor.

Além disso, em Gestão de Vendas – 21 Segredos para Alcançar o Sucesso, o leitor aprende mais sobre como liderar e negociar, algo considerado essencial para quem quer ser um vendedor de sucesso.

Veja mais: Os 8 melhores livros de marketing que você precisa ler

2 – Alcançando Excelência em Vendas Spin Selling

Nesta segunda dica de livros sobre vendas, Neil Rackham explica o motivo por trás do fato de que certas técnicas tradicionais funcionam em vendas simples, mas não são tão eficientes assim quando se trata de vendas maiores.

De maneira inteligente e demonstrando autoridade no assunto, o autor defende que o que faz o cliente fechar negócio é a certeza de que o vendedor entendeu suas necessidades e problemas.

Alcançando Excelência em Vendas Spin Selling é uma obra que vai orientar o vendedor em relação aos questionamentos que ele deve fazer ao cliente durante o processo de vendas.

Para isso, deve levar como base 4 fatores:

  • Situação;
  • Problema;
  • Implicação;
  • Necessidade.

Confira em nosso blog: Diagnostico: 25 perguntas, 6 planilhas e 10 livros para aumentar vendas 

3 – Seu Cliente Pode Pagar Mais

Seu Cliente Pode Pagar Mais fala sobre a possibilidade de vender bem sem precisar traçar uma guerra de preços, dando descontos exorbitantes para os seus clientes.

O autor mostra que você pode sim ter boas margens de lucro sem precisar mexer muito no preço. O que deve ser feito é oferecer maior “valor” aos seus clientes.

Outras dicas de leitura: 15 livros sobre liderança para melhorar a sua gestão do seu time comercial

4 – Vendas B2B

O livro Vendas B2B, de Renato Romeo, traz uma série de estratégias para se fazer negócio com outras empresas.

A obra fala sobre a importância de identificar os tomadores de decisão, de construir e entregar valor, de se diferenciar dos concorrentes e de manter contato com o cliente durante todo o processo de venda (inclusive no pós-venda).

Leia também: 9 livros para abrir a mente: eles vão mudar a sua maneira de ver o mundo

5 – Você Pode Negociar Qualquer Coisa

Continuando a nossa lista de livros sobre vendas, temos o Você Pode Negociar Qualquer Coisa, de Herb Cohen.

O autor desta obra é considerado um dos maiores especialista em negociação no mundo. No livro ele fala sobre o que uma pessoa precisa para se tornar um bom negociador. Você sabe quais são essas habilidades?

Portanto, esse livro é muito indicado para quem deseja aperfeiçoar suas habilidades de negociação, algo considerado fundamental principalmente nas vendas B2B.

Vale a pena conferir também: Neuromarketing: 9 livros que você precisa conhecer. Seu cérebro agradece!

6 – Hipercrescimento

Nesta dica de livro sobre vendas B2B, Hipercrescimento trata da importância de se ter uma visão mais estratégica sobre o processo de vendas. Além disso, sobre a relação desse ponto deve ter com a gestão de resultados.

Os autores sugerem algumas boas práticas que podem ser adotadas na intenção de atingir e manter o crescimento do negócio, como garantia de um nicho de mercado, previsibilidade do pipeline de vendas e escalabilidade das vendas.

A obra traz também alguns cases de sucesso para servirem como inspiração.

7 – Receita Previsível

Em Receita Previsível, Aaron Ross conta como conseguiu desenvolver um método inovador de geração de leads para a força de vendas, o qual rendeu para a empresa que trabalhava mais 100 milhões de dólares em receita.

A obra mostra quais técnicas e estratégias podem ser adotadas com o intuito de impulsionar de maneira significativa as vendas da sua empresa.

Essas foram as nossas 7 dicas de livro sobre vendas B2B. Faça a leitura dessas obras e amplie os seus conhecimentos e suas habilidade como vendedor.

Veja mais: 10 livros de atendimento ao cliente que não podem faltar em sua biblioteca

Se você que mai uma dica de livro sobre vendas B2B, então confira nossos e-books gratuitos: Conhecimento e Educação

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Iniciativa no trabalho: tudo o que você precisa saber sobre essa importante característica profissional

Você se considera um profissional que tem iniciativa no trabalho?

Ficar esperando as coisas se resolverem sozinhas ou deixar que o colega do lado as resolva é um comportamento inaceitável para as organizações. Dessa forma, você precisa mostra iniciativa no trabalho, se quiser se manter bem avaliado por colegas e gestores.

Cada vez mais as empresas buscam por profissionais capazes de identificar e de criar oportunidades e que, espontaneamente, vão atrás de soluções criativas.

Assim, aqueles que se limitam a fazer apenas o que lhes é solicitado dificilmente alcançarão o sucesso profissional.

Pensando nisso, elaboramos este artigo. Com sua leitura você poderá entender o que é e como ter iniciativa no trabalho a partir de 5 dicas essenciais.

Este post também pode interessar a você: Como desenvolver a liderança: 11 dicas para o seu crescimento pessoal e do negócio

O que é iniciativa no trabalho?

Podemos definir o que é iniciativa no trabalho como:

O ato de tomar a frente de alguma tarefa, solução ou projeto. Isto é: um profissional que tem iniciativa é aquele que está sempre apresentando propostas para a equipe, que identifica determinado problema e busca resolvê-lo o quanto antes.

Quem tem iniciativa no trabalho em equipe não espera o outro agir. De maneira espontânea, esse profissional mobiliza seus colegas e está sempre disposto a fazer mais pelo grupo.

Além disso, o profissional com iniciativa também não costuma esperar alguém mandar ele fazer algo. Assim, ele mesmo se adianta e faz o que precisa ser feito, pensando sempre nos resultados dos seus esforços.

Iniciativa no trabalho em equipe é sempre estar disposto a fazer mais e melhor e propor novas ideias para o time.

5 dicas de como ter iniciativa no trabalho

Agora que você já sabe o que é iniciativa no trabalho em equipe, veja a seguir 5 dicas essenciais de como ter iniciativa no trabalho.

1 – Aprenda a observar o seu ambiente de trabalho

Um profissional com iniciativa precisa estar sempre atento ao ambiente ao seu redor. Assim, será capaz de identificar o que precisa ser feito e de que maneira é possível contribuir para a melhoria dos resultados da equipe.

A partir de suas observações, faça sugestões ao seu líder e aos seus colegas de trabalho para que, juntos, você consigam traçar um plano de ação para melhorar os aspectos que você identificou.

Leia também: 7 sinais que você está em um ambiente de trabalho invejável

2 – Busque contribuir com novas ideias

Esta segunda dica de como ter iniciativa no trabalho tem muito a ver com que acabamos de falar no tópico anterior.

Com base nas suas observações e nos aspectos de melhoria que você identificou, procure contribuir com novas ideias para a sua equipe e para empresa.

Ao conhecer melhor os processos e as atuais necessidades e demandas da empresa, é possível propor soluções criativas que ninguém ainda cogitou colocar em prática, mas que podem trazer grandes benefícios para a organização.

Você conhece as 5 etapas do processo de inovação, para ter e testar novas ideias? Então, confira este infográfico:

Iniciativa no trabalho

Fonte: Setting

Veja mais: Como inovar nas vendas: 3 estratégias de vendas para adotar hoje mesmo!

3 – Evite a procrastinação

Este é um hábito extremamente tóxico dentro das organizações e precisa ser combatido. A procrastinação é inimiga da iniciativa. Ela pode ser definida como o ato de sempre deixar tudo para depois.

Isso é extremamente prejudicial para a produtividade. Porque as coisas tendem a ficar para última hora e acabam sendo feitas na correria. E, por isso, nem sempre com a mesma qualidade do que se tivessem sido feitas com antecedência.

Tendo isso em vista, organize bem as suas tarefas, priorize as mais urgentes, monte e cronograma para suas entregas e não adie seus compromissos.

Se gerir seu tempo é um problema, então, confira este post: 4 dicas de administração do tempo: não deixe ele voar!

4 – Esteja disposto a enfrentar novos desafios

Quem deseja ter iniciativa no trabalho não pode ficar preso a uma zona de conforto. É preciso estar sempre disposto a enfrentar novos desafios, a se reinventar, a explorar o desconhecido, a se redescobrir, a assumir novas responsabilidades.

Se você quer entender como fazer isso na prática, então, confira este vídeo do Thiago Concer:

Saiba mais: Qual é seu principal desafio em vendas?

5 – Seja mais proativo em suas ações

O profissional com iniciativa é aquele que está sempre exercendo sua proatividade. Isso significa que ele não espera as coisas acontecerem; ele vai atrás e faz o que precisa ser feito.

Um exemplo simples é quando acaba o papel da máquina de impressão e ninguém se voluntaria para repor a bandeja da impressora. O profissional de iniciativa vai até o almoxarifado, pega o pacote de folhas A4 e faz a reposição.

A proatividade se aplica a situações mais complexas do que a citada no exemplo anterior. Assim, para ter iniciativa é necessário demonstrar atitude e se posicionar ativamente.

E mais! Muitas vezes, querendo ser mais proativos e demonstrar iniciativa, acabamos caindo em algumas armadilhas de improdutividade. Dessa formam elas roubam nossa concentração no trabalho e nossa iniciativa, em vez de nos ajudar.

Por isso, confira estas dicas do que evitar, nessa hora:

Iniciativa no trabalho

Fonte: Siteware

Leia também: As 15 qualidades de um bom profissional “superstar” de vendas

O que achou das nossas 5 dicas de como ter iniciativa no trabalho? Coloque-as em prática para se destacar profissionalmente e alcançar melhores resultados.

Depois de conseguir demonstrar iniciativa no trabalho, você precisará reforçar isso com um bom desempenho. Por isso, baixe nosso e-book gratuito e monitore seus resultados: KPI: indicadores de desempenho

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A importância da pesquisa de satisfação do cliente para o seu negócio e 5 dicas de como fazer uma

  • Como você avalia se as suas estratégias de negócio estão dando certo?
  • De que maneira você busca saber se os seus produtos e serviços estão agradando ou não seu público-alvo?
  • Será que os seus clientes estão satisfeitos com a experiência proporcionada por sua empresa, seus produtos e serviços?

Entender o que as pessoas andam pensando e dizendo sobre a sua marca e suas soluções é fundamental para que você possa fazer os ajustes necessários e implementar a melhoria contínua de seus processos e de seus produtos.

Tendo isso em vista, elaboramos este artigo para que você possa entender melhor qual a importância da pesquisa de satisfação do cliente para o sucesso dos negócios.

Por isso, continue a leitura para conferir também algumas dicas essenciais de como fazer pesquisa de satisfação de forma prática e objetiva.

Além da satisfação dos clientes, é importante medir a eficiência de seu atendimento, por isso, dê uma olhada nesta apresentação de slides:

Leia também: Tipos de atendimento ao cliente: qual o melhor?

Qual a importância da pesquisa de satisfação do cliente?

A importância da pesquisa de satisfação do cliente reside no fato de que essa é uma ferramenta capaz de quantificar o contentamento dos clientes em relação à empresa.

Para isso, pode ser levada em conta toda a experiência geral do cliente com os produtos, serviços e interações com a marca ou apenas aspectos específicos.

Com o resultado da pesquisa em mãos, é possível identificar o que não está legal na perspectiva do cliente e que precisa ser melhorado. Isso é extremamente importante, porque, às vezes, quem está de dentro não consegue enxergar certas falhas e limitações da empresa.

Apesar de ser um recurso relativamente simples, a pesquisa de satisfação pode causar um impacto significativo na empresa. O simples ato de ouvir o que os clientes têm a dizer pode ser a solução para muitas empresas que andam tendo resultados inexpressivos em suas vendas.

Dessa forma, elas vão descobrir como aumentar suas vendas, atendendo aos desejos e necessidades de seus clientes.

A pesquisa é uma forma de relacionamento com o cliente

A pesquisa de satisfação é importante também por ser uma forma de a empresa se relacionar com seus clientes.

Consultar a opinião deles sobre as soluções oferecidas mostra que há uma preocupação por parte da empresa em ouvir o que os clientes têm a dizer. Isso faz com que eles se sintam importantes para a marca e ajuda a estreitar laços e a construir um relacionamento mais duradouro.

De um modo geral, a pesquisa de satisfação permite que a empresa possa direcionar seus esforços com mais assertividade a fim de conquistar a preferência de seus clientes e, consequentemente, alavancar as vendas.

Veja também em nosso blog: 3 maneiras de fazer pesquisa de satisfação do cliente

Você acha que fazer pesquisas de satisfação é caro e complicado? Então veja como fazer isso online e gratuitamente neste vídeo do Darlan Evandro:

Saiba mais: 4 apps de pesquisa de satisfação: qual o melhor para seu negócio?

5 dicas de como fazer pesquisa de satisfação do cliente

Agora que você já sabe qual a importância da pesquisa de satisfação do cliente, é hora de conferir algumas dicas essenciais que você deverá seguir ao elaborar a sua pesquisa. Veja:

1 – Estabeleça o objetivo da pesquisa de satisfação

Você quer saber o nível de satisfação dos seus clientes em relação a quais aspectos?

Ter esse objetivo bem definido é fundamental para não perder o foco recolhendo opiniões que não têm muito a ver com que você quer analisar.

2 – Faça um recorte do público-alvo da pesquisa

Dependendo do tamanho da sua empresa, dificilmente você vai conseguir ouvir todos os seus clientes. Por isso, é importante que você faça um recorte de quantas pessoas pretende consultar.

3 – Escolha o canal mais adequado para a pesquisa

Qual canal seria o mais adequado para realização da sua pesquisa? Você pode enviar a sua pesquisa por e-mail, por telefone, pelo WhatsApp ou por formulários no site da sua empresa.

4 – Estruture as perguntas do seu questionário

Na estruturação do questionário, é necessário definir a quantidade e o caráter das perguntas. Sua pesquisa será quantitativa, qualitativa ou híbrida? Como será a escala das respostas?

As perguntas precisam ser claras e objetivas, a fim de evitar ambiguidades e respostas equivocadas. Busque facilitar a interpretação dos respondentes.

5 – Analise os resultados da pesquisa

Com todas as respostas coletadas, é preciso fazer a análise das mesmas. No caso das perguntas de caráter quantitativo, colocá-las em um gráfico pode facilitar a interpretação dos resultados. Hoje em dia, existem vários softwares de pesquisa de satisfação que fazem tudo isso de maneira automatizada, permitindo que você otimize tempo e esforços.

Ficou clara a importância da pesquisa de satisfação do cliente? E o que você achou das nossas dicas de como fazer pesquisa de satisfação do cliente?

Faça o quanto antes uma pesquisa de satisfação com os seus clientes e obtenha insights valiosos para o seu negócio.

Você conhece a pesquisa NPS? Então, leia este artigo de nosso blog: Tudo sobre NPS e modelo de pesquisa de satisfação pronto!

Pesquisas de satisfação são excelentes oportunidades de ouvir o cliente, mas existem outras formas de colher esse feedback. Durante negociações e vendas é muito importante que os vendedores ouçam mais do que falem. Assim, conseguem melhores resultados.

Entenda isso melhor neste vídeo do Raul Candeloro:

Medir a satisfação do cliente é fundamental, mas existem outras métricas em que você deve fica de olho. Conheça algumas delas em nosso e-book gratuito: Indicadores de Vendas e Marketing

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Xiaomi Mi 9 – Resenha

Xiaomi Mi 9 – Resenha

A Xiaomi ainda é relativamente nova no mercado móvel fora da China – o Xiaomi Mi 8 Pro foi o primeiro telefone lançado no Reino Unido, por exemplo, em 2018 – mas está apresentando uma competição séria para estabelecer marcas com o Xiaomi Mi 9, seu mais novo carro-chefe.

O Mi 9 parece um fantástico dispositivo em tudo; possui um processador poderoso, configuração de câmera impressionante e suporta carregamento rápido de até 20 W – além disso, é uma carga muito mais barata que os telefones com especificações semelhantes.

O Mi 9 é um impressionante, com componentes internos surpreendentemente bons por seu preço relativamente baixo – o mesmo acontece com este telefone e a marca Xiaomi em geral, uma séria ameaça para marcas que utilizam o Android  como Huawei e OnePlus.

Design e Exibição

O Xiaomi Mi 9 tem um verso de vidro ligeiramente curvado, dando uma aparência distinta e uma sensação confortável. A Xiaomi diz que isso cria um efeito holográfico atraente; não percebemos isso com o aparelho Piano Black que testamos, mas é possível que as cores Ocean Blue ou Lavender Violet criem esse efeito um pouco melhor.

O Mi 9 possui uma tela AMOLED de 6,39 polegadas, com uma resolução Full HD + de 2340 x 1080, que oferece cores vibrantes com uma grande faixa de brilho – foi um prazer assistir filmes e complementar a fantástica variedade de câmeras. Nessa tela tem um pequeno painel superior que abriga a câmera frontal.

O Xiaomi Mi 9 mede 157,5 x 74,67 x 7,61 mm, por isso é um dispositivo de tamanho médio, mas com 173g parece um toque no lado pesado – não é com certeza o Moto G7 Power, mas começamos a notar seu peso depois longas sessões de jogos ou sessões de fotos.

 

Na parte inferior do dispositivo, você encontrará uma porta USB-C enquanto o botão de volume e o botão liga / desliga estão do lado direito, e há um botão do assistente do Google à esquerda.

Na parte traseira do telefone, o conjunto de câmeras com três lentes, que veremos em detalhes mais adiante, também se destaca – muitas vezes nos encontramos raspando o dedo ao mover o dispositivo na mão

Geralmente, no entanto, é um bom dispositivo para segurar – os botões laterais e o sensor de impressão digital na tela são baixos o suficiente para serem fáceis de alcançar, a parte traseira em vidro curvado fica confortável na mão por longos períodos e o botão do assistente do Google está fora do caminho na maior parte do tempo – embora a tela grande signifique que a parte superior do dispositivo pode ser difícil de alcançar.

 Duração da Bateria

O Xiaomi Mi 9 tem bateria de 3.300mAh. Descobrimos que o telefone carregava incrivelmente rápido – usando o carregador incluído com o telefone, demorou apenas 45 minutos para chegar a 90%, embora a velocidade de carregamento tenha caído visivelmente nos últimos 10%.

O carregamento sem fio foi igualmente impressionante – com um carregador de 10W, o aparelho atingiu 80% em apenas 30 minutos, e o Mi 9 suporta carregamento de até 20W, o que ligaria o telefone ainda mais rapidamente.

 Câmera

A câmera é um dos principais recursos do Xiaomi Mi 9 e é uma das partes mais fortes do telefone.

Na parte traseira estão as câmeras telefoto grande angular de 48MP f / 1.75, 16MP f / 2.2 ultra grande angular e 12MP f / 2.2, que combinam para tirar fotos fantásticas e são complementadas por uma coleção de recursos de IA para ajudar sua fotografia. Na frente, há uma câmera selfie de 20MP f / 2.0, alojada no pequeno entalhe em forma de gota.

As fotos tiradas com a câmera ficam ótimas, com cores renderizadas extraordinariamente bem – tons específicos são aprimorados, especialmente vermelhos e verdes que pareciam incrivelmente vibrantes na tela.

Um novo recurso da câmera é o modo ultra grande angular, que utiliza a lente grande angular de 16 MP, com seu campo de visão de 117 °, para tirar fotos panorâmicas.

Isso foi útil para determinadas fotos, pois permite incluir mais de nossos assuntos no quadro.

Talvez o recurso mais forte da câmera, no entanto, seja o sensor de profundidade, cortesia da lente telefoto de 12MP. Foi rápido o foco nos assuntos e a profundidade calibrada com precisão para aplicar a quantidade correta de desfoque de fundo, sem exigir a seleção dos modos de bokeh ou beleza que o telefone embala.

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Há também um modo de foco manual, no qual você toca no assunto na tela para focar nele, e isso também foi rápido e fácil de usar.

A câmera frontal também é forte, com foco automático rapidamente com precisão de cores razoável, embora, sem surpresa, eles não atendam ao padrão de imagens tiradas com a câmera principal.

Há uma variedade de recursos de pré e pós-processamento, incluindo o modo beleza, que permite adicionar efeitos bokeh às fotos, suavizar tons de pele e adicionar outros floreios, e o modo Pro, que permite controlar configurações de fotografia como abertura e obturador Rapidez.

As duas foram ótimas de usar – elas permitem ajustar a filmagem com perfeição quando precisávamos tirar fotos com aparência artística.

A câmera traseira também suporta gravação de vídeo de até 4K.

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Filmes, Música e Jogos

Com seu chipset Snapdragon 855, o Xiaomi Mi 9 é uma potência dos jogos. Os jogos de ponta rodavam sem problemas, mesmo nas configurações gráficas mais altas, e o tamanho da tela generoso tornava os jogos fáceis de jogar – é um dos melhores aparelhos em que já jogamos, e o fato de o chipset ser otimizado para jogos significava bateria escorrer quando jogar era apenas um problema.

A reprodução de vídeo também é ótima, pois a tela AMOLED do Mi 9 é brilhante e tem um grande contraste.

Tanto os jogos quanto os filmes foram aprimorados pela tela grande do Mi 9, e é um telefone fácil de segurar ao jogar ou assistir.

Desempenho e Benchmarks

O Xiaomi Mi 9 é um dos primeiros smartphones equipados com o chipset Snapdragon 855 da Qualcomm, que também é encontrado no Samsung Galaxy 10 e provavelmente é o processador móvel mais avançado disponível atualmente – e mostra isso.

Quando fizemos um teste de benchmark no Mi 9, ele retornou uma impressionante pontuação multi-core de 10.316; essa é uma das pontuações mais altas que já vimos, apenas um pouco melhor do que as do iPhone XS e Samsung Galaxy S10 Plus – e você não poderá comprar esses telefones por algo parecido com o preço do Mi 9.

Apesar de ter apenas 6GM de RAM, onde muitos carros-chefe agora compõem 8GB, o aparelho é suficiente para processar seus concorrentes de ponta.

A interface do usuário era impressionante e ágil, mesmo quando tínhamos vários aplicativos abertos e até jogos exigentes funcionavam sem problemas – jogamos o PUBG Mobile nas configurações mais altas e o telefone não suou.

Até a câmera, que em alguns aparelhos pode ser o elo mais fraco em uma configuração eficiente, foi rápida e ágil.

 

O Xiaomi Mi 9 é um dispositivo poderoso com ótimos recursos – e a um preço tão baixo, é inesperadamente fantástico.

Com um chipset e uma câmera configurados para rivalizar com os flagships de última geração, como o Samsung Galaxy S10, mas com quase metade do preço, é definitivamente um dispositivo que vale a pena considerar se você deseja um telefone celular forte de uma marca menos conhecida.

O Mi 9 é um fantástico multifuncional de gama média com forças suficientes para torná-lo uma alternativa viável a flagships de alto alcance e qualquer pessoa que precise de muito poder de processamento, seja para jogos, fotografia, ou outras funções, certamente valerá o dinheiro gasto.

E se você gostou das características do Mi 9, não precisa esperar mais, compre o seu agora mesmo!

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Fonte: https://ift.tt/1ZNzeIC

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Conheça a importância do Data Driven no marketing industrial

Planilha de ressuprimento

Você já ouviu falar no Data Driven? À primeira vista, a palavra pode nos remeter a algo extremamente tecnológico, próprio da evolução dos meios que vivemos hoje. 

No entanto, o Data Driven já era usado muito antes das modernas tecnologias, principalmente, por empresas atentas às tendências do mercado.

Em tradução, Data Driven significa “dirigido por dados”. Na prática, o conceito é incorporado às estratégias de marketing, como forma de tomar decisões, obter insights e investir em inovações, com base nos dados obtidos sobre o seu negócio.

Em síntese, o conceito de Data Driven Marketing está baseado em um método inteligente de coletar, analisar e organizar as informações, para incorporá-las à uma determinada estratégia de marketing, para ter melhores resultados.

Atualmente, em meio ao turbilhão de informações disponíveis online, em redes de computadores e em dispositivos móveis, o Data Driven aparece como um importante instrumento de marketing.

Pois, lida não apenas com a quantidade de dados, mas com a qualidade deles.

Na última década, foram produzidos 90% de todos os dados disponíveis no mundo. 

Essas informações capturadas todos os dias, quando acessamos o nosso e-mail, procuramos algo na internet ou enviamos alguma informação a algo ou alguém.

Contudo, os dados soltos simplesmente não bastam para o Data Driven. 

Eles precisam ser refinados e transformados em mensurações, isto é, em uma inteligência capaz de gerar riqueza de informações para as empresas.

Neste artigo, vamos tratar um pouco de como o Data Driven tornou-se um importante instrumento no Marketing e como aplicá-lo como parte do planejamento de marketing nas indústrias. 

Data Driven Marketing: o que é e principais características

De acordo com uma previsão realizada pela International Business Machines Corporation (IBM), mais de 75% das empresas irão utilizar a metodologia do Data Driven para criar soluções inteligentes no mercado para os próximos anos.

Ou seja, cada vez mais, as marcas estão compreendendo para quem, como, onde, quando e o porquê deve-se investir em determinada estratégia, ao invés de outra.

Dessa forma, são capazes de tomar melhores decisões e personalizar campanhas.

A coleta de dados pode ser feita de inúmeras formas, tais como:

  • Pesquisas de mercado com a concorrência;
  • Pesquisas de mercado com o público;
  • Cadastro de clientes;
  • Monitoramento de páginas da web;
  • Monitoramento em redes sociais;
  • Ferramentas de automação de marketing.

Com o Data Driven, as decisões e ações tomadas pela empresa são baseadas em números e dados, não em “achismos”. 

Assim, é possível direcionar os esforços, em conjunto com o marketing de dados.

Desse modo, fica mais fácil implementar uma determinada estratégia. 

Por exemplo, em serviços de corte e dobra de chapas, atividade que consiste no recorte de um determinado material, em uma dimensão e espessura desejada pelo cliente.

Já se pode ter uma infinidade de dados, a respeito do propósito do corte, bem como as finalidades do serviço para o comprador.

A partir desses dados, a indústria pode pensar em novas soluções para divulgar o serviço, de acordo com as informações obtidas sobre os clientes. Ou, até mesmo, investir em um novo maquinário ou inovação, diante das análises dos dados.

Portanto, o Data Driven no marketing, inclusive no industrial, é usado para otimizar estratégias e processos de campanhas.

Para que as organizações descubram as tendências de mercado, acompanhem o comportamento dos clientes e direcionam as ações.

Veja também: A tomada de decisão nas empresas, como melhorar?

Mas, por que aplicar o Data Driven na indústria?

O Data Driven diz respeito, especialmente, ao relacionamento com os clientes. Muito disso, deve-se ao fato dos principais dados obtidos serem oriundos dos compradores, para nortear as estratégias de marketing e vendas.

Na indústria, é preciso saber que estamos lidando com negócios B2B (Business to Business), isto é, organizações que vendem para outras organizações, não para o consumidor final.

Então, qual é a vantagem de aplicar o Data Driven?

Ora, as campanhas para negócios B2B são extremamente específicas, pois lidam com um público que conhece sobre o assunto. 

Por exemplo, as empresas que procuram por Cilindro hidráulico precisam aplicar a peça em um circuito hidráulico, o que por si só já é algo bastante específico.

Assim, com o Data Driven, é possível definir se uma determinada mensagem ou conteúdo é realmente relevante aos compradores, ainda mais em um segmento altamente especializado como o industrial.

Através de uma tecnologia que utiliza Inteligência Artificial, Machine Learning e Cloud Computing, pode-se saber se aquele determinado conteúdo é, de fato, de qualidade, e vai ser significativo para o público.

Além disso, com uma estratégia de marketing industrial dirigida por dados, é possível:

  • Segmentar melhor os compradores;
  • Otimizar a experiência dos clientes;
  • Facilitar as ações de compra;
  • Investir em inovação na sua indústria;
  • Ter maior destaque no mercado.

Em um ambiente corporativo cada vez mais exigente e concorrido, aplicar o Data Driven como parte da estratégia no marketing industrial pode ser a chave para alcançar notoriedade, autoridade e aumentar as chances de vendas.

Confira dicas de como usar o Data Driven no Marketing Industrial

Em uma estratégia, pode ser difícil imaginar o porquê do Data Driven como parte de campanhas. 

Entretanto, após conhecer os benefícios das ações dirigidas por dados, fica muito mais fácil elaborar planejamentos.

Ademais, é preciso ressaltar a diferença entre coletar dados de um cliente, comprador e processo, da estratégia vinculada ao Data Driven no marketing industrial.

Isso porque somente a coleta não é suficiente, é preciso saber interpretar as informações obtidas.

Afinal, para saber as preferências de um cliente sobre corte a laser em MDF, é necessário coletar dados a respeito disso, interpretar as informações para, assim, desenvolver uma estratégia personalizada.

Abaixo, confira algumas dicas de como aplicar o Data Driven no planejamento de Marketing Industrial.

1 – Saiba onde os compradores estão

Os negócios B2B possuem uma particularidade, quando comparados aos B2C (Business to Costumer, isto é, para o consumidor final), normalmente, os compradores se encontram em sites especializados, ou até mesmo, em um relacionamento direto com a empresa.

Por conta disso, é fundamental saber onde os seus compradores estão para fornecer conteúdo no local apropriado.

Afinal, de nada vale produzir um conteúdo de alta qualidade sobre grade de piso no Facebook, mas as empresas de construção civil, que são as principais compradoras do produto, pouco utilizam essa rede social.

Nesse sentido, o Data Driven pode ajudar a descobrir onde o seu público está, por meio dos dados do fornecedor de anúncios, como o Facebook e Google.

Além disso, com essa ferramenta de análise de dados, é possível ter em mãos diversas informações não só sobre os melhores canais.

Mas também, qual é o melhor momento para alcançar um cliente, quais ofertas são mais eficazes e como enviar a mensagem aos compradores.

2 – Use ferramentas simples para um interpretação completa

Trabalhar com dados não significa ter relatórios altamente complexos, com gráficos de difícil compreensão e um conjunto de números aleatórios, altos e abundantes. 

Ao contrário, a interpretação do Data Driven é mais eficiente quando simplificada.

Por exemplo, ao invés de um quadro com vários números decimais e aproximados sobre o aumento de vendas com peças feitas em usinagem CNC, pode-se ter um gráfico. 

Com isso, a interpretação gráfica é muito mais simples, rápida e eficiente.

Além disso, não adicione novas tecnologias sem motivos. 

Em primeiro lugar, verifique se a ferramenta é realmente necessária para a sua estratégia com Data Driven, se a sua equipe está apta a utilizar o recurso e quais são os possíveis inconvenientes.

Devemos lembrar que a tecnologia está à nossa disposição para facilitar os processos, não complicá-los ainda mais.

3 – Faça a mensuração periódica dos resultados

O Data Driven também serve para que possamos aprender com os nossos erros.

Nem sempre, ao planejar uma campanha de marketing, de fato acertamos o direcionamento correto. 

Por exemplo, ao divulgar uma nova paleteira pelas redes sociais, o resultado não foi o esperado. No entanto, a mesma divulgação teve muito sucesso no blog.

Com o Data Driven, é possível colher informações sobre o porquê de determinada estratégia ter surtido efeito, enquanto outra campanha teve resultados negativos. 

Desse modo, aprendemos com essas falhas e podemos aprender o que dá certo e o que não dá.

Assim, para que a estratégia seja realmente data driven, é preciso mensurar os resultados para ajustar os esforços. 

Quando algo está funcionando, o que pode ser feito para melhorá-lo, como alterá-lo e como aplicar uma modificação.

O relacionamento com os clientes também é um aspecto importante, quando falamos de mensuração de resultados. 

Por conta disso, dê valor às opiniões e comentários dos compradores, verifique o que eles estão falando sobre a sua indústria, produto ou serviço, entre outras informações.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Planilha de ressuprimento

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