Planejamento da negociação: um guia para ganhar (quase) todas as negociações

Você já desejou poder ganhar cada negociação em que entrou? Aquela proposta especial para um cliente importante, o primeiro cliente que você atendeu sozinho depois do treinamento na empresa? Você pode atingir esse objetivo se você estiver um planejamento da negociação bem preparado.

Uma estratégia inteligente pode lhe render muitos negócios. E você não precisa ser um negociador nato para criar a sua.

Na verdade, muitas pessoas tímidas e de fala mansa conseguem fechar grandes negócios fazendo uma preparação da negociação.

Toda vez que você negocia, faz escolhas que vão afetar se você conseguirá uma resposta positiva ou não para os negócios. Para alcançar os melhores resultados, é fundamental entender os passos envolvidos no processo de negociação.

Embora muitas negociações sejam simples, algumas serão grandes desafios e você vai precisar se engajar no objetivo. Seu sucesso vai depender do planejamento e preparação. 

Tenha em mente que a negociação é um conjunto de estratégias claras, mensagens e táticas que podem orientá-lo desde o planejamento da negociação até o fechamento.

Aprenda como funciona um planejamento da negociação, as fases para organizar uma argumentação, dicas de boas práticas e como contornar objeções. Vamos lá?

Como fazer o planejamento da negociação 

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O planejamento é a base de tudo e não seria diferente para o processo de negociação. O planejamento de negociação é importante desde as transações simples até as mais complexas.

Planeje tanto a abordagem ao assunto quanto o tom e estilo de comunicação. Ao abordar o assunto de suas negociações:

  • Defina seus objetivos claramente (fechar o negócio ou, no mínimo, deixa uma porta aberta para uma nova proposta);
  • Estabeleça um plano B se a negociação falhar;
  • Tenha claro quais são as necessidades do clientes e as razões que as motivam;
  • Analise a proposta do ponto de vista da empresa e determine quais concessões é possível fazer no momento da negociação;
  • Faça pesquisas sobre o cliente e consulte colegas e parceiros para pegar dicas;
  • Ensaie a sua argumentação para o momento da negociação (foque na cadência da fala e na sequência de argumentos);
  • Escreva os tópicos da argumentação (caso monte uma apresentação, organize-a em tópicos para guiar o raciocínio).

Ao decidir qual será o seu estilo de comunicação, familiarize-se com técnicas de negociação bem-sucedidas. 

Tenha sempre um tom calmo e confiante e um conjunto de respostas e estratégias consideradas para as contra-argumentações que o cliente pode ter.

Envolvendo o cliente com a argumentação

Para envolver adequadamente o cliente no processo da negociação e deixar a conversa agradável e aberta, leve em consideração os seguintes pontos:

  • Faça uma introdução apresentando o objetivo da proposta com confiança e calma;
  • Introduza sua primeira oferta, ouça o que o cliente vai responder e contra-argumente com as propostas do seu plano B; 
  • Tire as dúvidas do cliente e reforce os pontos mais importantes para que ele possa entender a proposta claramente;
  • Seja cuidadoso e não se deixe levar pela ansiedade de fechar negócio rapidamente assumindo compromissos que não sejam aprovados pela empresa;
  • Esteja preparado para improvisar novas alternativas de propostas e estreitar a conversa para se aproximar do fechamento do negócio ou a preparação de uma nova proposta.

Fazendo o fechando a negociação

Quando a conversa estiver se encaminhando para o fim, faça uma revisão mental dos objetivos estipulados no planejamento da negociação. 

Fique atento às seguintes ações que encaminham para a condução de um resultado aceitável para o cliente e para a empresa:

  • Procure por sinais de fechamento, por exemplo, diminuição de contra-argumentos, linguagem corporal “cansada” da outra parte e negociação de posições convergentes;
  • Repasse os acordos e concessões já feitos;
  • Diga frases de ‘conclusão’, por exemplo: “Essa sugestão pode funcionar.”;
  • Estabeleça um prazo para a elaboração do contrato o mais rápido possível;
  • Acompanhe e atenda prontamente todos os compromissos feitos na reunião com o cliente.

Como se preparar para uma negociação (e ganhar!)

Não importa o tipo de negócio em que você está ou o que você está vendendo, as etapas gerais para ganhar uma negociação são as mesmas. Aqui estão as quatro fases da negociação para fechar grandes negócios:

Etapa #1: identificar problemas de negócios

O planejamento da negociação envolve preparação e o lado com mais preparo ganha.

Isso porque, com mais informações, é possível direcionar melhor a discussão, a evolução da proposta e conduzir o cliente para aceitar seus termos.

Então, vamos imaginar que você é um profissional de vendas e está tentando convencer uma empresa a contratar a solução de software de controle de estoque para o qual você trabalha. 

Você fez todo o planejamento da negociação e está se esforçando durante a reunião e, enfim, o responsável da empresa pergunta quanto você cobra. 

Neste momento, você entrega uma proposta que detalha todos os problemas que o software da sua empresa pode solucionar para o cliente. Digamos que existam três pontos principais de melhoria:

  1. Você descreveu todo o caminho do sistema atual de controle de estoque da empresa e identificou áreas críticas nas quais o processo falha;
  2. Identificou também que a lentidão do processo manual leva os responsáveis a terem dificuldades em coletar e acompanhar a evolução dos dados do estoque;
  3. Outro ponto relevante é que o controle ineficiente do estoque está levando a quantidades maiores do que a necessária nos pedidos de reposição.

Você pode incluir nesta etapa de identificação os resultados que outros clientes obtiveram com a implementação do software para corrigir problemas parecidos. 

Faça mais perguntas para que o cliente verbalize seu problema e possa compreender através dos próprios argumentos a necessidade de ter uma solução como a sua. 

O estudo e a conversa inicial deixam o cliente informado do problema e da quantidade de dinheiro que está perdendo acumulando estoque sem planejamento. 

E mais: se continuarem a deixar esses processos seguirem sozinhos os prejuízos serão grandes.

Neste ponto da negociação, você colocou o cliente em estado de atenção. Ele está te ouvindo. É quando você passa para a próxima fase.

Dica: certifique-se de identificar problemas realistas que possam ser corrigidos. Não fale sobre problemas que podem mudar drasticamente o negócio. 

Por outro lado, verifique se você está identificando problemas grandes o suficiente para gerar um impacto significativo no negócio. 

Etapa #2: criar soluções

Depois de identificar os problemas principais, a próxima etapa do planejamento da negociação é apresentar as soluções. 

Seguindo o exemplo que começamos na etapa 1, você implementa um plano para corrigir os problemas apresentados.

  • Como o processo de controle de estoque atual é longo, você sugere encurtá-lo usando uma estratégia de otimização em que a base é o software da sua empresa;
  • Para ilustrar esse caminho, você pode esboçar um passo a passo de como funcionaria o novo processo e uma estimativa de quantas pessoas seriam necessárias;
  • Também pode apresentar uma comparação entre o antigo e o novo sistema para o cliente visualizar a diferença. 

Aqui você também pode reforçar sua argumentação com resultados que outros clientes já obtiveram com o software na otimização do controle de estoque.

Esse tipo de informação dá credibilidade e torna a solução mais concreta e palpável, pois mostra que os problemas são solucionáveis com a automação. Mas o seu trabalho ainda não está concluído.

Dica: Da mesma forma que os problemas identificados, suas soluções devem ser realistas. Os cliente não precisa apenas gostar de suas soluções, mas também sentir que as soluções são fáceis de implementar. 

Etapa #3: sugerir um cronograma

Em seguida, você precisa indicar quanto tempo você acha que vai demorar para corrigir esses problemas. Alguns passos podem incluir:

  • Treinamento da equipe responsável pelo controle de estoque – 1 dia;
  • Instalação do software nos computadores e/ou tablets  – 1 dia;
  • Semana para testar implementação e tirar dúvidas – 1 semana;
  • Operação inicial com o novo padrão – 1 mês.

O esboço inicial do cronograma ajuda o cliente a visualizar de forma mais clara como será o processo. 

É importante demonstrar que a solução oferecida age diretamente na fonte do problema, que é o monitoramento e a coleta de dados ineficiente. 

Dica: A linha do tempo do cronograma deve ser realista e direta ao ponto. Se levar mais tempo para implementar a solução do que o processo atual, por exemplo, o cliente não vai achar a solução tão atrativa. 

Mostre que seu produto, além de corrigir o problema, torna a equipe do cliente mais produtiva no dia a dia de trabalho. 

Aqui, você também pode reforçar a negociação com dados dos seus cliente sobre a economia que a implementação do software gerou para as empresas parceiras.

Como vendedor, pense sempre nos principais valores que a solução que você vende oferece e inclua no planejamento da negociação.

Passo #4: fazer a proposta

Neste ponto, você tem o cliente exatamente onde você quer. Mas precisa manter a consistência na negociação para não perder todo o trabalho executado até aqui. 

O que você precisa fazer agora é oferecer a venda. Mas o importante é como você pergunta. Você deve enquadrar a pergunta como um “Sim” ou “Sim”.

Por exemplo, você pode dizer: “Então, você quer esperar até o final do mês para começar ou deseja começar imediatamente? Como você preferir.”

“Podemos orientar o processo de instalação do software das máquinas primeiro e em seguida iniciar o treinamento da equipe? O que você acha?”

Dessa forma, você direciona o cliente de maneira positiva para dizer sim, usando argumentações diferentes e proativas. 

Dica: Bons negociadores devem ser perspicazes nessa etapa. Se você mostrou ao cliente porque faz sentido trabalhar financeiramente com você, por que não o contratariam? Então, não pergunte se eles querem contratar você. Foque em convencê-lo através de argumentos concretos a contratar o que você está oferecendo.

Outras dicas sobre planejamento da negociação

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Estudar sobre o cliente a fundo

Quando se trata do planejamento da negociação,  quanto mais preparo você tiver, mais fácil será fechar o negócio.

Você pode estar em contato direto com o tomador de decisão ou com um dos membros da equipe e eles estão cientes do problema no controle de estoque.

Porém, essas pessoas não têm a mesma disponibilidade que você para analisar o problema, estudar soluções e reunir em uma apresentação lógica.

As pessoas ocupadas sofrem da “síndrome da página em branco”. Elas não têm o capital mental para investir em descobrir como resolver esse problema, pois já estão sobrecarregadas com outras funções. Você, no entanto, é a solução.

Demonstrando que você também reconhece o problema e, melhor, tem a solução para ele, a conversa flui melhor. A tendência é o cliente fornecer novos dados e ideias que você precisa ser ágil para incluir como parte das soluções da proposta. 

Dica: A razão pela qual muitos profissionais de vendas conseguem fechar negócios lucrativos não é porque eles são melhores vendedores ou negociadores natos. É porque fazem sua lição de casa. 

Tenha a segurança de entrar em uma empresa e dizer exatamente o que vão fazer. Sim, é possível que as ideias sejam roubadas e você não seja contratado. Mas você não pode se preocupar com isso.

Para driblar esses possíveis “roubos de ideia”, coloque todo o planejamento da negociação em tópicos na apresentação e desenvolva com a argumentação verbal.

Você só precisa ter certeza de que colocou tudo às claras para que não haja grandes objeções.

Ousar na proposta também compensa

Você não precisa esperar que um cliente grande entre em contato para usar essa estratégia. Você pode se aproximar de um grande cliente sozinho.

Faça uma prospecção ativa para encontrar clientes ou empresas com os quais você realmente quer trabalhar, estude o que eles fazem, identifique seus problemas e crie soluções personalizadas. 

Em seguida, ligue e vá até a pessoa certa, subindo pela cadeia hierárquica da tomada de decisão. Em alguns empresas será mais fácil, por outras terão mais etapas. Mas com uma boa proposta, seu trabalho vai evoluir.

Quando chegar à pessoa certa, diga a ela que você tem algo que gostaria de conversar.

É exatamente assim que você consegue trabalhar com grandes nomes do mercado. Descubra como se conectar com os tomadores de decisão.

Longe de soar desrespeitoso, mas quanto mais alto a pessoa está na organização, mais ela aprecia alguém que fala diretamente, sem muito dedo para as coisas. Além disso, um pouco de ousadia é bom ao longo caminho.

A última coisa que seus potenciais clientes querem é contratar alguém que precisa de direcionamento. Eles querem alguém que possa entrar, dizer a eles o que precisa acontecer e depois executar.

É assim que você faz o planejamento da negociação e ganha todas. Além de ver os lucros financeiros depois.

Dica: as empresas querem contratar pessoas mais inteligentes do que elas. As que não são tão espertas tendem a ser um pouco mais inseguras. Por isso, se você quiser mostrar que sabe do que está falando, aja com firmeza. 

O que fazer se receber um “não”?

Assim como tudo na vida, um planejamento da negociação não é à prova de insucesso. Alguns clientes ainda vão dizer “não”.

Talvez seja porque eles não têm orçamento disponível no momento, apesar de terem gostado da proposta. Não importa qual seja a razão que o cliente apontar, sempre descubra o porque. 

E quando você descobrir, refaça sua proposta e ofereça a venda novamente levando em consideração essa nova informação. Só porque o cliente diz “não” uma vez, não significa que eles não dirão “sim” mais tarde.

Se você descobrir por que um possível cliente disse não, pode trabalhar para adaptar seu argumento em torno dele. 

Por exemplo, se estiver relacionado ao orçamento, você poderá cobrar uma taxa inicial mais baixa nos primeiros três meses de assinatura ou oferecer uma taxa com desconto no plano de fidelidade anual. Ou, se quiser simplificar, pode reduzir o escopo do seu trabalho e ajustá-lo ao orçamento.

Dica: Há sempre uma maneira de fazer um acordo funcionar. Às vezes, você tem que ser flexível com o seu preço ou oferecer um benefício que possa atrair o cliente. Apenas não desista enquanto existirem possibilidades para explorar.

Erros comuns que as pessoas cometem ao usar essa estratégia

Negociadores experientes sabem como lidar com outros negociadores do mesmo nível, mas também sabem lidar com negociadores inexperientes. Aqui estão alguns erros comuns que você precisa evitar ao negociar.

  • Conversar com a pessoa errada – Não importa o quão preparado você esteja. Se você não está falando com o tomador de decisão, seu planejamento da negociação não será efetivo. Chegue até o responsável e certifique-se de que ele esteja envolvido em todos os níveis da negociação. E, a propósito, se há duas pessoas ou dez na sala, saiba quem é o tomador de decisão e fale com ele diretamente. Sem ignorar a presença dos demais, é claro.
  • Ceder demais – Negocie o suficiente e você encontrará um bom negociador que vai entender o que está fazendo. O cliente pode dizer: “Eu sei o que você está fazendo. Você quer que eu diga “sim”. Só direi sim, se você fizer X. “A pergunta que você deve fazer é:” X é razoável?”. Se for, considere fazer concessão, mas estabeleça limites para o quanto você está disposto a ceder.
  • Se apressar – Se é de propósito ou não, dar apenas “X minutos” para falar não é algo confortável. É muito difícil negociar sob pressão. Negociadores experientes sabem disso, então eles podem tentar criar essa pressão limitando seu tempo de reunião. Seja firme. Diga: “Quando você pode me dar Y minutos?” Onde Y é o tempo que você precisa para compartilhar sua apresentação.

Dica: Você sempre precisa estar um passo à frente. Depois de perder a vantagem, você perdeu a negociação. Para ter certeza de que tem a vantagem, não tenha medo de recuar um pouco. Se você continuar dizendo “sim” a todas as demandas do cliente, mais cedo ou mais tarde, eles vão te apertar e o negócio não valerá a pena para você.

Como lidar com objeções mais comuns às propostas

Você provavelmente é experiente o suficiente para perceber que as negociações nunca são tão perfeitas quanto no papel. As coisas vão dar errado durante a apresentação, por exemplo, objeções inesperadas podem ser levantadas. Veja como se preparar:

  • Por que eu deveria confiar em você?” Se você fez sua lição de casa, então isso será fácil. Você tem a prova do que está argumentando com base nas estatísticas e estudos de caso que você preparou. Se você tiver depoimentos de outros clientes, avaliações das redes sociais, mostre também. 
  • Não tenho certeza se você é a empresa certa.” Faça estas quatro perguntas: “Por que não? Você tem outro candidato ideal em mente? Você está falando com outros candidatos? Quem?” Com base nessas informações, você descobre se realmente está aquém das expectativas e diz: “Se eu fizer X, podemos trabalhar juntos?” Se a resposta ainda for “não”, então há algo mais profundo que você ainda pode  investigar.
  • Não tenho certeza se isso é tão importante quanto você diz.” Se você não tiver acesso à análise bruta de dados do cliente, não poderá dizer com certeza se os problemas identificados são os desafios que ele realmente enfrenta. No entanto, o que você pode fazer é sugerir que você trabalhe com ele na coleta dessas informações. E se você encontrar um problema durante esta fase, você pode propor o trabalho novamente.

Dica: fechar negócio sempre leva tempo e raramente é fácil e você vai se deparar com obstáculos. Esteja preparado para lutar e convencer o potencial cliente. Se mostrar que está ocupado e tem outra empresas na lista, isso fará com que ele queira trabalhar com você e terá menos objeções. Portanto, certifique-se de mostrar que é bem-sucedido começando a primeira reunião apresentando-se e detalhando o que você fez para outras empresas.

Conclusão

Depois que você pega o jeito, negociar torna-se uma paixão. Sentar-se em frente a alguém e tentar influenciá-lo a seguir suas ideias é emocionante. 

Como vimos, o processo passa longe da manipulação. O planejamento da negociação é baseado em argumentos claros para influenciar e envolver o cliente com a proposta.

Essa é uma das razões pelas quais muitos profissionais de vendas adoram negociar. Ao influenciar as pessoas, você aprende que pode concretizar as coisas, cumprir seus objetivos e ajudar outros ao longo do caminho.

Nem sempre é fácil. Você vai perder muitas negociações. Mas não perca a coragem de tentar novamente. Quando disserem “não” para você, interprete como “não agora”. 

Continue tentando e, eventualmente, você vai ficar melhor em convencer e influenciar as pessoas nos negócios.

Além de um planejamento da negociação, você também precisa de um processo comercial organizado para direcionar melhor os trabalhos dos membros da sua equipe de vendas.

Organize o seu trabalho diário com a nossa Planilha de Despesas + Relatório de Visitas e saiba quais são os Indicadores de Vendas e Marketing que você precisa acompanhar para evoluir seus resultados.

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Xiaomi Amazfit Bip – O Smartwatch que vai te impressionar

Xiaomi Amazfit Bip – O Smartwatch que vai te impressionar

O Xiaomi Amazfit Bip é um Smartwatch que oferece inúmeras funções pelo melhor custo benefício.

No interior da embalagem, encontramos o relógio, o manual em inglês e uma estação de carregamento. Mas você quase não precisará da estação de carregamento porque o relógio dura uma carga extremamente longa.

O relógio possui tela de 1,28 “com resolução de 176×176 pixels. É uma tela sensível ao toque com tecnologia LCD e é muito bem visível à luz do sol. 

Além disso, ele ainda mostra o tempo e o número de etapas durante a caminhada. O vidro é 2.5D, então o design é semelhante ao popular Smartwatch da concorrente. A tela é Gorilla Glass 3, por isso é bastante durável.Sua forma retangular tem aparência estilosa e moderna. O visor possui luz de fundo, para que você possa verificá-lo à noite e ativá-lo pressionando o botão lateral.

O Amazfit Bip é realmente leve – pesa apenas 31 gramas faz com que você até esqueça que está usando.  Ele pesa pouco porque é feito completamente de plástico, mas é feito perfeitamente. 

No lado, podemos encontrar um botão espetacular, que você só pode pressionar – se girar ele não faz nada. Um grande pro é a certificação IP68, por isso é resistente a água e poeira e com esta certificação você também pode nadar.

O relógio possui um módulo acelerador e GPS incorporado. O módulo GPS possui uma precisão de ± 7m, o que não é nada mau. Em uma área densa, você receberá o sinal rapidamente – ponto positivo para a Xiaomi. 

É claro que existe um sensor de frequência cardíaca no lado inferior, que mede o batimento cardíaco não apenas durante a atividade esportiva. Também na parte inferior, existem 2 pinos de carregamento. Nesse modelo de smartwatch existem 4 opções de cores do relógio – preto, branco, verde e laranja.

Agora vamos mostrar de perto a interface do smartwatch e seus recursos.

Ao deslizar para baixo na página inicial, você passa para o ‘Modo silencioso’. 

Ao deslizar para cima, você move o gerenciamento de notificações das notificações do telefone. 

Quando você se move para o lado esquerdo da página inicial, existe por padrão o aplicativo Alipay, mas, por meio do aplicativo para telefone, ele pode ser trocado pelo aplicativo Weather, que é definitivamente mais interessante.

 

Depois de passar à direita, encontramos: 

– Status, que nos informa sobre o número de etapas que seguimos, batimentos cardíacos e muito mais;

– Atividades, onde podemos escolher se vamos correr, andar de bicicleta ou apenas andar. Os dados são salvos no histórico do relógio e completamente todos os dados são salvos no aplicativo de telefone;

– Clima, mostrando informações do telefone;

– Relógio Despertador , que também é configurado através do aplicativo de telefone;

– Cronômetro; Bússola, que pode mostrar sua altitude, pressão do ar etc;

– Configurações, onde podemos definir o design do mostrador;

– Defina uma ação a ser executada depois de pressionar por bastante tempo o botão lateral – por exemplo, para iniciar atividade e assim ajustar o brilho da tela e algumas outras coisas básicas, como o modo de fábrica, desligar o relógio e muito mais. A tela sensível ao toque funciona de maneira muito rápida e precisa. Parabéns pelo Amazfit Bip por isso.

Para a conexão com o telefone existe o bluetooth 4.0. 

O relógio pode ser conectado ao Android 4.4 e posterior, eventualmente com o iOS 8 e posterior. Basicamente com quase todos os dispositivos. Para conectar o relógio ao smartphone, você deverá baixar o aplicativo Mi Fit, que suporta inúmeros idiomas. Em seguida, no aplicativo, basta clicar em ‘adicionar dispositivo’ no botão do relógio na função ‘localizar dispositivo’ e tudo estará pronto em um segundo.
Vejamos as melhores funções, habilitadas após a conexão do relógio ao celular:
– Recebendo notificações – após a conexão, você receberá todas as notificações que normalmente receberia no telefone, como email, notificações do instagram etc. 
– Em seguida, você pode baixar o novo design de tela pelo telefone celular.
– Terceiro, você pode definir uma “meta de atividade” – sua meta diária de etapas a pé e o aplicativo informará se você conseguiu ou falhou. A seguir, uma visão geral legal de todas as atividades. O relógio mostra o seu caminho, onde você estava correndo, quantas calorias você queimou e assim por diante. 

E muitas outras funcionalidades, como definir um despertador no relógio, mudando o local do clima, medindo seu sono etc.

 

A bateria tem uma capacidade de 190 mAh e dura muito tempo. Perdi apenas 3-4% a cada dia e habilitei a medição de batimentos cardíacos e o GPS durante a atividade esportiva. 

Portanto, não há problema em atingir um mês inteiro de duração da bateria. Quando o carregamento acabar depois de um mês, basta colocar o relógio na estação de carregamento e eles são totalmente carregados após uma hora e meia. Simplesmente incrível, o Amazfit Bip realmente me surpreendeu.

O relógio por esse preço baixo oferece uma quantidade incontável de recursos e, especialmente com GPS, que está nessa categoria de preço bastante incomum. Se  você está pensando em adquirir um smartwatch, o Xiaomi Amazfit Bip é definitivamente a sua escolha, com recursos muito semelhantes aos mais caros e o melhor custo benefício.

 

Acesse nossa página e adquira já o seu Amazfit Bip.

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11 erros mais comuns em líderes comerciais que não atingem suas metas de forma consistente

Este artigo foi escrito por Raul Candeloro, sócio e co-fundador da Revista VendaMais

Uma das coisas mais comuns e mais duras da vida de um líder é ter que entregar resultados de maneira consistente.

Num cenário econômico desafiador, o líder é ainda mais demandado, pois ele/ela precisa:

  • Manter sua própria motivação elevada;
  • Motivar e engajar a equipe;
  • Desenvolver e treinar a equipe para que consigam atingir seus resultados
  • Pensar em novas formas de atingir as metas, mesmo com clientes comprando menos e demandando mais descontos e preços menores;
  • Prospectar novos clientes;
  • Trabalhar corretamente mix de produtos e serviços;
  • Diminuir ou pelo menos controlar de forma eficiente os custos de venda;
  • Preservar a rentabilidade e margens da empresa.

Nesse contexto, existe pouca margem de erro.

Fiz uma lista então dos 11 erros mais comuns cometidos por gestores comerciais que falham ao entregar seus resultados de forma consistente (que eu chamo de TAM – Taxa de Atingimento de Metas).

Aqui estão os 11 principais erros, resultado da avaliação de mais de 500 trabalhos de alunos do meu curso GEC (Gestão de Equipes Comerciais).

Caso tenha interesse em obter mais informações sobre o GEC, meu curso online de Gestão de Equipes Comerciais, com vídeo-aulas mensais sobre como melhorar todos os pontos abaixo, clique aqui.

11 erros mais comuns em líderes comerciais que não atingem suas metas de forma consistente

1) Falhas de liderança: condutas inadequadas, alterações bruscas de humor, resistência a mudanças, não estar aberto/a a feedback, falar uma coisa e fazer outra, não promover a meritocracia, ficar refém da equipe ou de uma parte dela.

2) Falhas de estratégia e posicionamento: não definir corretamente a estratégia, não trabalhar de forma eficiente canais de vendas, não defender margens, não definir corretamente PCI (perfil de cliente ideal), não ensinar de verdade a equipe a reconhecer oportunidades nem trabalhar diferenciais competitivos.

3) Falhas em indicadores de performance: não trabalhar baseado em indicadores (excesso de subjetividade), excesso de indicadores e relatórios, indicadores defasados ou pouco confiáveis, não saber o que fazer com relatórios ou indicadores.

4) Falhas de recrutamento e seleção: não ter um modelo profissional padronizado de processo de recrutamento e seleção, com perguntas direcionadas especificamente ao CHA dos candidatos (lembrando que a alta performance em vendas demanda 6 conhecimentos, 8 habilidades e 10 atitudes/valores dos vendedores).

5) Falhas no treinamento: não treinar é o erro mais comum (50% das empresas no Brasil não treinam a equipe de vendas…). Treinar de forma inadequada ou com baixa frequência vem logo em seguida. Um bom treinamento é medido de 4 formas: vendedores precisam gostar do treinamento, aprender ou revisar algo importante, colocar em prática e melhorar seus resultados em vendas. Se os 4 objetivos não forem atendidos não teremos um processo sustentável nem rentável.

6) Falhas na administração do tempo: não delegar, excesso de centralização, apego a tarefas burocráticas de pouco valor, focar em consequências de problemas e não nas causas (apagar incêndios ao invés de evitar incêndios), não planejar, não ensinar a planejar, não respeitar o que foi planejado, não ensinar a respeitar o que foi planejado, não deixar tempo livre para imprevistos, não ser pró-ativo em relação à gestão do tempo, achar que desorganização é natural, que planejamento engessa, ter orgulho de trabalhar de forma ineficiente (muito mais comum do que parece!).

7) Falhas na lucratividade: não acompanhar de perto custos de venda nem trabalhar para torná-los mais eficientes, não trabalhar corretamente oportunidades de upsell e cross sell, não trabalhar corretamente inatividade e reativação de inativos, não segmentar clientes por rentabilidade (e não apenas por faturamento ou canal de vendas/atendimento), deixar a equipe trabalhar descontos de maneira livre, prospectar clientes predadores que destróem a rentabilidade.

8) Falhas na remuneração: não entender os diferentes modelos de remuneração fixa/variável, ficar preso a um modelo do passado, remunerar vendedores por vendas automáticas, remunerar vendedores para trazerem faturamento e não rentabilidade, criar estruturas de remuneração complicadas ou complexas demais, criar sistemas de remuneração que no fundo incentivam desvios e comportamentos negativos por parte dos vendedores.

9) Comunicação com a equipe: falta de feedback, feedback desestruturado, reuniões improdutivas, falta de comunicação, excesso de comunicação, comunicação inapropriada, pouco produtiva ou até negativa, falta de consistência, monólogo e não diálogo.

10) Campanhas de vendas: campanhas que não vendem mais, campanhas que não motivam (campanha motivacional que não motiva é duro…), campanhas que não dão lucro, campanhas usadas para mascarar falhas internas, campanhas complexas demais, longas demais, campanhas que atraem o perfil errado de cliente, campanhas que estimulam desvios de comportamento, campanhas desalinhadas com o posicionamento da empresa, sua estratégia e seus diferenciais.

Estes são os erros mais comuns. Como você pode ver, são muitas vezes erros simples mas que machucam. Um ou outro você pode até considerar normal, mas se vários deles começam a se acumular você tem uma situação muito complicada e que precisa ser rapidamente revertida.

Caso contrário, acontece o último erro mais comum, e talvez o mais grave:

11) Terceirização da culpa: Culpar a equipe comercial pelos resultados fracos sendo que a grande responsabilidade é, na verdade, do líder de vendas que não está sendo 100% competente ao conduzir sua equipe de vendedores.

Como em todos meus trabalhos, o objetivo é alertar e ajudar você, que é líder comercial, a fazer uma auto-avaliação e uma análise mais aprofundada sobre possíveis pontos de melhoria. Lembre sempre que o caminho da alta performance começa evitando erros básicos que levam à baixa performance, principalmente quando o assunto é atingir metas comerciais de forma consistente!

Com base nesses 11 erros mais comuns, aqui estão 5 perguntas coach para ajudar no seu processo de auto-avaliação:

  • Quais destes 11 erros você pode estar cometendo como líder comercial?
  • Como isto pode estar impactando negativamente não só apenas os seus resultados, mas os de toda a equipe?
  • Quais seriam os ganhos, não apenas financeiros, de melhorar isso?
  • O que você pode fazer de concreto para reverter essa situação?
  • Quando você vai começar?

Abraço e boas vendas,

Raul Candeloro

P.S.: Aprenda a como melhorar todos os pontos acima em meu curso online de Gestão de Equipes Comerciais (GEC), com vídeo-aulas mensais. 

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10 matérias sobre gestão industrial mais acessadas em 2019

Software ERP Para controle da producao

Com a chegada de 2020, podemos compilar quais foram as matérias sobre gestão industrial mais acessadas no Blog industrial em 2019.

O ano de 2019 foi transformador para o blog industrial e conseguimos duplicar a quantidade de gestores e profissionais da indústria que se beneficiam com nossos materiais.

10 matérias sobre gestão industrial mais acessadas em 2019

Pensando nisso, listei quais foram as 10 matérias mais acessadas no ano e assim fechar esse capítulo com chave de ouro. Confira:

10º Lugar: 9 cargos essenciais para o bom funcionamento da sua indústria

Em 10º lugar ficou o artigo listando quais são os 9 cargos mais essenciais para o bom funcionamento de uma indústria.

O objetivo é listar cargos que são encontrados em indústrias dos mais diversos segmentos e com isso ilustrar tanto para quem está começando a explorar o segmento industrial, quanto para os faixas preta na gestão industrial de um segmento específico, que na grande maioria das indústrias alguns poucos cargos são muito comuns.

9º Lugar: 64 siglas de gestão industrial que todo gestor precisa saber

Em 9º lugar ficou a lista das 64 siglas e termos da gestão industrial que todo gestor precisa conhecer.

O setor industrial é repleto de siglas e isso pode confundir mesmo gestores experientes. Por isso, esse é um dos artigos mais acessados de todos os tempos no blog.

8º Lugar: 29 cursos online importantes para engenheiros de produção

Todo profissional e gestor deve se manter atualizado, parece que nossos leitores também pensam assim.

Em 8º lugar ficou a lista com os melhores cursos online para engenheiros de produção. A lista contém cursos gratuitos e pagos. Confira:

7º Lugar: Análise SWOT: identifique os pontos fortes e fracos da sua indústria (PDF)

A Análise SWOT é uma ferramenta clássica da administração que significa em inglês: Strengths (pontos fortes), Weaknesses (pontos fracos), Opportunities (oportunidades para o negócio) e Threats (ameaças para o negócio).

Conheça melhor a sua empresa lendo a matéria que ficou em 7º lugar:

6º Lugar: Bloco K do Sped Fiscal: entenda o que é, para que serve e prepare-se

O Bloco K se tornou um termo muito procurado por gestores industriais após o governo fazer novos requerimentos fiscais.

Para entender como e quando entregar o Bloco K da sua indústria, acesse o artigo:

5º Lugar: Certificação ISO 14001: o que é, para que serve e como a sustentabilidade pode beneficiar sua indústria

Cada ano que passa nós ouvimos falar mais sobre a importância da preservação do meio ambiente, da sustentabilidade, reciclagem, educação ambiental dentre outros termos ligados a gestão ambiental.

O artigo foi muito procurado em 2019 e ficou em 5º lugar em nossa lista, confira:

4º Lugar: Como calcular a Substituição Tributária do ICMS em uma indústria de manufatura

O ICMS é um dos impostos mais complicados cobrados aqui no Brasil, e a substituição tributária do ICMS tem um papel de alta relevância, sendo apontado por muitos contadores como a forma de tributação mais complexa que existe no país.

Devido a importância e a dificuldade do tema, esse artigo foi acessado por mais de 44 mil pessoas em 2019:

3º Lugar: Gráfico de Gantt: o que é, como funciona e como montar o seu

O Gráfico de Gantt, também conhecido como Diagrama de Gantt, é uma ferramenta visual para controlar o cronograma de um projeto ou de uma programação de produção, ajudando a avaliar os prazos de entrega e os recursos críticos.

A ferramenta está cada vez mais popular e ocupou o terceiro lugar nos acessos de 2019, confira:

2º Lugar: 19 tarefas que definem a função do analista de PCP em uma indústria

Este sem dúvidas é um dos artigos que mais fez e continua fazendo sucesso no Blog Industrial. Apenas em 2019 ele foi acessado por mais de 66 mil pessoas.

O Analista de PCP é fundamental para uma indústria e neste texto você vai conhecer todas as tarefas que definem sua atuação, confira:

1º Lugar: O que é o código NCM e como consultar o NCM de um produto

O grande campeão de 2019 foi o artigo explicando tudo sobre o código NCM. O texto foi acessado por mais de 80 mil pessoas no ano.

Toda mercadoria que circula no Brasil deve ter um código NCM (Nomenclatura Comum Mercosul) e este código deve ser informado na nota fiscal.

No artigo escrito pelo fundador da Nomus, Rafael Netto, você vai entender o que é o NCM e como consultá-lo, confira:

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CRM para escritórios de advocacia: é necessário? E como escolher?

O CRM, Customer Relationship Management, é tudo o que sua empresa faz para manter um bom relacionamento com o cliente e potenciais clientes, evitando perdas. 

Para aplicar as práticas de CRM para escritórios de advocacia, é preciso analisar o cenário e estruturá-lo se precisar. Depois, encontrar uma plataforma que o ajude a manter a gestão organizada e eficiente. 

Aqui vão algumas dicas para você realizar essas duas etapas: entender a importância do CRM para dar os primeiros passos e cuidados para escolher um sistema de gestão.

Importância do CRM para escritórios de advocacia

Advogados trabalham com a imagem de seus escritórios, precisam transmitir credibilidade e confiança para ganharem novos clientes e fidelizá-los. É nessa jornada que entra o CRM, que é toda a estruturação e aplicação da estratégia de relacionamento que sua empresa terá com as pessoas.

Para começar a aplicar os conceitos de CRM em seu escritório de advocacia é preciso reservar um tempo para analisar a atual situação e estruturar processos. O passo a passo para isso deve ser:

Analise a situação atual

Veja como está o relacionamento com os seus clientes no momento e anote pontos bons (para manter) e pontos ruins (para melhorar). Também analise o relacionamento com quem ainda não é cliente, se houve perdas de oportunidades e porque aconteceram.

Revise os processos

Por trás de uma boa estratégia de CRM sempre há um processo organizado e sólido. Como acontece a trajetória do seu cliente desde que ele entra em contato pela primeira vez até, finalmente, assinar um contrato com seu escritório? E depois? 

Se não há uma clareza dessas etapas, do início ao fim, fica muito mais difícil construir um relacionamento duradouro com o cliente ou converter vendas. No caso dos escritórios de advocacia, você pode começar revisando os seguintes processos:

  • Metas que quer alcançar (quantos clientes, quais nichos, etc);
  • Entender as necessidades do cliente (mapear as dores que levaram os seus clientes até seu escritório);
  • Desenvolver um bom relacionamento com quem já está na casa (mais chance de permanência ou retorno);
  • Excelência no atendimento;
  • Mapear clientes em potencial (não perder nenhuma oportunidade).

Crie um fluxo (funil) de vendas

O fluxo de relacionamento acontece desde o primeiro contato com o cliente e continua enquanto ele decidir ficar com seu escritório. Já o de vendas acaba ao fechar o contrato, porém é muito importante para identificar oportunidades de vendas e evitar  perdê-las no meio do caminho.

Exemplo de um funil básico para escritórios de advocacia:

Contato inicial (Telefone? Formulário? E-mail?) > Apresentação de proposta > Negociação > Fechamento de contrato > Financeiro e documentação > Cliente

Gerencie as etapas e os contatos

Depois de ter o processo estruturado, você vai precisar manter a entrada e saída de clientes sempre organizada e fluindo bem

Para isso, é preciso documentar as etapas de venda e, sempre que entrar um novo contato (potencial cliente,) atualizar o seu andamento nessas fases, até que o negócio seja fechado. Com esse tipo de documentação, fica mais fácil:

  • Identificar em qual momento do fluxo de vendas os potenciais clientes estão desistindo de fechar negócio com seu escritório;
  • Saber quando tempo leva, em média, para que as pessoas virem clientes de fato (tempo de maturação para a compra);
  • Fazer análises para saber quais os meses que mais converteram, quem entrou em contato mas não voltou a demonstrar interesse (reativação de oportunidades), entre outros.

CRM e software de CRM são diferentes

CRM é a gestão de relacionamento com o cliente, já um sistema de CRM é a plataforma que irá ajudá-lo a fazer isso, o que tem muito a ver com o tópico acima.

Ao invés de controlar os contatos com planilhas e outros documentos, um software de CRM pode fazer isso de forma automatizada.

O que é possível fazer com um sistema de CRM:

  • Cadastrar todos os potenciais clientes e clientes em um mesmo lugar, mantendo o histórico e garantindo que esses dados não se percam;
  • Criar as etapas de vendas e atualizá-las conforme o andamento dos contatos;
  • Organizar os clientes em categorias quando for um escritório que trabalhe com diferentes especialidades (direito empresarial, trabalhista, previdenciário, entre outros);
  • Gerenciar a agenda de compromissos do time de vendas, como reuniões de apresentação e de fechamento;
  • Analisar relatórios que a plataforma cria automaticamente sobre o que aconteceu no dia, na semana, no mês e no ano;
  • Entre outras opções que variam conforme a plataforma escolhida.

Escolhendo um sistema de CRM para escritório de advocacia

Para escolher o melhor software de CRM para o seu escritório de advocacia, abaixo estão alguns fatores importantes para tomar uma decisão assertiva:

Complexidade dos processos

Existem sistemas de CRM que são focados para negócios mais complexos e que envolvem muitas etapas e outros que são mais práticos e intuitivos. 

No caso dos escritórios de advocacia, a segunda opção pode ser a melhor. Pois mesmo que o processo de contratação seja mais lento, o fluxo de vendas normalmente não envolve muitas etapas.

Personalização do sistema

Priorize CRMs que possam ser customizáveis, principalmente as etapas do processo de vendas. Outras funcionalidades também devem ser consideradas nessa escolha, como:

  • Mapa de vendas
  • Relatórios e métricas personalizadas
  • Documentação de motivos de perda
  • Calendário de compromissos
  • Integrações com outros sistemas de gestão, caso seu escritório utilize outras ferramentas
  • Notificações e resumo de tarefas
  • Segmentação da carteira de clientes 
  • Históricos de fácil acesso

Em resumo, quanto mais completa for a personalização, mais adaptável o sistema é para a sua realidade de trabalho. 

Abaixo, um exemplo prático de como funciona a personalização de funil de vendas no Agendor!

Adaptação ao mobile

Com o dia a dia corrido, é importante que a plataforma tenha uma versão em app para que você e sua equipe possam acompanhar o que está acontecendo em qualquer lugar

Também é uma forma de atualizar os dados com mais rapidez, sem precisar estar no escritório para isso.

Período de  testes gratuito

É importante testar o sistema para ver se é realmente o que você esperava e como foi a adaptação com ele nos primeiros dias. Por isso, já comece priorizando aqueles que disponibilizam um período de testes.

Para começar a estruturar a relação da sua empresa com os clientes e o processo da gestão do relacionamento, indicamos o guia completo para sua empresa implantar o CRM com sucesso com leitura complementar a esse post. É gratuito e as dicas são bem fáceis e práticas de aplicar!

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Como vender franquias pela internet: os 5 pilares que você não pode esquecer

Vender franquias é um processo com várias etapas, que muitas vezes se estende por meses até de fato acontecer a venda. Por isso que é muito importante que nenhuma oportunidade seja perdida.

Aproveitando as possibilidades do marketing digital e ferramentas de venda, vamos mostrar a você como vender franquias pela internet através dos cinco pilares mais importantes para esse nicho de mercado.

1 – Organizar o fluxo de venda online (CRM)

Essa é a dica mais importante entre todas as outras que iremos abordar nesse post. Ter um fluxo de vendas bem organizado e funcional é o principal pilar para garantir que todas as outras estratégias de vendas para franquias funcionem bem.

E o que é o fluxo de vendas? Na verdade, se trata de todas as etapas pelas quais um potencial cliente passa até, de fato, comprar a sua franquia. Por exemplo, o fluxo básico para venda de franquias costuma ser assim:

Veja que, até um contato virar um cliente real (nas duas últimas etapas), há outros processos que vêm antes. É importante notar que essas etapas variam de empresa para empresa e de franquia para franquia.

Sem a clareza de onde se encontram seus contatos de vendas dentro dessa jornada, fica difícil identificar os seguintes pontos:

  • Quem não entrou mais em contato?
  • Quem está mais perto de comprar?
  • Quem começou a conhecer a franquia recentemente?
  • Em qual etapa os potenciais clientes costumam desistir da franquia?
  • Quem são os responsáveis por atender os contatos em cada etapa?

Como estamos falando de uma decisão de compra que não acontece do dia para noite, muitas das pessoas que entrarem em contato com você irão ficar um bom tempo pensando se vale ou não vale a pena o negócio.

Compreender profundamente essas etapas e organizar os contatos em cada uma delas é bem importante para garantir que as oportunidades de vendas não sejam perdidas. Ter esse entendimento também ajuda a diagnosticar e melhorar processos onde as vendas estão empacando.

Como um software de CRM pode ajudar?

Na prática, um sistema de CRM facilita todo esse processo através da automação dos fluxos, incluindo o de vendas.

Essas plataformas e apps possibilitam a criação das etapas do processo e o cadastro dos contatos para organizá-los dentro do fluxo. Também permite outras ações relacionadas à gestão do relacionamento com o cliente, como:

  • agendamento de reuniões;
  • documentação de perdas e fechamentos de vendas;
  • alocação de responsáveis por cada situação;
  • emissão de relatórios mensais e anuais;
  • entre outras.

Para melhor entendimento desse tópico, sugerimos a leitura sobre o que é CRM e para que ele serve. Entender esse processo é extremamente importante para aumentar suas vendas de franquias pela internet e não perder nenhuma oportunidade.

2 – Ter um site intuitivo e com informações claras

Site intuitivo é aquele em que qualquer usuário consegue achar facilmente o que precisa, com menus organizados e informações importantes colocadas em posição de destaque. 

Ter informações claras com fácil acesso é o famoso “enrolar menos e ser mais objetivo”, pois na internet as pessoas estão sempre com pressa em suas procuras.

Por isso, a nossa dica vai muito além do que apenas “ter um site”. Ele precisa atender a todas as necessidades do público que tem potencial para adquirir a sua franquia. Para ter uma noção se o seu site cumpre esses requisitos, responda às seguintes perguntas:

  • Seu site responde às principais dúvidas que seu público possui?
  • Existe uma explicação completa e fácil de entender sobre como adquirir a sua franquia?
  • O layout do site é responsivo (carrega no celular e no tablet sem alterar a estrutura das páginas)?
  • Existe um formulário para o usuário mandar o contato em caso de interesse pela franquia?
  • Existe um chat para responder dúvidas de quem já possui a franquia?
  • Os contatos da empresa estão atualizados?

Ter a resposta sim para as questões acima já é um bom parâmetro para saber se o seu site está com potencial para vender sua franquia pela internet ou se precisa melhorar em alguns pontos.

3 – Manter os canais de relacionamento ativos

Além do site bem organizado e com informações relevantes, os seus canais de relacionamento precisam estar ativos

Por exemplo: se um potencial cliente se interessar por sua franquia e entrar em contato pelas redes sociais, você tem algum responsável para respondê-lo com agilidade? E no caso do contato já ser seu cliente, há um time focado nesse atendimento?

Os canais de relacionamento aos quais os usuários recorrem com mais frequência são páginas em redes sociais, e-mails, chats online no site, formulários, WhatsApp e o próprio telefonema. Para garantir que nenhuma oportunidade de venda se perca, tome providências para que todos esses canais funcionem com agilidade.

Outra dica é estar nos canais que você sabe que seu cliente está. Nunca é demais ter mais de uma opção para manter o relacionamento com o cliente, afinal, cada pessoa tem sua preferência sobre como entrar em contato.

4 – Postar conteúdos que tirem dúvidas e mostrem soluções

Muitas empresas de vários nichos de mercado criam blogs para postar conteúdos que ajudem os potenciais clientes a entenderem melhor sobre os seus negócios. Essa é uma estratégia que também funciona muito bem para franquias.

Pense que muitas pessoas estão procurando no Google, agora mesmo, sobre os seguintes assuntos:

  • Como comprar uma franquia?
  • Vale a pena adquirir uma franquia?
  • Quais nichos de mercado rendem mais para franquias?
  • Como faço para ter uma franquia?
  • Vale a pena trabalhar com franquia ou criar meu próprio negócio?

Veja que você poderia responder a todas essas dúvidas  com detalhes em um conteúdo de blog. O mais legal é que esses textos levariam a assinatura da sua franqueadora, como uma forma de marketing. 

Dependendo do assunto, você também pode sugerir o seu produto no próprio conteúdo (já que as pessoas que lerão seu blog são, em maioria, potenciais clientes).

Nós falamos aqui no blog do Agendor sobre como fazer marketing de conteúdo, em um passo a passo bem descomplicado. Recomendamos a leitura antes de criar um blog para sua franqueadora!

5 – Promover campanhas de publicidade online (Ads)

De todas as estratégias para vender franquias pela internet, a mais rápida é através de publicidade online. São os famosos anúncios que você vê no Google, nas redes sociais e em aplicativos.

Para dar o primeiro passo, identifique em quais canais de anúncios o seu público está presente. É no Facebook? No Google? Depois dessas respostas, delimite um valor máximo para investir em campanhas de Ads, estabeleça um objetivo claro  e comece a anunciar suas franquias.

Concluindo

Todas as estratégias que trouxemos aqui não são complexas, mas precisam de um bom planejamento e organização de tarefas para que aconteçam de fato. 

Para colocar as dicas de venda de franquias pela internet em ação, comece pouco a pouco. Veja quais dos tópicos você acredita que consegue colocar em prática primeiro, ou organize essas tarefas por ordem de prioridade x o retorno que trará para o negócio. 

Estude e pesquise como potencializar seu site, ativar os canais de relacionamento por mais tempo, publicar conteúdos relevantes e criar anúncios online. Quanto ao fluxo de vendas, sugerimos a leitura do guia sobre como elaborar e implementar um processo de vendas efetivo!

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Introduce Yourself (Example Post)

This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.

You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.

Why do this?

  • Because it gives new readers context. What are you about? Why should they read your blog?
  • Because it will help you focus you own ideas about your blog and what you’d like to do with it.

The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.

To help you get started, here are a few questions:

  • Why are you blogging publicly, rather than keeping a personal journal?
  • What topics do you think you’ll write about?
  • Who would you love to connect with via your blog?
  • If you blog successfully throughout the next year, what would you hope to have accomplished?

You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.

Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.

When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.

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