Como melhorar processos da sua indústria com passos simples

Gestão de processos

Melhorar processos é a atividade de mudar e otimizar rotinas de trabalho na sua empresa, com o objetivo de criar processos que geram mais resultados.

Em uma indústria, existem diversos tipos de processos diferentes que podem ser melhorados constantemente na chamada melhoria contínua.

Os japoneses ficaram famosos por melhorar processos de forma cada vez mais eficaz e assim se tornaram modelos de boa gestão, como o Lean Seis Sigma e o Toyotismo.

Neste artigo você vai ver algumas dicas simples, porém eficazes, de como melhorar processos da sua empresa e assim gerar mais produtividade e resultados. Vamos lá:

Passo 1: medir os resultados

O primeiro passo para melhorar algo, é entender qual é o seu resultado atual. Por isso, é fundamental que você consiga medir o desempenho dos processos que busca melhorar.

Recomendo que leia o nosso artigo ensinando como montar indicadores de desempenho para assim organizar essa medição caso ainda não faça.

Algumas dicas rápidas neste tópico, são:

  • indicador deve medir o que realmente importa
  • use metas que motivem a sua equipe
  • determine um responsável por cada indicador
  • monitore e responda aos dados dos seus indicadores
  • envolva a sua equipe com os indicadores
  • use um software para medir os indicadores

Alguns dos indicadores de desempenho mais comuns na indústria, são:

  • Indicadores de produtividade
  • Indicadores de estratégia
  • Indicadores de qualidade
  • Indicadores de capacidade
  • Quantidade produzida
  • Taxa de ocupação de recursos
  • Eficiência
  • OEE
  • Análise de Qtde produzida por recurso
  • Evolução mensal da Qtde produzida por recurso
  • Análise de Qtde produzida por funcionário
  • Análise de Qtde produzida por produto
  • Atraso médio em dias
  • Atraso médio global
  • Lead time de fabricação da ordem
  • Lead time de fabricação

Veja quais indicadores de desempenho fazem sentido para o seu negócio e assim você já terá uma ideia de como melhorar processos na sua indústria.

Passo 2: definir objetivos

Agora a sua equipe e você precisam definir os objetivos que buscam alcançar com a melhoria de processos na empresa.

Com objetivos claros, sua equipe conseguirá focar melhor em cada melhoria e assim economizará tempo e recursos.

Não tente melhorar tudo de uma vez. Vá identificando os problemas e eliminando um a um com melhorias no processo.

Uma sugestão é começar com os problemas mais comuns observados durante a operação do negócio.

Por fim, definir um objetivo é fundamental para saber se as melhorias implementadas foram bem sucedidas ou não.

Passo 3: identifique os processos chave da empresa

Todas as empresas possuem uma infinidade de processos em seu dia a dia, mas existem aqueles que são críticos para os resultados de toda a operação.

Busque identificar quais são os processos que sem eles, a sua empresa iria parar de funcionar.

Além disso, aplique o conceito de Pareto, identificando onde estão os 20% de esforços que geram 80% dos resultados da sua empresa.

A dica neste passo é usar os olhos do cliente. Focar nos processos que se melhorados, podem gerar mais satisfação dos seus clientes e mais negócios fechados. Esse é um bom ponto de começo.

Passo 3: plano de trabalho

A iniciativa de melhorar processos é um caminho de conhecimento que pode ser bem trabalhoso.

É preciso identificar a situação atual, encontrar oportunidades e desenvolver as melhorias. Não é um trabalho feito da noite para o dia.

Portanto, é fundamental que você defina um plano de trabalho realista, com um cronograma alcançável, acordado com o restante da equipe.

A partir daí, acompanhe a progressão das melhorias junto com a equipe e se as datas estipuladas no cronograma estão sendo respeitadas.

Passo 4: envolva a liderança

Para ter sucesso na hora de melhorar processos é importante que você tenha apoio dos líderes das áreas impactadas.

Quando a equipe percebe que o líder está engajado no processo e busca colocar as mudanças em prática, todos buscam se envolver também e assim geram resultados para a melhoria.

Passo 5: comunique a equipe

Por fim, comunique a todos que estejam envolvidos no seu projeto de melhoria a cada progresso que fizer no projeto.

Quando as pessoas ficam sabendo das melhorias e dos avanços, elas se animam e passam a ajudar mais.

Além disso, caso tenha algum problema, é mais rápido de identificar e alterar uma mudança que tenha feito.

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Fique a vontade para entrar em contato caso tenha alguma dúvida ou sugestão.

Nos vemos na próxima! Abraços!

Seis Sigma

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Metodologia de vendas: 8 opções para impulsionar os resultados do seu modelo de negócio e se destacar no mercado

Metodologia de vendas é um processo definido para que os vendedores de uma organização sigam uma série de etapas e critérios padronizados, a fim de prospectar, conquistar e fidelizar os clientes mais alinhados com o perfil das soluções da empresa e que tragam o maior lucro possível.

E você, que metodologia de vendas você utiliza na sua empresa?

Existem diferentes formas de conduzir um processo comercial. A escolha do método de vendas mais adequado vai depender de uma série de particularidades do seu modelo de negócio, como o tipo de produto ou serviço comercializado, o perfil do cliente e os seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Se você ainda está na dúvida sobre qual ou quais métodos implementar na sua empresa, fica tranquilo que este guia vai te ajudar a escolher.

Convidamos você a continuar a leitura para conferir nas próximas linhas as 8 principais metodologias de vendas que podem te levar a atingir resultados cada vez melhores e se destacar no mercado:

  1.  Metodologia de vendas Sandler
  2. Metodologia SNAP de vendas
  3. Metodologia SPIN de vendas
  4. Challenger Sale Approach
  5. Venda Conceitual
  6. Venda Centrada no Cliente
  7. O novo ABC de vendas
  8. Metodologia MEDDIC

Leia também: Os 7 métodos de vendas mais populares e quando usar cada um

Metodologia de vendas: 8 opções para alavancar o desempenho comercial da sua empresa

Infelizmente, ainda não existe uma fórmula mágica capaz de ser aplicada em qualquer modelo de negócio para alavancar os resultados comerciais.

No entanto, existem sim alguns métodos que podem ajudar a tornar o processo de vendas mais consistente e eficiente.

Confira agora quais são as 8 principais metodologias de vendas usadas em empresas do mundo todo. Avalie cada uma com muita atenção e escolha a metodologia de vendas que mais combina com o seu modelo de negócio.

1. Metodologia de vendas Sandler

Inconformado com a “mecanicidade” e pouca naturalidade dos métodos de vendas que lhes foram ensinados, David Sandler desenvolveu o Sandler Selling System em 1967, um método nada ortodoxo para a época.

Na metodologia de vendas Sandler, busca-se o equilíbrio entre as figuras do vendedor e do cliente. Ambos os lados da negociação são equiparados e se dedicam, igualmente, para que o fechamento seja bem sucedido tanto para quem vende quanto para quem compra.

Segundo a metodologia de vendas Sandler, os vendedores assumem mais o papel de consultores. O foco deles deve estar em qualificar os leads, desenvolver um relacionamento com eles e encaminhá-los para o fechamento e conclusão da venda.

Nesse método desenvolvido por David Sandler, o vendedor tem total autonomia para abrir mão desse potencial cliente no momento em que ele perceber que a solução que ele pretende vender não atende plenamente as necessidades do prospect.

Confira em nosso blog: Tudo sobre vendas: o que está dando certo e o que dá errado? Técnicas, estratégias e ferramentas

2. Metodologia SNAP de vendas

Bem mais recente do que o método que citamos anteriormente, o SNAP é uma metodologia criada em 2012 por Jill Konrath com o objetivo de acelerar o processo de vendas.

O SNAP (que em livre tradução significa “estalar de dedos”, em alusão à agilidade proposta por esse método) é um anagrama para os 4 principais aspectos aos quais os vendedores devem prestar atenção durante uma venda.

  • Simplicidade: a solução deve ser apresentada de maneira simples, descomplicada e que facilite a compreensão do cliente. Procure reduzir ao máximo as burocracias do processo de vendas.
  • Novidade: é preciso mostrar para o cliente que a solução oferecida é diferente de tudo o que ele já viu e que pode sim ajudá-lo a resolver seus problemas. Busque sempre informar algo que o cliente ainda não sabe.
  • Alinhamento: o vendedor deve manter as expectativas alinhadas com o cliente. Além disso, é necessário alinhar o discurso de vendas à linguagem do cliente e às necessidades por ele apresentadas.
  • Prioridades: o vendedor precisa identificar o que o cliente considera como prioridade e como a sua solução se relaciona com tais prioridades.

Essa metodologia funciona muito bem na venda de soluções pouco complexas, de curto ciclo e que não precisam passar por muitos decisores de compra.

Leia mais: Decisor de compra: o foco das vendas B2B

3. Metodologia SPIN de vendas

A metodologia SPIN de vendas é uma das mais versáteis. Ela pode ser utilizada tanto em vendas de diferentes níveis de complexidade.

Desenvolvida por Neil Rackham, a metodologia SPIN de vendas busca orientar o vendedor sobre que tipo de perguntas ele deve fazer aos potenciais clientes a fim de conhecê-los melhor e ser mais assertivo ao oferecer suas soluções.

  • Situação: as perguntas devem ter como foco entender o contexto em que o potencial cliente está inserido e sua situação atual.
  • Problemas: aqui, o objetivo das perguntas é identificar os problemas que o potencial cliente está enfrentando atualmente.
  • Implicações: as perguntas devem buscar entender as implicações que os problemas que os problemas apresentados têm sobre o cliente.
  • Necessidades: as perguntas devem ser feitas no sentido de apontar as necessidades do prospect e a relação delas com a solução oferecida.

Ao aplicar a metodologia SPIN de vendas, o vendedor consegue mostrar melhor o valor da solução oferecida.

Se você quer mais dicas sobre tipos de perguntas, então dê uma olhada neste vídeo:

Veja também:

4. Challenger Sale Approach

O Challenger Sale Approach, ou abordagem de vendas desafiadoras, foi criado a partir de um estudo realizado pela dupla Matthew Dixon e Brent Adamson sobre os diferentes perfis de vendedores.

Dixon e Brant concluíram que o perfil desafiador (challenger) era o que apresentava melhores resultados. Isso porque os vendedores challengers possuem profundo conhecimento sobre o cliente e sobre as soluções oferecidas e assumem o controle sobre a venda.

Para colocar em prática essa metodologia de vendas, o vendedor precisa conhecer a fundo os problemas e os objetivos de seus clientes, oferecer soluções sob medida e fazer com que o cliente perceba valor na proposta colocada diante dele.

Esse método é muito eficaz principalmente quando se trata de um produto ou serviço com forte apelo inovador e que comumente encontra resistência por parte dos potenciais clientes.

Leia também: Qual o perfil de vendedor que o seu cliente valoriza?

5. Venda Conceitual

O método de Venda Conceitual (Conceptual Selling) foi criado por Stephen E. Heiman e Robert B. Miller e pauta-se no conceito por trás da solução oferecida e não no produto ou serviço em si.

O foco dessa metodologia está em como o produto ou serviço pode dar fim aos problemas apresentados pelo cliente.

Para isso, são considerados na Venda Conceitual aspectos como:

  • As dores do potencial cliente;
  • As alternativas às quais ele já recorreu para tentar solucionar essas dores;
  • Oque ele já sabe sobre a solução oferecida;
  • A importância de que a solução teria para esse cliente.

A Venda Conceitual exige que seja feita uma escuta ativa. Esse método permite desenvolver um relacionamento de longo prazo com os clientes, apesar de ser bastante detalhado.

6. Venda Centrada no Cliente

Dando continuidade às principais metodologias de vendas, temos a Venda Centrada no Cliente (Customer Centric Selling).

Como o próprio nome já sugere, esse método busca colocar o cliente no centro de todo o processo comercial. Aqui, os vendedores precisam ser verdadeiros especialistas em tudo o que se refere ao cliente para o qual ele deseja vender uma solução.

No caso das vendas B2B, é importante que o time comercial tenha pleno conhecimento sobre as características do negócio, o mercado em que o cliente atua, seus objetivos, dores, necessidades, expectativas, principais tomadores de decisão e suas peculiaridades etc.

Essa metodologia é mais trabalhosa e custosa para empresa. Geralmente, ela é indicada para vendas mais complexas, com ciclos mais longos e ticket médio mais elevado.

Mas, pensando a longo prazo, a Venda Centrada no Cliente pode favorecer a satisfação e a fidelização dos clientes, gerando novas oportunidades de venda.

Leia mais: Os 13 tipos de clientes mais difíceis que sua empresa pode atender

Que tal conhecer alguns tipos de clientes nos quais, eventualmente, você terá que focar?

os 6 tipos de clientes

7. O novo ABC de vendas

O novo ABC de vendas, desenvolvido por Daniel Pink, é um método que tem como proposta substituir o antigo “Always Be Closing”, ou “Sempre Fechando Vendas”.

Daniel Pink criou essa metodologia de vendas partindo do princípio de que o vendedor não é mais a única pessoa em uma negociação munido de informações sobre o produto ou serviço que ele oferece.

De acordo com Daniel Pink, o próprio cliente em potencial está mais ciente sobre suas necessidades e sobre as alternativas de soluções disponíveis no mercado.

Tendo isso em vista, surge o novo ABC de vendas:

  • Attunement (Sintonia);
  • Buoyancy (Vivacidade ou Flutuabilidade);
  • Clarity (Clareza).

Nessa metodologia, o vendedor precisa estar em sintonia com as demandas e necessidades dos clientes, mostrar-se entusiasmado a solucionar os problemas do cliente e ter total clareza ao argumentar e explicar as soluções oferecidas.

Não confunda o ABC de vendas com a curva ABC, entenda: Curva ABC de vendas: o que é, para que serve e como criar uma para a sua empresa

8. Metodologia MEDDIC

O método MEDDIC é muito útil em vendas complexas B2B. Ele estabelece critérios quantitativos para qualificar os leads.

MEDDIC é um acrônimo para os aspectos que não devem ser negligenciadas pelo vendedor:

  • Metrics (Métricas): quais métricas o prospect considera relevantes e como a solução oferecida pode ajudá-lo;
  • Economic Buyer (Comprador Econômico): o vendedor precisa identificar quem é o tomador de decisão;
  • Decision Criteria (Critérios de Decisão): é necessário também identificar e entender quais critérios mais influenciam a decisão de compra do prospect;
  • Decision Process (Processo de Decisão): o vendedor deve saber como se dá o processo de decisão e quais etapas costumam ser seguidas antes de a compra ser aprovada;
  • Identify Pain (Identificação da Dor): o vendedor precisa identificar as dores do prospect e avaliar como o produto ou serviço oferecido pode solucioná-las;
  • Champion (Campeão): o vendedor deve eleger um “Campeão” para ser um embaixador da solução apresentada e fazer com que a proposta feita seja levada adiante.

Veja também algumas dicas de como prospectar novos clientes:

como prospectar novos clientes

Saiba mais: Negociação ZOPA: Como determinar a Zona Possível de Acordo e ser bem sucedido na hora de fechar negócio

Conclusão: para cada negócio, uma metodologia

Bom, o que você achou das principais metodologias de vendas que citamos aqui?

Para que você possa fazer uma escolha inteligente sobre a metodologia de vendas mais adequada, é importante que seja feita uma avaliação do seu processo comercial.

Busque identificar os pontos fortes, as necessidades e as limitações do seu modelo de negócio.

E lembre-se de que você não precisa se limitar a apenas uma metodologia de vendas. É perfeitamente possível combiná-las e chegar a uma composição que atenda as demandas da sua empresa.

Leia também: 5 fases e 14 técnicas de vendas infalíveis – o passo a passo!

 Agora que você já conheceu todas essas técnicas de vendas, que tal colocá-las em prática com ajuda de um software CRM? veja como neste e-book gratuito: Como usar o Agendor para alcançar seus melhores clientes

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Reuniões de vendas online: como podem ser mais eficientes?

Durante os últimos meses, não apenas precisamos nos adaptar ao formato das reuniões de vendas online, como também passamos a conviver com um número maior de interações deste tipo no dia a dia de trabalho.  Segundo pesquisa realizada por professores de Harvard e da Universidade de Nova York, o número médio de reuniões diárias aumentou em 12,9% se comparado ao período pré-pandemia.

Ou seja, para que possamos executar todas as tarefas necessárias na nossa rotina comercial, essas reuniões precisam ser mais eficientes, certo? Para isso, o principal é não tentar transportar a experiência do presencial para o virtual, mas construir de fato uma experiência online para os encontros com os clientes e com os membros da equipe. Neste artigo, daremos algumas dicas sobre como fazer isso. Confira!

Das reuniões presenciais para as virtuais: o que mudou?

Se a ideia é desenvolver reuniões que sejam efetivamente pensadas para o ambiente virtual, é interessante falarmos primeiro sobre as principais diferenças das reuniões de vendas online para as presenciais:

Direto ao ponto

Nas reuniões presenciais, temos mais claro o “momento do cafezinho”, em que quebramos o gelo e definimos o clima para uma reunião. Nas videoconferências, o natural é irmos mais direto ao ponto. Isso significa uma dificuldade maior de colocar todos na mesma página – tanto quando o assunto é mais sério, quanto quando o objetivo é descontrair e integrar os participantes.

Falta de feedback

Também é mais difícil ter a percepção de como as pessoas estão reagindo às mensagens nas videoconferências, inclusive pois muitas optam por não ligar a câmera ou há instabilidade na conexão para isso. Assim, para o líder da reunião, há um desafio maior do que nas reuniões presenciais “olho no olho”.

Dificuldade de engajamento

Vamos ser sinceros, muitos de nós aproveitamos videoconferências em que não somos apresentadores para colocar em dia as mensagens de WhatsApp, os e-mails e até para organizar as gavetas do home office. Com isso, quem está liderando, enfrenta uma dificuldade maior de engajamento e, consequentemente, de entrega da mensagem desejada para o encontro.

11 passos para tornar as reuniões de vendas online mais eficientes

Considerando esses três desafios que listamos, independentemente de sua reunião ser com clientes, com a equipe ou com outras áreas da empresa, nossa recomendação é que você foque em vencer essas barreiras.

Lembrando que, tanto no ambiente virtual quanto presencial, reuniões eficientes e produtivas precisam ter alguns elementos principais:

  • Propósito – o motivo de a reunião acontecer
  • Preparação – o planejamento para a reunião
  • Participação – engajamento dos presentes
  • Processo – o conteúdo, o formato e o fluxo de informação a serem passados
  • Continuidade – o pós-reunião, com ações concretas

Como, então, direcionar esses elementos para a qualidade de suas reuniões de vendas online? Aplicamos eles em 11 passos para videoconferências de sucesso:

1. Tenha clareza sobre quando uma reunião é realmente necessária

Já viu aquele meme do “sobrevivi a mais uma reunião que poderia ter sido um e-mail?”. Pois é, ele não existe por acaso.

De fato, muitas delas acontecem sem um motivo que justifique colocar todas as pessoas em uma sala, mesmo que virtual. Portanto, o primeiro passo é compreender se a sua videoconferência precisa mesmo existir, ou se um e-mail ou um áudio por WhatsApp poderia resolver a questão muito mais rapidamente.

Também pense em quem é presença obrigatória ou opcional na videoconferência, assim você já começa com o pé direito no objetivo de engajar quem realmente é importante.

2. Mantenha agendas fixas para pautas recorrentes

Quando uma reunião for recorrente – ou caso exista necessidade de revisar pontos com frequência, o ideal é já criar esses compromissos fixos. Desta maneira, desenvolve-se uma cultura de atualização sobre determinada pauta ou para determinada questão.

Esse tipo de reunião é particularmente útil para atualizações periódicas com os clientes ou com o time. Inclusive, pois este momento centraliza todas as interações com esses públicos sobre um tema específico.

3. Escolha a tecnologia mais adequada

Nestes últimos meses, tivemos oportunidade de testar e aprender mais sobre funcionalidades de diferentes ferramentas de videoconferências. As mais comuns são Zoom, Microsoft Teams, Whereby e Google Meet. Qual a sua empresa já utiliza?

O ideal é saber que, algumas delas, trazem funções diferentes que podem ser bem úteis para aprimorar a experiência de sua reunião. Por isso, sempre vale a pena explorar possibilidades como gravação, divisão em salas, perguntas & respostas, pesquisas, entre outras.

E esteja aberto a mudar a ferramenta preferida de acordo com o foco da sua videoconferência!

4. Prepare uma pauta para cada reunião – e compartilhe com todos previamente

A pauta da reunião faz parte da etapa de preparação. É o planejamento de como sua mensagem será transmitida, a fim de que sejam alcançados os objetivos desejados.

Para tanto, sempre prepare o tema da reunião e os materiais que irá apresentar com antecedência. E, preferencialmente, compartilhe com todos os participantes na hora do convite. Recomendamos seguir uma estrutura como:

  • Objetivo da reunião
  • Duração
  • Quem deve participar
  • O que deve ser levado ou preparado pelos participantes
  • Qual será o impacto da videoconferência

Desta forma, não apenas você tem a chance de preparar uma reunião melhor, como coloca todos na mesma página.

5. Estabeleça acordos

É comum que qualquer reunião perca o foco ou até tenha comportamentos inadequados para a sua continuidade – como o participante que interrompe continuamente, por exemplo.

Por isso, é interessante estabelecer as regras do jogo, seja no momento do briefing da reunião, seja nos minutos iniciais. Você pode definir, por exemplo, se a câmera deve ser ligada ou desligada ou qual o momento ideal para as perguntas e se elas devem ser feitas pelo microfone ou pelo chat.

6. Evite as interrupções do home office

Sabemos que é muito difícil separar a vida pessoal da profissional quando se está em home office, especialmente para quem tem filhos e animais de estimação. Porém, na medida do possível, tente evitar interrupções que possam afetar o fluxo das reuniões.

7. Comece pelos objetivos

Já falamos sobre a preparação da pauta da reunião e o envio prévio aos participantes, certo? E é essa agenda que deve ser o primeiro tópico da sua videoconferência.

Desta forma, todos os participantes realmente podem estar na mesma página e saber o que esperar desta reunião.

8. Encerre com os próximos passos

Depois, ao término da reunião, é importante retornar a esta agenda, verificando o que foi atingido e o que deve ficar para uma nova conversa – inclusive em respeito ao tempo de todos, para encerrar pontualmente a chamada.

Deixe também os 5 minutos finais para a definição dos próximos passos, assim como as responsabilidades de cada um.

9. Envie uma ata aos envolvidos

Apenas resumir os próximos passos ao final das reuniões de vendas online não é o suficiente para que eles sejam seguidos. Portanto, cabe enviar uma ata a todos os participantes.

Não, não precisa ser algo super formal como antigamente. Um simples e-mail ou a distribuição de tarefas no sistema de CRM ou no aplicativo de gestão de projetos já resolvem a questão!

10. Avalie o formato e os resultados

A avaliação das principais reuniões também é importante para incorporar melhorias nas que vierem pela frente. Você pode tanto pedir um feedback mais formal (principalmente aos clientes), quanto avaliar  ao longo do tempo o próprio atingimento dos objetivos definidos.

E, no que houver oportunidade, melhore!

11. Cuidado com a fadiga de videoconferências

Para fechar, muita atenção para evitar o que está sendo chamado como “fadiga de videoconferências”. Sim, elas podem ser mesmo exaustivas, por diversas razões, como o alto estímulo ao cérebro e a permanência por muito tempo em frente às telas.

Ou seja, mais uma vez cabe avaliar quando uma reunião é realmente necessária e qual deve ser a sua duração. Estamos caminhando rumo à maior eficiência em vendas, reuniões otimizadas fazem parte disso.

Não fuja delas, as reuniões online vieram para ficar!

Estamos falando há alguns meses sobre home office, vendas remotas, videoconferências… E, cada vez mais, o que percebemos é: mesmo com a “volta ao normal”, muitos dos nossos hábitos de agora irão permanecer.

Conseguir reunir facilmente pessoas de diferentes localidades ou conseguir encontrar um cliente sem perder tempo no deslocamento, certamente são exemplos que fazem parte desse rol. Então, assim como outras práticas, o caminho é abraçar logo de vez a mudança e fazer o melhor a partir dela!

Quer turbinar sua gestão de vendas no home office? Confira o “KIT Gestão e operação do home office de vendas” que preparamos em parceria com a Exact Sales!

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emoção na negociação

Artigo cedido pela Revista VendaMais. Todos os direitos reservados. – Por Natasha Schiebel

Negociar é uma arte humana e, portanto, não é uma ciência precisa, não funciona como matemática, envolve também o que há de mais pessoal no mundo: as emoções.

Por isso mesmo, um desafio comum aos negociadores é justamente saber lidar com a emoção na negociação.

  • O que fazer quando a raiva bate?
  • Como manter a tranquilidade quando a ansiedade insiste em fazer companhia?
  • Como cuidar da linguagem corporal durante uma negociação para não deixar transparecer emoções que podem fragilizar o papel do negociador?

Estas são apenas algumas das questões que surgem nesses momentos. E, como você deve concordar, são questões difíceis de serem respondidas.

Afinal, como ser um bom negociador?

Não há receita de bolo. Não é uma conta simples de adição ou subtração.

Porém, é possível refletir sobre isso e começar a se entender melhor. Assim, há mais chances de você conseguir fazer das emoções suas aliadas nos processos de negociação.

Para entender melhor essa questão, conversamos com Gilberto Cavicchioli. Ele é consultor de empresas, especialista em gestão da força de vendas e professor nos MBAs da ESPM, FGV e SENAC.

No entanto, antes de falar especificamente sobre o papel das emoções, ele nos ajuda a entender melhor alguns outros conceitos importantes para o sucesso dos negociadores que nos leem. Acompanhe!

Leia também: Fases do processo de negociação: a sutil arte da troca de concessões

Dicas de negociação de Gilberto Cavicchioli

VendaMais – Como você define uma negociação de sucesso?

Gilberto Cavicchioli – Para mim, negociação de sucesso é quando os envolvidos na negociação, ou os negociadores, percebem que a negociação permitiu a troca de ideias, interesses e propósitos, e as partes se escutaram. É quando o resultado permite a construção de relacionamentos duradouros, de longo prazo.

Importante destacar, também, que em negociações bem-sucedidas a empatia é percebida pelos dois lados.

Por último, mas não menos importante, há a percepção de que o produto final, o resultado, é de qualidade superior ao resultado se não houvesse o acordo, a negociação.

Troca, relacionamentos, empatia e qualidade. Destacamos estas palavras na resposta do professor Gilberto porque elas já dão o tom da conversa sobre a importância do lado humano das negociações. Antes de seguir a leitura, pare para pensar sobre isso. E reflita sobre como, até aqui, você lidou com as suas emoções durante as negociações.

Quais são os erros mais cometidos por profissionais de vendas durante processos de negociação?

Inúmeros erros prejudicam a performance dos profissionais de vendas responsáveis por negociar com clientes, fornecedores, parceiros etc.

Erros na negociação:

  • Interromper a fala do outro.
  • Adotar atitudes arrogantes.
  • Demonstrar despreparo.
  • Improvisar.
  • Descobrir o ponto fraco do outro lado e atacá-lo.
  • Aplicar truques e macetes.
  • Fazer tentativas de manipulação.
  • Expor a diferença de forças entre as partes – por exemplo: multinacional negociando preços com uma pequena empresa.
  • Tentar meios intimidatórios.
  • Fazer piadas.

Dica!
Basicamente, são erros comportamentais, concorda? Portanto, podem ser evitados se você se passar a se preocupar mais com o que faz durante suas negociações, não apenas no que fala e oferece à outra parte.
Que tal repassar essa lista mentalmente antes da sua próxima negociação?

Quais são as características comuns aos bons negociadores? Como é possível desenvolvê-las?

Características dos bons negociadores:

  • São capazes de se colocar no lugar da outra parte;
  • Demonstram vontade de cooperar;
  • Comunicam-se de forma natural e autêntica;
  • São exímios na arte de escutar;
  • Concentram-se nas necessidades dos outros;
  • São perspicazes na hora de identificar os desejos das pessoas com quem negociam e conseguem enxergar o que está subjetivo, abaixo da linha d’água – em analogia com um iceberg no oceano;
  • Estabelecem rapport (conexão, ligação) quando percebem traços culturais relevantes.
  • Demonstram espírito integrador diante de conflitos;
  • Ao mesmo tempo em são flexíveis, focam suas ações nos resultados desejados;
  • Percebem oportunidades onde outros enxergam ameaças ou problemas;
  • Demonstram assertividade;
  • Possuem um autorregulador interno ético, recusando posições de vítima ou de algoz;
  • São capazes de deixar saídas honrosas para seus interlocutores.

É possível desenvolver tais habilidades por meio da prática, mais prática, mais prática. Além disso, feedbacks de colegas aceleram o desenvolvimento do negociador, assim como assistir a vídeos e conversar com quem negocia frequentemente.

Qual é o papel das emoções nas negociações – como raiva, ansiedade, euforia etc?

“Quando a emoção entra em campo se ganha o jogo”

Costuma-se dizer. Porém, para mim, essa afirmação depende do tipo de emoção…

Sentimentos como raiva, rancor e mágoa atrapalham o resultado das negociações. Além disso, ansiedade pode demonstrar insegurança, medo do futuro, do resultado da negociação.

Aqui vai uma das melhores dicas de negociação: A melhor forma de não cair na armadilha da emoção na negociação é preparando-se com antecedência. E quando falo em preparação, não falo apenas sobre o que diz respeito ao lado técnico das negociações, mas também sobre estudar o estilo de negociar do outro lado.

Esse estilo de negociado pode ser:

  1. catalisador,
  2. apoiador,
  3. controlador,
  4. analítico.

Não tem como ser um bom negociador sem conhecer esses conceitos!


Os quatro estilos de negociadores que você precisa conhecer

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Negociador catalisador: Dentre os perfis de negociadores, este é o mais criativo, expressivo e sociável. Gosta de novas ideias e têm um perfil empreendedor. Por conta disso, muitas vezes é considerado superficial e até mesmo difícil de crer, pois na empolgação costuma prometer coisas que não pode cumprir.

Para negociar com catalisadores… foque em aspectos como inovação, exclusividade, ideias revolucionárias e assim por diante. Seja criativo e conquiste a atenção deles!

Negociador apoiador: O lema dos apoiadores é “sozinho vamos mais rápido, juntos vamos mais longe”. Para eles, não há nada melhor do que trabalhar em equipe, fazer novos amigos e cultivar bons relacionamentos. Porém, costumam ser mais lentos na tomada de decisão. Não têm pressa para fazer as coisas acontecer, trabalham no seu próprio tempo.

Para negociar com apoiadores… mostre que você se preocupa com o bem-estar geral, que quer evitar conflitos e que trabalha bem em equipe. Além disso, tenha paciência. A pressa é inimiga dos bons resultados com negociadores apoiadores.

Negociador controlador: Controladores são o oposto dos apoiadores: preocupam-se mais com os resultados do que com as pessoas; são eficientes, decididos, objetivos cumprem metas como ninguém. Não é raro que sejam considerados insensíveis, impacientes e mandões.

Para negociar com controladores… fale sobre redução de custos, tempo, prazos, resultados, metas e independência. É isso que eles buscam.

Negociador analítico: Negociadores analíticos não deixam passar uma informação importante sequer. São organizados, metódicos, sérios, organizados, cuidadosos e extremamente críticos. Antes de tomar uma decisão, eles precisam se municiar da maior quantidade possível de dados e informações que os ajudem a aumentar as chances de sucesso. Por causa disso, muitas vezes são considerados indecisos, procrastinadores e até mesmo teimosos. Além disso, não funcionam bem sob pressão.

Para negociar com analíticos… preocupe-se em reunir muitas informações que mostrem a ele que sua solução é a que ele busca, cuide dos detalhes, seja perfeccionista e ofereça segurança e garantia.

Este, é claro, é apenas um resumo destes quatro perfis de negociadores. Estude-os melhor, aprenda a identificar em qual grupo as pessoas com quem você negocia se encaixam, e aprimore seus resultados.


Na sua opinião, a linguagem corporal é algo importante nas negociações? Por quê?

A linguagem corporal pode fazer toda a diferença em uma negociação. Afinal, como disse Freud, gestos e atos de uma pessoa revelam sentimentos ocultos, mesmo que não digam nada. Coisas como aperto de mão, movimentos do corpo e tom de voz são muito reveladoras. O bom negociador percebe e sente tais situações e tira proveito disso, interpreta e age a seu favor.

Além disso, como digo frequentemente em minhas aulas, “você não se recomenda quando evita o olhar do outro”. Digo isso para enfatizar a importância do olho no olho, da franqueza nas negociações presenciais.

Por outro lado, alerto sempre que mãos em movimento e inclinação do corpo podem ser sinais de cautela. E olhar para o relógio e não encarar a face do outro são posturas de desrespeito.

Saber “ler” a linguagem corporal da outra parte pode ajudá-lo a definir a sua atitude em uma negociação. Quer se aprofundar nesse assunto? Leia o artigo Seu cliente fala, mesmo sem usar a voz, escrito por Raul Candeloro, que está disponível em http://bit.ly/corpo-fala-vendas.

Como a empatia pode ser usada como uma ferramenta em negociações?

Não adianta “querer ter” empatia; o bom negociador tem que ser empático de forma legítima.

Afinal, demonstrar empatia é forte componente das negociações duradouras, em que há ganha-ganha. Empatia e assertividade nas negociações devem andar de mãos dadas.

Uma pesquisa que fizemos recentemente com nossos leitores mostrou que muitos vendedores são maus negociadores por causa da ansiedade. Como é possível resolver isso? O que é preciso fazer para ser uma pessoa menos ansiosa durante negociações?

Tensão, estresse e ansiedade são emoções frequentes no comportamento dos negociadores e vendedores. Preparação, estudo, boas histórias, empatia e cordialidade ajudam a amenizar os problemas que essas emoções podem trazer.

Quais são seus principais conselhos para vendedores que querem melhorar suas habilidades de negociação?

Ser um bom negociador exige o desenvolvimento de habilidades táticas e estratégicas. Exige muita preparação. Neste sentido, meus principais conselhos são:

  1. Evite o estilo competitivo de negociar. Veja sempre clientes potenciais como parceiros comerciais, não como adversários.
  2. Entenda que tensão, remorso ou desconfiança criados no comprador não valem os pequenos ganhos que se pode obter. Apoie-se em confiança, sinceridade, integridade e justiça.
  3. Como disse certa vez Charles M. Futrell, professor de marketing na Universidade do Texas (EUA), “é importante não negociar os detalhes antes que o cliente tenha aprovado sua solução”. Isso tornará o processo mais tranquilo para você.

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Guia de vendas SaaS: como ter um modelo eficiente

O modelo software as a service (Saas) transformou a adoção da tecnologia em diversos setores do mercado.

E o crescimento da tecnologia da informação a cada ano promete impulsionar ainda mais as vendas SaaS, permitindo que pequenas e grandes empresas utilizem soluções como essa nas suas operações.

A dependência que temos da tecnologia hoje promete sustentar o mercado SaaS nos próximos anos. 

Da prospecção ao fechamento de vendas, tudo tem girado em torno do digital, onde os negócios conseguem atingir seu público através de estratégias segmentadas.

Para quem deseja empreender neste setor do mercado, é necessário compreender todos os pormenores que envolvem as vendas SaaS:

  • Qual lacuna do mercado você vai preencher;
  • O público-alvo carente dessa demanda;
  • O modelo SaaS que melhor atende essas expectativas;
  • Quais as melhores estratégias para executar boas vendas.

Diante desse mercado tão promissor, reunimos dicas fundamentais neste post/guia sobre vendas SaaS para você começar ou reformular seu serviço nesse setor. Continue lendo e aprenda tudo que você precisa saber.

Para guiá-lo nesse post vamos abordar os seguintes tópicos sobre vendas SaaS:

  1. O que é SaaS?
  2. O mercado de vendas SaaS
  3. Modelos de vendas SaaS
  4. Importância do funil de vendas SaaS
  5. Como gerar vendas SaaS
  6. Métricas SaaS para monitorar desempenho
  7. Conclusão

Vendas SaaS: guia para criar seu modelo negócio

1. O que é SaaS?

Saas é a sigla para Software as a Service, em português, software como serviço.

A estrutura do sistema — que pode ser um serviço de automação de marketing, vendas, contabilidade, recursos humanos, jurídico, etc — fica hospedada em um provedor.

Ao assinar um produto SaaS, o acesso ao serviço é online e todos os dados dos clientes ficam salvos na nuvem. O acesso é feito via login e senha no site da empresa contratada. 

Algumas ainda oferecem suporte mobile com interface adaptada em um aplicativo. 

Os recursos também são personalizáveis e as preferências ficam salvas para que não seja preciso refazer sempre o mesmo processo, filtros de informação de dados, etc. 

Em resumo Saas é um software acessado, gerenciado e usado na internet.

Por usar um meio tão popular, as vendas SaaS seguem uma estratégia diferente que exige bastante planejamento das empresas provedoras.

Mas o crescimento atual e as expectativas para o futuro do mercado SaaS mostram que há muitas empresas acertando neste modelo de negócio. Vamos falar sobre isso a seguir.

2. O mercado de vendas SaaS

A Market Research Future publicou o relatório de pesquisa “Software as a Service Market Research Report – Forecast 2022″.

Nele, a empresa apresenta uma análise de mercado, escopo, participação, progresso, tendências e previsão para esse setor até o ano de 2022.

Segundo o relatório, a tendência para o mercado de vendas SaaS é de crescimento. A taxa de CAGR (taxa de crescimento anual composta) do setor pode chegar a 21% para o período analisado.

Em números, a expectativa é que o mercado global de vendas SaaS atinja uma avaliação de US$ 117 bilhões até o final de 2022.

Os avanços no desenvolvimento da computação em nuvem impulsionaram os softwares as a service em diversos setores da indústria.

O relatório destaca também que o fator conveniência, oferecido pela tecnologia, é um dos principais responsáveis por impulsionar o crescimento do mercado global de vendas SaaS.

E quais são os modelos SaaS que existem no mercado para serem explorados? Vamos conhecer cada um dos três tipos de SaaS e como eles funcionam no próximo tópico.

3. Modelos de vendas SaaS

Se você se animou com todo o panorama que apresentamos sobre vendas SaaS, é natural querer saber como abrir caminho nesse setor.

Existem três modelos SaaS que um negócio pode investir. São eles:

  • Enterprise
  • Self-Service
  • Transacional

modelos-de-vendas-saas

Fonte: SaaS Sales Models – Strategic and Organizational Choices.

A escolha do modelo mais adequado para investir em vendas SaaS passa pela natureza do seu serviço.

Então, além de conhecer melhor cada modelo, é crucial conhecer muito bem o seu negócio e as condições para que ele possa operar com sucesso.

Modelo Enterprise

Esse modelo se encaixa aos serviços que oferecem uma solução complexa e de alto investimento para grandes empresas do mercado. Daí o nome Enterprise. 

As empresas que fazem esse tipo de vendas SaaS tem uma equipe interna e externa de vendas robusta e altamente especializada.

Os representantes de vendas trabalham interligados ao marketing, focando em um grupo de prospects criteriosamente selecionados que possam se tornar clientes estratégicos. 

O processo de venda Saas neste modelo pode seguir um mix de inside sales e field sales. A apresentação presencial das vantagens e funcionamento de um SaaS Enterprise é fundamental para o fechamento de uma venda.

Modelo Self-Service

O modelo de SaaS Self-Service é um dos mais populares no mercado. É o que oferece menores taxas de preços e baixo grau de complexidade.

O processo de venda é mais independente e um cliente em potencial pode testar a solução por um período grátis antes de assinar uma dos planos disponíveis.

Uma empresa que aumenta a MMR (Monthly Recurring Revenue – Receita Recorrente Mensal) pode reduzir os custos operacionais, facilitando o início dos clientes na plataforma.

Tanto a decisão de comprar e assinar o software, posteriormente, acontece sem a interferência de um vendedor. 

Uma empresa que aposta em vendas SaaS Self-Service precisa de um time de marketing afinado e que fornece aos leads tudo que eles precisam saber sobre o serviço e, principalmente, demonstrações do que ele é capaz de solucionar. 

O serviços de automação de marketing são úteis para otimizar a estratégia de aquisição e nutrição dos leads.

O período teste grátis é um recurso bastante utilizado nas vendas SaaS do modelo Self-Service.

Modelo Transacional

O transacional é um intermediário entre os dois modelos de vendas SaaS anteriores.

O preço do serviço é mais alto (não tanto quanto o Enterprise) e a complexidade de uso é intermediária (que não permite tanta autonomia do atendimento quanto no Self-Service).

Nesse cenário, o marketing é responsável por “quebrar o gelo” e apresentar a marca e despertar interesse nos prospects pela solução.

O time de vendas fica responsável por trabalhar pela consideração, interesse, avaliação e compra. Essa interação gera confiança no cliente, pois permite tirar dúvidas e conhecer melhor a solução oferecida.

O processo de venda do SaaS Transacional deve ser muito bem montado para conseguir evoluir com o cliente ao longo das etapas de venda.

4. Importância do funil de vendas SaaS

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Um funil de vendas são as etapas pelas quais os prospects passam desde um primeiro momento quando conhecem a sua marca até se tornarem seus clientes.

O funil de vendas SaaS é tão estratégico para atingir os objetivos desse tipo de negócio quanto em qualquer outro ramo.

Então para vender sua proposta, é importante conhecer o perfil do seu público-alvo:

  • Quem é o seu público: atribua característica para sua persona ideal: nome, idade, gênero, profissão, cargo na empresa. Essa definição ajuda a relacionar esse perfil com as pessoas reais.
  • Onde encontrar pessoas com esse perfil: canais mais populares, onde mais pesquisam e interagem em busca de soluções para seus problemas. 

Depois, o funil de venda continua com o oferecimento da solução e as etapas de:

  • Qualificação do perfil de cliente que chega até você: para garantir que são realmente um potencial para fechar vendas.
  • Fechamento e conversão em cliente: ponto em que você faz seu pitch final e determina a venda. 

Quando você oferece um serviço do tipo SaaS, oferece uma experiência junto com a parte técnica-funcional do software.

O funil como um todo é importante, mas a base é ter um conhecimento aprofundado do público-alvo para que as ações voltadas para ele no topo do funil sejam efetivas.

Se você chegar realmente nas pessoas certas, poderá extrair informações importantes tanto dos clientes que fecharem negócio quanto dos que recusaram.

Quando se trabalha com vendas SaaS, aprendizado é a palavra de ordem. Os feedbacks coletados dos atendimentos ajudam a aprimorar o processo de vendas.

Às vezes, passamos por tantas etapas para conseguir uma informação ou para chegar ao objetivo principal (que é saber um preço de um serviço), que o prospect desiste de continuar.

O objetivo de se encaixar em um modelo SaaS é criar um processo de venda “redondinho” para aquele formato de negócio. Você só vai precisar do necessário para concretizar suas vendas.

Corte etapas ou enxugue o tempo do pitch de vendas para fazer propostas mais objetivas. Um funil enxuto e bem planejado vai ajudá-lo a ter sucesso nas suas vendas SaaS.

5. Como gerar vendas SaaS

Até esse momento, nós falamos da base para planejar um negócio de vendas SaaS. 

Esse planejamento pode ser desenvolvido ao mesmo tempo que você criar seu software e faz os primeiros testes com a equipe de programação.

Reunimos a seguir algumas dicas de como gerar mais vendas: 

– Analise os feedbacks de vendas negadas

Quando se trata de vendas SaaS, não existe um processo de vendas à prova de “não”. É neste ponto que está a magia desse tipo de negócio.

Essa perspectiva de que algo sempre pode melhorar é o que vai manter seu time de vendas longe da frustração. 

Afinal, seria pedir demais que todos os clientes, mesmo aqueles sem fit perfeito para o produto respondessem “sim”. 

Os feedbacks dos clientes negados não vão jogar o processo de vendas do seu modelo SaaS por terra. Eles serão dicas importantes para você melhorar.

Por isso, tenha uma estratégia para coletar informações do cliente durante a conversa para saber porque ele rejeitou a proposta. 

Foi um problema com seus preços, suas técnicas de vendas, o próprio produto ou algo mais? Essas informações são incrivelmente úteis para repassar para sua equipe.

Assim, sua empresa pode começar hoje a criar soluções melhores para o futuro.

– Monitore os movimentos da concorrência

O mercado de vendas SaaS não seria tão promissor se não fossem as empresas trabalhando por ele. Isso significa alta concorrência em cada um dos modelos, especialmente o Self-Service. 

O objetivo de acompanhar seus concorrentes não é copiar suas estratégias e soluções. Afinal, você tem segurança nos seus diferenciais, certo?

A razão é manter-se em pé de igualdade para concorrer a altura. Ao perceber uma mudança nos preços, mensagens ou modelos de vendas dos concorrentes, a equipe pode analisar os impactos disso e como contornar esse movimento.

Muitas vezes, por exemplo, você não vai poder cobrir uma oferta promocional que seu concorrente fez, mas pode oferecer um brinde ou uma ferramenta extra para os clientes que assinarem seu plano anual, por exemplo.

Una seu time de marketing e vendas para pensar em soluções alinhadas para chamar a atenção dos leads. 

– Integre os times de marketing e vendas

A sinergia entre essas duas área em uma empresa de vendas SaaS é fundamental. Independente do modelo adotado, essas áreas precisam estar na mesma página.

Essa interação vai permitir: 

  • Aprimorar o serviço e ter uma solução redonda para oferecer ao cliente;
  • Consolidar o posicionamento da empresa no mercado;
  • Escalar as vendas de maneira rápida;
  • Criar atrações para venda inovadoras.

Os critérios para as estratégias de aquisição de clientes do marketing podem ter dicas construtivas da equipe de vendas para que não sejam repassados leads sem a devida qualificação.

O marketing pode sugerir materiais exclusivos que podem fortalecer a opinião do cliente no período de avaliação.

Este trabalho em equipe vai ser fundamental para conseguir ganhar mercado no seu nicho de vendas SaaS.

– Crie uma estratégia de indicações

As indicações de novos clientes a partir dos já conquistados é uma maneira de impulsionar as vendas SaaS.

Não que seja uma tarefa das mais fáceis, pois a maioria dos clientes é um pouco resistente ao fazer indicações.

Mas fazendo esse pedido da forma mais natural possível, você pode expandir o alcance das suas vendas SaaS e conectar-se diretamente com leads de qualidade.

Descontos em dinheiro por indicação fechada, prêmios em produtos ou upgrade no pacote atual dos clientes são maneiras de incentivar as indicações.

Essa ação pode acontecer em paralelo aos seus outros esforços de venda e ainda ajuda a manter um relacionamento com os clientes atuais.

– Aproveite as oportunidades das redes sociais

Ter alcance orgânico nas redes sociais hoje é uma tarefa difícil com a evolução dos algoritmos, mas essas plataformas possuem sistemas de segmentação para anúncios que podem ser bastante úteis.

Claro que sua empresa não precisa investir em todas, mas sim naquelas em que existir potencial para alcançar seu público-alvo.

Lembre-se: você faz vendas SaaS, então existe uma chance boa de encontrar seu perfil de persona no LinkedIn. A ferramenta Sales Navigator pode ser uma opção interessante para impulsionar seus resultados.

A equipe de marketing será a principal responsável por alinhar o uso, o direcionamento do conteúdo e tipos de anúncios mais adequado para cada rede social. 

6. Métricas SaaS para monitorar desempenho

Todo esse trabalho que envolve as vendas SaaS não estaria completo sem o apoio de números que mensuram alguns dos resultados de ações estratégicas. 

A seguir, apresentamos as principais métricas de vendas de SaaS que você precisa avaliar:

Receita recorrente mensal (Monthly Recurring Revenue – MRR): é a receita que sua empresa sabe que receberá a cada 30 dias com o pagamento de todos os clientes.

Receita recorrente anual (Annual Recurring Revenue – ARR): essa métrica é bastante comum em negócios baseados em assinatura como as vendas SaaS. A receita recorrente anual representa o valor da receita recorrente que cada cliente paga anualmente.

Custo de aquisição de clientes (CAC): divida o custo total com Vendas e Marketing pelo número de negócios fechados para saber o seu custo de aquisição de clientes (CAC). Esse número será menor para empresas que usam um modelo de vendas transacionais e maior para organizações focadas em vendas Enterprise.

Se o custo de aquisição do cliente for muito alto, indica que a empresa está crescendo muito rápido. Se o resultado do CAC foi baixo, analise as áreas em que você pode investir em crescimento ou aumentar a receita.

Taxa de velocidade do lead: com que rapidez seus leads crescem a cada mês? Mesmo que o crescimento da taxa de MRR seja constante, isso pode indicar apenas o seu desempenho no momento, ao invés de prever um crescimento para o futuro.

Taxa de rotatividade (churn rate): a taxa de rotatividade é a porcentagem de clientes perdida anualmente. Para calcular o churn, divida o número de clientes perdidos pelo número de clientes com os quais você começou um determinado período. Vale destacar que uma taxa de rotatividade negativa é um bom sinal, pois que significa que você conquistou mais clientes do que perdeu.

Taxa de ganhos (win rate): no setor de vendas SaaS, a eficiência do processo de venda é crítica. De fato, a lucratividade de muitos negócios depende totalmente disso. 

A taxa de ganhos pode revelar a eficácia de uma equipe de vendas e mostrar a qualidade dos leads que estão sendo trabalhados.

Para encontrar a taxa de ganhos do seu modelo SaaS, basta dividir o número de oportunidades fechadas pelo número total de oportunidades (fechadas e perdidas).

7. Conclusão

Agora você está pronto para desenvolver um negócio de vendas SaaS ou aprimorar seu modelo existente com novas táticas e maneiras de analisar seu desempenho.

O processo pede dedicação, paciência e muito trabalho em equipe, mas que vai valer a pena quando chegarem os resultados.

E para ajudar no treinamento da sua equipe, separamos dois materiais estratégicos do Agendor.

O primeiro é o ‘Guia: como elaborar e implementar o processo de vendas’. Com ele, você aprende a montar e tirar o processo de vendas do papel para colocá-lo em prática.

O segundo material é o e-book: O Funil de Vendas na Prática, um guia para melhorar os resultados do seu negócio com o funil de vendas.

Temos certeza que esses conteúdos vão ajudar a aprimorar os pontos básicos da sua estratégia de vendas SaaS. Bom estudo! 

 

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Escala de trabalho: o que é, tipos e como calcular a sua planilha

Guia

A escala de trabalho é uma organização que divide dias e horários de expediente entre os colaboradores de uma empresa.

O seu objetivo principal é ter colaboradores disponíveis para realizar os trabalhos necessários em todos os dias e horários de funcionamento da empresa. Inclusive durante períodos de muita demanda.

Ela é diferente da jornada de trabalho, já que essa se refere a quanto tempo o colaborador irá trabalhar na sua empresa. Já na escala de trabalho, é determinado onde e quando ele irá trabalhar.

Neste artigo vamos ver melhor como funciona a escala de trabalho, quais são os tipos e como calcular para montar uma planilha de escala para sua empresa. Vamos lá:

Por que usar escalas de trabalho

Todas as empresas possuem algum tipo de escala de trabalho, até mesmo se a sua empresa possuir um único expediente de 08:00 as 17:00. Isso é uma escala, apesar de única na empresa.

A coisa começa a ficar complicada quando a empresa precisa funcionar durante longos períodos, por exemplo, existem empresas 24 horas ou ainda empresas que funcionam todos os dias, sem exceção.

Existem também empresas que possuem uma alta demanda em determinado época do dia, mês ou do ano e precisam de mais funcionários disponíveis nestes períodos.

Nesses casos é preciso definir uma escala de trabalho para dividir os colaboradores da sua empresa para que cubram todo o período necessário.

Essa escala pode ser montada pelo setor de RH ou pelos próprios gestores da empresa. Além disso, é possível montar escalas apenas para determinados períodos.

O ideal é conversar com o seu contador para garantir que está coberta pelas leis trabalhistas.

Tipos de escala de trabalho

Existem sete tipos de escala de trabalho mais comuns utilizadas nas empresas e departamentos do governo.

Entretanto, estude bem o formato que irá escolher, já que alguns precisam de acordo prévio para serem aceitos.

Vamos a lista:

Escalas de dias:

Escala 5X1

Neste formato o colaborador trabalha 5 dias e recebe um de folga. É importante frisar que ele precisa sempre ter um domingo disponível no mês.

Escala 5X2

Seguindo a lógica da anterior, nessa escala o colaborador trabalha durante 5 dias e folga 2. Normalmente é o que acontece em escritórios, onde a equipe trabalha de segunda a sexta e folga nos finais de semana.

Escala 4X2

Aqui o colaborador deve trabalhar 11 horas por dia durante 4 dias consecutivos e então descansar durante 2 dias.

Considerando que o mês tenha 30 dias, o colaborador irá trabalhar 20 e folgar 10. Sendo assim, irá trabalhar 220 horas e receberá 30 horas extras.

Escala 6X1

Esse modelo é comum em indústrias e no comércio, onde o colaborador trabalha 6 dias na semana e folga 1. Lembrando que é preciso garantir pelo menos 1 domingo de descanso no mês.

Escala de horas:

Escala 12X36

Este modelo é utilizado em algumas indústrias e setores onde o trabalho não pode ser paralisado e nele o colaborador trabalha por 12 horas e recebe 36 horas de descanso.

Esse regime de escala deve ser montado com acordo, já que não há apoio das leis trabalhistas.

Escala 18X36

Seguindo a lógica das escalas por horas, essa o colaborador fica no trabalho por 18 horas e folga 36.

Escala 24X48

Por fim, vem a escala de 24×48, que normalmente é usada nos setores de saúde, policial, pedágio etc.

Benefícios

Uma boa escala de trabalho pode beneficiar a empresa de diversas vantagens, sendo elas:

Reduzir gargalos

Com uma escala bem definida, nenhuma equipe irá ficar ociosa por conta de outra equipe que ainda não terminou o seu trabalho.

Com isso, é possível reduzir ou até mesmo eliminar gargalos no processo produtivo.

Cobrir alta demanda

Em períodos que a sua fábrica precise de mais pessoas, é possível determinar escalas para cobrir a alta demanda.

Evitar multas e processos

Com uma escala bem montada, validada pelo seu contador e acordada com a sua equipe, a empresa não correrá o risco de receber multas e processos por conta dos dias e horas trabalhados.

Dicas para montar uma boa escala de trabalho

Existem algumas dicas práticas que podem ajudar você e a sua equipe a montar a escala de trabalho ideal para a sua empresa. Irei listá-las para facilitar e melhorar o seu trabalho. Confira:

Pessoas responsáveis

Para garantir que a escala está sendo cumprida conforme o combinado, é importante que você determine pessoas responsáveis por acompanhar o expediente de trabalho da equipe.

Horários / dias / meses de pico

É importante saber quando a sua empresa terá a maior demanda para escalar a maior quantidade de colaboradores e assim garantir que tudo irá funcionar como o esperado.

Controle de ponto

É fundamental que a sua empresa tenha um controle de ponto para atender as normas do governo além de manter uma relação mais transparente com os colaboradores.

Informações bem estruturadas

Por fim, de nada adianta estruturar toda uma escala de trabalho se a sua equipe não entender o que você quis dizer.

Por isso, garanta que as informações estejam claras, organizadas e estruturadas. Assim você evita confusões e erros por falta de entendimento.

Como montar a escala da sua fábrica

Agora vamos a um passo a passo simplificado para você calcular e montar a sua própria escala de trabalho. Confira:

1. Monte suas equipes

A primeira etapa é separar os colaboradores e montar equipes de acordo com a performance de cada um. Com isso você terá uma ideia melhor de como montar as escalas.

2. Identifique paradas futuras

É preciso levantar informações que podem prejudicar a sua escala no futuro, como férias, desligamentos e licenças. Essas informações, se disponíveis, devem ser consideradas.

3. Determine o horário de funcionamento

O terceiro passo é definir qual será o horário de funcionamento da sua empresa no período da escala que está montando.

4. Escala de horários

Determine os colaboradores com a melhor performance para os horários onde a demanda é maior, além disso, coloque mais funcionários disponíveis nestes horários.

Caso a sua empresa possua muitos funcionários, forme equipes mesclando pessoas de alta performance com os demais funcionários para assim garantir uma boa média para a empresa.

5. Escala por dia

Lembre dos dias de folga dos colaboradores para escolher os dias da equipe. É importante frisar aquela regra de pelo menos 1 domingo disponível para descanso no mês.

6. Checklist da escala de trabalho

Para fechar, você deve revisar a sua escala de trabalho respondendo as perguntas:

  • A equipe está balanceada de acordo com a especialização e desempenho?
  • As folgas semanais, domingos e horários de descanso estão sendo respeitados?
  • Os horários e dias de maior pico estão com a equipe ampliada?
  • A quantidade máxima de dias de trabalho (seis) está sendo respeitada?
  • Os feriados estão sendo considerados?

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Tudo que você precisa saber para construir uma estratégia de social selling de sucesso

Já não é nenhum segredo que as redes sociais ajudam a impulsionar os negócios, melhoram o relacionamento com o público e podem contribuir para aumentar as vendas. É daí que surgiu o conceito de Social Selling.

Quer saber do que se trata essa estratégia, suas vantagens e como ela pode contribuir para aprimorar o seu resultado no ambiente online? Então, continue a leitura e amplie seus conhecimentos agora mesmo!

O que é o Social Selling?

Social Selling é um conjunto de boas práticas adotadas na gestão de redes sociais. O objetivo é construir e fortalecer a sua marca, melhorar o relacionamento com o público, oferecer ideias e soluções. Como consequência, consegue-se gerar mais vendas e aumentar o faturamento.

Todavia, é importante reforçar a necessidade de um planejamento. Publicar conteúdos aleatórios ou focar apenas em vender não é o melhor caminho para alcançar os resultados esperados.

Quais são os pilares dessa estratégia?

A estratégia de Social Selling precisa ser bem estruturada para que se consiga alcançar o resultado desejado nas redes. A seguir, mostramos quais são os três pilares que você precisa considerar.

Planejamento

Qualquer ação ou estratégia que você queira implementar em seu negócio, independentemente da natureza dela, requer um planejamento. É por meio dele que se define quais são os objetivos esperados e as ações que serão implementadas para se chegar até eles.

Parte do trabalho de planejamento também envolve conhecer o perfil de cliente que você quer atender, definindo suas características, preferências, hobbies e hábitos de consumo, por exemplo.

Também é importante conhecer o seu mercado de atuação e tudo que diz respeito a ele, como os principais concorrentes e as estratégias que eles adotam. Dessa forma, fica mais fácil ter informações suficientes para tomar decisões acertadas.

Conhecimento das redes sociais

Você precisa entender como cada rede social funciona, uma vez que elas têm propostas diferentes.

Enquanto o LinkedIn é mais voltado para questões profissionais e de negócios, o foco no Instagram são fotos e vídeos e o Facebook permite publicar textos longos, por exemplo.

Além disso, busque conhecer o público que está presente em cada uma delas, pois eles podem ser diferentes. Isso significa que os conteúdos publicados em cada uma delas podem (e devem) ser diferentes também.

Monitoramento

Como saber se a sua estratégia está dando certo?

Para entender se seu planejamento de Social Selling está sendo bem-sucedido na prática, é necessário acompanhar de perto os resultados alcançados.

Por isso, não deixe de acompanhar as métricas que as redes sociais proporcionam para os perfis. Por meio delas, é possível identificar informações como:

  • O tipo de publicação que gera mais engajamento;
  • Os melhores dias e horários para publicar;
  • Quem é o público que acompanha suas páginas (localização, idade, gênero).

Com isso, fica mais fácil saber quais ações têm mais chances de atrair a atenção dos usuários e quais delas não têm muito apelo (e, portanto, precisam ser repensadas).

Como começar o Social Selling?

Para implementar o Social Selling e obter bons resultados, é preciso atentar para as boas práticas que a estratégia requer. Para ajudar você nessa missão, listamos algumas dicas relevantes. Veja quais são elas nos próximos tópicos.

Escolha as redes sociais onde estará presente

Aqui, quantidade não é sinônimo de qualidade.

É melhor você direcionar seus esforços para uma ou duas redes onde o seu público está concentrado do que trabalhar em várias plataformas e não ter o resultado esperado.

Portanto, confira com cuidado quais redes fazem sentido para o seu negócio e invista nelas. Estude sobre como os algoritmos funcionam e quais são os melhores caminhos para ter um bom relacionamento com o seu público. 

Aproveite conversas relevantes para o seu nicho de atuação

Viu algum assunto que viralizou ou algum meme que bombou nas redes sociais? Se fizer sentido para o seu ramo de atuação e a comunicação que você adota com o público, aproveite os assuntos que estão em alta.

Você pode explorar essas situações e fazer promoções temáticas, atraindo a atenção de clientes em potencial, por exemplo. Só não deixe de avaliar se esse tipo de comunicação é adequada e tem potencial para ser bem aceita pelos seus seguidores.

Interaja com o seu público

Ter um bom relacionamento com os seus seguidores é essencial para encantá-los e aumentar as chances de eles se tornarem clientes. Para isso, não basta ter perfis nas redes e fazer publicações que têm um bom alcance.

É importante interagir nos comentários, respondendo seguidores e estreitando a comunicação. Também é essencial dar uma atenção especial para as mensagens privadas, que têm uma conversa um a um.

Não foque apenas em conteúdos de vendas

Publique conteúdos interessantes e educativos, que vão além de tentar vender seus produtos ou serviços a todo custo. Eles são importantes, mas não se esqueça que o foco das redes sociais é sempre o relacionamento.

Então, publique dicas, tutoriais, curiosidades, entre outros assuntos ligados à sua área de atuação. A ideia é criar posts que ajudem a gerar mais autoridade para a sua marca e manter a sua audiência engajada com os seus perfis.

A regra de Pareto pode ajudar a entender melhor como fazer essa divisão. Seguindo a lógica, 80% dos seus conteúdos devem ser sobre assuntos diversos e apenas 20% são direcionados para promover os produtos ou serviços.

Apresente o dia a dia

Em geral, o público gosta de conhecer o que está por trás de uma empresa, visualizando a forma de trabalho e identificando quem são as pessoas responsáveis. Isso cria uma aproximação maior, o que ajuda a fortalecer o relacionamento.

Quando se trata de redes sociais, vale a pena deixar os perfis um pouco mais pessoais. Assim, tira aquela sensação de frieza que a internet transmite e permite que os seguidores se sintam mais próximos da marca. Os perfis da Netflix são um bom exemplo de como isso funciona na prática.

O Social Selling é uma excelente estratégia para quem quer vender ainda mais pela internet e também para aqueles que pretendem extrapolar os limites da loja física. Se for bem pensada, a estratégia pode trazer excelentes resultados, tanto para ter um público engajado quanto para o faturamento da sua empresa.

Agora que você sabe mais a respeito do assunto, não deixe de criar um plano de ação que leve em consideração os pilares dessa estratégia, documente todos os detalhes, prepare sua equipe para a otimização dos processos internos e boas vendas!

Este artigo foi escrita pelo Bume, uma plataforma de gestão, marketing e venda nas redes sociais. A empresa ajuda desde pequenos a grandes negócios, autônomos e influenciadores a monetizarem seus conteúdos e a impulsionar resultados.

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Treinamento de vendas eficiente precisa ter frequência e comprometimento da liderança do time

Os treinamentos de vendas sempre foram ferramentas fundamentais para o bom desempenho do time e para o alinhamento dos vendedores à cultura da organização.

Neste momento de isolamento social, mais do que nunca, eles representam um papel estratégico para a adaptação ao novo contexto e para o aperfeiçoamento dos fundamentos do trabalho na área comercial.

Para ajudar você na missão de construir um programa de treinamento de vendas eficiente, conversamos com Wanderley Cintra Júnior, Embaixador Agendor e especialista na área (com ampla experiência em treinamentos realizados no ambiente virtual).

Wanderley é fundador da Evoluir Sempre, uma empresa de diagnóstico, treinamento e planejamento estratégico comercial. É psicólogo e pedagogo, com especialização em avaliação do desempenho e mais de 25 anos no setor de vendas. 

Confira a entrevista!

1. Quais são os pilares para preparar um programa de treinamento de vendas eficiente?

O primeiro a ser feito é um bom diagnóstico, para entender qual é o verdadeiro problema a ser resolvido.

Muitas vezes, as pessoas olham o sintoma, não a causa e acabam atuando apenas superficialmente no que precisa ser transformado. Fazendo uma comparação, é como se em uma situação de febre, tratássemos apenas este sintoma, em vez de descobrir e resolver a doença que a está causando.

Após esse diagnóstico, então, o próximo passo é definir o conteúdo que será dado nesse treinamento para resolver o problema em questão. E, depois, a definição da frequência em que a capacitação irá acontecer. 

Quanto maior a frequência do treinamento, maior será o ajuste de conduta. E, aqui, cito um ponto importante: é preferível ter vários treinamentos de poucas horas ao longo do tempo, do que um conteúdo de muitas horas em um único dia. 

2. Você trabalha com diferentes tipos de treinamentos, mas por que os treinamentos com foco em mudanças de comportamentos são os mais demandados neste momento?

A demanda por treinamentos com foco em mudanças de comportamento sempre é alta pois, no momento da contratação.

Em geral, as empresas têm muita urgência em trazer um novo vendedor para o time e não conseguem fazer uma avaliação mais aprofundada dos candidatos além de suas experiências anteriores e postura na entrevista. 

Desta forma, é comum haver a contratação de pessoas com comportamentos que não são adequados à cultura da empresa ou mesmo para a relação com os colegas que já fazem parte do grupo.

Depois, à medida em que esse profissional vai se adaptando ao espaço, mostrando mais a sua personalidade, vai também criando certos desajustes ou incômodos na equipe – que podem ser relacionados a relações interpessoais, resiliência, organização, entre outros. 

3. E quais são os comportamentos mais importantes a serem trabalhados na área de vendas? Como desenvolver um treinamento de vendas eficiente com foco neles?

No Brasil, em razão da nossa cultura, existem dois comportamentos com os quais temos maiores desafios: disciplina e gestão do tempo. Por sermos muito relacionais, muito focados na relação com o outro, temos dificuldade em dizer não e isso impacta muito nesses comportamentos.

Além disso, existem outros dois comportamentos muito importantes a serem desenvolvidos na área de vendas, que são o foco e a resiliência

Pela minha experiência, esses quatro são os mais difíceis de serem trabalhados e também os mais importantes na área de vendas.

Para estruturar um treinamento a fim de melhorá-los, gosto de trabalhar no desenvolvimento desses comportamentos individualmente. Principalmente por exigirem uma ação diária, eles precisam diariamente ser enraizados e conectados à rotina para se tornarem um hábito.

4. Mesmo antes do novo contexto de home office e isolamento social, você já realizava a maioria de seus treinamentos no modelo online. Para você, quais são as vantagens do treinamento virtual?

Vejo que existem desvantagens e vantagens em ambos os modelos, presencial e online. 

No presencial, geralmente, o principal benefício é poder realizar diferentes dinâmicas para fixar o conteúdo e integrar a turma. Mas, ao contrário do que muitos pensam, no online também podemos ter experiências semelhantes.

Nos meus treinamentos, costumo ter diferentes salas na ferramenta de videoconferência, para que os vendedores possam trabalhar em dinâmicas em duplas ou pequenos grupos, por exemplo. 

E, na minha opinião, as principais vantagens do treinamento online são as seguintes:

  1. Facilidade de realização: uma vez que não é preciso estrutura física nem, quando for o caso, reunir pessoas de diferentes unidades em um único local. Basta apertar um botão e o grupo já está na sala. 

 

  1. Precisão e pontualidade: os treinamentos online se tornam muito efetivos pois neste modelo costumamos ir mais direto ao ponto em relação aos conteúdos.

 

  1. Rapidez na aplicação do aprendizado: no modelo virtual, posso criar mecanismos para que o aprendizado seja mais rapidamente colocado em prática, uma vez que o vendedor não precisa voltar ao escritório para agir.

 

  1. Recorrência: o online também nos permite uma continuidade do processo mais simples, gerando a frequência que é tão importante. 

Se não trabalhamos com marcos temporais, o treinamento não funciona, pois não há conexão com a realidade do sujeito. Lembrando que o adulto, quando aprende, precisa que o conteúdo atenda a três princípios:

  • Fazer sentido 
  • Estar conectado com a sua rotina
  • Ser útil

5. Muitas empresas delegam o treinamento à área de Recursos Humanos ou apenas ao profissional terceirizado. Pela sua experiência, isso funciona?

Sempre digo que um treinamento não pode ser terceirizado totalmente. Existe uma grande importância no papel do profissional da minha área, mas a empresa não pode ficar responsável só pela manutenção desse aprendizado lá na ponta.

Um treinamento de vendas eficiente e completo deve ter alguns eventos com o profissional de treinamento, mas depois, a continuidade com tarefas realizadas pela empresa.

Por exemplo, para um treinamento sobre gestão de tempo, uma ação para consolidação pode ser logo pela manhã todos fazerem a sua agenda diária e, no fim do dia, passarem para a liderança o que foi cumprido ou não. Com isso, é possível atuar na disciplina e no comprometimento da pessoa em relação ao que foi ensinado. 

É essencial a empresa ter a sua parte também no programa!

6. E qual é o papel do gestor de vendas neste contexto? E quais são as boas práticas para que a liderança também seja treinada?

Gestores e vendedores são grupos bem diferentes a serem treinados. O gestor tem um papel de farol, de alguém que serve como referencial para a equipe. E ele precisa acreditar no conteúdo que está sendo passado, pois se ele lutar contra, já temos um problema grave para a efetividade do treinamento. 

Além disso, o líder precisa ajudar fornecendo as ferramentas para quebrar as resistências encontradas durante o programa, dando o apoio necessário para o treinador. Eu gosto muito da matriz do apoio e da exigência, que diz que quanto mais apoio dou para minha equipe, mais tenho que exigir deles.

Ou seja, se o time teve um treinamento sobre disciplina, a liderança precisa demandar que eles coloquem isso na prática. Por isso, quanto maior a frequência, melhor, pois o líder pode ir atuando recorrentemente, incentivando a adoção de hábitos aos poucos.  

7. Falando em resultados, como medir se um treinamento de vendas foi positivo para a empresa?

Não vejo o treinamento como uma solução de único resultado, no sentido de ser realizado e logo impactar o número de vendas. Inclusive porque existem uma série de fatores que influenciam esta meta. 

Por exemplo, um treinamento com foco em prospecção pode impactar resultados ao mesmo tempo que esses mesmos resultados são influenciados por uma campanha de marketing, pelo trabalho diferente que começa a ser feito por um gestor, entre outros. 

Então creditar o resultado de vendas a um treinamento pode se tornar uma medida enganosa e tirar a visão sobre o todo. 

Acredito que mensurar resultados a partir de treinamentos seja uma questão complexa, por isso é preciso saber escolher o que monitorar, para não se permitir se iludir com um falso positivo. 

Para construir um treinamento de vendas eficiente, sua empresa precisa estar disposta a se engajar

Conversando com nosso Wanderley, um ponto ficou muito marcante para nós: programas de treinamento precisam ser um projeto da empresa para terem sucesso.

Eles trazem, sim, excelentes resultados para fortalecimento de uma cultura corporativa, melhoria da eficiência dos vendedores e, consequentemente, para os resultados comerciais.

Porém, para que isso seja possível, as lideranças da organização (inclusive o CEO) precisam estar engajados nas mensagens a serem passados e na continuidade dos ensinamentos. O quanto isso é realidade no seu negócio atualmente?

Para oferecer um treinamento de vendas realmente eficiente à sua equipe, que tal contar com as dicas de especialistas no mercado B2B? Baixe agora o Kit Gestão e treinamento de equipes comerciais: dicas de especialistas no mercado B2B

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12 mensagens de pós-venda para clientes que trazem resultados efetivos para seu negócio

Simplesmente escrever uma mensagem de pós-venda para cliente sem um objetivo específico não tem o menor sentido.

Enviar um e-mail de agradecimento seco, do tipo “obrigado pela preferência“, não vai trazer resultado nenhum para o negócio.

Uma mensagem de pós-venda para cliente deve mostrar a ele que você está interessado em ajudá-lo a resolver seus problemas e que isso pode ser efeito, eventualmente, com uma nova compra. Mas pode ser que você simplesmente esteja mostrando para ele como usar melhor seus produtos ou serviços.

Veja, a seguir, 12 frases para pós-venda, sendo que elas estão divididas em 4 objetivos distintos:

  1. Frases para pós-venda focadas em upselling
  2. Frases de agradecimento de pós-venda focadas em cross selling
  3. Mensagem de pós-venda para cliente focada em “customer success”
  4. Mensagens de pós-venda para cliente com o objetivo de reconquistá-lo

Veja mais sobre frases de impacto em vendas:

palavras poderosas para chamar atenção do cliente

12 mensagens de pós-vendas para clientes, como e porque empregá-las

1. 3 frases para pós-venda focadas em upselling

Upselling é uma técnica de venda em que se tenta mostrar ao cliente que ele já usufruiu muito dos benefícios de seus produtos ou serviços, mas que a empresa dele evoluiu, amadureceu sua gestão e cresceu no mercado.

Portanto, é hora de passar para um produto ou serviço um nível acima, com mais funcionalidades e benefícios. E, consequentemente, mais caro.

Veja alguns exemplos de frases para pós-venda com o objetivo de promover o upselling.

Note que você deve sempre justificar suas mensagem de pós-venda ao cliente com  fatos concretos, não promessas vazias:

  • Sua empresa já aumentou suas vendas em 20% usando nossa solução, neste ano que passou. Com mais funcionalidades, você pode obter resultados ainda melhores. Por isso, veja o case da Empresa X e como ela dobrou esse aumento de vendas adotando o Plano Plus.

 

  • Quando iniciamos nosso relacionamento, sua empresa tinha apenas a matriz e 3 vendedores, um deles você mesmo. Hoje, está com 5 filiais e um time de mais de 20 vendedores. Que tal conversarmos sobre mudar para um plano mais robusto, que atenda suas novas necessidades?

 

  • O mercado mudou, evoluiu, os clientes estão mais exigentes. E vocês estão fazendo um excelente trabalho. Mas será que não poderiam fazer ainda melhor se automatizassem parte das tarefas que hoje fazem anualmente? Outros de nossos clientes que passaram a usar o Plano Plus conseguiram um aumento de produtividade de 25%, com um aumento de apenas 10% na mensalidade.

Leia também: Upselling e cross selling: como vender novamente para sua base de clientes

2. 3 Frases de agradecimento de pós-vendas focadas em cross selling

Cross selling é a técnica de pós-venda que visa mostrar ao cliente que comparado um produto ou serviço adicional aos que já compara ele terá grandes benefícios.

Veja os exemplos de frase de agradecimento de pós-venda para promover o cross selling:

  • Nos últimos meses, sua empresa tem usado nossa solução de gestão de folha de pagamento e, com isso, conseguiu diminuir o tempo para conclusão desse processo em incríveis 83%! Por que não acrescentar os módulos de rescisão de contrato de trabalho e de contratação de novos funcionários para ter reduções de tempo semelhantes?

 

  • Sua frota conta com nosso plano de seguro de acidentes completo e isso evitou ter que pagar um total de tantos mil reais em reparos de veículos neste semestre. Mas por não aderir ao plano de socorro de emergência e guincho, fizemos cobranças adicionais no valor de X reais. Por que não aderir a esse plano de socorro por uma parcela mensal bastante acessível?

 

  • Seu restaurante já compra toda nossa linha de vegetais frescos direto da horta orgânica, o que tem atraído muitos clientes e até levou a publicação de matérias na imprensa sobre a qualidade de seus pratos. E agora estamos oferecendo também cortes de carnes selecionados, todos com certificação orgânica. Podemos marcar uma visita para você conhecê-los?

Veja mais: Aprenda o que é cross selling e up selling e como fazer usando CRM

3. 3 mensagens de pós-venda para cliente focadas em “customer success”

Customer success ou sucesso do cliente é uma estratégia de marketing em que a empresa faz de tudo para que seus clientes reconheçam rapidamente todas as vantagens de suas soluções e vejam o sucesso que alcançara com elas.

Portanto, aqui o foco não é vender algo a mais, mas ajudar o cliente a usar bem sua solução.

  • Após apenas um mês de trabalho com nossa solução, nossos clientes já conquistam 5% a mais de vendas, em média. Para isso, usam amplamente a funcionalidade Tal. Gostaríamos de fazer uma visita à sua empresa para ministrar um treinamento gratuito de uma hora sobre essa funcionalidade. Quando podemos agendar isso?

 

  • Notamos que sua equipe aumentou muito o número de chamados ao nosso help desk. Se você quiser, podemos fazer uma bate-papo online entre seu time e nossos especialistas, assim tiramos qualquer dúvida que tiverem. É só agendar em nosso site, gratuitamente.

 

  • 93% de nossos clientes dão nota máxima ao nosso atendimento ao cliente. Notamos que você nos deu nota 4, de 5. Como podemos melhorar nosso serviço? Quer marcar uma chamada de vídeo para conversarmos sobre isso?

Leia mais: Customer success em SaaS: o que é e 6 dicas de KPIs para acompanhar o desempenho das estratégias de sucesso do cliente

4. 3 mensagens de pós-venda para cliente com o objetivo de reconquistá-lo

Clientes que se afastam da empresa nem sempre o fazem porque não estão satisfeitos.

Isso pode ocorrer porque estão em dificuldades, porque mudaram o foco de sua atividades, a maneira de trabalhar ou até porque o contato com quem você falava se mudou para outra empresa.

Veja maneiras de descobrir isso ou de simplesmente chamar a atenção do cliente inativo com uma boa mensagem de pós-venda para cliente:

  • Durante 5 anos sua empresa foi muito fiel aos nossos produtos, fazendo compras mensais recorrentes. No último semestre, sentimos falta de seus pedidos. Aconteceu alguma coisa que podemos modificar para que você volte a trabalhar com a gente?

 

  • Novidade! Temos um novo sistema de pedidos online, ágil e intuitivo, que vai facilitar muito a vida de nossos clientes, principalmente aqueles que sempre estiveram ao  nosso lado nos últimos anos. Confira neste link!

 

  • Nos últimos 8 anos, sempre estivemos em contato com o Sr. Fulano para fechar pedidos com sua empresa, um trabalho de parceria que rendeu excelentes frutos para ambos os negócios. Recentemente, soubemos que o Sr. Fulano se aposentou. Com quem poderíamos falar para apresentar novamente nossos produtos e mostrar todos os benefícios que seu negócio conquistou com a ajuda deles?

Veja também: 7 táticas efetivas para recuperar clientes inativos

Bem, estes foram apenas alguns exemplos de frase para pós-venda, estude-os com cuidado e adapte para as caraterísticas do seu modelo de negócio.

Quer saber mais sobre pós-venda? Então, baixe nosso e-book gratuito: Sucesso na Jornada do Cliente: da pré-venda ao pós-venda

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5 dicas de venda técnica consultiva e como abordar os decisores de compra

Alerta! Este artigo é destinado a quem lidera uma equipe que faz vendas técnicas ou é vendedor de produtos técnicos.

Podemos dividir vendas técnicas em dois grupos:

  1. Empresas que têm equipes técnicas que dão suporte para o comercial.
  2. Empresas que têm vendedores técnicos.

Este artigo se aplica aos dois casos.

A venda mais técnica normalmente vem acompanhada de serviço. É muito difícil fazer uma venda com esse perfil sem que de alguma forma se agregue algum serviço ao processo.

Sabemos que prestar serviço tem um custo alto e que esse custo precisa gerar alguma forma de retorno.

Ou seja, as empresas têm o grande desafio de fazer com que o serviço prestado seja realmente valorizado pelo cliente. Afinal, de nada adianta prestar um serviço de qualidade se isso não for percebido dentro da organização do cliente em todos os seus níveis.

Leia também: O diferencial de uma venda consultiva

O que é uma venda técnica, afinal?

Venda técnica é aquela relacionada a um produto ou serviço (mas sempre com um serviço agregado, no caso de produto) que demanda alto conhecimento técnico tanto de quem compra como de quem fornece. Assim, o vendedor precisa ser também um especialista no assunto, um vendedor consultor que vai mostrar para o cliente como a empresa vai lidar com todos os detalhes técnicos de planejamento, instalação, início da operação, treinamento, manutenção, entre outros.

Ficou claro para você o significado de uma venda técnica?

Entendendo o perfil dos técnicos que estão dentro do seu cliente

Técnicos gostam de falar com técnicos. A relação deles com os pares dos fornecedores normalmente é boa.

Eles se ajudam, dão o suporte necessário. Por vezes, acontece uma disputa de egos para saber quem sabe mais, mas se o técnico da equipe fornecedora tiver habilidade para lidar com isso, dificilmente surgem problemas.

O grande desafio é que os técnicos dos clientes normalmente são importantes influenciadores na decisão de compra, mas nem sempre – ou quase nunca – são os decisores finais.

Dessa forma, se a equipe técnica relaciona apenas com os profissionais desse nível dentro do cliente, ela deixa a conta vulnerável.

Afinal de contas, de uma hora para outra pode vir uma ordem de cima para substituir o fornecedor – mesmo com um bom serviço técnico sendo prestado –, uma vez que a falha ou ausência de comunicação com quaisquer níveis hierárquicos pode ser decisiva para a manutenção ou não do seu cliente.

Por isso, se você é um vendedor técnico (ou gerencia uma equipe de técnicos) e quer que seu serviço seja realmente valorizado, precisa ascender dentro da organização do cliente.

No entanto, falar com níveis de decisão mais elevados exige um outro padrão de abordagem, e em muitos casos os vendedores técnicos não estão preparados para isso.

Além disso, na maioria dos casos, as empresas não têm um modelo claro para que isso aconteça.

Temos aí a tempestade perfeita: os decisores finais estão em níveis hierárquicos nem sempre alcançados pela equipe técnica do fornecedor!

Está claro que é preciso fazer alguma coisa em relação a isso.

Antes de entender melhor o papel dos decisores em venda técnica, relembre como se dá uma decisão de compra:

as 6 etapas do processo de compras

A importância de se relacionar com decisores ao fazer venda técnica

Tenho percebido algo muito interessante: técnicos que têm um bom relacionamento com outros níveis hierárquicos dentro do cliente conseguem resultados comerciais espetaculares e até mesmo liberdade maior para prestar seu serviço.

Dessa forma, fica evidente que saber interagir com os diversos níveis hierárquicos é um grande diferencial e, portanto, os líderes precisam capacitar sua equipe para isso – até porque o que mais ouço das equipes técnicas é: “eu nem sei o que falar com esse cara”.

Vou tentar ajudar. Para isso, dividirei os decisores em três grupos:

  1. Técnico;
  2. Gerencial;
  3. Alta direção.

1. Decisores técnicos

Os técnicos são os que utilizam os produtos. Eles querem conhecer a fundo as especificidades, os benefícios, todos os detalhes sobre utilização e até mesmo como o produto é feito.

Decisores técnicos têm alta empatia com vendedores técnicos (desde que estes não demonstrem saber muito mais que eles! – não resisti ao comentário).

Como normalmente são mais analíticos na decisão, os decisores técnicos têm grande dificuldade de mudar de fornecedores, salvo por uma boa razão.

Eles são mais fiéis, até porque se mudarem de fornecedor e tiverem problemas com o novo, eles que terão que “arrumar a casa”.

Por outro lado, eles temem enfrentar problemas na utilização dos produtos adquiridos ou dos serviços contratados que gerem retrabalho ou que deem qualquer tipo de dor de cabeça na aplicação ou utilização e que não obtenham o suporte técnico necessário.

2. Decisores gerenciais

Os decisores que fazem parte do grupo gerencial não querem saber de detalhes técnicos dos produtos. Eles querem saber se a produtividade será maior, se precisarão de mais ou menos pessoas na equipe por causa daquele produto ou serviço e se o cliente não será impactado negativamente.

Assim, quando um técnico começa a falar com a média gerência sobre características técnicas do produto ou serviço que vende, rapidamente ele perde seu interlocutor.

Os medos dos decisores gerenciais dizem respeito à perda de produtividade e também a qualquer mudança gere problemas com clientes ou com sua equipe.

3. Decisores da alta direção

Os decisores dirigentes, ou da alta direção, buscam resultado!

Portanto, nem pense em falar para eles sobre detalhes técnicos. Isso não interessa a esse grupo. Eles querem saber se o seu produto/serviço/solução gera estabilidade e resultado final. Eles olham para a última linha!

Alguns vendedores técnicos me perguntam sobre o que devem falar com esse tipo de decisor.

Quando vou orientar esse trabalho, gosto de dividir as dicas em três pontos:

  1. O decisor da alta direção quer que você leve para ele informações do mercado. Se você faz venda técnica, sabe que uma das primeiras perguntas que o gestor faz é sobre o mercado. Afinal, ele quer saber para onde vai a economia, se o mercado está aquecido e assim por diante.
  2. Pode apostar: o decisor de alta direção vai tentar tirar alguma informação sobre os concorrentes de você! E muito provavelmente ele não vai se preocupar em deixá-lo em uma situação ética delicada.
  3. Os decisores dirigentes gostam muito de saber sobre sua própria empresa, tendo em vista que normalmente estão distantes da operação. Eles querem saber como as coisas estão no dia a dia da empresa. Eu trabalho muito com esses profissionais e o que eles mais prezam é a transparência, pois estão cansados de pessoas que dizem apenas o que sabem que eles querem ouvir. Por isso, se você tiver alguma informação relevante, fale. Não fale de pessoas, fale de problemas e de soluções. E não seja omisso.

Os medos dos decisores desse grupo se resumem a perder o controle da empresa por estar longe da operação ou deixar passar alguma oportunidade de mercado.

Veja um resumo das características desses decisores:

dicas de venda técnica consultiva

O que falar acho que já está claro. O problema é como falar. Então, vamos às nossas dicas de vendas técnicas: como falar com decisores!

Como falar com decisores

1. Crie um cronograma. Por exemplo:

  • Mensalmente: visitar a empresa e trabalhar a equipe técnica.
  • Semestralmente: visitar a média gerencial.
  • Anualmente: reunião com a direção.

É preciso criar uma lógica para que isso aconteça. E aqui vai um detalhe importante: essa lógica deve ser da empresa e não do vendedor ou da equipe técnica.

Digo isso porque internamente em muitos casos os técnicos ficam incomodados por medo que algum comentário que comprometa sua imagem com os líderes seja feito. Por isso essa deve ser uma política da empresa.

2. Pense na sua apresentação.

Sugiro que abram as apresentações falando sobre as conquistas de produtividade que já alcançaram com a empresa e onde podem chegar.

Comece sempre com uma declaração de força.

3. Crie um modelo.

Desenvolva uma apresentação padrão para a equipe apresentar para os níveis hierárquicos superiores. Isso dará mais tranquilidade para que façam esse trabalho.

A apresentação não precisa ser engessada, mas deve dar uma referência a quem está participando da reunião.

4. Busque e apresente informações de mercado.

Existem muitas consultorias técnicas ou mesmo pesquisas realizadas no mercado que têm informações relevantes sobre o mercado, tendências etc.

Essas informações são muito valorizadas por gerentes e diretores (principalmente). Use e abuse delas em seus contatos com essas pessoas.

5. Envolva o líder nesse trabalho.

É muito importante que o líder esteja presente nas primeiras apresentações da sua equipe, para transmitir segurança, ou que defina um perfil de cliente em que ele sempre esteja presente – os clientes “A”, por exemplo.

Caso sua empresa tenha um técnico dando suporte a um vendedor, o processo é muito semelhante. Assim, ele não pode ficar escondido dos outros níveis hierárquicos, pois, caso contrário, a questão pode acabar numa disputa por preço.

Lembre-se: O trabalho mais caro é aquele que não é valorizado ou percebido pelo cliente.


Marcelo Caetano é sócio-diretor da VendaMais e autor dos livros Vendedor fiel, cliente fiel e Chega de desconto!

Indústrias são o tipo de empresa em que a venda técnica é muito necessária. Veja mais sobre isso neste e-book gratuito: Captação e gestão de negócios em indústrias

Artigo cedido pela Revista VendaMais. Todos os direitos reservados.

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